Books read

Leticia's books

To Kill a Mockingbird
The Catcher in the Rye
The Great Gatsby
Of Mice and Men
Animal Farm
One Hundred Years of Solitude
Lord of the Flies
Romeo and Juliet
Little Women
A Tale of Two Cities
Frankenstein
The Count of Monte Cristo
The Secret Life of Bees
The Memory Keeper's Daughter
The Joy Luck Club
The Da Vinci Code
The Kite Runner
The Shining
The Silence of the Lambs
The Bourne Identity


Leticia's favorite books »

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Desafio dos livros - dia 15 - livro favorito cujo tema é cultura internacional

Day 15- Favorite book dealing with foreign culture

Curiosamente, ainda não achei um livro que fale da cultura de imigrantes (meus pais são espanhóis, vieram pra cá de Galícia e Andalucía, separadamente, aos 16 e 18 anos e vivem aqui desde então) europeus. Gosto do Corações sujos, que já mencionei no post do desafio do livro de não ficção, porque acho que carrega muito da cultura oriental na sua história, mas pensei em alguns outros títulos:

The namesake, Jumpha Lahiri (ficou com tradução literal, O xará; mas parece que está esgotado na Livraria Cultura).No post do desafio do seu nome favorito eu falei sobre o peso que os nomes tem na vida das pessoas. E aí o Gogol (Nikhil) entra e faz o favor de colocar um lacinho nessa ideia, lutando toda a vida com a questão cultural, da identidade que ele tem no país, como pessoa, entre os amigos, acho que nem mesmo com essa família que afinal deu a ele um nome tão por acaso. A descrição é colorida e quase tem um cheiro de especiarias, a comida está sempre presente e os hábitos familiares também, e embora eu nunca tenha estado perto da Índia, (e a narrativa dele aconteça nos EUA pra onde imigrou e vive como adulto), me parecia muito palpável e peculiar.

Q&A, Vikas Swarup (li o livro antes de ver o filme, que foi intitulado Quem quer ser um milionário? e se não me engano concorreu ao Oscar. Em português, ficou Sua resposta vale um bilhão e vende na Livraria Cultura). A história realmente tem uma cara já meio pronta cinematográfica, porque o ritmo da narrativa é rápido, em neon, cheio de sensações. Parece aquele livro que a gente lia quando criança, O homem que calculava, do Malba Tahan, sabe?, o que me leva à crer que é o tipo de narrativa indiana mesmo. Mas é fascinante ler sobre o programa, o tipo de personagem, as roupas, tudo que circula a vida do Ram.

Girl in translation, Jean Kwok - alguém, em alguma resenha, classificou o livro como sendo o melhor retrato da cultura Asiática/Americana. Eu só sei que é impossível você ler a narrativa da Kimberly e não se colocar no lugar dela, sendo chinesa ou paulistana, o que é um testemunho de competência sensacional da Jean Kwok. Amei muito.



Trilha sonora do dia: Take on me, A-ha (aposto que essa eu tirei do fuuuundo do baú né!)

Nenhum comentário:

Postar um comentário