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Leticia's favorite books »

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Desafio dos livros - dia 3 - um livro que te surpreendeu (positiva ou negativamente)

Day 03-A Book that completely surprised you (bad/good)

Pra seguir na linha do "primeira coisa que te vier na cabeça" e não enlouquecer (é só postar e meia hora depois começam a brotar outras ideias de coisas que queria ter escrito, bem como a vida...), me lembrei do Me before you, (Como eu era antes de você) da JoJo Moyes. Honestamente, sou muito viciada em Goodreads, e segui as resenhas e indicações, e não quero estragar a vida de quem for ler, mas eu claramente não sabia o que me esperava. A história é triste, e eu odeio ler histórias tristes sem saber antes. Sim, estou me enganando. Mas é um pet peeve meu, dá licença? Sei que ao começar a ler Romeu e Julieta, não vou terminar sorrindo e suspirando. Mas se eu começar a ler um livro com coraçõezinhos na capa e classificado como Chick lit, sim, espero que seja vagamente esperançoso. Me processe.



pra não parecer uma criatura amarga e só postar a parte ruim, alguns livros já me surpreenderam positivamente e acabaram se tornando meus favoritos; aqueles sobre os quais eu não tinha muita expectativa, como o Delicacy, do David Foenkinos, ou os do Roald Dahl (que eu já mencionei algumas vezes) e me tornaram fã eterna. Mas me lembrei agora de um livro cuja história não me atrairia normalmente e acabei gostando muito:

Stephen King, 22.11.63 (sinopse em português aqui): não adoro Stephen King. Há livros dele que acho sensacionais, e outros que não consigo encarar porque me parecem uma certa forçação de barra, até mesmo se considerarmos o gênero. E esse livro é basicamente sobre um viajante do tempo que supostamente tenta impedir o assassinato do Kennedy entrando por um portal numa despensa de um bar. Sim, você leu certo. (olhos girando e fazendo pouco). Só que aí entra a genialidade de gente como esse cara, que tem talento (se não me engano esse livro foi um dos primeiros que ele escreveu, antes de ficar famoso) e persistência e faz com que você se envolva com o Jake Epping. Não é porque ele é um viajante do tempo romântico como o da Audrey Niffeneger, autora do A mulher do viajante do tempo (aliás uma dessas coisas lindas e belas), mas tem romance, tem mistério, tem suspense, tem morte, - é Stephen King. No mínimo, você termina respeitando o sujeito. Não é pra todo mundo escrever um livro desse.

Outro nessa linha foi o The road, do Cormac McCarthy, (A estrada) uma ficção pós apocalíptica bem árdua e que me prendeu até o fim.

N.E.: Eu tenho colocado links do Goodreads porque acho que são sensacionais, pela variedade e extensão. Mas a maioria é em inglês, e muitos desses livros eu li em inglês, porque comprei no kindle, porque saiu primeiro, porque sim. Quando encontrei, coloquei a sinopse/link em português ao lado, geralmente da Livraria Cultura, que acho bem confiável, mas não garanto a tradução ou edição se for muito discrepante. Se alguém tiver dúvidas existenciais sobre algum título é só me perguntar.


Trilha sonora do dia: Lynyrd Skynird, Simple man, uma das bandas cuja discografia eu queria ter inteira. Outra cena de filme (aliás o filme todo é delicioso) eternizada com a ajuda deles é essa aqui, no Elizabethtown.

Um comentário:

  1. Prometo que o livro que eu comentei da Cecelia Ahern no meu blog não é triste. Leia! Você vai amar.

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