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Leticia's favorite books »

quarta-feira, 30 de abril de 2014

QQQ Quartas, WWW Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:



Li... Terminei The strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde, do Robert Louis Stevenson. É um clássico, óbvio, e todo mundo acha que sabe a história (bom, talvez você saiba, e não tenha a imagem que eu tinha em mente, que era essa:)



Enfim, fiz a review no goodreads, mas o que eu achei:
1. a linguagem é toda rebuscada, então me vi relendo a mesma página algumas vezes. Tudo bem que foi publicado em 1886, o que talvez tenha sido uma dificuldade extra, mas assim mesmo...
2. se você me pergunta nesse minuto qual foi a razão pela qual o Dr. Jekyll resolveu experimentar uma poção para se tornar outra pessoa, eu não sei dizer. Vai que eu não entendi, mas o que eu compreendi foi que era uma busca por uma libertação de instinto, sabe? meio, a coisa da repressão e de mostrar pro mundo só a parte sóbria de você, e se sentir livre (id, ego e superego, meus caros amigos da Psicologia, lembra? aliás por que nenhum professor usou essa analogia, rs? tão didática! embora, claro, só pela ideia, porque o distúrbio em si é o tal dissociative personality disorder, um pooouco além dessa fronteira :P) com a outra personalidade? mas eu sempre achei que havia sido uma busca pela ciência da transformação, ou algo muito traumático, então essa justificativa moral me foi meio anticlimática.
3. queria tanto um fim mais elaborado! termina com a carta do Dr. Jekyll, mas a gente nunca sabe o que realmente o Mr. Hyde estava pensando, se houve alguma elaboração psíquica nesse pensamento, se ele era realmente só regido pelo instinto... e fiquei com a sensação de que a possibilidade aberta da morte dele podia ter sido muito interessante.
Queria muito saber a opinião de outras pessoas que leram esse original na vida adulta, e é um livro que penso em reler no futuro, para ajustar essas percepções.

Li também um livrinho tonto sobre um casamento arranjado (as reviews estão aqui no Goodreads, então esse também) The Cowboy's e-mail order bride acho.
E li o livro da Liane Moriarty, The hypnotist's love story.
Gostei, achei a narrativa interessante. Há pessoas que acharam que não havia nada demais no livro, mas pra mim isso importa menos que a história ser bem contada. Ou seja, não precisa haver uma revelação estupenda, mas sim um pano de fundo bem descrito e amarrado para o que quer que esteja ou não acontecendo. E achei isso. Basicamente, a hipnoterapeuta começa a namorar uma pessoa que é perseguido pela ex. Viu, interessante, mas simples. Gosto :)

Estou lendo...Vi umas resenhas da Richelle Mead (uma moça da Academia de Vampiros meio teen meio adulta), o tal do Tabuleiro dos deuses, e parece interessante, então comecei a lê-lo hoje cedo e consumi alguns capítulos. Vamos ver.

Vou ler... Na verdade, comprei o livro da Isabel Allende, e estou 'economizando' porque não sei se quero lê-lo nas férias, que começam na outra semana.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Teaser Tuesdays - The hypnotist's love story - a novel, Liane Moriarty

"She also remade the bed with her crispest, nicest sheets. It was probably time to sleep with him. O h, yes, it was a bit clinical, but that's how it was when you were dating in your thirties. It wasn't hearts and flowers anymore. They weren't sixteen. They weren't religious. They had met on the internet: a dating website. So it was all very clear and upfront. They were both looking for a long-term relationship. They had ticked corresponding boxes to indicate this."

"Putting that aside, did he even want another child? At all? ever? She thought he did, but now that she considered it, she saw that her beliefs were based on flimsy evidence, such as the fact that he adored his son, and she'd once seen him smile tenderly at a stranger's baby, and his mother wanted him to have more children and he seemed very fond of his mother. Also, he was a lovely man, and lovely men should automatically want more babies because it was a biological imperative that they pass on the loveliness gene"

I was stunned. I'm not sure why. I think I jsut never expected him to be importante enough to make any significant changes in his life, but of course, he doesn't know that he's only a minor character in my life. He's the star of his own life, and I'm the minor character. and fair enough too.

I know it's not even her famous story (apparently it is the My husband's secret or something), but it is sweet, isn't it?

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Musing Mondays

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 
Alguém mais tem um problema MUITO sério com esse Buy with one click? Ao mesmo tempo que eu acho que não conseguiria voltar para o estágio 'pega o seu cartão cada vez que você quer um livro', porque afinal, no minuto em que isso aconteceu eu PRECISO de agilidade, tenho pavor todas as vezes que penso na fatura mensal do cartão. Tenho também uma certa impressão de que alguém deve estar me julgando, lá numa salinha da Amazon. ("how does she buy five titles a minute? Doesn't she have any self-control? or friends, family, support?"). Os títulos vão se acumulando (entre 'o que os outros compraram', 'o que a Amazon te recomenda', 'os últimos que vc viu', sua própria wishlist e os pensamentos que vão te ocorrendo enquanto você vê tudo isso, em dez minutos eu não sei nem apontar o que começou todo o processo.
Lembra da internet discada? Hoje em dia tudo que demora mais de dez segundos (elevador, página da internet carregando, telefone completando ligação, banco lendo seu cartão, e, claro, sites de compras) é absolutamente irritante. Me preocupo com o futuro da humanidade. E com minhas finanças. Não necessariamente nessa ordem.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

tag literária

Quando você lê? (manhã, tarde, noite, o dia inteiro ou quando tem tempo)
Ah como seria linda a vida se eu pudesse dizer, o dia todo, todo dia. Já aconteceu de acordar 6 da manhã pra ler, e agora eu tenho uma poltrona de leitura no escritório (amor que não cabe no coração!), então levanto de mansinho e vou pra lá com o kindle e um espresso e pura felicidade.
Leio à tarde; leio à noite, mas menos, porque fico com a síndrome do "agora só posso dormir x horas".  Leio no metrô; não consigo ler no ônibus e tenho ódio disso. Quando fico sozinha em casa, a tv fica desligada quase o tempo todo, porque estou lendo.

Você lê apenas um livro de cada vez?
Sim, geralmente. Quer dizer, depende do ponto de vista... tem livros que eu não considero muito 'livros', rs... essa coisa de romance paranormal, erotica, às vezes até chick lit, cuja história é razoavelmente previsível, às vezes eu leio junto com um livro mais denso (no qual eu preciso prestar atenção nos detalhes, mesmo que seja um romance de crime). E às vezes tenho um livro em papel e um no kindle ao mesmo tempo.

Qual seu lugar favorito para ler?
ahhh, hoje em dia, a acima mencionada poltrona do escritório. Peraí que vou tirar uma fotinho dela :) tá vendo que ela estica, e fica ao lado de um conveniente frigobar?
eu lia na cama, e no sofá, mas devo confessar que ficava eternamente com alguma dor nas costas. Bom, pode ser que agora eu não tenha porque faço pilates e natação, mas enfim, amo a poltroninha.

O que você faz primeiro: lê o livro ou assiste ao filme?
Livro, sempre! Quando vejo o filme antes, é porque não sabia que era baseado num livro (por exemplo, O garoto do pijama listrado). Muitas vezes prefiro nem ver o filme, pra falar a verdade.


Qual formato de livro você prefere? (áudio-livro, e-book ou livro físico)
Eu queria gostar de audiobook pra aproveitar o tempo no trânsito (e melhorar minha capacidade de prestar atenção no que escuto, começo a distrair com facilidade). Mas por enquanto, amo o kindle pela praticidade, por poder carregar 80 livros em 300g. Isso não significa que eu prefira esse formato de livro, entende? Só o formato de leitura. O livro é livro, de cheirar, pegar, olhar a fonte escolhida, a diagramação, a orelha, a capa, a contracapa...


Você tem algum hábito exclusivo ao ler?
Como eu faço a tag Musing Mondays e confesso coisas toda segunda, me reservo no direito de não fazer confissões estarrecedoras aqui... só vou dizer que tenho vontade de gritar quando alguém dobra a página do livro ao ler. Por que, meu Deus, por que???


Referência aqui: http://www.cafeinaliteraria.com.br/2013/11/30/habitos-de-leitura/#more-4425

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Q Quartas, www Wednesdays

 Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:



Terminei  O terrorista lírico, do Cristovão Tezza, The cuckoo's calling, Robert Galbraith, (opiniões aqui no blog e aqui no goodreads), Magical thinking, do Augusten Burroughs, Contos, do Eça de Queiros, um romancezinho fofo chamado Meeting trouble e um PNR (paranormal romance) chamado Brawn, que segui com a série (li o Wrath, o Shadow e mais um) de uma autora que foi comparada à Kresley Cole e JR Ward (que, embora eu seja nova no gênero, me parecem os mais legais do tipo). A lista de reviews está aqui. Num momento aterrorizante para o meu cartão de crédito, baixei uns quinze livros na sequência no Kindle (essa história de 'custa só 3 dólares' acaba comigo), então acho que essas próximas semanas serão produtivas em termos de quantidade, mesmo que não necessariamente de qualidade (nada contra os livros que custam 3 dólares e são legais, achei Freakonomics por 2,99 e embora já tenha lido, comprei, e um outro chamado Corporate América também, mas a maioria eram livros bobinhos de 1 dólar). O feriado também ajudou a dar uma acelerada na minha Reading challenge do Goodreads (pra quem ainda não tem: você 'se faz' uma promessa pública de ler x livros no ano, e um botãozinho vai te dizendo quantos % você já alcançou da sua meta. Publicamente, como aqui, aparece só a porcentagem, mas no meu perfil, eu vejo o parâmetro, por exemplo, 'você está 3 livros à frente do desafio' ou 'você está 5 livros abaixo da meta' - isso me faz querer cortar os pulsos.)


Estou lendo o The hypnotist's love story, da Lianne Moriarty, porque sou do contra e não quis ler o que está famoso dela.

Ainda não sei o que vou ler em seguida!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Teaser Tuesdays - The cuckoo's calling

Do livro que eu terminei semana passada (e gostei muito!), O chamado do Cuco, Robert Galbraith (The cuckoo's calling):
 
“Robin was disposed to feel desperately sorry for anyone with a less fortunate love life than her own – if desperate pity could describe the exquisite pleasure she actually felt at the thought of her own comparative paradise.”  
“Matthew kept hinting that Strike was somehow a fake. He seemed to feel that being a private detective was a far-fetched job, like astronaut or lion tamer; that real people did not do such things.”  

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Musing Mondays, In (sensatas) segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)


What book are you currently desperate to get your hands on? Tell us about it!

Estou louca pra ler El juego de Ripper, da Isabel Allende. (A resenha do Goodreads aqui) .Ela é fantástica, uma dessas contadoras de história cujo talento é raro. Além de tudo é simpática e apaixonada. Tem uma talk do TED aqui pra você ver do que estou falando. Meu favorito é Cuentos de Eva Luna, e gosto muito mais de lê-la no original porque nem sempre a tradução é ótima, mas quase tudo que li dela foi muito legal. Minha edição de Cuentos de Eva Luna, da Plaza James, não achei no site da Cultura, mas está aí embaixo, junto com os outros.

domingo, 20 de abril de 2014

Magical thinking - Augusten Burroughs

Lembra de um sujeito que ficou famoso uns anos atrás por conta de um livro chamado Correndo com tesouras (Running with scissors)? um gay, louro, alto, com um livro de memórias escandaloso que virou filme? Bom, caso você não se lembre, pra refrescar a memória, tá aqui. Fiquei sabendo depois de ler o livro (na verdade não li esse, li o Magical thinking, mas achei que a referência mais fácil era essa) que ele era famoso. Enfim, vale ler, acho. Embora agora eu esteja pensando, o quanto a pessoa consegue esticar as memórias? aparentemente houve quatro livros autobiográficos do indivíduo! Magical Thinking: True StoriesMagical Thinking: True Stories by Augusten Burroughs
My rating: 3 of 5 stars

Some random thoughts that convey what I thought:

"I realized my mistake at once. I must ease people into the facts of me, not deposit large, undigested chunks of my history at their feet. Too much of me too fast is toxic. Damn."

But Augusten does not work on that and keeps making confessions in this memoir that would push away anyone who isn't morbidly curious...

The chapter Debby's requirements is something else: not only it is involving and interesting, but it got me to the point of reminding me of Roald Dahl!'s dark writings, and that's the highest compliment I can pay someone.

"I hadn't realized that modeling was such a parallel career to medicine. There were specialties!" - I laughed at that so hard!
The fact is that this kind of humor really does it for me. He has questionable morals, sure, but let's face it, had he pretended it was a work of fiction, no one would even talk about it. The writing is what I care about, and he does it in a way that makes us sympathetic instead of horrified - or maybe, amused instead of judgmental.

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Aventuras gastronômicas - abril

Note que embora eu faça marcadores mil, o de comida é um dos mais citados, e isso já devia te alertar. E eu comi bacalhau na minha mãe hoje (e quando digo isso, quero dizer bacalhau, dois tipos de salada, maionese de batatas, arroz, grão de bico, dois tipos de sobremesa e uns quatro líquidos de teor etílico bem alto). Mas prometi aos amigos comilões, quer dizer, gastrônomos, que ia dividir as últimas visitas por aqui também, e já estou atrasada, então vamos lá...

Serafina - vem dos EUA, onde tem cinco ou seis unidades, e abriu uma filial nos Jardins, na al. Lorena, bem no quarteirão onde é impossível estacionar sem valet (e o do restaurante é R$25,00, já mencionei meu ódio de pagar valet, né?), há dois anos, acho. Depois disso abriu mais uma unidade no Itaim, mas nessa eu não fui ainda.
O lugar é muito bonitinho, dentro e fora. Das entradas, o crostini de sofia, um pão italiano com muçarela de búfala e presunto de Parma, é uma delícia (melhor que a bruscheta). O pappardelle ao pesto é incrível, o ravióli a laragosta (lagosta com molho de bisque) também, valem muito a visita. A margarita é só ok, o Tris sofia também, embora prometa a degustação de três pratos em um, e o rigatoni ao ragu só nos fez pensar em ir à Cantina La Grassa, que vai continuar no topo dos meus italianos favoritos. Não deixa de ser uma ótima opção de italiano nos Jardins, contudo.

Pizzaria Speranza - a filial de Moema, que a gente frequenta, tem a nossa idade. É na av. Sabiá, um lugar muito gostoso, um salão enorme e lindo, com serviço bom (exceto quando há quatro aniversários na noite, como na última vez, e aí os garçons podem ficar um pooouco distraídos...) e pizzas deliciosas. Amo a Calabreza especiale, a Margarita especiale, a burrata de entrada...o vinho é sempre ótimo e as bebidas costumam ser também. Não sou fã das sobremesas, mas só porque elas tem um pouco de cara de sobremesa de churrascaria, e as que experimentei não me convenceram do contrário (sabe, meio industrializadas?).

Coco Bambu - é absurdo de bom. Já fui na filial do Itaim e na do Anália Franco, e é impecavelmente igual nas duas. Estou acostumada a pagar vários milhões (ok, você entendeu) por qualquer coisa que tenha cheiro de camarão ou tenha se avizinhado de um na cozinha, e acho o custo benefício bom, porque os pratos são gigantes (nós sempre trazemos comida, o que faz com que um prato vire quatro refeições com razoável conforto). Já experimentamos Camarões grelhados, flambados, em crosta, e Iracema. O serviço é ótimo, (claro que o segredo, como de hábito, é chegar no horário dos velhinhos, 12:30, porque mesmo na maior unidade, a do Itaim, a espera é enorme se chegar depois) e o salão, lindo.
Não sou loucamente fã de coco, mas quem gosta pede a Cocada ao forno de sobremesa e jura de pés juntos que vem do céu.

Padaria Dona Deola - abriu uma filial aqui perto de casa. Já fomos no brunch com uns amigos, mas foi uns dos primeiros fins de semana e dou um desconto para o fato de que as atendentes estavam bem confusas e a tapioca horrível. Gosto mesmo de ir pra comprar guloseimas e trazer pra casa (o bolo de cenoura tem uma cobertura de chocolate que nunca vi em nenhum lugar, é dois dedos de creme, uma delícia!).

A la carte mineiro - minha instrutora de Pilates é de Minas. Numa aula está ela falando de farofa de feijoada (ei, foi ela quem começou o assunto!) e diz que existe um restaurante bem inconspícuo aqui no bairro (na quadra da dona Deola) que serve uma feijoada muito autêntica. Eu acredito no word of mouth (o tal boca a boca) e fomos lá no fim de semana, a pé, beber caipirinha e poder voltar a pé, mesmo que cambaleando um pouco, pra casa. Gostamos tanto que voltamos duas semanas depois. Experimentamos o Leitão a pururuca e a Feijoada. A meia porção dá pra duas pessoas comerem MUITO e gastarem 20 reais cada uma - tem jeito melhor de comer feijuca  no sábado? E aliás, fui agora bem sem pretensão ver se eles tinham site - e descobri que não só tem como tem quatro unidades!

sábado, 19 de abril de 2014

Requiem para um saco de papel

Requiem for a Paper Bag: Celebrities and Civilians Tell Stories of the Best Lost, Tossed, and Found Items from Around the WorldRequiem for a Paper Bag: Celebrities and Civilians Tell Stories of the Best Lost, Tossed, and Found Items from Around the World by Davy Rothbart
My rating: 2 of 5 stars

The idea is so interesting... people write about things they find, at any given time, be them scraps of paper, objects or whatnots.
the book had been in my wishlist for months, because I thad thought it would be too good - I almost had it shipped, never mind the gadzillion charged in taxes for Brazil.
Then it just fell flat. There are a couple of nice stories - one about a wallet, one about a porn mag, for instance - but all in all, I'm deleting it from my kindle archives in three minutes.

View all my reviews Basicamente, o livro é uma coleção de histórias contadas por famosos (semi) sobre coisas que encontraram, sejam objetosm papéis, cartas, etc. Não é muito legal? uma antropologia literária, eu achei. Meses ficou na wishlist da Amazon, achei que seria muuuito bom. Desapontamento gigante. As histórias são sem gracinha, de vinte eu doze horas depois me lembro de duas, sem profundidade nem conexão. humpf.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

O chamado do cuco - Robert Galbraith

The Cuckoo's Calling (Cormoran Strike, #1)The Cuckoo's Calling by Robert Galbraith
My rating: 4 of 5 stars

I am not even going to pretend I didn't know it was JK Rowling or wasn't biased. But if anything, expectations are a bitch - and she did an amazing job neverthless. Such a good storyteller! I saw myself seeing places and streets and people and emotions as clearly as if I had been there, loved Cormoran by chapter 3 and symphatized with Robin's every feeling by yhe 4th. Joanne, you seriously rock.

Eu comecei a ler sem muita pretensão e dois dias depois me vi com pena de voltar de carona porque ia perder o tempo do metrô de ler o final, o que é realmente algo digno de nota...
A história: uma modelo, chamada Lula Landry, cai da sacada de seu prédio. O suspeito automático é o namorado, Evan, que 'vive la vida loca' como ela, mas aparentemente ele tem um álibi bom. O irmão, John Bristow, procura Cormoran Strike, um investigador particular à beira da penúria, porque não acredita na concepção policial de suicídio.
Robin, que acabou de ficar noiva (abaixo da estátua de Eros, quem foi pra Londres suspira), vira temporária do Strike, e contra todas as possibilidades, começa a se envolver com a investigação e prova ser de ajuda inestimável. Cormoran - que foi soldado no Afeganistão após uma tragédia pessoal familiar, e voltou ao perder uma perna lá - foi colega do irmão (adotivo) de John e Lula, e ...
tudo que eu for falar depois pode virar spoiler. O que realmente importa? Você tem uma narrativa exemplar, com detalhes suficientes para poder imaginar as pessoas e os diversos personagens (o rapper, o policial camarada, o policial idiota, a amiga modelo, a amiga que vive na rua, o designer, há vários personagens, todos descritos com primor), mas não para estragar sua própria imaginação.
Ao contrário de muitos livros de crime ou mistério, as coisas vão acontecendo junto com você. Eu gosto de Agatha Christie, juro, mas me irrita um pouco que no último capítulo algo que você não tinha nenhuma informação acontece e transforma tudo (ah, o sétimo assassinado na verdade estava vivo!). É inteligente, claro, mas gosto muito mais quando as peças vão sendo colocadas à nossa frente, nos provocando a descobrir o que o investigador está suspeitando. Lembrei de uma reportagem que li há algum tempo (não tenho certeza se estou sendo influenciada ou se era uma moça que passou uma semana com o Garcia Márquez) que dizia que um escritor famoso e muito bom alegava ter absolutamente tudo muito claro antes de sequer pegar papel e caneta, e não entendia as pessoas que diziam que 'os personagens vão me surpreendendo'. Não sei qual o papel criativo da JK Rowling, mas você tem a impressão de que tudo está devidamente amarrado, e é bonito ver tanta competência :)
Só não dou cinco estrelas porque sou uma pessoa problemática que tem dificuldade em dizer que algo é impecável e perfeito :P

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

tag literária - tríades

Essa é uma tag literária que achei bem legal num blog que pareceu bem fofo chamado Cafeína literária e tem de ser respondida com uma tríade de autores (gosto assim, quando não me cerceiam as escolhas, rs).

Quais autores/obras se envergonha de ainda não ter lido? OU ainda não leu direito?
Guerra e Paz, do Tolstoi,
Em busca do tempo perdido, do Proust,
A divina comédia, do Dante Alighieri (tenho uma edição linda, bilíngue, com os três volumes, que eu nunca li)
e Javier Marías, amei um livro que li dele, comprei outros e ficaram na pilha eterna de livros a serem lidos. (meudeus é ridículo, mesmo podendo responder com uma tríade dou um jeito de colocar quatro...)

Quais autores/obras “destoam” sua biblioteca de leituras?
É difícil hein. O que 'destoa' da minha biblioteca, que tem de tudo, de Sabrinas a poemas, passando por livros de psicologia e TEFL, literatura juvenil e chick lit? já sei: os não ficção. Conforme já mencionei algumas vezes, tenho o péssimo hábito de lê-los achando que preciso tomar notas, o que faz a leitura de não ficção muito mais árdua do que deveria. Consequentemente, só os que são 'contação de histórias', não ficção em forma de ficção, ficam na estante. Desses, mencionaria
Corações sujos, Fernando Morais
Buyology, Martin Lindstrom (Verdades e mentiras sobre porquê compramos)
Marketing to women, Martha Barletta (falei dele essa semana e no goodreads)


Quais autores/obras dá um trabalho hercúleo não gostar?
Segundo a blogueira, e eu achei essa definição ótima, "Estes são aqueles que sempre haverá alguém querendo discutir e te convencer que você tem de gostar ou por ser “clássico” ou por ser bestseller. E sempre vem a pergunta: “Como você pode não gostar?!”". Me julguem.
Tolkien, do Senhor dos anéis.
Caio Fernando Abreu. Juro que tentei. Já comprei livro, já perguntei pra quem gosta. Volta e meia encontro citações fofas, e aí quando folheio os livros dele, penso, 'onde elas estão escondidas???? quem faz a edição delas? do que se alimentam?'
John Green, o da A culpa é das estrelas, Quem é você, Alaska?, O teorema Katherine'. Fico com um pouco de vergonha alheia lá pelo meio, e ela não passa. Desculpa. E olha que leio tanto livro que causa vergonha alheia, que não devia me importar.



O terrorista lírico, Cristovao Tezza

O terrorista liricoO terrorista lirico by Cristovão Tezza
My rating: 1 of 5 stars

Foi uma promoção Amazon/catraca livre, e era um dos mais bem cotados. a sinopse oficial é mais ambiciosa do que eu jamais descreveria: Publicado originalmente em 1980 e esgotado há décadas, "O terrorista lírico" é uma curiosa fantasia literária em torno da violência e do terror urbanos. Raul Vasquez, um pacato funcionário público apaixonado secretamente por uma vizinha, transforma-se num improvável terrorista que explode a cidade inteira, provocando no país um efeito dominó de destruição e pânico.

Este romance de formação de Cristovão Tezza, republicado agora na íntegra exclusivamente em edição digital, traz uma apresentação do escritor Miguel Sanches Neto. Nas palavras dele, o livro "teatraliza os sonhos de uma geração jovem que não se reconhecia no mundo herdado. Divididos entre a cidade corrupta e corruptora e os sonhos de uma vida diferente, os personagens deste romance optam pela solução radical".

"Romance alegórico, entre o humor e a tragédia, a literatura e a experiência, a cidade e o litoral, 'O terrorista lírico' também é o momento em que Cristovão Tezza começa a empreender a saída do universo ideológico em que se formou para construir uma obra madura, pessoal, em que o incômodo de viver não tem mais soluções messiânicas, devendo o indivíduo suportá-lo na solidão de sua própria incompletude.
Mesmo pertencendo a um período de formação, este livro guarda um frescor narrativo que nos encanta, deixando-se ser lido com vivo prazer."
(Da apresentação de Miguel Sanches Neto)
honestamente, só terminei porque era bem curto, tenho um pouco de TOC e achei que algumas partes, que eram promissoras, podiam se tornar mais significativas no final.
Só que não. O personagem funcionário público quase perturbado mentalmente e que não se encontra na sociedade, eu entendi. Mas toda vez que ele estava sendo explorado, eu começava a criar um senso de quem era o sujeito, a narrativa ia pra moça que sabe-se Deus porquê foi parar no apartamento, pro amigo não amigo que também podia ser um personagem bem legal... fiquei no vácuo, sabe?

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas

 Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:


Estou terminando Marketing to women, da Martha Barletta.

Terminei  só alguns livros bobinhos, como a série 
Tales of the Underlight (review aqui), Destroyed, Red at night, etc. Todas as reviews estão no Goodreads, mas vou avisando que não houve nada que tenha mudado minha vida.

Continuo com os mesmos planos:  ler ou The Cuckoo's Calling ou Requiem for a paper bag, que estão no meu kindle esperando.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Porque às vezes a gente só precisa de...

um site que nem esse aqui pra fazer o dia mais bonito (e que fique claro que eu AMO dias que nem o de hoje, mesmo que eu tenha chegado bem ensopadinha no trabalho porque claaaaro que deixei o guardachuva pra trás e começou a chover exatamente no minuto que desci do metrô). Eu já até mencionei na lista de sites mais legais que eu conheço, aqui, mas hoje espontaneamente me lembrei de ir visitar, porque queria uma alegria :)

Teaser Tuesdays - Marketing to Women

Só vou colocar essa frase pra dar o contexto do trecho que escolhi, tá?
"I've come to think of the ways men and women connect with gender as games - games as diferente as football and figure skating. Men have three games: one-up, one-dwon, and put-down. Women have three games, too, Same-same, Scoop, and Gift-Exchange. And each gender has its own 'social currency': for men, it's facts and features; for women, it's stories and personal details.


Gift Exchange
Social currency: Stories and personal details: When Jill tells Janet she likes her bracelete, Janet is unlikely to reply with a simple thank-you and move on. Instead, chances are she will launch into a story. You know where I got this bracelete? I was in Cape Cod to spend Christmas with my folks last year. My sister and I went into town to do some shopping, and I saw this bracelete in the window. I was dying to  buy it, but I had just splurged on a new handbag two stores down, and I really didn't think I sshould. So guess what? My sister gave it to me for my birthday last April!
At this point, every guy's eyes in the room are glazed over - this is WAY more personal information than they are interested in. But, the other women in the conversation have just been given a pile of gifts, all kinds of leads to find something in common and build up the relationship. there's so much to work with: Cape Cod, Christmas, parentes, sisters, April birthdays. Something in there is bound to strike a chord.

(do livro Marketing to women, Martha Barletta, such fun!)

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Musing Mondays

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week…
• Describe one of your reading habits.
• Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s).
• What book are you currently desperate to get your hands on? Tell us about it! 
• Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it.
• Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us!
• Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then!
(do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

Vamos ao musing...
a confissão, quer dizer, reflexão de hoje é: quando eu era pré adolescente (o que hoje se chama tween, e tem bem pouco a ver com o que eu era) eu lia muuuito Sabrinas, Julias e Biancas. Vendia na banca de jornal, era tipo R$ 1,00, dava pra trocar dois por um, minhas primas liam e me emprestavam, e era fácil ler três por dia (são sempre 120 páginas, no capítulo 2 eles se conhecem, lá pelo 4 tem um conflito, no 10 uma coisa que pode separá-los (engano de novela, tipo 'vi você beijando a fulana', 'não, eu estava somente checando um corpo estranho nos olhos dela'), no 11 eles fazem as pazes, no 12 a descrição do felizes para sempre (HEA, Happy Ever After) acontece. Desenvolvi até um amor específico por tipos - existem milhões de vertentes, pode acreditar: tem versão motociclista, médicos, casamento arranjado, sheik árabe, milionário, estudante-professor, etc etc. As heroínas são, 96% das vezes, pobres coisinhas inúteis sem grande personalidade, às vezes há descrições sexuais e às vezes não, só a parte da tensão do amor não correspondido, alimentando loucamente o romantismo exacerbado do qual ninguém precisa. Quando eu comecei a estudar inglês, meu sonho era trabalhar na Harlequin, a editora que publica esses livros, traduzindo-os pro português. Mas isso já é assunto pra outra confissão, quer dizer, musing ...


domingo, 13 de abril de 2014

Tag literária - Doenças literárias

A Maria, do Bom Buteco, publicou, 'emprestando' do Silencio que eu tô lendo, essa tag literária voltada pra 'doenças literárias'.

Diabetes - cite um livro muito doce
E se fosse verdade, do Marc Levy. Eu li mais de uma década atrás, antes de virar filme com o fofo do Mark Ruffalo, e é uma história de amor linda, cuja definição seria realmente DOCE..
Catapora - cite um livro que já leu e não pretende reler
Olha, pra falar a verdade, essa foi difícil de dizer porque a questão é: olho pra estante e penso, se esse livro ainda está aqui, existe uma chance de que eu ainda o leia. Os que eu realmente acho que nunca mais vou ler, dôo, vendo, passo adiante. Mas me lembrei que essa semana vi no vídeo da Tati (Feltrin), o vídeo que ela fez sobre os livros que eu emprestei a ela, o Homem do avesso, da Fred Vargas, e esse é um livro que eu só tenho aqui porque ganhei, tem um certo valor sentimental, mas não pretendo reler. Acabei de pensar que vou dar a alguém.
Sinusite - cite um livro que você vai reler constantemente
Os da Sophie Kinsella, os do Roald Dahl. São deliciosos de ler e sempre estou 'no mood'.
Gripe - cite um livro que se espalhou feito um vírus
Concordo com a Maria, o 50 tons de cinza. Mas acho que, como todos os vírus, são meio de época: houve a época chick lit, houve a época livros espíritas, houve a época Paulo Coelho, houve a época Harry Potter, em algum momento começou a época 'romance erótico'. Vai passar, como todas essas passaram. Me rendi a todas em algum momento, já li de tudo e gosto de (quase) tudo um pouco, fico esperando o melhor de cada fase ficar pra mim.
Asma - cite um livro que tirou seu fôlego
Someone like you, do Roald Dahl, é algo absolutamente fantástico. A coletânea 20th century ghosts, do Joe Hill, também foi muito boa.
Insônia - cite um livro que tirou seu sono
Querendo dizer, não consegui parar de ler? me lembro muito claramente de dois: o Precisamos falar sobre Kevin, da Lionel Shriver, e o quarto Harry Potter (eu ia dirigindo na Radial Leste com ele aberto em cima do volante porque dava uma aula às 7:00 e tinha ido dormir às 3:00). Também o The master and margarita, do Bulgakov, que cara fantástico!
Amnésia - cite um livro que já leu e não se lembra bem da história
Nossa, tantos. O último foi o Corvos, do George Green, que eu nem lembrava de ter lido até ver o vídeo acima mencionado da Tati falando de ter pego meu de 2012.
 
 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Desafio Literário: Rory Gilmore Book Challenge - Vídeo #2: Update + Jane...





A pessoa já é muito amor. Ainda por cima desafio Rory Gilmore??? meu coração não aguenta a vontade de me trancar em casa e ficar lendo até morrer agora, Tati, e agora??? (aliás fui lá ver seu vídeo sobre os livros que eu tinha te emprestado, e tenho de dizer que nem eu lembrava daquele Corvos, hahahaha)

www Wednesdays QQQ Quartas

 Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:


Estou lendo Stuff I've been Reading, do Nick Hornby, sempre tão delicioso de ler, sobre livros que ele comprou, livros que leu, livros que gosta. E estou lendo Augusten Burroughs, Magical Thinking. Ah, e também Marketing to women, da Martha Barletta. Ir trabalhar de metrô (quando não estou sendo espremida de modo a não conseguir nem abrir o livro) tem suas vantagens.

Terminei o livro do Ram Charan sobre What your CEO wants you to know, e embora tenha lido a versão da Negócio Editora, com uma edição bem ruinzinha, cheia de typos, umas traduções suspeitas e apóstrofes mal colocadas, é gostosinho de ler, bem à la Malba Tahan, sabe? Ele conta histórias, compara o vendedor de verduras indiano a qualquer grande empresário, 'traduz' coaching de modo simples, fala o que eu sempre acreditei sobre seleção (que a primeira coisa a fazer é escolher o que você precisa exatamente da vaga, em vez de ficar tentando encaixar as pessoas que você vai entrevistando numa ideia abstrata sobre o assunto), bem interessante.

E em seguida, acho que vou ler ou The Cuckoo's Calling ou Requiem for a paper bag, que estão no meu kindle esperando.
 
 
 


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Musing Mondays


Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week…
 
•Something book related.

Mas o que eu ia mesmo falar hoje é sobre ler no kindle. Eu era muito preconceituosa sobre ler em e-readers. Tinha o app do kindle instalado no ipad, e achava megadesconfortável pra ler. Adoro livraria, adoro cheiro de livro, adoro o papel, as edições, o clima daquela gente toda comprando e lendo.
Só que aí... o buy with one click me arruína!!! é tão mágico ter dez segundos depois oito livros que aqui iam custar muuuito mais caro (eu dei aula de inglês vinte anos, custa muito caro comprar livros em inglês no Brasil ainda). Ele é tão absolutamente leve! Fácil de carregar, fácil de organizar. Amo. Não saberia viver sem mais. Tinha comprado o Kindle Fire HD por engano primeiro, aí logo comprei o paperweight, e se ele um dia me falhar, no dia seguinte eu compro outro e pronto, não vou nem hesitar. (bate na madeira três vezes)

Aliás, achei no blog pelo qual me apaixonei, o Vida organizada, um post sobre e-reader versus tablet, que acho que pode (de forma organizada, aham) ilustrar uma lógica a respeito: http://vidaorganizada.com/voce/pergunte-ao-vo/vale-pena-comprar-um-leitor-de-e-book-mesmo-ja-tendo-um-tablet/

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Ramdom


This one I got from Aeropapers, the cutest blog and the first one I subscribed to by e-mail, probably during my frenzy of Tahereh Mafi (the blogger is also team Warner and Juliette :)):
1.      What’s your biggest book blogging accomplishment so far?  To keep writing regularly. It’s early days, but it’s difficult not to let go, to find new stuff to get enthusiastic about enough to put it out there.

2.     What made you start blogging?  This blog, and book-related? First, the blog Tiny little things. Second, the ever present wish to talk about books. Third, the blog Tiny little things ;)

3.      The longest book you’ve ever read? I don’t know. Apart from the collections (HP, Game of Thrones, His dark materials , The chronicles of Narnia are the ones that come to my mind), I really can't remember.

4.     Your most memorable character so far? Lyra Belacqua, by Philip Pullman, I think. And even if I’m not a HP maniac, Harry is definitely on the list. And Edmond Dantes, the Count of MonteCristo, and Lorelai, from Uma aprendizagem (Clarice Lispector). Now I think I’ve opened up a portal and could go on for a while…
 
 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Q quartas

Não sei se a educação ou a lei dos blogs diz que eu devia repetir toda semana o fato de que essa ideia é do Should be Reading, mas just in case...

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:


Que você acabou de terminar de ler? (reviews, como sempre, no goodreads)
Terminei Girl on the Run, da Jane Costello, tão fofinho! Abby decide começar a correr por uma boa causa, se envolve com o Oliver, tem uma boa amiga, sabe a coisa "girl next door"? uma delícia.  Também  li The Pixar Touch, do David Price, sobre, obviamente, a Pixar, e li sobre como Jobs era difícil, sobre como houve um bilionário que sonhou em ter uma companhia visionária que substituiria os artistas pelos computadores, mesmo que os próprios funcionários não achassem isso, o Schure, sobre o Ed Catmull, cujo nome eu nunca havia ouvido e fez tanta diferença no fato de que a gente pode assistir Toy Story a tarde toda. Sobre o Lasseter, que trouxe inspiração pra alguns dos filmes da Pixar. Viajei um pouco nas partes técnicas, mas mesmo assim foi interessante. E li um PNR (paranormal romance, aposto que você, pessoa literária, não sabia) cujo nome tenho um pouco de vergonha de dizer. Acho que numa outra hora.


Que você está lendo atualmente?
Na verdade verdadeira, não comecei, mas se for tão interessante quanto espero que seja, quero começar o The cuckoo's calling hoje. E vou terminar as séries embaraçosas da Kresley Cole. A questão é, essa semana comecei a ir trabalhar de metrô, então estou imaginando que minha leitura vai alcançar a rapidez desejada entre as peregrinações pela baldeação do sistema...

Que você acha que lerá em seguida?
Tô com grande esperança de terminar o livro do Jo Nesbo sobre o qual falei há três semanas. O cara é ótimo! Só necessita concentração...