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Leticia's favorite books »

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Musing Mondays, (In) Sensatas Segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Me ocorreu falar sobre os dois últimos livros que comprei e li, sob o espanto da minha melhor metade aqui: Os deixados para trás, do Tom Perrotta, e Orange is the new black, da Piper Kierman.

A razão do espanto dele é simples: se eu assisto às séries, pra que ler os livros? se eu sei o que acontece, não há sentido, e se não sei, que diferença vai fazer?

A questão é que, diferente de filmes, as séries se espalham por muitos caminhos, por seu próprio formato. Já é bem interessante ver que personagens os roteiristas acharam que deviam ser expandidos, investigados, e quais eles ignoraram. Nem sempre a gente como leitor concorda, nem nos filmes, mas nas séries, eles tem muito mais tempo para nos conquistar.

Em Os deixados para trás, não tive coragem de dizer ao meu ilustríssimo que o livro não dá nenhuma luz sobre os mistérios que ele viu e gostou na série, porque vai que os roteiristas tem um plano secreto. E quer saber, continua interessante assistir.  Fiquei mais receosa com OITNB, porque amei muito as duas temporadas no Netflix e sabia que o livro era uma base bem mais vaga., embora nesse caso o fato de ser autobiográfico tenha seu charme.

No fundo, o que prende no livro pra mim é sempre muito mais o jeito de contar a história que a própria história. nénao?

Um comentário:

  1. Concordo que livros e séries (ou filmes) são modos diferentes de ver (ou ler?) a mesma história. Muitos dizem que não se pode exigir que as obras sejam perfeitamente iguais ou que sejam esclarecidas uma pela outra, mas... o livro para mim tem que ter surpresa, eu sou curiosa e o que me move na leitura é a curiosidade, a vontade de saber e descobrir. A forma como o autor escreve é claro que influencia a escolha da obra, se assim não fosse, não teríamos autores detestados e outros amados, mas a curiosidade tem que estar lá.

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