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Leticia's favorite books »

sábado, 30 de agosto de 2014

você sabia?



Fontes extra: http://www.gelbc.com.br/inicio.html
pdf da pesquisa pode ser visto aqui e vale muito a pena: http://www.gelbc.com.br/pdf_revista/2602.pdf


A Maria me lembrou que eu não havia colocado a fonte, fiz cara de ué porque eu havia anotado (é de uma pesquisa super legal da Universidade de Brasília) e vim procurar. Aí achei esse infográfico mais legal ainda, que se não estou enganada foi montado pela moça do blog, a Babi Dewet :)





quarta-feira, 27 de agosto de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:


o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?



terminei de ler a série dos Instrumentos mortais, conforme narrei aqui.
Li também o Se eu ficar, e embora não seja meu tipo de livro, foi fofo. Resenha aqui.
Li The story behind us (A distância entre nós), da T. Umrigar, e achei menos interessante do que eu esperava, embora o final tenha valido a pena.
Li Throne of glass, mas achei uma cópia mal feita (estou sendo injusta, talvez não seja uma cópia porque não sei o ano de publicação, nem vi. Eu é que li depois de Jogos vorazes) de Jogos vorazes com Grandes esperanças

Estou lendo What Alice forgot, da Liane Moriarty, porque alguém que eu conheço do Goodreads leu e gostou (será que foi a Silvia?), mas depois que comprei me arrependi um pouco, porque não amei tanto assim o que li dela antes a ponto de comprar outros títulos. Há tantos autores para ler, pensei. Por que estou lendo mais coisas dessa moça? Enfim, só comecei. Vamos ver.

Em seguida, acho que vou ler o Reconstructing Amelia, que me interessou desde que li a história.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

teaser Tuesday, temperinho da terça - The story behind us, A distância entre nós, T. Umrigar

Tomorrow. The word hangs in the air for a moment, both a promise and a threat. Then it floats away like a paper boat, taken from her by the water licking her ankles. It is dark, but inside Bhima’s heart it is dawn.

Amanhã. A palavra paira no ar por um momento, promessa e ameaça. Então flutua para longe como um barco de papel, levado para longe pela água que lambe suas canelas. Está escuro, mas dentro do coração de Bhima é amanhecer.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Musing Mondays, (In)sensatas segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...


Vou falar de algo que eu realmente detesto: livros que tem os atores dos filmes na capa. De cara, consigo lembrar deste, que foi o "Quem quer ser um milionário", deste, que é um dos meus livros favoritos, e deste. Eu entendo que seja um meio de vender mais, porque sempre há pessoas que falam 'vou ver o filme/já vi o filme/vou ouvir falar do filme/ então é melhor eu ler o livro', compelidas pela curiosidade, mas pra mim é brochante, desculpe o termo chulo, começar com a imagem 'emprestada' de alguém sobre o personagem. Às vezes, inclusive, ela é muito diferente da descrição do livro, e aí meu cérebro entra em curto circuito! tipo, peraí, ela não tem cabelos castanhos? porque estão falando dos cachos dourados? Isso quando eu mesma já não ignoro a própria descrição, seja do livro ou da capa, porque sou teimosa e crio as personagens do jeito que eu quero.
Gostaria de lançar a campanha "se existe um filme, façam uma jaqueta para a capa e outra capa dentro do livro", pra que eu possa sutilmente me livrar da jaqueta. Quem tá comigo?

domingo, 24 de agosto de 2014

não existe nada mais fofo que Friends




Não importa a hora, o episódio ou o pedaço que eu pegue, se tem uma coisa que SEMPRE melhora meu humor é Friends. Bem perto de chocolate com amendoim, livro novo, a cara fofa da Zara me esperando na pia ou lembrar que hoje não tenho hora pra acordar.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Resenha (?) da série dos Instrumentos mortais, Cassandra Clare


Estou presumindo que todo mundo sabe o básico da história: Clarissa Fray, ou Clarissa Fairchild, ou Clary, descobre que na verdade tem sangue de Shadowhunter, ou caçadora de sombras/demônios, no dia que sua mãe desaparece, supostamente sequestrada pelo pai verdadeiro dela, que é um rebelde demônio que quer todo o poder e supremacia para ele. (Eu sou MUITO ruim em resumir histórias, porque acho que a beleza delas está na narrativa e não no enredo. Podia ser uma história sobre gatos. Ou horizontes.)

City of bones, Cidade dos ossos:
Eu estava meio influenciada por causa do filme, e realmente achei o livro muito melhor que o filme. Como sempre. Nas sutilezas, como o relacionamento de Lucian e Jocelyn, no orgulho do Jace pela Clary, e no próprio senso de humor impecável dele. Nos personagens que haviam sido só pincelados no filme, como a Izzy (que a gente aprende a amar como alguém inteiro no decorrer da série) e até o Simon.
Problema: (recorrente, por sinal) Valentine, o tal demônio que causou todo esse quiproquó, diz pro Jace e pra Clary que eles são irmãos. Vamos falar sério, minha gente. Não é possível que eu tenha sido a única cuja reação foi:



City of ashes, Cidade das cinzas:
"I don't want to be a man", said Jace. "I want to be an angstridden teenager who can't confront his inner demons and takes it out verbally on other people instead."
Ele na verdade às vezes faz isso. E a gente gosta.
"Traded him for Alec", Clary said.
Isabelle looked mildly alarmed. "not permanently?"
"No" said Jace. "Just for a few hours. Unless I don't come back. In which case, maybe he does get to keep Alec. Think of it as a lease with an option to buy."
Eu adoro o senso de humor da dona Clare. O uso do advérbio (mildly alarmed) e a situação toda fica muito mais interessante.
Só que fora isso, aqui fica mais do mesmo. Assassinatos acontecem, obviamente é tuuuudo culpa do Valentine, que continua torturando o Jace e a Clary e usando o amor (fraternal, faça-me rir) deles para torturá-los. Clary no final salva o dia, Jace é reaceito no seio familiar, Simon decide que afinal é melhor eles serem o que sempre foram, amigos, e o livro termina no chamado cliffhanger, ou seja, com a Madeline, uma personagem secundária (que nem o Xaveco da Turma da Mônica) dizendo que sabe como despertar a mãe da Clary. Aiiiinda bem que eu tinha comprado vários volumes, porque esse fim foi bem....


City of glass, Cidade de vidro
"Desde que eu te conheci, tudo que eu fiz foi em parte por sua causa. Não posso me desconectar de você, Clary - meu coração, meu sangue, minha mente ou outra parte de mim. E não quero."

Dá pra perceber que finalmente, finalmente, a gente consegue um final feliz aqui? quase perdendo as esperanças, a pessoa estava.
Ai, tá, montes de coisas acontecem. Em sua maioria, clichês, devo dizer. Os personagens, rasiiinhos, tão tudo maluquinho, ô dó. A gente não entende quem tá bravo, quem tá triste, quem tá confuso, a Clary soa meio bipolar, o Jace (que já tá mesmo meio esquizofrênico, sem saber se é anjo, demônio, primo, irmão, filho do carteiro) soa esquisito, o Simon menos gostável, até a Isabelle tem um surto quando perde alguém da família que eu não posso nem dizer quem porque vai que alguém não sabe que eu não ligo pra spoiler e fica ofendido se eu conto.
Mas vamos conversar, o que a gente quer mesmo finalmente acontece: Jace e Clary se amam, o mundo voltou a ser bonito e as nuvenzinhas fofas. E, obviamente, o que todo mundo sabia, né Cassandra Clare, fala sério, é descoberto.

City of Fallen Angels, Cidade dos Anjos caídos
Eu tinha umas dúvidas sobre o que ia acontecer nesse livro, e uma esperança de que fosse focado no grande amor que esperou três volumes. Mas nãaaao. Adivinha: alguém está matando Shadowhunters, as pessoas voltam a ter dúvidas, e aí todo mundo fica mega mal humorado e deixa de viver. De verdade, parecia uma reprise mal feita do livro anterior. Não gostei.
Aí eu tô aqui pensando numa imagem pra traduzir meus sentimentos e achei isso aqui no goodreads, olha que fenomenal: (da pennenickel)


City of lost souls, Cidade das almas perdidas
Aí aqui o negócio ficou feio. Sabe aquelas novelas mexicanas? O irmão que morreu, morreu mortinho, todo mundo viu morto, aparece vivo, transformado, e além de tudo incorporando espíritos? Pois é. Acontece nesse livro. Não tô brincando. Era mais digno ter terminado a série no terceiro volume, né? O Jace é seduzido por um demônio, que aparentemente era controlado pelo irmão que nãoooo, não morreu, o Sebastian.
Mal tenho o que dizer. Estou me controlando pra não comparar com outras escritoras, porque é sempre injusto. Então, comparando com ela mesma... achei um fracasso.


City of Heavenly fire, Cidade do fogo angelical
Bom, eu gostei um pouco mais desse volume. (E é preciso dizer que eu sou uma vencedora por ter insistido, hein!) Se não por mais nada, pelo fato de que a série estava caminhando pro seu final, e isso realmente me animou...o que eu não gostei: do súbito 'arrependimento' do Sebastian. Ah vá! você literalmente ressuscita para atormentar os outros, os outros sendo sua própria família, e no último minuto da sua vida nasce uma consciência limpa e linda? resistir aos clichês é importante, dona Clare. (a propósito, resistir ao ego em nomear a personagem principal com o som parecido ao seu também, rs). Assim como a questão Simon. Poxa, acho que se os leitores PRECISASSEM de finais absolutamente felizes, talvez não ter matado tanta criancinha nos últimos volumes teria sido mais legal. Mas o resto foi ok, teve batalha suficiente pra ser interessante, o romance foi bonitinho. E, o mais importante... acabou!


Mas devo confessar: pra mim deu. No more Cassandra Clare.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:


o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?


Dessa vez, finalmente, será fácil:
terminei de ler a coleção dos Instrumentos mortais, da Cassandra Clare. Comecei porque vi o filme, mas o enredo me pareceu interessante, e após algumas investigações, fui atrás. Vou fazer um post com opiniões sobre cada um dos volumes, porque são seis e acho que vale a pena, mas de cara:

1. Continua sendo detestável ter visto um filme antes do livro. Valentine tava todo 'errado' na descrição, Jace é tão mais fofo no livro, e que detestável 'enxergar' Magnus Bane já com um rosto antes de saber como ele seria.
2. Há algumas coisas que me soavam muito, muito, muito óbvias. Tenho medo de dar spoiler, mas coisas que imediatamente você SABE que foram só uma tentativa de desviar sua atenção, ou que francamente arruinariam a história toda. Me irrito quando eu 'vejo' essas coisas, porque significa que não foram bem costuradas o suficiente para que eu acreditasse nelas sem aquele pequeno sobressalto no meio da leitura. E sempre acho que significam que o autor subestimou seus leitores. tipo, olha, vou deixar um pano com sangue aqui, só no caso de ele não perceber na próxima cena que alguém morreu. Afe. (exemplo obviamente hipotético e fora do contexto). Tipo, 'ela sentiu algo estranho sobre ele, mas ignorou.' enquanto o identificador de demônios salta loucamente e a dona dele 'acha que ele está com defeito'. Afe duplo. (exemplo menos hipotético)


Vou ler em seguida Se eu ficar, do Gayle Forman, que foi traduzido pela amiga de uma amiga que agora também é minha amiga <3

terça-feira, 19 de agosto de 2014

teaser Tuesdays, temperinho da terça - City of bones, Cidade dos ossos, Cassandra Clare

'Only people with no purpose are unhappy. I've got a purpose'.
Só pessoas sem objetivos são infelizes. Eu tenho um objetivo.

'Every teenager in the world feels like that, feels broken or out of place, different somehow, royalty mistakenly born into a family of peasants. The difference in your case is that it's true. You are different. maybe not better - but different. And it's not picnic being different."
"Todos os adolescentes do mundo se sentem assim, quebrados ou fora do lugar, diferentes de algum modo, realeza erroneamente nascida numa família de súditos. A diferença no seu caso é que é verdade. Você é diferente. Talvez não melhor - mas diferente. E não é fácil ser diferente.

"All knowledge hurts".
Todo conhecimento machuca.

"Aren't you tired?" His voice was low. "I've never been more awake".
Você não está cansado? Sua voz soou baixa. "Nunca estive tão acordado".

"You're just mad Simon has something you haven't got." "He has many things I haven't got. Like nearsightedness, bad posture, and an appalling lack of coordination."
"Você só está bravo porque Simon tem alguma coisa que você não tem". "Ele tem muitas coisas que eu não tenho. Como miopia, postura ruim, e uma falta de coordenação motora terrível."

Entende porque fez sucesso? Há romance, há pérolas de sabedoria, há sarcasmo, há aventura... e esse era só o volume um. Tenho muitas opiniões, que darei em tempo, sobre a coleção toda, mas gostei muito de ter lido.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Musing Mondays, (In) sensatas segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Semana passada falei de duas coisas, da série dos Instrumentos mortais, da Cassandra Clare, que eu havia começado, e do fato de que ia fazer um curso na área editorial. Foi interessante porque eu me via, lendo os livros e pensando mais do que nunca em tudo que os havia feito virar o que eu tinha nas mãos. Então hoje vou escrever um pouco sobre algumas das coisas que foram mencionadas:

Li a coleção no kindle, em inglês, o que aliás me custou 30 dólares pelos seis livros - mais ou menos 80 reais.  Dói um pouco o coração, nénão?, considerando que a média cobrada por cada volume aqui está em 35 reais. (Bom, verdade seja dita, estou comparando o e-book americano com o livro físico em português, então talvez a diferença seja menor). De qualquer modo, a pessoa que deu o curso é dona de uma editora e trabalha com isso há anos: ela alegou que na verdade o valor dos livros caiu em 40% nos últimos anos, e se estamos achando caro, é realmente porque a gente tá com pouco dinheiro. Mesmo. Ela também disse que as editoras acabam com 45% do valor do livro, e como ele é consignado para as livrarias, há dificuldade em saber quando, ou até mesmo se, virá retorno financeiro da obra.
Eu só conseguia pensar que nesse caso é quase miraculoso o fato de que há livrarias cheias e de que ainda compramos livros que não são best-sellers  - outra coisa que ela mencionou: as livrarias tem de escolher os volumes para expor e para consignar, por conta do espaço físico. Aí, dos livros que alguém gostou muito, acabam indo dois ou três para cada unidade. Isso não vira nem uma pilhinha, então vai direto pra estante. Nunca pensei em como isso nos influenciava - e agora faço mais questão do que nunca de ir fuçar na estante!
Mais uma coisa: qualquer livro, qualquer livro mesmo, segundo ela, sairá com erros, os chamados 'pastéis'. Às vezes em algum lugar inconspícuo, como na ficha catalográfica, outras vezes bem no meio do texto.
Foram discutidas também as dificuldades da tradução, algo que hoje mesmo a minha nova amiga famosa (tradutora de um dos livros que já está na lista dos mais vendidos e uma fofa sem fim!) acabou me falando também: não é só a língua, mas o tom certo, que 'fala' com o leitor (às vezes você não sente que o texto deu uma engasgada? é um desses momentos nos quais a tradução pode ter ficado ligeiramente a desejar e de repente o personagem não 'soa' como ele mesmo).

A indústria dos livros precisa de nós, minha gente! (e pode contar com a minha alma a qualquer tempo).

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

tag literária

5a. é dia de tag (na minha cabeça), mas às vezes acho uma que eu goste, às vezes não, e às vezes, quando acho, fico tão pressionada pelas escolhas que elas realmente representam que não consigo escrever... (sei, mereço internação). Essa aqui veio da Maria do Bombuteco (lista dos blogs indicados, lá embaixo :)), que achou em outro lugar. Chama Tag Feitiços de Harry Potter, embora a Maria não tenha lido nenhum dos volumes (Maria, ainda tá em tempo: agora que você já sabe o quão fantástica a JK é pelo Cormoran Strike, imagina o que ela consegue fazer sem limites físicos, num grupo de crianças!). Mas como dá pra perceber, a ideia é só baseada nos feitiços.
Expectro Patronum - Um livro relacionado a boas memórias
Harry Potter e a Ordem da Fênix. Me lembro direitinho de dirigir com ele em cima do volante, porque estava tão bom que não conseguia pensar em parar de ler, embora meu senso de responsabilidade não pudesse me deixar pensar em não ir trabalhar para fazê-lo...

Expelliarmus - Um livro que te pegou de surpresa
Detesto me repetir, mas o primeiro que me vem à cabeça é o Tempo é dinheiro da Lionel Shriver. Não imaginava que seria tão incrível, e pra mim o trabalho dela é irregular, houve obras que me encantaram e outras que quase não consegui terminar de ler.

Prior Incantato - O último livro que você leu
Estou lendo a coleção dos Instrumentos mortais, e terminei o segundo volume ontem. Ligeiramente apaixonada pelo Jace, embora algumas questões do enredo sejam óbvias e me irritem (a não ser que ainda vão me surpreender no decorrer dos próximos volumes, o que duvido, pra falar a verdade.)

Alohamora - Um livro que te apresentou a um gênero que você não tinha considerado antes
Não é que eu não tinha considerado, mas não é meu hábito tampouco: Humans of New York. Fenomenal.

Riddikulus - Um livro engraçado que você leu
Estou rindo várias vezes com a coleção da Cassandra Clare. Conta? Tem pedaços muito bons, sério. O humor do Jace é ótimo, do Magnus também...

Sonorus - Um livro que você acha que todos deveriam conhecer
Acho que em algum momento da vida, todo mundo tem de ler O velho e o mar, do Hemingway. Não gosto dele, inclusive, em vários outros livros. Mas esse acho que traz muitas lições que as pessoas andam buscando em autoajuda, sobre resiliência, sobre foco, sobre laço...

Obliviate - Um livro ou spoiler que você gostaria de esquecer de ter lido
Adoro spoiler, rs, não me incomoda em nada. Livro que eu gostaria de não ter lido? Ah, não sei dizer. Eu não consegui terminar um chamado Being anti social, há umas semanas, e quase nunca faço isso. Serve? 

Imperio - Um livro que você teve que ler para a escola
A moreninha! Era romântico e me surpreendi por ser um livro indicado. E AMEI ler O cortiço (li numa coleção que vinha em alguma revista, mas pediram na escola depois), era tão vivo!

Avada Kedavra - Um livro que pode matar (interpretação livre)
Pra dar uma variada, vou falar do Joe Hill, que me deixou de olhos arregalados muitas vezes (se eu fosse cardíaca, sei não...): 20th Century Ghosts, não sei se tem tradução. (é de contos).

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

www Wednesdays, qqq Quartas

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:


o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?


Terminei Não se apega não, da Isabela Freitas
Achei que ia gostar mais. Muito raso. Muito "descobri a pedra filosofal ao perceber que a felicidade está dentro de nós." A personagem (não sei se autobiográfica ou só egoica) soa pra mim como tendo 17, não 22 anos. Me faltou emprego, preocupação que não seja seu umbigo, louça pra lavar, vida real de uma pessoa semi funcional na sociedade adulta. Consegui entender tudo isso na Fani, da Paula Pimenta, exatamente porque fui entendendo de onde ela vinha, a redoma protetora da família classe média, o autoconhecimento vindo devagar, um pouco da necessidade dramática que era escrever praquela faixa etária. Mas imagina que a Fani e o Leo se casam, agora os dois com 25 anos, e o tom de novela mexicana continua? duvido que convencesse. Agora imagina um livro que te parece um recorte disso aí. Talvez se eu tivesse lido em outra fase... mas a vida é feita de Talvez, né...

A festa da insignificância, Milan Kundera
Aparentemente, a ideia é exatamente traduzir a insignificância humana, demonstrando-a através desses quatro amigos que vão de um lado a outro com a música do Cazuza no fundo (sabe pessoas pequenas remoendo pequenos problemas? essa foi contribuição popular minha, rs). Mas é Kundera, e ele escreve tão lindamente, que eu só consegui terminar com vontade de saber mais, de sacudir um pouco essa gente e saber o que aconteceria se isso fosse feito.

A tree grows in Brooklyn, Betty Smith 
Falei da Francie ontem. Personagem apaixonante. O livro é sobre uma família e contado sob o ponto de vista dessa menina, de 1902 a 1919, nos EUA. é doce e tradicional e inocente.

Estou lendo o City of bones, da Cassandra Clare, o primeiro volume dos Instrumentos mortais, e creio que os próximos serão os próximos volumes (já comprei os seis e são umas duas mil páginas).

terça-feira, 12 de agosto de 2014

teaser Tuesdays, temperinho da terça - A tree grows in Brooklyn, Betty Smith

Francie thought that all the books in the world were in that library and she had a plan about reading all the books in the world. She was reading a book a day in alphabetical order and not skipping the dry ones. She remembered that the first author had been Abbott. She had been reading a book a day for a long time now and she was still in the B’s. Already she had read about bees and buffaloes, Bermuda vacations and Byzantine architecture. For all of her enthusiasm, she had to admit that some of the B’s had been hard going. But Francie was a reader. She read everything she could find: trash, classics, time tables and the grocer’s price list.

Vamos lá, toscamente:
Francie achava que todos os livros do mundo estavam naquela biblioteca e ela planejava ler todos os livros do mundo. Ela estava lendo um livro por dia em ordem alfabética sem pular os mais áridos. Ela se lembrava que o primeiro autor tinha sido Abbott. Ela havia estado lendo um livro por dia por um longo tempo e ainda estava nos Bs. Já tinha lido sobre bichinhos e búfalos, férias nas Bermudas e arquitetura Bizantina. Embora tentasse se manter entusiasmada, tinha de admitir que alguns dos Bs tinham sido difíceis de encarar. Mas Francie era uma leitora. Ela lia tudo que podia encontrar: lixo, clássicos, tabelas, a lista de preços do armazém.

Como não se apaixonar por essa mistura da personagem da Clarice Lispector (a que queria o livro emprestado, lembra?) e a da autobiografia da Jeannette Castle, contando do pai alcoolatra e da infância difícil? tô bem amando.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Musing Mondays (In) sensatas segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Hoje vou misturar os dois últimos assuntos (livros juvenis e tv relacionada a eles) e falar da Cassandra Clare. Alguns podem se lembrar que há semanas eu mencionei que talvez fosse atrás dos livros da coleção que tinha os Shadowhunters (aparentemente aqui virou a coleção dos Instrumentos mortais, começando com Cidade dos ossos e seguindo com seis volumes). Esses livros estão na minha lista de desejos da Amazon há meses, porque achei que a tal Clary tinha uma vibração similar ao que eu amava na Lyra, do Phillip Pullman - mas como eu a via com frequência nos mesmos lugares que via as pessoas falando da série da Stephenie Meyer e depois, da Veronica Roth, fui deixando para depois. Tenho um certo orgulho de ler as coisas antes das pessoas (não de todo mundo, mas antes de virarem tendência absoluta, muito porque leio muitos blogs em inglês, antes de chegarem aqui no nosso cantinho, e 'pesco' as dicas isoladas) e devo confessar que depois que elas viraram moda perco um pouco a vontade de ler - aí penso, bom, agora posso esperar.
Enfim, tudo isso pra dizer que nada deu certo porque semana passada minha melhor metade estava viajando e fui explorar o Netflix, que tinha o primeiro filme da série. Não resisti e assisti. Próxima cena, eu perguntando às adolescentes conhecidas (ex alunas, a mini me filha da minha amiga, etc, não necessariamente na rua, tá?) sobre o desfecho. Próxima cena, eu clicando pra comprar os cinco primeiros volumes de uma vez no Kindle, que não aguento esperar.
Me disseram que (claro) o filme é muito pior que o livro, que o Jace é muito mais interessante e que a parte rocambolesca se torna menos tolinha. Me convenci. Conto pra vocês na próxima semana o que deu.
P.S.: Essa semana comecei o caminho da minha rendição oficial: amanhã faço o primeiro curso de preparação e revisão editorial.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ella e a necessaire mágica!

http://ellaintima.com.vc/necessaire-indispensavel/

QQQ Quartas, www Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:


o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?


Terminei a coleção do Fazendo meu filme, da Paula Pimenta: tinha lido o volume 1, que ganhei da Tati (Feltrin, dizendo que apesar da capa rosa eu super ia gostar), e me rendi depois dele comprando os volumes 2, 3 e 4 e lendo em dois dias. A verdade? É realmente fofo, senão por mais nada, porque segue a receita que dificilmente dá errado: a) menina-como-a-gente (em inglês existe a expressão girl next door pra traduzir essa ideia de que 'podia ser qualquer uma de nós') - na verdade, ligeiramente mais dramática e um pouco mais sortuda e classe média mais alta que a maioria de nós, mas você entendeu o que quero dizer. b) menino-absolutamente-fofo-que-era-amigo-dela-e-subitamente-se-descobre-que-sempre-foi-apaixonado-por-ela - atire a primeira pedra quem nunca teve ou quis ter um desse. Eu sempre achei que amor amigo era o melhor e mais fofo dos tipos. c) trilha sonora d) dramas o suficiente (na minha opinião, quase sempre uma colher de sopa a mais do que o necessário, mas enfim, me prendeu até o último capítulo) para fazer com que a gente acredite no amor de destino. Assim como a Fani, a personagem principal, acha que não há comédias românticas no país (ela chama de 'filme de amorzinho', o que sempre me remeteu na verdade à outras coisas, mas enfim), a gente sabe que não há muitos livros que sigam esse mesmo 'roteiro', e sua originalidade acabou se tornando a carta mais legal.

Estou lendo A festa da insignificância, do Milan Kundera; é engraçado como tem autores que tem um estilo muito próprio. Me lembro de muitos anos atrás ter lido A insustentável leveza do ser, não sei nem se compreendi inteiramente todas as sutilezas que ele quis passar, mas lendo esse livro, acho que tem sabor de literatura antiga, seja pelo tipo de narrativa, seja pelo espírito dos personagens. Pena que ele é curto.

Vou ler em seguida... hm... tão me chamando ali na cozinha! (Na verdade comprei um Mia Couto junto com o Kundera, mas tô pegando nervoso dessa escolha).

terça-feira, 5 de agosto de 2014

teaser Tuesdays, temperinho da terça - A festa da insignificância, Milan Kundera

Já muitos anos antes, ele tinha começado a detestar os aniversários. Por causa dos números que se colavam neles. No entanto, não conseguia esnobá-los, pois a felicidade de ser festejado superava nele a vergonha de envelhecer.

(A festa da insignificância, Milan Kundera)

P.S.: Eu adoro aniversário. Detesto o momento do parabéns a você, quando você tem que ficar que nem uma múmia cantando ou esperando cantarem pra você, e fico sem graça de ficar ouvindo 'parabéns' como se fosse um grande evento ter sobrevivido mais um ano, mas adoro ter um dia só pra mim, adoro presente, adoro saber quem se lembrou, adoro as pequenas reuniões que a data causa. ainda não cheguei na parte de ter vergonha de envelhecer - mas também, não sou um personagem de um escritor tcheco naturalizado francês ;)P

Tem um outro pedaço ótimo, chamado As vinte e quatro perdizes, sobre uma lorota contada por Stálin, e que termina assim:
Depois de uma pausa Calibã disse:
-A única coisa que me parece inacreditável em toda essa história é que ninguém entendeu que Stálin estava brincando.
-Claro - disse Charles, e pôs o livro na mesa. - Pois ninguém em torno dele sabia mais o que era uma brincadeira. E é por isso, a meu ver, que um novo grande período da história se anunciava.

P.S. II: Outra crença minha: que a brincadeira, a ironia, a leveza, é muito mais séria do que a tristeza. Muito mais relevante, e traz muito mais vida...

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Musing Mondays, (In)sensatas segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...


Hoje me ocorreu falar sobre livros infanto juvenis, por causa do livro da Paula Pimenta, mas aí fui xeretar e vi que já falei um pouco deles aqui: (amei muito esses livros, fizeram realmente diferença na minha adolescência e imagino que o Fazendo meu filme seja o equivalente deles hoje em dia). Pensei na filha de uma amiga, que eu chamo de Mini me ( já nem sei mais se porque ela é super parecida com a minha amiga se é porque eu a vejo como uma miniatura de mim, porque descobri que ela é uma traça como eu era), e imagino que seja o tipo de livro que ela vá adorar em alguns anos.
Enfim, além do A marca de uma lágrima e do Ana e Pedro, que mencionei no post anterior, fui olhar a estante pra ver o que tinha dessa época (eu colocava nome e data nos livros, então sei dizer que os li - ou pelo menos assumi que eram meus - aos 13 anos). Esses são os vencedores que estão comigo desde então:
Eramos seis - alguns da coleção, mas Eramos seis eu reli umas três vezes.
Um amor além do tempo (Leila Rentroia Iannone)
Sabe de uma coisa (Vivina de Assis Viana)
Historias da turma (Marcia Kupstas)
A hora do amor  (Alvaro Cardoso Gomes)


E agora? (Odette de barros Mott) - esse não achei nem referência, mas como amei esse livro! Camila me fez chorar baldes.


Não resisti a acrescentar uma coisa que me faz crer que tenho alguma propriedade pra falar de livro infanto juvenil - mesmo que eu tenha feito zero sucesso na época :P


Sofrer por amor é muito mais legal quando se tem 13 anos - pelo menos depois dos 30 ao olhar pra trás!

sábado, 2 de agosto de 2014

Verdade!

Meu gosto em livros varia de "você precisa ler isso agora" a "eu sei, por favor não me julgue".

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Aventuras gastronômicas de julho

Spadaccino - queria muito gostar desse lugar. Eu já tinha ido muitos anos atrás, mas recentemente me falaram dele, e é daquele jeito que eu adoro (casinha, com jardim, teto de vidro, árvores no meio do salão, fonte, comida tradicional, supostamente muito bem feita). Mas não gostei. A gente demorou a ser atendido, o que fez com que o couvert, que era bem bom, não fosse aproveitado porque o pão não foi reposto, e os pratos escolhidos (o meu, um gnocchi de batata a la spadaccino, o dele, uma massa com lulas e linguiça picante) não estavam a contento. O meu era sem gracinha e, pra piorar, o queijo ralado era tipo de supermercado. Que lugar italiano não serve queijo parmesão ralado na hora, meudeus??? pior que guardanapo de papel. O dele estava superseco e com pouquinhas linguiças. A gente nem pediu sobremesa porque achou que depois dessas decepções não ia valer a pena.

Manguinha gastrobar em Moema, na r. Graúna. Primo de um outro famoso, o Pé de Manga. E faz parte do Grubster, ou seja, você pode ter 30% de desconto na conta final. Gostou até agora? Pois melhora. Ele tem essa cara fofa, que é aprazível durante o dia e romântico à noite, umas bebidas deliciosas e entradas mais ainda. O bolinho de risoto eu podia estar comendo até agora. A carne era ótima, o atendimento também. Vou confessar que a gente não é muito de bar (costumamos visitar mais restaurantes que bares, coisa de gordinho), mas essa é uma boa escolha.

Butcher's market - no Itaim, famoso, mas ordinário, achamos. Como eu já disse, não sou maluca por hamburgueres, mas reconheço comida bem feita, e o Meat Choppers, por exemplo, que eu já mencionei várias vezes, tem minha lealdade eterna. Esse lugar, achei só meio pretensioso.

Fui a vários lugares que já tinha ido, então não foi um mês particularmente aventureiro, desculpaí.