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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ella Intima: dicas de livros e de café da manhã!

Esses dois posts foram publicados no http://www.ellaintima.com.vc, você já passou por lá? Tenho uma coluna chamada Coisas boas da vida, toda quarta-feira, não é legal?



Oi! Hoje vamos falar de café da manhã!!! Amo comer, e por sorte encontrei na vida alguém que divide essa alegria. Uma das coisas que nos deixa feliz é encontrar lugares gostosos para o brunch (a tal mistura de breakfast e lunch, com coisas de café da manhã e almoço, numa grande alegria). Essa é a lista dos nossos favoritos hoje:
1.      Le pain quotidien (http://www.lepainquotidien.com.br/ ): Existe uma filial no Itaim, pequena e muito bonita, mas que vive cheia de corredores ali do Ibirapuera nos fins de semana, o que faz o atendimento ficar um pouco mais lento. Existe outra no Shopping Vila Olímpia, bem grande e tranquila no horário do café, e existe mais uma na Vila Madalena, com dois pisos, na qual gostamos de ir cedinho no sábado e experimentar o MELHOR espresso da cidade. Devo neste momento dizer que sou superviciada em café. Temos uma máquina Nespresso, tomo pelo menos três por dia, gosto muito. Mas esse vem numa cumbuquinha e é absolutamente perfeito. Ajuda o fato de que o kit de café deles tem um suco na medida (nunca é ácido, é sempre na temperatura ideal), pães que são divinos... hmm... prometo que vocês não vão se arrepender.
2.      PJ Clarke’s: (http://www.pjclarkes.com.br/) No Itaim, um brunch bem típico americano, com waffles e panquecas com suas coberturas, bolos mil bem levinhos, ovos mexidos, diversos pães e croissants salgados. Ambiente lindo e confortável.
3.      Sofá café (http://www.sofacafe.com.br/) : Em Pinheiros, é um café mais simples e descolado, mas por menos de 15,00 por pessoa você toma um chocolate quase suíço com raspas de laranja, uma broa de fubá quentinha com manteiga aviação e tem a chance de levar um pão de mel que eu acho ser o melhor da cidade.
4.      Condimento (http://www.condimento.com.br/2013/) : sabe o que você imagina que seria a casa da Alice no País das Maravilhas, se ela estivesse morando ali na zona leste de São Paulo? É uma doçaria, na verdade, mas tão adorável que vale a visita no café da manhã (no almoço e no café da tarde também). Tem cheesecake de Nutella. Sem mais.
5.      Bella Paulista(http://www.bellapaulista.com.br/) : vou dizer que não é minha favorita, mas o fato de estar ali na Paulista, do ladinho absoluto do Conjunto Nacional (do outro lado da rua, mas enfim), a três passos do recém reaberto Belas Artes, faz com que seja bem aprazível a ideia de tomar um supercafé da manhã continental ali.
Boas gulodices, quer dizer, refeições :)



Oi! Semana passada eu falei da EL James e dos 50 tons de cinza e da Anastasia. Agora vamos colocar contexto (contexto é tudo né...) na situação: acho que a coisa mais interessante da trilogia da Erika é exatamente o momento (bem) aproveitado e o tom explícito que ela usa nos seus livros. De resto? Acho a Ana, com o perdão do trocadilho infantil com direito à mostrada de língua, uma chata. Parece que ela não teve experiências de vida nem grande riqueza de emoções, o que faz com que as descobertas com o Christian sejam muito legais, mas que também a gente sinta um pouquinho de vergonha alheia por ela ser tão rasinha. Dá pra ser aberta a experiências sem ter de ser uma página em branco, não?
Isso dito, a gente já discutiu o assunto: qualidade literária nem sempre é a nossa prioridade nessa prateleira, né? Queremos emoção, calor, cumplicidade, companheirismo, e às vezes essa combinação vai ter um preço a se pagar de ‘um pouco’ de ‘Ah, vá!’. E os heróis serão lindos e bilionários (note que já não existem mais Milionários; agora é no mínimo Bilionário.) e altos, com voz grave, olhos expressivos, mãos fortes, caráter e integridade, inteligência e, em sua absoluta maioria, corpos atléticos e bem definidos, (mesmo que não haja no livro todo nenhuma menção à preparo, dieta ou cuidado físico). São, claro, um pouco problemáticos, seja por causa de uma antiga decepção amorosa, seja por causa de um grave problema familiar, seja por uma insegurança pessoal muito bem acobertada ou por algum outro segredo que, não se preocupe, será revelado a tempo de podermos suspirar nos últimos capítulos com a devida superação de obstáculos que marca o fim dos romances. Na vida, sabemos que a coisa se torna mesmo real quando nosso companheiro está conosco dia após dia, esquecendo de pagar ipva, combinando quem pega quem e aguardando em fila dupla, enfrentando compra de móveis ou de imóveis, voo atrasado e gripe, compra de roupa e escolha de restaurante. Nem sempre tudo isso aparece nesses títulos. Mas vamos combinar: isso é um problema? Cada um não sabe, como diria Caetano, a dor e a delícia de ser o que é? Literatura erótica, romances históricos, histórias de amor quaisquer – o que elas fazem é nos levantar um pouquinho a alma pra que a gente se lembre que por baixo de tudo isso aí das minúcias da vida diária, tem poesia, tem tremor, borboletas no estômago, o início contínuo da SUA história de amor que afinal, você escolhe continuar todos os dias, e não é menos especial por isso! Eu diria até que se torna mais especial, porque não importa qual seja seu herói favorito, você consegue levar um pouco de cada um desses volumes pra sua própria noite, olha só como isso já tá ficando interessante...
E chega de conversa. Vou contar quais são os que eu gosto, no caso de você querer se inspirar e ler.
JR Ward – Falando em fantasia paranormal, a Coleção Irmandade da Adaga Negra é feita pra quem teve, hã hã, um passado nerd. Ou presente. Ou quem gosta de heróis de dois metros com poderes quase paranormais, força física muito acima do normal, problemas que não são humanos, emoções sempre à flor da pele, seja solidão, desejo ou ira. São seis guerreiros vampiros, então pelo menos seis chances de você acabar se rendendo aos vampiros mais sexy que já teve o prazer de ler a respeito. Tem Amante Meu, Amante finalmente, Amante Libertada, Amante Vingado... é só procurar a coleção. (A propósito, melhor que ele escrevendo sob seu pseudônimo, Jessica Bird, que é mais uma escritora romântica mas tem menos eroticismo que os originais vampirinhos J)
Sylvia Day – A série Crossfire foi considerada uma das ‘primas’ do 50 tons, mas eu gosto muito mais. Toda sua ,Profundamente sua e Para sempre sua (por que será que são sempre trilogias?) te apresenta à história da Eva Tramell e do Gideon Cross. Os livros são bem escritos, as cenas de amor muito bem trabalhadas, há emoção e histórias entremeando o romance e os personagens são críveis o suficiente para que você possa se concentrar no que interessa (pisca). Sylvia Day também escreveu alguns outros volumes – romances históricos, fantasia paranormal, tem um pouco pra cada gosto. Vale a pena xeretar, se você gostar da Eva e do Gideon.
Raine Miller – outra trilogia, O caso Blackstone te conta a história da Brynne e do seu pai que fez com que Ethan Blackstone se aproximasse da herdeira sem contar a ela que ela corria perigo – e inadvertidamente causasse o início de um grande amor, cenas de sexo calientes e todo o drama noveleiro necessário para fazer com que cada reencontro fosse tão emocionante quanto o anterior. Uma delícia!
J. Kenner – Esse ainda não chegou no Brasil (pelo menos em português), mas fique de olhos bem abertos: The Stark trilogy. Damien Stark vai balançar seu mundo como fez com Nikki Fairchild.
Jody Ellen Malpas - O amante! Quase morri de emoção quando descobri que essa série estava vindo pro Brasil. Eu li em inglês no kindle (This man trilogy), mas já tem o primeiro volume na Saraiva. Ah, o Jesse... o mais problemático, maluco, vulnerável e apaixonante dos heróis de erótica. Devo confessar que tenho uma queda por ele. Vou deixar que você decida o quão pirado é isso. Mas aposto que você não vai entrar num lavabo nem falar palavrões do mesmo modo depois de ler Jody Malpas.
Espero ter te dado umas ideias de que existe muito a ser explorado no mundo da literatura romântica/erótica. E espero que depois de cada capítulo você queira colocar em prática uma coisa nova na sua vida, no seu quarto, no seu relacionamento – mesmo que seja “ah, faço isso muito melhor” :)
 

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