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Leticia's favorite books »

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Musing Mondays, (in) sensatas segundas

Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade... Ele vem, originalmente, do blog Should be reading, e pode ser sobre qualquer coisa relacionada a livros...

 Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

Vou ter de falar sobre algo beeem cabeludo: A importância dos primeiros capítulos.
Começo pelas primeiras frases. As que eu me lembro, podiam cair numa prova e eu saberia:
Moby Dick: Podem me chamar de Ismael.
Anna Karenina: Todas as famílias felizes são igualmente felizes, as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira.
As intermitências da morte: No dia seguinte ninguém morreu.
O do Dickens: Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos. Foi a idade da sabedoria, foi a idade da tolice...

Você já sabe que alguém é bem genial quando conseguem fazer você franzir a testa na primeira linha.
Mas é muito, muito legal quando essas pessoas te seguram pelo primeiro capítulo de modo inesperado. Sabe quando você vai à livraria, bem assim despretensiosamente, e começa a folhear um livro do qual talvez não tenha nem referência? E quando vai ver leu a página inteira? Isso sim é um presente.
Me aconteceu hoje, com Running barefoot, da Amy Harmon. Eu não estava com nenhum livro programado, e esse estava há meses esperando. O lugar onde eu estava não tinha wifi, então não podia baixar nada novo. Adorei o primeiro capítulo, (e o segundo e o terceiro).
Em tempo: não é genial e brilhante como os supracitados, mas não é todo mundo que pode ser Dickens, Saramago ou Tolstoi, né.






 

Um comentário:

  1. Impressionar pela primeira frase ou por uma frase na primeira folha não é tarefa para qualquer autor. É a arte de pescar o leitor. Vasculhando minha memória rapidamente não consegui lembrar de um livro que tenha me causado este efeito no último ano.

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