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Leticia's favorite books »

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

QQQ Quartas, WWW Wednesdays - O que estou lendo

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:


Que você está lendo? Pride and Prejudice, só por enquanto.



Que terminou de ler?
Terminei Razão e sensibilidade, da Jane Austen. Resolvi que valia a pena escrever um post sobre os clássicos separadamente, então publiquei sexta, está aqui. Me diverti horrores, aliás.

Terminei um Kindle first, Playing it safe, Barbie Bohrman, que era mais ou menos. Uma planejadora de eventos que se apaixona por um moço bem fácil de se apaixonar, vamos combinar, daqueles ricos, lindos, inteligentes, que você desconfia que devem ter algum problema crônico. 

Terminei O silêncio entre dois suspiros, do Ayad Akhtar, aparentemente o primeiro romance desse indiano que normalmente trabalha com dramaturgia. Hayat é um jovem que vive com a mãe e o pai, e o livro conta a história dele buscando a religião muçulmana, confuso entre todos os modelos que vê (na verdade ele não se acha confuso; isso é o triste. Ele é um adolescente bem egoísta e mimado que está fazendo de tudo para viver o mundo do modo que acha certo, e acaba causando dor a outras pessoas e a si mesmo por isso). Eu achei os personagens emocionalmente da mesma idade que ele, embora fossem quase todos adultos, e isso me incomoda bastante. A mãe ficou o livro todo alternadamente reclamando do pai para ele e tentando manipular a vida da amiga como casamenteira. O pai, alternadamente vivendo com as amantes e bebendo demais se revoltando com a hipocrisia 'dos outros'. A amiga parece ter sido colocada no livro para ser o ponto focal dessa coisa toda, porque raramente ela demonstra ter espinha dorsal. (Eu vou escrevendo e é aí que realmente percebo como gostei ou não do livro...) O filho dela, meu Deus, é um comercial pro controle de natalidade. Eu fiquei um bom tempo achando que ele ia ter a personalidade explorada de algum outro modo que não fossem os ataques de grito infantis, mas não aconteceu, a não ser quando ele na verdade dava uma de muito bom moço, o que o fazia por outro lado parecer um psicopata ao meus olhos de leitora. Ou seja, gente, um romance indiano que eu não gostei. Alguém no goodreads cometeu o pecado mortal de compará-lo ao Xará da Jumpha Lahiri e eu quase fui lá cutucar a pessoa. Jumpha Lahiri é amor. Esse moço, nananinanão.

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