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Leticia's favorite books »

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

você sabia?

Olha só que interessante! Achei esse infográfico (adoro infográficos, já deu pra notar, né?) num site muito muito legal, esse aqui. Aparentemente, o país que mais lia (em 2011) era a India, com 10:42 por semana. O Brasil está com metade disso, mas bem pouco atrás de países como Espanha, Canadá, Alemanha e Italia - considerando nosso analfabetismo funcional, acho que alguns de nós estão correndo atrás do prejuízo.



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas, o que estou lendo

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Terminei de ler The Young Elites, da Marie Lu. Detesto me decepcionar com livros. Eu gostei tanto da trilogia anterior (Legend, Prodigy and Champion). Esse livro, em compensação... deixa eu pensar como resumir: ele tem a heroína incompreendida, infeliz, que merece amor mas causa infelicidade, como a minha querida Juliet (de Shatter me, da Tahereh Mafi). Mas honestamente, eu não consegui gostar dela. Nem do Enzo, nem mesmo do Rafaelle (o herói e o 'amigo lindo', respectivamente). Eu não me lembro de todos os detalhes do X-man, mas me pareceu muito similar: jovens que passaram por uma febre estranha e acabaram com deformidades físicas de algum tipo (ela perdeu um olho e seu cabelo agora é prateado), além de um poder específico sobre os outros que pode ser mortal.
Além de tudo, tem um fim triste e horrível. Desculpe, mas não deu. Talvez tudo seja 'consertado' no decorrer da série (entendi que é uma série), mas eu não precisei de nenhum convencimento para me apaixonar pela June e pelo Day, e nem pela Juliette e seus dramas, e a vida é muito curta pra insistir em livros que acho que podem ou não ser legais.
Aí li Reconstruindo Amelia, da Kimberly McCreight, em uma sentada. (A manicure era especialmente lenta, mas ainda assim). Que surpresa boa. No começo eu achei que uma coisa tinha acontecido com a Amelia e era outra, (a sinopse não declara), e quase larguei o livro, porque era muito infeliz. Realmente é muito triste, mas muito bem feito, e mesmo com a questão novelesca de como tudo é revelado, a menina e a mãe são fáceis de provocar empatia. Levanta questões interessantes sobre a loucura sempre presente das pessoas, o mundo absurdo dos colégios e dos adolescentes - o bullying, as tribos, os dramas, - e o amor familiar verdadeiro. Bem legal.
Li Shopaholic to the stars, da Sophie Kinsella. Eu AMO Sophie Kinsella. Esse livro estava 'pre-ordered' há meses, e foi entregue no Kindle terça e eu estava 'guardando' pra hoje. Vamos lá:
parte boa: Becky Bloom (Brandon) é sempre Becky Bloom. Vergonha alheia total com as histórias dela, que ainda soam similares (ri alto com o hamster e com ela comparando Elinor com Darth Vader), e é sempre divertido. Parte ruim: termina num nada, num momento no qual estão todos indo fazer uma coisa importante - ou seja, no meio de algo, o chamado cliffhanger. E eu não sei quando sai o próximo livro, então achei isso bem imperdoável e desnecessário.
Isso dito, sem dúvida encomendarei o próximo, e apesar de ter lido no Kindle, esse é um livro que eu compro, porque precisa fazer companhia pros outros na estante. #soumalucaedaí

Estou lendo Mambo in Chinatown, o da Jean Kwok :), e Emoções reveladas, do Paul Eakman, o que inspirou a série Lie to me (na qual eu viciei nas férias). O problema desse é que eu comprei no kindle e, por causa das microexpressões, o bom é ler no ipad e não no kindle, então fica mais restrito porque só leio em casa e não com sono :P


terça-feira, 28 de outubro de 2014

teaser Tuesday - temperinho da terça - Reconstruindo Amelia, Kimberly McCreight

'É muito mais difícil perdoar alguém que não quer ser perdoado.'

" A Lola só tem 5 anos e até eu sei que ser pai é horrível 95% do tempo - Seth disse. - Pelo que me consta, são esses 5% que evitam que a raça humana se extinga."


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Musing Mondays, (in) Sensatas Segundas

Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade... Ele vem, originalmente, do blog Should be reading, e pode ser sobre qualquer coisa relacionada a livros...

O top 5 de hoje é os livros de literatura escrita por autores norteamericanos que eu acho que valem a leitura:

1. I know why the caged bird sings, Maya Angelou (em português aqui)
2. The NY Trilogy, Paul Auster (em português aqui)
3. The house of sleep, Jonathan Coe (em português aqui)
4. So much for that, Lionel Shriver (em português aqui)
5. Bird, Crystal Chan (em português aqui)
6. One flew over the cuckoo's nest, Ken Kesey (em português aqui)
7. The road, Cormac McCarthy (em português aqui)
8.  To kill a mockinbird, Harper Lee (em português aqui)
9. Fahrenheit 451, Ray Bradbury (em português aqui)

Veja só, estou fazendo a lista de cabeça, sem pensar, e tenho certeza que assim que clicar em publicar vou ter um surto psicótico pensando nos autores que não me vieram à mente. Contudo, nesse momento, coube meu livro querido The storied life of AJ Fikry, da Gabrielle Zevin. Ela é norteamericana, entra na lista. (em português aqui, embora lembra? nesse caso a edição estava com uma tradução bem ruinzinha)


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

você sabia?

Por que lemos? um vídeo do John Green, muito simpático, sobre as razões pelas quais somos malucos por livros. As legendas em Português não são uma maravilha, mas dão pro gasto.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays, o que estou lendo

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Lá vamos nós:

Eu estive assistindo uma série (Lie to me, não acredito que foi cancelada no meio da 3a. temporada por baixos índices de audiência!!!) e aproveitando minhas miniférias, fazendo um pouco de nada e vendo muita gente que não consigo ver no meu horário normal. Ou seja, não consegui progredir muito. Li dois livros somente:
My sister's grave, Robert Dugoni, foi adquirido no Kindle First. Tenho usado o Kindle first quase todo mês, e vou falar, encontrei pérolas lá. Esse foi outra grata surpresa. Um mistério muito bem escrito. A protagonista, Tracy, tem a vida virada do avesso com a perda da irmã, Sarah, que desaparece uma noite voltando pra casa de um campeonato de tiro ao alvo do qual as duas participaram. Ela passa muitos anos tentando entender o que aconteceu, embora um suposto culpado tenha sido encontrado e condenado, até que o corpo finalmente aparece. A essas alturas, ela é investigadora, e resolve ir ao fundo da questão e descobrir o que aconteceu. Até o final eu realmente não sabia o que tinha acontecido, e achei que foi tudo muito bem amarrado. Super recomendado.
O outro livro que eu li foi um deleite: As cem melhores crônicas brasileiras, uma coletânea com seleção do Joaquim Ferreira dos Santos da Editora Objetiva. Várias que eu conhecia quase de cor, como a da Aula de inglês, do Rubem Braga, absolutamente impagável, ou o Grande Edgar, do Luis Fernando Veríssimo, ou Medo da eternidade, da Clarice. Algumas que eu não só não conhecia como não tinha ideia de quem era o autor, vergonhosamente, como o João do Rio, com a ótima Um mendigo original. Paulo Mendes Campos foi uma deliciosa surpresa, com duas crônicas que eu adorei (Salvo pelo Flamengo e Coisas abomináveis) e Millôr Fernandes, com  Notas de um ignorante, assim como A noite que os hotéis estavam cheios, do Moacyr Scliar, foram dois ótimos tapas com luvas de pelica.
Dá pra perceber que esse é definitivamente uma recomendação várias estrelas, né? Pra ter em casa, pra recomendar, pra dar de presente, pra conhecer. Há uma ou outra que não muda sua vida, (afinal são cem, estatisticamente isso era de se esperar), mas crônica é um gênero literário muito gostoso e fácil de ter empatia.

Estou lendo/lerei em seguida: Bom, eu ia dizer que ia voltar pro Mr. Peanut, mas pra falar a verdade, muito provavelmente nessa semana lerei o livro da Marie Lu, o tal Young Elites (eu adorei a série anterior dela, então altas expectativas, estou 'guardando' esse livro)  e o da Sophie Kinsella (sim sim sim saiu onteeeeem). Estou valsando entre títulos. Descobri que uma autora de quem gostei muito do primeiro título, a Jean Kwok, lançou um segundo livro do qual eu não tinha conhecimento, e baixei em três minutos, então ele é um forte candidato também...


Ex Libris - Curious Cat Bookplate


terça-feira, 21 de outubro de 2014

teaser Tuesdays, temperinho da terça - As cem melhores crônicas brasileiras

Perguntei a um desconhecido se era verdade. Respondeu-me que era verdade. Quanto à causa, quando lhe perguntei por ela, respondeu-me com aquele gesto de ignorância, que consiste em fazer cair os cantos da boca. Se bem me lembro, acrescentou o gesto de abrir os braços com as mãos espalmadas, que é a mesma ignorância em itálico.

(O câmbio e as pombas, Machado de Assis)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Musing Mondays, (in) Sensatas Segundas

Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade... Ele vem, originalmente, do blog Should be reading, e pode ser sobre qualquer coisa relacionada a livros...

Resolvi começar uma série top 5 (não preciso de muito pra fazer listas de top 5). A primeira será top 5 livros de literatura brasileira que eu acho que todo mundo deveria ler:


Jubiabá, Jorge Amado
Comédias da vida privada, Luís Fernando Veríssimo
Éramos seis, Maria José Dupré
Venha ver o por do sol e outros contos, Lygia Fagundes Telles
Felicidade clandestina, Clarice Lispector
Missa do galo e outros contos, Machado de assis
Um certo capitão Rodrigo, Érico Veríssimo
Ou isto ou aquilo, Cecília Meireles
A marca de uma lágrima, Pedro Bandeira.
As reinações de Narizinho, Monteiro Lobato.

Eu disse top 5? quis dizer top 10, obviamente.

Títulos a acrescentar?


.

Você nunca realmente entende os outros até ver suas estantes.


sábado, 18 de outubro de 2014

Timely classic - Clássico do momento Pride and prejudice, Orgulho e preconceito, Jane Austen

Orgulho e preconceito foi pensado como sendo chamado Primeiras impressões. O orgulho de Mr. Darcy (Fitzwilliam é o primeiro nome dele, não é à toa que todo mundo o conhece por Mr. Darcy) e o preconceito de Elizabeth Bennet (no livro, ela fica sendo chamada alternadamente de Eliza, Lizzie, Liza, Elizabeth, é bem irritante...) viraram um tema, em algum momento, e Jane publicou o livro com o nome que hoje conhecemos. Eu já mencionei antes, mas pra quem gosta de Jane Austen especificamente, achei esse site bem específico.

Esse infográfico aqui se chama "Por que não nos cansamos de Mr. Darcy". Autoexplicativo, eu diria, rs...

Ok, vamos lá. Tem tanto a ser dito sobre esse livro, a começar pelo Mr. Bennet, o pai das meninas. Mrs. Bennet é ligeiramente histérica, mas ele é impagável. Na página 12 (da minha edição) ela o está tentando convencer a ir se apresentar ao novo partido da região, e ele se fazendo de difícil. Ela fica toda dramática, dizendo a ele que ele não tem dó nenhuma dela e dos 'nervos' dela:



o que é a coisa mais engraçada, e ele lida com ela brilhantemente, dizendo que na verdade, ela se engana; ele tem grande apreço pelos nervos dela, já que escuta falar deles há pelo menos vinte anos, considerando-os assim seus grandes e velhos amigos :P:

                                

Esse capítulo, aliás, é ótimo. Na sequência, Mrs. Bennet repreende a filha mais nova, Kitty, por tossir: "Kitty, pelo amor de Deus, pare de tossir, tenha piedade de meus nervos, você os estraçalha", e Mr. Bennet ataca novamente: "Realmente, Kitty não tem nenhum bom senso com relação à sua tosse; tosse nas horas mais inconvenientes"; enquanto a menina se defende "Eu não tusso por esporte".

Enfim, acontece o de sempre. Os bailes são o momento nos quais as pessoas se conhecem  - "Gostar de dançar era um passo certeiro em direção a se apaixonar" - e o fato de Mr. Darcy dançar pouco e com companhias seletas já o tornou persona non grata na sua primeira aparição pública - "Seu caráter estava decidido. Ele era o mais orgulhoso, desagradável homem do mundo, e todo mundo esperava que ele jamais aparecesse novamente."
Pra falar bem  a verdade, Mr. Darcy fazia um par bem difícil com o amigo tão simpático Bingley:
"Bingley jamais havia conhecido pessoas tão agradáveis ou damas mais bonitas; todos tinham sido bondosos e atenciosos com ele; não havia existido formalidade, e ele rapidamente se sentira bem vindo; e, com relação à Miss Bennet, ele a achava um anjo. Darcy, ao contrário, tinha visto uma coleção de pessoas na qual havia pouca beleza e nenhum senso de moda, não tinha interesse nenhum por ninguém, e não havia recebido de ninguém atenção ou prazer. Miss Bennet, ele reconhecia, era bonita, mas sorria demais."
Dá pra perceber o caroço que é esse moço, né? Só mais pra frente ele vai descobrindo belezas em Elizabeth, e as considera 'mortificantes'. De dez em dez páginas, ele descobre novas qualidades em Lizzie (que são reveladas em frases ótimas como "Ele realmente acreditava que, se não fosse pela inferioridade das conexões familiares de Jane, ele estaria em perigo".) Ele vai se apaixonando bem devagarzinho...
                                         

Mr. Darcy é sobrinho de Lady Catherine, uma vilã excelente (que será colocada em seu devido lugar por Elizabeth, a gente dá saltinhos de alegria quando isso acontece).
Enfim; como no começo Mr. Darcy deu uma esnobada em Elizabeth, ela decidiu que ele era desagradável e só vai mudar de ideia muito, muito depois. Enquanto isso, ela conhece Mr. Wickham, que é charmoso e tem todo um depoimento sobre Mr. Darcy que corrobora o fato de ele ser um ser humano horrível, e ela rapidamente acredita nele. A coisa não está boa pra esse romance, nesse momento...
Aparece na cena Mr. Collins. Por conta de uma história comprida explicada no primeiro capítulo (e que eu tive de reler três vezes, confesso), a casa, chamada de Longbourn, não será herdada pela família de Elizabeth, e sim por esse Mr. Collins, um primo, que além de tudo é afilhado da vilã mencionada acima.
Pensa num sujeito chato. E bem machista, aliás, o que é de se espantar, já que era uma sociedade inteira machista. Agora você começooou a imaginar o Mr. Collins.
Ele se hospeda na casa dos Bennet, com tiradas espetaculares que conseguem ofender a todos (lembra dos nervos da Mrs. Bennet? a gente até começa a se solidarizar...), e até o cumprimento dele sobre o jantar consegue ser ofensivo (já que ele pergunta quem cozinhou as batatas e Mrs. Bennet rapidamente responde que eles ainda tem dinheiro para ter uma cozinheira).


                                                 

Mas, realmente, é de se parar um momento e pensar na pessoa que, de todos os assuntos que existem, consegue pensar em fazer um elogio à batatas cozidas. Um minuto de silêncio, minha gente.

                                                    

Enfim. Mr. Collins tem uma ideia tão boa quanto essa das batatas, de pedir uma das primas em casamento, a fim de manter a casa na família. Elizabeth é a feliz escolhida, e o rejeita. Essa é uma cena ótima também, porque ele não acredita na rejeição, achando que ela está fazendo doce, e ela tem de ser cada vez mais dura para que ele creia na negativa. Pausa pra você imaginar o que isso fez com os nervos da Mrs. Bennett.

Ele acabou casando com uma amiga da Elizabeth, a Charlotte.

Começa agora a parte emocionante romance Harlequin do livro: Mr. Darcy vem à casa deles e se declara.


Só que a declaração dele é toda estranha, porque ele não é muito sociável, vem do nada (ele começa falando do tempo, da casa, e de repente professa seu amor) e soa meio torta, tipo "Eu fiz de tudo pra não gostar de você, já que você tem relações familiares tão inferiores às minhas, mas foi impossível, então cá estou". Ela, que inclusive tem certeza de que ele é a razão da irmã não estar com o amigo dele, Bingley, além de achar que Wickham é o anjo da história, junta a isso a ofensa recebida e o ódio no coração e praticamente escurraça o sujeito. Algo do gênero "Não acredito que você acha que isso foi uma declaração que se preste à gentileza de eu considerá-la, que dirá aceitá-la. Não, nem em um milhão de anos."
No dia seguinte, ele deixa com ela uma longa carta, que é o começo do desenrolar dos nós, na qual explica coisas diversas (um, que Wickham de anjo não tem nada; dois, que ele não quis ofendê-la; três, que se a irmã dela realmente amasse Bingley, e vice-versa, eles teriam se esforçado para ficar juntos).
O tempo passa, e ela começa a perceber que talvez estivesse cega para algumas coisas. Ela vai até a casa de Mr. Darcy, #aloka sonha como se fosse a dona da mansão, conversa com a irmã... e de repente, não mais que de repente, a irmãzinha mais nova, maluca, Lydia, foge, com ninguém menos que... Wickham!!!

                                             

Mr. Darcy é o herói do dia: encontra Elizabeth em prantos por conta dessa maluca da Lydia, vai atrás do Wickham, que tinha zero intenção de fazer da Lydia uma mulher honrada, faz com que ele o faça, e salva assim a honra da família. Volta e ainda por cima diz "SE seus sentimentos são os mesmos do último ano, me diga de uma vez. Minhas afeições e desejos não mudaram, mas uma palavra sua me silenciará sobre esse assunto para sempre". É de derreter o coração mais frio do mundo, nénão?

                                            

Elizabeth, que a essas alturas já entendeu que tirou a sorte grande, mais que depressa diz sim... e o livro ainda tem direito a um último capítulo para que Jane e Mr. Bingley também possam se acertar e ser vizinhos deles.

 A declaração de amor de Mr. Darcy é uma das coisas que o faz um dos heróis românticos mais queridos da literatura:




É, Lizzie é a poderosa... Mr. Darcy não desiste dela de jeito nenhum... (suspiro). É assim que o verdadeiro amor, literário ou não, tem de ser.



Moral da história:
Estou esperando pela legalização do casamento com personagens fictícios.
                                                   










Mentira. Moral da história: A pessoa, seja cavalheiro ou dama, que não obtém prazer em um bom livro, deve ser intoleravelmente estúpido. Jane Austen.



Infográficos muito legais:


esse infográfico é tudo de engraçado e está no BuzzFeed







sexta-feira, 17 de outubro de 2014

você sabia?

cheiro de livros... não tem coisa mais deliciosa. Não, nem pipoca no cinema, nem cheiro de café, nem de grama recém cortada, nem cheiro de bebê. Desculpaí.

What causes the smell of new & old books?

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

tag pixar - tag filmes infantis

TAG Disney


Maria, do Bombuteco, fez essa TAG e eu adorei. Na verdade, imediatamente eu não
 pensei na Disney (o único filme que me lembro de ter visto várias vezes quando 
criança era A bela e  a fera, mas os da Pixar, então está valendo, né?


1. Qual é o seu filme favorito da Disney?
Nossa. Começa assim, com a jugular, né? Acho que o que eu mais assisti foi
 Procurando Nemo. É uma mistura de fofuras.

2. Quem é o seu herói / protagonista favorito e por quê?
Eu sei que sou monotemática, mas a primeira coisa que me vem à cabeça 
é a Dory. É impossível não se apaixonar por aquele peixe!!! Em segundo lugar,
a Ariel (a Pequena Sereia), e em terceiro não muito distante, o Sebastian
 (o caranguejo da Pequena Sereia) e a xicarazinha bebê (como não amar?)
 da Bela e a Fera.



3. Quem é o seu vilão favorito e por quê?
Defina favorito. A da qual eu tinha medo era a Ursula, da Pequena Sereia.



                          



4. Um filme da Disney que merecia mais destaque.
Wall-E. É tão, tão doce, tão cheio de metáforas muito tristes, e sutis, e ouço 
pouca gente falar que gosta dele.

5. Uma cena de qualquer filme da Disney que você gostaria de experimentar.
Vou copiar a Maria e dizer que a cena da Bela na biblioteca é um clássico pra 
quem gosta de livros :) Mas adoraria brincar com a Boo também, porque
 sou apaixonada pelo Sully, de Monsters, Inc.

6. Qual é a sua música favorita da Disney?
Sei que sou uma exceção, mas a única música da qual eu me lembro, 
de todas, era a Under the sea, da Pequena Sereia, e provavelmente só 
porque quando comecei a dar aulas, em 95, a gente usava em alguma aula 
pros pequeninos.

7. Qual tipo de filme você prefere, animação, 2D ou 3D?
Adoro animação.

8. Qual é a sua frase ou citação favorita da Disney?
Me faz rir toda vez o cachorro do Up, Altas aventuras (que é tão lindo 
e romântico e meigo)



9. Qual é a sua princesa preferida?
(mas é também porque ela é a única princesa que gosta de ler!)
A Bela e a Fera
10. Qual filme da Disney já assustou você quando criança? (vou substituir 
por: Qual filme da Disney/Pixar te faz chorar?)
Toy Story 3 me faz derrubar diversas lágrimas toda vez. Merecia menção 
especial aqui. É tão pungente.


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

QQQ Quartas, O que estou lendo?, www Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que eu terminei de ler?
Terminei A bibliotecária de Auschwitz, de Antonio G. Iturbe. Baseado na história real de Dita Dorachova, uma adolescente que ajudou a manter secretamente oito livros circulando num pavilhão que foi montado para 'manter as aparências' para a Cruz Vermelha. Ela é corajosa, determinada, articulada, e uma sobrevivente ímpar.
Isso dito, eu me conectei mais com Alfie Summerfield, do Fique onde está e então corra, do que com ela. Não sei dizer porquê. Honestamente, ela tem toda a lista de atributos de uma personagem adorável, não só pelo dado de realidade, que a faz tão mais fascinante e admirável (ela ainda está viva), mas por seu amor aos livros (escolhi uma citação desse livro pra amanhã). Mas talvez o autor tenha escolhido essa capa de heroína pra retratá-la, e talvez seja simplesmente porque ele achou que esse era o modo mais interessante, e você vê muito claramente que ela sempre foi a forte da história toda, e de alguma maneira ela simplesmente não precisa de você. (Sim, tenho noção de que estou soando maluca, mas o modo como o autor decide traduzir os personagens sempre faz diferença na nossa empatia com eles, você sabe disso, né?)
Terminei Uma constelação de fenômenos vitais, de Anthony Marra. Se fosse qualquer outra semana, eu ia achar que era mau humor, mas estou de folga, não de TPM, longe do trânsito... não existe razão que não seja o normal pra dizer que achei só bom. É um livro interessante, sobre uma guerra sobre a qual temos poucas informações e de um país muito distante de nós, e o autor conseguiu ligar as histórias bem o suficiente para amarrar as devidas pontas. Mas me irritei com a narrativa vai e vem (de 94 a 2004), com trechos que achei dispensáveis e outras informações que senti falta, e, de novo, não me tocou.

Estou lendo Mr. Peanut, do Adam Ross. Grandes esperanças depositadas nessa história.

Acho que em seguida lerei O pesadelo, do Lars Kepler, ou o da Marie Lu, Young Elites, esse no Kindle.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Teaser Tuesday, temperinho da terça - A bibliotecária de Auschwitz, Antonio G. Iturbe

A menina tinha o vínculo que une algumas pessoas aos livros. Uma cumplicidade que ele próprio não possuía, por ser ativo demais para se deixar fisgar por linhas e linhas impressas em páginas. (...) Se deu conta de que Dita tinha essa empatia que faz com que certas pessoas transformem um punhado de folhas num mundo inteiro só para elas.

Quem nunca? :)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Musing Mondays, (in)Sensatas segundas - livros sobre fatos reais

Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade... Ele vem, originalmente, do blog Should be reading, e pode ser sobre qualquer coisa relacionada a livros...

Inspirada em livros que li semana passada e estou lendo agora, pensei em falar um pouco sobre livros baseados em histórias reais.
Na verdade, acho que literatura sempre tem verdade. Eu mesma tenho dificuldade em me deixar levar por algo que seja completa e absolutamente fantástico, acho que já mencionei isso anteriormente. Claro, se a gente está falando de Harry Potter ou de Crônicas de Nárnia, podemos não ter daemons ou termos sido convocados por uma escola de mágicos, mas partilhamos os sentimentos dos personagens, e isso é sempre muito real.
Mas o que estou falando é de livros que tenham esse fundo jornalístico de lupa na história. Por exemplo, os que eu gostei:
me lembro do Corações sujos, do Fernando Morais, que nunca me canso de citar, porque foi tão sensacional.
Olga, do mesmo autor.
O diário de Anne Frank.
Christiane F. (o primeiro, não gostei do segundo)
Garota, interrompida (Susanne Kesey)

Acho necessário um enorme talento para escrever um desses livros, se você não é o protagonista, e manter o tom real para o leitor; ser o 'editor' apenas o suficiente para deixar a obra amigável, mas fazer com que essa essência de realidade permaneça, porque muitas vezes, é isso que atraiu a pessoa que comprou esse livro. - É também muitas vezes isso que pode fazer com que o brilho da obra fique um pouco mais obscuro, na minha opinião: errar o tom.
Eu sei que em algum momento já falei de livros realistas, por aqui. O que me compeliu a trazer isso à tona dessa vez foi que li  Philomena, acabei de acabar A bibliotecária de Auschwitz e estou no meio de Uma constelação de fenômenos vitais, livros inspirados por fatos reais e pesados, que requeririam esse tipo de talento.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Rotaroots - blogagem coletiva

Então é assim: O Rotaroots tem uma proposta muito incrível de fazer blogagens coletivas, resgatar a coisa "de raiz" dos blogs, sabe? E mensalmente há um convite, com temas, memes e afins. Esse mês havia um tema sobre falar do seu blog e um meme sobre escrevê-lo à mão. Então num ímpeto de inspiração resolvi fazer ambos e cá estou. Escrevo a lápis porque amo lápis, me julguem. E o que





vou falar do blog hoje é megalegal... não sei como, nem porquê, nem onde, As pequenas e grandes alegrias da vida receberam 10000 visitas. Não, não desligue. Você é o 10.020o. (ou algo assim) visitante. Isso quer dizer 1000 pessoinhas fofas por mês, e me enche de... pequenas e grandes alegrias :) Tomara que esses 10 primeiros meses tenham sido só o começo de muitos livros, muitos cafés, muitas gatas, muitas fofurices e muitas, muitas companhias. Obrigada por estar aqui!
Beijo sabor manteiga de amendoim!

você sabia?






Esse infográfico foi publicado em diversos lugares, e por ser ligeiramente deprimente, causou bastante barulho entre os leitores. No final, o sujeito que originalmente o havia difundido se retratou e ele mesmo foi procurar novas fontes, porque concluiu, provavelmente com certo grau de sensatez, que alguns fatos eram bem específicos e isolados culturalmente. (os links estão no próprio infográfico).
Infelizmente, de modo geral, parece retratar muito da nossa realidade: alunos de colégio (High School) lendo pouco - embora, deus seja louvado pela onda de John Green, Stephenie Meyer, JK Rowling e etc, que está fazendo os jovens lerem mais - , adultos lendo pouco - também embora eu ache que a situação não é tão terrível assim... enfim. Vale pensar. E dar um livro pra todo mundo que você conhece nas próximas vezes que for comprar um presente :)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays: O que estou lendo?

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:

(já sei que o dia está errado, mas essa semana foi muito maluca, minha gente!)

O que eu terminei de ler?

Li alguns freebies: Driven to date, Shopping for a billionaire, White lies: eram pra ser chick lit, literatura de meninas bem engraçadinha, fofa e cor de rosa, mas foram todos meio decepcionantes (o link vai pra resenha do goodreads, que foi bem marromeno. Li um romance/erotica que é par do Real, o Remy, superfofo no esquema herói bem maluco (literalmente bipolar) e completamente apaixonado pela heroína sem noção. Aí eu li um que achei que ia me tirar dessa vida de não pensar enquanto se lê, o Philomena (foi baseado no filme, e eu quis muito ver o filme; acabamos perdendo e comprei o livro.)
SPOILER ADIANTE, TÁ??? SE NÃO QUER SABER, MELHOR PULAR ESSES PARÁGRAFOS
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A coisa com Philomena é a seguinte: eu li cheia de hipóteses formadas. A edição que eu tenho é exatamente essa do link, e se você vir a capa, (e não viu o filme, só leu o subtítulo), fica com a impressão de que a Philomena Lee está ali falando com o filho. Só que ela jamais o encontrou! Ele a procurou, ela o procurou, ele morreu infeliz e frustrado com a sensação de não saber quem era e ela, infeliz e frustrada porque jamais quis abdicar dele e só confessou sua existência à família cinquenta anos depois. Eu fiquei até o fim do livro esperando que eles tivessem pelo menos se visto. Que triste, que ... frustrante! até porque hoje a gente vive num mundo de internet, de investigadores, de coisas acessíveis, e eu fiquei me perguntando como ele não tentou antes, que droga que ninguém teve recursos suficientes para poder se achar.
A isso se junta o fato de que o livro não é impecavelmente bem escrito, e eu li algumas críticas que alegavam que os diálogos foram completamente fabricados, ou seja, virou ficção absoluta. Então, nem por literatura ficou grande coisa. O que realmente fez valer a pena ler o livro foi simplesmente parar pra pensar nas pobres mães que tiveram de abrir mão de seus filhos, nas adoções, nos casais que queriam filhos, na análise psicológica que alguém fez dos órfãos no livro (eternamente querendo aceitação e eternamente esperando rejeição), em quão mimados hoje somos em termos de medicina, tecnologia e vida (era o começo da AIDS que levou tanta gente)...
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Finalmente, eu li o livro da María Dueñas, A melhor história está por vir. Eu havia ouvido falar bem dela e desse livro.
Agora estou pensando que devo estar numa semana de mau humor, porque sou bastante generosa na distribuição de estrelas e não adorei nada nessa leva.
Nesse livro, a questão foi a seguinte: um, não 'conectei' com nenhum personagem. Nem a Blanca Perea, a professora universitária que, abandonada pelo marido num caso clássico de 'por mulher mais nova, mais loira e esperando outro filho', decide aceitar um emprego temporário em outro país, nem o diretor do departamento, o Luis, nem o Daniel Carter, que se descobre depois ser o real chefe dela, nem o Andres Fontana, cujos documentos ela está investigando... ninguém me pareceu legal, interessante, real, divertido, dolorido, legal o suficiente. Nem as dores óbvias e latentes aparecem, aquelas sobre as quais o leitor (ou a leitora, ou eu) queria saber mais, como as do Daniel, as da própria Blanca, as de Andrés... Nem as alegrias profundas. Fica tudo supostamente implícito, e sutil - mas não achei isso bem feito o suficiente. 
Gostei do último capítulo, basicamente porque achei fofo. E adorei a citação que publiquei no tempero da terça, achei muito profunda e linda. (aqui). Mas é isso.

O que estou lendo?
Comecei A bibliotecária de Auschwitz.

O que lerei em seguida?
Uma das razões pelas quais atrasei essa publicação é que entrei em miniférias (só até a próxima semana), e fiquei tão confusa com a liberdade que não consegui dar conta de tudo que eu quis fazer rs! Mas uma das primeiras coisas que eu fiz, oh que surpresa, foi comprar cinco livros novos, um no kindle (The young elites, Marie Lu) e outros quatro físicos - além da bibliotecária de Auschwitz, comprei esse aqui, por exemplo. Provavelmente serão os próximos.



terça-feira, 7 de outubro de 2014

teaser Tuesday, temperinho da terça - María Dueñas, A melhor história está por vir



"Fazer aniversário quando você é velho, crianças, não é tão divertido como quando somos pequenos. Ninguém lhe dá presentes interessantes, só livros, discos, lenços e bobagens assim. Mas atingir certa idade tem seu lado positivo. Você perde algumas coisas pelo caminho, mas ganha outras também. Aprende a ver o mundo de outra maneira, por exemplo, e desenvolve sentimentos estranhos. Sentimentos como a compaixão. E a compaixão não é mais que querer ver os outros livres de sofrimento, independentemente do sofrimento anterior que eles nos possam ter causado. Sem cobrar nem olhar para trás."

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

6 on 6: outubro 2014 Coisas boas da vida!

O projeto 6 on 6, coisa mais fofa do mundo, pede pra publicarmos 6 fotos dia 6 sobre um tema x. Neste mês, o tema será coisas boas da vida. Tentei não repetir as coisas dos ingredientes que me compõem, que fiz na blogagem coletiva essa semana do Rotaroots, (trapaceei só um pouquinho com os livros, mas é perdoável, vai!), e ficou difícil. Não que seja difícil falar das coisas boas da vida, elas são muitas, ainda bem... Sugerido por moi <3

1. Coisa boa da vida número 1:

livros - ah, nem tinha como nesse fórum aqui eu não começar falando de livros, né? Comprados, emprestados, dados, escritos, lidos, relidos.


2. Coisa boa da vida número 2:

viajar - não só porque existem lugares tão lindos no mundo (abaixo, Liverpool, Inglaterra, a vista do nosso hotel, no meio do inverno, só amor), mas porque nos lembra que existe muito mais do que nosso umbigo à nossa volta. Não precisa ser pra longe, não. Às vezes é até bom que seja pertinho, porque é mais um tapa na cara de saber que a uma hora de casa, as pessoas tem outro ritmo, que as vidas são diferentes mesmo no vizinho.

3. Coisa boa da vida número 3:

bichotinhos - não querem muito da vida, tem olhar doce e inteligente e são tão fáceis de amar... sejam gatos, cachorros, passarinhos ou joaninhas, acho que se a gente tiver como meta ajudar um bicho por dia, nosso karma já agradece. E nos divertimos tão mais :) Abaixo, a Prue, que foi a última aquisição da casa, há dois anos e meio, com os filhotes (que foram doados quando desmamados e lindos e estão bem, obrigada - uma delas, a Biju, é igualzinha à mãe).



4. Coisa boa da vida número 4:

chocolate. No meu caso, chocolate com amendoim. Sim, sei que é pobre. Alguém com mais classe diria chocolate com pistache, ou amêndoas. Mas eu gosto mesmo de amendoim, seja o bom e velho Shot, Kit Kat de Peanut Butter, Reese's Peanut butter ou MMs de Peanut Butter. Essas foram minhas compras essa semana.

5. Coisa boa da vida número 5:

ver o mar. De vez em quando preciso ir lá ver se está tudo bem com ele. Veja bem, aprendi a nadar adulta, não sei mergulhar nem sou fã de esportes radicais, então minha questão é puramente emocional. É ouvir o barulhinho, é ver o vento interagindo com a água, é olhar o por do sol e o recuar da água na areia. Amo muito.


6. Coisa boa da vida número 6:

descobrir que chegando no número 6, uma lista de outras 6 coisas me ocorrem: (a saber, barulho de chuva pra dormir ou acordar no fim de semana, bolo de maçã com canela, cheiro de grama, risada de criança, as pessoas que você ama, fazer listas :))






sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Rotaroots - blogagem coletiva - Os ingredientes que fazem você

O Rotaroots sugeriu uma publicação muito legal de blogagem coletiva com o tema "Os ingredientes que fazem você". Era pra publicar dia 30, mas foi uma semana ligeiramente corrida... e a proposta é tão legal que não resisti e vou fazer atrasada mesmo.


Hoje eu posso dizer sem nenhuma dúvida que boa parte de quem eu sou tem a ver com esse moço aí <3


Boa parte anterior a isso vinha da minha mimi, a irmã mais mimi do mundo.


Nossa casa hoje tem muita história. (Drama, tragédia, comédia, musical... os seis meses de reforma alimentaram tudo isso :P) Mas traduz muito quem nós somos.


Não sei imaginar minha vida sem as gatas, e sem conseguir ajudar quais eu puder (essas são algumas das provisórias que ficaram em casa até serem adotadas. Não parecem estar se beijando lá em cima?)



O pudim de leite da minha mãe faz parte da minha história. Olha como ele é mais durinho que a média dos pudins. Traduz as receitas que minha mãe faz e fazia, as coisas que eu gosto de comer e que as outras mães fazem diferente, meu gosto por doce...


Friends: cito todos os episódios, rio alto nos primeiros cinco minutos, termino as frases, amo como se conhecesse os autores pessoalmente.



Obviamente, meus livros são muito de mim. Definem tanto de quem eu sou, de quem eu gosto de ser, de quem eu queria ser, de quem eu fui e serei... Nem quero que não sejam. 

Tem várias outras pitadas, né? Mas tenho a impressão que a gente está falando aqui dos ingredientes base da torta, né??? 


você sabia?


Se você ler um livro por semana, começando com 5 anos, e viver até 80 anos de idade, você terá lido um total de 3.900 livros, um pouco mais de 1/10 de 1% dos livros atualmente impressos.
(Lewis Buzbee, The Yellow-Lighted bookshop)

Ai meu Deus. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Aventuras gastronômicas - Setembro

Embora tenha sido mês de Restaurant week, durante a dita cuja fomos à La Grassa, que eu amo com week ou sem week, e nas outras semanas fomos à outros lugares conhecidos: Lanchonete da Cidade, Tony Roma's, Le Repas bistrô, Nou, Bacio di Latte algumas vezes (poderia fazer um post só falando dos sabores. Nutelina, por exemplo, que tem PEDAÇOS de nutella no meio do gelato. Mas vou me abster, em honra da instrutora de Pilates que se ouvir isso me fará ir praquele aparelhinho desagradável fazer mais abdominais do que eu quero - que, no caso, é um por aula (parênteses dentro do parênteses: os que eu quero, não os que ela me faz fazer.)).
Assim, sem mais delongas, as novas aventuras gastronômicas de setembro foram:

Ruella Bistrô
Eu tinha altíssimas expectativas, porque o mundo inteiro (leia-se críticas gastronômicas) diz que é o lugar mais romântico da cidade. Verdade seja dita, é realmente muito bonitinho. Mas a questão é que estava um dia lindo, e eu adoraria ter sentado lá fora, o que não me foi permitido. Nos enviaram para dentro. O salão, fofamente decorado, não foi o suficiente para superar o fato de que os pratos não alcançaram nenhum tipo de crivo. Eu pedi um penne com camarões, que tranquilamente poderia ter feito em casa, e quem me conhece sabe que massa é a única coisa que eu faço porque de cozinheira não tenho nada. Ele pediu costelas, aparentemente fibrosas. Pedi também o drink ruella, que foi uma groselhinha um pouco infeliz. Para fazer o desempate, afinal não havíamos pedido muito do que é especialidade do lugar (só o drink), pedimos o creme brulèe de sobremesa. Veio quente por inteiro, líquido por dentro, igualzinho o primeiro (e único) que eu fiz há dez anos. Resultado: bonitinho, mas ordinário. Saí muito frustrada de ter gasto dinheiro e tempo ali.

Jardineira Grill
Rodízio muito bom, bem servido, atendimento rápido, carnes de boa qualidade, provavelmente voltaremos. Comete o pecado de todos os rodízios que eu conheço: as bebidas e as sobremesas, mesmo quando são boas, teriam de ser gourmet para valer o que são cobradas. Mas acerta no resto.

Esquina Mocotó
O Esquina Mocotó é ao lado do Mocotó, e supostamente dá espaço ao Rodrigo Oliveira para uma cozinha de autoria, escapando um pouco da tradição muito nordestina que era do pai dele e originou o Mocotó. O lugar é distante de nós (Vila Medeiros, nós estamos na zona sul) e a espera sempre longa (uma hora), mas eu sabia que valeria a pena. Comemos dadinhos de tapioca no balcão do Mocotó enquanto esperávamos, e no Esquina:
Dadinho de porco – clássico com linguiça defumada e salame
Bolinho de carne-de-sol com creme de requeijão
Nhoca – nhoque de mandioca com legumes, tucupi, cogumelos e queijo de cabra
Carne-de-sol (Angus Black) com baião-de-dois sertanejo
Bebi caipirinha de jabuticaba também, e o Rodrigo  Oliveira, fofo como sempre, estava lá sendo fofo* (*mentira, estava cozinhando, mas você entendeu, a cozinha é aberta e a fofurice dele pública).
Eu não amo carne de porco, quase não como. Por outro lado, o bolinho de carne de sol estava divino e o nhoque... Não consigo descrever o tal nhoca. Absolutamente perfeito, uma mistura sutil e deliciosa de tempero e sabor. Eu fiquei pensando num amigo, que estuda gastronomia, e como ele avaliaria o prato. Eu voltaria a pé só para comê-lo. (Já mencionei os 18 km de distância?)


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Sorteio!!!!


Finalmente chegamos em outubro e para quem não sabe, o Livreando faz aniversário dia 13. Como foi boa essa comemoração, hein! Agora trazemos para vocês a terceira e última parte da promoção em comemoração de 1 ano do blog. Não fique de fora dessa grande oportunidade de ganhar mais livros e lindos mimos. Chega mais!!!

Confira agora a terceira parte dessa grande festa!

Blogs participantes desta promoção:

Então, não fique de fora e venha conosco comemorar! Você é o nosso convidado especial.

Regras:
  • Residir em território brasileiro;
  • Comentar nesse post seu nome de seguidor e um e-mail válido para contato;
  • Período de inscrição para a promoção será de 01/10/2014 a 01/11/2014;
  • O vencedor terá até 72 horas para entrar em contato com os blogs parceiros. Caso não haja esse contato, será sorteado um novo vencedor;
  • O prazo de envio dos prêmios será de 60 dias após a divulgação do resultado;
  • Cada blog participante da promoção será responsável pelo envio do seu respectivo prêmio, ou seja, os prêmios chegarão individualmente e em prazos diferentes;
  • Cada kit terá apenas 1 ganhador;
  • O resultado será divulgado em até 07 dias após o término das inscrições neste mesmo post;
  • Nenhum blog tem qualquer responsabilidade por extravio ou perda por conta dos Correios;
  • Para se inscrever é necessário preencher corretamente as entradas no formulário do Rafflecopter. Se no dia do resultado o vencedor não estiver ativo (seguindo as opções de entrada), será realizado novo sorteio.














QQQ Quartas, O que estou lendo

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


Que você está lendo?
Pra dizer a verdade, estou lendo dois livros: O morro dos ventos uivantes (Wuthering heights), da Charlotte Bronté, e acabei de começar Minha luta, do Karl Ove Knausgaard. Vamos ver...
 ,
Que terminou de ler?
Li dois freebies, um categoria esquecível (You smiled) e um fofo (Jane Austen girl, Timbell Creek romance). Esse último é capcioso: a única conexão com Jane Austen é o nome da empresa da protagonista, que o escolheu porque acha que Jane "era corajosa e à frente de seu tempo". Mas a história é bonitinha, com vários personagens ligeiramente interessantes, o que como eu já disse anteriormente, é uma vantagem com livros gratuitos.
Li Orgulho e preconceito, da Jane Austen (falei de livros gratuitos ontem; esses clássicos são sempre encontrados gratuitamente, por exemplo aqui) Vou escrever uma resenha no Timely classics, mas enquanto isso, pra quem não leu, informação da Infopedia:
Publicado pela primeira vez em 1813, Orgulho e Preconceito é a obra de estreia da escritora inglesa Jane Austen que, partir de 1796, começou a trabalhar na sua versão original, First Impressions, que seria elaborada para publicação entre 1810 e 1812.
Não fugindo ao carácter de todos os romances posteriores da autora, Orgulho e Preconceito trata  de enlevos amorosos,sendo por vezes considerada como uma sátira de costumes, sobretudo pela  relativa implausibilidade das personagens.A obra descreve os atritos entre Elisabeth Bennett, uma jovem inteligente, filha de um aristocrata rural, e FitzwilliamDarcy, um abastado proprietário  agrícola, também ele pertencente à aristocracia inglesa.
A ação decorre principalmente na pequena cidade de Hertfordshire, e inicia-se com uma conversa mantida emLongbourn, a propriedade da família Bennett, acerca da chegada de Mr. Bingley, tido como candidato adequado desposar uma das cinco filhas solteiras da família
O relacionamento entre Elizabeth e Mr. Darcy começa a partir do desagrado mútuo, mas este  acaba por se deixar intrigar pela sua mente e pelo seu espírito, acabando ambos por se enamorar e tornar unidos em felicidade.
Irônica, a linguagem utilizada em Orgulho e Preconceito é tida pelos especialistas como elegante imaculada. Jane Austen foi criticada pelos seus contemporâneos como sendo uma escritora impassível, mas teria sido precisamente esta falta de paixão explícita que a autora terá sido capaz de fornecer uma descrição tão irônica dos costumes e da moral da sociedade do século XIX. Utilizando um narrador impessoal, Jane Austen consegue fazer com que as personagens não sejam o centro da mesma, mas apenas uma parte.
Em Orgulho e Preconceito, Jane Austen não critica a situação feminina na sociedade vitoriana, apenas comportamento, quando se revela sendo pouco inteligente e irracional. Como em todos os romances da autora, o bom comportamento acaba sempre, mesmo após atribuladas peripécias, por gerar boa fortuna.


Que lerá em seguida?
Ando seguindo meu humor. E as circunstâncias (se estou com livros, com o kindle, com o ipad). E pronto. Quem manda aqui sou eu.