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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Musing Mondays, (in)Sensatas segundas - livros sobre fatos reais

Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade... Ele vem, originalmente, do blog Should be reading, e pode ser sobre qualquer coisa relacionada a livros...

Inspirada em livros que li semana passada e estou lendo agora, pensei em falar um pouco sobre livros baseados em histórias reais.
Na verdade, acho que literatura sempre tem verdade. Eu mesma tenho dificuldade em me deixar levar por algo que seja completa e absolutamente fantástico, acho que já mencionei isso anteriormente. Claro, se a gente está falando de Harry Potter ou de Crônicas de Nárnia, podemos não ter daemons ou termos sido convocados por uma escola de mágicos, mas partilhamos os sentimentos dos personagens, e isso é sempre muito real.
Mas o que estou falando é de livros que tenham esse fundo jornalístico de lupa na história. Por exemplo, os que eu gostei:
me lembro do Corações sujos, do Fernando Morais, que nunca me canso de citar, porque foi tão sensacional.
Olga, do mesmo autor.
O diário de Anne Frank.
Christiane F. (o primeiro, não gostei do segundo)
Garota, interrompida (Susanne Kesey)

Acho necessário um enorme talento para escrever um desses livros, se você não é o protagonista, e manter o tom real para o leitor; ser o 'editor' apenas o suficiente para deixar a obra amigável, mas fazer com que essa essência de realidade permaneça, porque muitas vezes, é isso que atraiu a pessoa que comprou esse livro. - É também muitas vezes isso que pode fazer com que o brilho da obra fique um pouco mais obscuro, na minha opinião: errar o tom.
Eu sei que em algum momento já falei de livros realistas, por aqui. O que me compeliu a trazer isso à tona dessa vez foi que li  Philomena, acabei de acabar A bibliotecária de Auschwitz e estou no meio de Uma constelação de fenômenos vitais, livros inspirados por fatos reais e pesados, que requeririam esse tipo de talento.


3 comentários:

  1. Eu amo histórias reais, meu gênero predileto. E o primeiro que li foi O Diário de Anne Frank. E como você disse, para contar histórias reais, o autor tem que ter talento, pois ao contrário da ficção, a história real não permite recursos para tornar-se mais interessante, ela é o que é e pronto.

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    1. Qual de todos eles foi seu predileto? Eu li esses essas últimas semanas aí mas nenhum me foi apaixonante, sabe? saudade de me sentir como depois de Olga.

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  2. Predileto? Hum, que pergunta difícil! Vamos falar dos que mais gostei: Sem asas ao amanhecer, escrito em forma de diário, é o relato de uma pessoa que perdeu os movimentos, ela escreve com tanta revolta que está ali todo o sentimento de ser humano inconformado, isto me fez gostar dele. Retalhos é uma autobiografia em HQ, linda, comovente, inteligente, maravilhosa! Adeus, Stalin é a história de uma família que vem para o Brasil, fugindo da ditadura stalinista. Anarquistas, Graças a Deus é a minha obra preferida de Zélia Gattai e ela conta um pedacinho da sua infância e da vida familiar na São Paulo de anos atrás. Mundos de Eufrásia é a história de uma mulher muito forte, escrito em forma romanceada, eu gostei também, apesar de achar que a autora floreou demais em alguns capítulos. Nossa, são muitos livros que gostei, apenas me arrependo de não ter lido Olga antes de ver o filme.

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