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Leticia's favorite books »

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays: O que estou lendo?

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:

(já sei que o dia está errado, mas essa semana foi muito maluca, minha gente!)

O que eu terminei de ler?

Li alguns freebies: Driven to date, Shopping for a billionaire, White lies: eram pra ser chick lit, literatura de meninas bem engraçadinha, fofa e cor de rosa, mas foram todos meio decepcionantes (o link vai pra resenha do goodreads, que foi bem marromeno. Li um romance/erotica que é par do Real, o Remy, superfofo no esquema herói bem maluco (literalmente bipolar) e completamente apaixonado pela heroína sem noção. Aí eu li um que achei que ia me tirar dessa vida de não pensar enquanto se lê, o Philomena (foi baseado no filme, e eu quis muito ver o filme; acabamos perdendo e comprei o livro.)
SPOILER ADIANTE, TÁ??? SE NÃO QUER SABER, MELHOR PULAR ESSES PARÁGRAFOS
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A coisa com Philomena é a seguinte: eu li cheia de hipóteses formadas. A edição que eu tenho é exatamente essa do link, e se você vir a capa, (e não viu o filme, só leu o subtítulo), fica com a impressão de que a Philomena Lee está ali falando com o filho. Só que ela jamais o encontrou! Ele a procurou, ela o procurou, ele morreu infeliz e frustrado com a sensação de não saber quem era e ela, infeliz e frustrada porque jamais quis abdicar dele e só confessou sua existência à família cinquenta anos depois. Eu fiquei até o fim do livro esperando que eles tivessem pelo menos se visto. Que triste, que ... frustrante! até porque hoje a gente vive num mundo de internet, de investigadores, de coisas acessíveis, e eu fiquei me perguntando como ele não tentou antes, que droga que ninguém teve recursos suficientes para poder se achar.
A isso se junta o fato de que o livro não é impecavelmente bem escrito, e eu li algumas críticas que alegavam que os diálogos foram completamente fabricados, ou seja, virou ficção absoluta. Então, nem por literatura ficou grande coisa. O que realmente fez valer a pena ler o livro foi simplesmente parar pra pensar nas pobres mães que tiveram de abrir mão de seus filhos, nas adoções, nos casais que queriam filhos, na análise psicológica que alguém fez dos órfãos no livro (eternamente querendo aceitação e eternamente esperando rejeição), em quão mimados hoje somos em termos de medicina, tecnologia e vida (era o começo da AIDS que levou tanta gente)...
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Finalmente, eu li o livro da María Dueñas, A melhor história está por vir. Eu havia ouvido falar bem dela e desse livro.
Agora estou pensando que devo estar numa semana de mau humor, porque sou bastante generosa na distribuição de estrelas e não adorei nada nessa leva.
Nesse livro, a questão foi a seguinte: um, não 'conectei' com nenhum personagem. Nem a Blanca Perea, a professora universitária que, abandonada pelo marido num caso clássico de 'por mulher mais nova, mais loira e esperando outro filho', decide aceitar um emprego temporário em outro país, nem o diretor do departamento, o Luis, nem o Daniel Carter, que se descobre depois ser o real chefe dela, nem o Andres Fontana, cujos documentos ela está investigando... ninguém me pareceu legal, interessante, real, divertido, dolorido, legal o suficiente. Nem as dores óbvias e latentes aparecem, aquelas sobre as quais o leitor (ou a leitora, ou eu) queria saber mais, como as do Daniel, as da própria Blanca, as de Andrés... Nem as alegrias profundas. Fica tudo supostamente implícito, e sutil - mas não achei isso bem feito o suficiente. 
Gostei do último capítulo, basicamente porque achei fofo. E adorei a citação que publiquei no tempero da terça, achei muito profunda e linda. (aqui). Mas é isso.

O que estou lendo?
Comecei A bibliotecária de Auschwitz.

O que lerei em seguida?
Uma das razões pelas quais atrasei essa publicação é que entrei em miniférias (só até a próxima semana), e fiquei tão confusa com a liberdade que não consegui dar conta de tudo que eu quis fazer rs! Mas uma das primeiras coisas que eu fiz, oh que surpresa, foi comprar cinco livros novos, um no kindle (The young elites, Marie Lu) e outros quatro físicos - além da bibliotecária de Auschwitz, comprei esse aqui, por exemplo. Provavelmente serão os próximos.



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