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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Andanças de dezembro




Andanças de dezembro foram diversas; abaixo, as comilanças e os intervalos entre elas, quer dizer, as outras coisas que às vezes a gente faz (normalmente antes de comer, quem eu estou enganando?).


Café Arabe, na Brigadeiro Faria Lima, 1827; almoço honesto, comida árabe boa. Não tem site, mas se você fizer um google, vai achar várias críticas positivas.
Pão (padaria artesanal orgânica), no Shopping Iguatemi. Fui pela experiência, mas não achei nada sensacional e esperava bem mais. Também não comi doces, talvez seja o forte deles. Almocei a tartine de queijo de cabra, que estava boa.
Le French Bazar - fomos almoçar em amigos, durante a semana, e estava vaziozinho (é na Fradique Coutinho, em Pinheiros).  Gostei bastante, e achei o valor bem razoável. (claro, as bebidas caras, como a maioria dos restaurantes infelizmente faz, mas pelo menos a água era cortesia). Era um pacotinho, entrada + prato + sobremesa. A entrada, com ovo, estava ótima, o prato também, e a sobremesa, um creme brulée, eu não adorei, mas tinha favas de baunilha de verdade, o que é um mérito real.
Bar da dona onça - adoro. Fomos levar um alemão que veio turistar (na verdade, trabalhar, mas conosco ele turistou no fim de semana), e achamos uma boa por ser no edifício Copan e tal. A comida nesse dia estava salgada, mas acho o lugar legal, as bebidas ótimas, gosto muito. As porções são imperdíveis (as croquetes de carne de panela, por exemplo).
Salve Jorge - bar super tradicional no centro de São Paulo, em frente à bolsa de valores. Fomos num sábado, tudo fechado, então uma delícia, aquele clima da cidade que a gente queria que São Paulo fosse... na verdade há duas outras unidades, mas me disseram que os preços da Vila Madalena são diferentes (mais caros, claro). De qualquer modo, eu tomei uma caipirinha chamada Saladino, com tangerina e gengibre (o garçom, dos mais atenciosos do universo, disse que eles trazem os ingredientes do Mercadão Municipal) que eu tomaria para sempre com facilidade :P
Cantina do Araújo e Sá Rosa, em Poços de Caldas: o primeiro é super tradicional, tem pratos bem servidos e ótimos. A cafeteria é  uma fofura sem fim, tudo é gostoso - experimentei já diversos doces de lá e gosto de tudo). Não tem site, mas vai por mim.
A quinta do Marquês - Sabe aquele lugar que você namora de longe? aí essa semana estavamos indo ao Café Arabe e ele estava fechado, então resolvemos ir à Quinta do Marquês, que aparentemente era restaurante também, e cuja fachada é atraente. Mas não é bonito e fofo como eu esperava não. A comida do self service parecia bem mortinha, os lanches bem sem graça, a atendente checou nosso pedido e errou nele (verdade seja dita, antes de trazê-lo; quando o trouxe, estava tudo certo) quatro vezes, e os quindins tinham cara de ter uma semana de idade. (O lugar supostamente é bem português, com doces tradicionais, tipo pastel de belém, de santa clara, quindim, etc etc).

Queria ir ao Belas Artes, e escolhemos esperar uma hora pra ver um argentino chamado El crítico. Eu não detestei, meu par sim. Comprido quase eterno, a coisa demorou pra engatar, o fim não foi hollywoodiano, tinha uma coisa toda na história meio "e daí?"; mas acho que o ator principal era bom, então segurou a coisa.
Tínhamos visto Setimo, com o Darín, que ainda está em cartaz lá. Não é ótimo, considerando-se que é Darín, mas ainda é melhor.

Fomos ao Zoológico também. Está super bonitinho e organizado, com várias coisas novas (vamos lá uma vez a cada dois anos, moramos perto). Tem uma família nova de suricatos, as girafas continuam lindas, e fomos num dia vazio, então estava delicioso. R$ 20,00 de entrada (inteira), mais os R$ 14,00 de estacionamento.

Fomos à exposição "O mundo segundo Mafalda". Absolutamente a maior fofura do universo. Gratuita, relativamente interativa, mas mesmo quando não, é interessante. Minha irmã e eu atravessávamos três bairros de ônibus na adolescência para ir à biblioteca alugar o Toda a Mafalda, numa edição em português de Portugal, e ela copiava as tirinhas em papel de seda. Todas as férias, até eu começar a trabalhar e comprar o treco, rs.



Fomos também à Pinacoteca do Estado ver a exposição do Ron Mueck, o australiano que faz sucesso com suas obras muito, muito, muito realistas. Eu nem queria muito ir ver, porque mil amigos tinham ido e eu já tinha visto todas as fotos das obras. Levei um tapa na cara, porque é a mesma coisa que dizer que você viu Paris porque assistiu muitos filmes que se passam lá e não precisa mais ir :P Sensacional, valeu a 1:30 de fila. (mas se você for, saiba que a fila anda mesmo assim, e vá com sombrinha, protetor solar, água e amor no coração). A entrada é só R$ 6,00, e a Pinacoteca na verdade merece a visita de qualquer jeito, porque o prédio é lindo, os vãos tem esculturas incríveis...

É isso. Que 2015 traga muito mais andanças pra todos nós!



2 comentários:

  1. Ah, tem outros Salve Jorge? Eu só conheço (de nome) o da Vila Madá, pq eu morava perto. De resto, de todos os locais que você mencionou, eu só fui no zoológico, rs..bom, e no Belas Artes. Filho pequeno, sabe como é. Essa exposição da Pinacoteca eu queria ver, mas fila eu não pego nem para casar com o George Clooney. Tenho fobia.

    Feliz ano novo!

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  2. Ri com o George Clooney, rs. Eu tenho fobia é de planos que são atrapalhados pelos inconvenientes, rs... chegando lá, eu não sabia que haveria aquele tamanho de fila, mas se fôssemos embora atrapalharia todo o resto do dia... no final valeu a pena esperar. leva seu pequeno à Mafalda, ele vai gostar :)

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