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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Aleatoriedades - pequena alegria da semana

Oi! Lembra que eu sou a maluca da organização, né? Pois é. Minha irmã se casou recentemente e está mandando fazer armários, e fiquei com inveja das coisas que já são novas desde que nós fizemos os nossos. Bom, também fiquei com inveja porque ela não tem problemas de espaço – a gente mora em apartamento, e embora ele não seja minúsculo, o espaço tem de ser minimamente negociado para que possamos sentir que vivemos com conforto e não numa caixa no 10. andar.

Então resolvi dividir mais algumas coisas que aprendi na época da reforma:
1.      Entra uma coisa, deve sair outra. Acredite em mim: você não precisa de quatro pares de botas. E se está comprando mais uma ‘camisetinha’ ou ‘blusinha’, certamente há outra no fundo da gaveta que alguém vai fazer melhor uso que você.



2.      Em tempo: guardar as camisetas/blusinhas/suéteres podem ser guardadas em rolinho; amassam menos, ocupam menos espaço, são mais fáceis de visualizar.

3.      Prateleiras são de Deus. As que estão acima da sua cabeça, então, harpas tocam. Não ocupam espaço, não te fazem tropeçar, as coisas ficam à vista (e portanto mais arrumadas).
4.      Tem algum armário sobrando? Sabe aquelas sapateiras com divisórias de plástico? São excelentes para pendurar na porta de um armário ou numa porta e colocar de tudo: produtos de limpeza na lavanderia, toalhas de mão, ferramentas na garagem...
5.      Outra coisa que ajuda a vida das pessoas: divisórias nas gavetas (são compradas em grandes lojas, tipo Etna, TokStok, etc) e/ou caixas (tipo de vime) para organizar conteúdos. Tenho caixa para fotos, que fica na estante, caixa para materiais do trabalho, caixa para lembranças de viagem (tipo mapas, pequenos guias, notinhas que não quis jogar fora). Quero ver? Tiro uma caixa da estante, mexo, coloco tudo de volta, nada de zona.
Uma hora vou fazer um post sobre as coisas reutilizáveis também (ganhos de cortina de box são megaúteis pra pendurar colares, potes de molho de tomate viram excelentes potinhos de presente de cookies, garrafas de vinho ficam tão lindas com flores do campo ou rosas únicas...), mas por enquanto, ficamos por aqui.
Beijo J



quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Letícia lê - semana 25 - semana temática - Kindle Unlimited

Meu goodreads de repente tem melhores pensamentos sobre os livros, mas vamos lá, resumo resumido:

Maze runner, James Dashner - a ideia é bem incrível e quase sempre muito bem executada.
The love object: stories, Edna O'Brien - contos, instáveis, eu achei.Vários muito legais, outros nem tanto. Mas gostei muito de conhecer a autora.
The color of secrets, Lindsay Ashford - muito bem escrito, narrativa que percorre 20 anos de dor e preconceito, família e desengano.
Sugar, Deirdre Riordan Hall - bonito e comovente, a história de uma adolescente abusada pela mãe, verbalmente.
Coming clean, Kimberly Rae Miller - a história da autora e seu problema com o pai, que era um acumulador.
Perfect timing, Jill Mansell - Chick lit bem esquecível... ou seja, eu já esqueci.
If on a winter's night a traveler, Italo Calvino - O começo é TÃO legal. E é isso.
When I found you, Catherine Hyde Ryan - Gostei muito mais do que eu achava que gostaria! Um bebê é abandonado na floresta e encontrado por um sujeito de meia idade que tem uma esposa mal humorada. O livro alterna narrativas da vida dele e do menino.
What if, hypothetical answers for absurd questions, Randall Munroe - perguntas chatas e respostas mais ainda. O mais legal são os desenhinhos do autor.
Confessions of a Paris party girl, Vicki Lesage - uma moça que larga tudo e vai morar em Paris. Embora tenha título de chick lit, é muito mais legal e 'diário de viagem' que o abaixo.
A Zany slice of Italy, Ivanka di Felice - Eu adoro diários de viagem, e esse foi ligeiramente melhor que aquele outro The Italians. Ainda não é o que eu queria. Um casal vai morar na Itália e conta o que viveu. Houve uma ou outra coisa legal, mas eu queria muito mais momentos 'nossa, é isso mesmo'.
Three Daughters, Consuelo Baahr - muito fofo e bem escrito. Três gerações diferentes de uma família, embora cada uma tenha uma história muito distinta e eu não possa dizer mais sem dar spoiler. Vale a leitura.
Pines, Blake Crouch - um mistério bem misterioso, sobre um cara que vai investigar o sumiço do amigo e descobre que lá nessa cidade é 'impossível sair'. Tipo Hotel California, sabe a música? You can check in, but you can never leave? A coisa vai ficando cada vez mais tensa e esquisita.
10 minute declutter: Stress-free habits for simplifying your home, JS Scott - livro sobre isso mesmo: listas do que fazer em 10 minutos por cômodo e por dia para simplificar sua vida e sua casa. Gostei, mas se torna repetitivo em algum momento. Tem links legais, para pinterest e outros sites.

Books


Esses são os que eu li e não eram do Kindle Unlimited:

Olivia Joules e a imaginação hiperativa, Helen Fielding
Finding Audrey, Sophie Kinsella
The room, Jonas Karlsson
The last anniversary, Liane Moriarty
How to build a girl, Caitlin Moran
O silêncio das montanhas, Khaled Hosseini
The lost daughter, Elena Ferrante

terça-feira, 23 de junho de 2015

Aleatoriedades

Oi! Uma coisa muito boa da vida é viver num mundo no qual quase tudo está literalmente na ponta dos nossos dedos, né? Então vou dividir cinco sites que eu adoro com vocês:

www.updateordie.com – tem milhões de notícias sobre criatividade, inovação, tecnologia, educação. Te faz sentir muito conectada com o mundo, no que ele tem de melhor.
www.catracalivre.com.br – organizado, em termos de entretenimento pouca coisa o supera. Delícia.
www.life.com – Fotografias da extinta revista Life, pra fazer seu dia mais bonito.
www.todospelaeducacao.org.br – autoexplicativo, né?
www.panelinha.com.br – sou tão fã da Rita Lobo! Linda, chique, gente como a gente, e ainda sabe cozinhar... pode escrever: o dia que eu aprender a cozinhar, vai ser com esse site.
Por fim, descobri duas coisas legais por meio do Sernaiotto, com a fofa da Lominha: um, o blog www.true-luv.com, supergostoso de ler; e dois, um site com posters vintage para baixar: www.freevintageposters.com.



Acho que a nossa lista de Favoritos diz sempre muito a nosso respeito, rs. Por exemplo, recentemente eu descobri que tinha descontos que não sabia ter (da Porto Seguro, Itaucard, Vivo...) e não usava simplesmente por esquecer deles. Coloquei tudo na minha página para me lembrar de checar periodicamente o que estão oferecendo. Detesto perder dinheiro... 

divirta-se :)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

A Letícia lê - semana 22 - desafio literário - reta final

Resultado do desafio literário, que prometi terminar em julho 2015:

26 livros para ler em 2015 - meta: julho 2015!
1. Um livro que você tem mas ainda não leu - Extraordinário, RJ Palacio. Peguei no kindle há um tempão, e nunca tinha nem aberto. Pois li numa sentada, à noite, chorando nos momentos mais curiosos. é realmente especial, e August Pullmann um personagem que te faz amolecer por dentro. Ele é um garoto com uma anomalia facial, que vai à escola pela primeira vez no 5o. ano, e enfrenta a vida com mais maturidade que muita gente com quem eu já trabalhei, devo dizer.
2. Um livro que foi transformado em filme - a série After, da Anna Todd, foi transformada em filme. Para grande vergonha da humanidade e da literatura, não necessariamente nessa ordem. Ou não, talvez o filme consiga escolher as partes fofas.
3. Um livro que você escolheu baseado unicamente na capa -  This is the story of a Happy Marriage, da Ann Pattchett. Na verdade não foi só pela capa, pelo título também. Ou o título também é capa, rs? Enfim, eu havia lido Bel Canto, dela, há muito tempo, e gostei muito. Esse aqui, eu escolhi aleatoriamente e só descobri que era não ficção ao começar a ler a introdução - essa é a noção que eu (não) tinha do que era o livro. É uma coleção dos artigos que ela escreveu no decorrer dos anos para diversas revistas sobre uma série de tópicos, da amiga escritora que teve câncer à avó ou cadela. Histórias muito bem contadas, em sua maioria divertidas.
4. Um livro que um amigo ame - Na verdade, não é um livro que um amigo ame, é meio que um autor que muita gente que eu conheço ama. Mas eu ainda não gosto, desculpe. Foi The cement garden, do Ian McEwan. Eu quis lê-lo porque Reparação é um livro tão incrível, mas detestei O jardim de cimento em cada um de seus capítulos, com um pouco de respiro nas últimas quatro páginas, não o suficiente para mudar minha opinião.
5. Um livro publicado esse ano Wreckage, Emily Bleeker. Sobre um acidente de avião, pessoas que vão parar numa ilha e tem de sobreviver por mais de um ano, e ao voltar lidam com a mîdia e se veem mentindo muito para proteger suas famílias e a si mesmos. Peguei no Kindle first, fresquinho do forno!
6. Um livro de um autor que você nunca tenha lido:  Joshua Ferris, E nós chegamos ao fim. O autor é um ex publicitário, e a história é sobre uma agência de publicidade na qual estão havendo muitos cortes, de mais ou menos 99 até o meio de 2001. Retrata a vida num escritório (as piadas sobre o café, as maluquices de cada um, a vontade das pessoas de interagirem ou não, o respeito ou a falta dele entre os colegas de trabalho...) e a reação das pessoas à crise, à demissão, aos problemas. Houve partes muito boas, muito mesmo. E outras que se arrastaram, porque havia muitos personagens, e embora alguns fossem superinteressantes e críveis, outros eram tolos e infantis demais para merecer atenção.
7. Um livro de um autor que você ame - o do Veríssimo entra aqui, com certeza <3 - Diálogos impossíveis. Falei dele aqui.
8. Um livro que esteja no fim da sua pilha de leitura - Fim, da Fernanda Torres. Daqueles que eu não queria ler de teimosa, pq td mundo ia ler só por ser da Fernanda Torres, tava bem no fim. Não adorei. Começou de forma interessante, no meio eu já estava um pouco arrastando, querendo que acabasse logo. Nada de mais. Terminei porque não consigo largar o livro e porque era ela, honestamente.
9. Um livro com uma cor no título Gathering blue, The Giver Quartet 2, Lois Lowry. Mas é o livro mais chato do universo, o que é um anticlímax depois do primeiro, que é o Guardião das memórias, sabe? e muito legal.
10. Um livro que se passe num lugar que você sempre quis visitar
11. Um livro que você começou mas nunca terminou - Aos meus amigos, Maria Adelaide Amaral. Sempre havia outra coisa pra ler, embora ele comece num ritmo superbom. Ele me lembrou aquele filme ótimo, As invasões bárbaras, um francês no qual amigos se reencontram quando um deles está com câncer terminal. (Nesse, eles se encontram por ocasião do suicídio de um deles). É muito bem escrito, muito 'vivo', desculpe o trocadilho.
12. Um livro com um leão. Uma bruxa. Ou um guardarroupa.
13. Um livro com uma heroína. - Eu sei que ela não é a figura mais comum de "heroína", ou talvez seja. É a protagonista do livro, e protagonista vem do grego, o primeiro ativo. Embora a personagem seja tão pouco ativa, por conta da própria história. Enfim. O conto da aia, ou da serva, ou The handmaid's tale, da Margaret Atwood. Foram feitas adaptações teatrais, cinematográficas, e é incrível que tenha sido escrito em 1985, há tanto (e tão pouco) tempo. Amei esse livro.
14. Um livro que se passe no verão.  The Color of Secrets, Lindsay Ashford. Na verdade, o livro cobre mais de 20 anos, mas começa no verão de 1943, em plena Guerra.
15. Um livro de poemas.
16. Um livro que você descobriu por causa deste desafio.  Estava procurando um livro de poemas e achei um de contos. The love object, da Edna O'Brien. Adorei! São oito contos, não dá pra amar todos, mas gostei inclusive do fato de que ela, uma irlandesa naturalizada inglesa, se não me engano, é contemporânea da Alice Munro, que acho uma chata, e me deu esperança de que possa gostar de outras coisas dela.
17. Um livro que vá fazê-lo ficar mais inteligente.
18. Um livro com uma capa azul. - All the bright places, da Jennifer Niven, o livro mais triste do mundo. A capa é azul. Como o quarto do Theo. Suspiro.
19. Um livro que você deveria ter lido na escola mas não leu.  Capitães de areia, do Jorge Amado. Quer dizer, claro que ninguém me pediu para ler, eu já teria lido, mas sou resistente com livros que todo mundo leu, rs - por exemplo, li Jubiabá e Seara Vermelha, não li esse nem Tieta. Enfim, Jorge Amado era um ser excepcional.
20. Um livro que 'todo mundo' menos você já leu  Todo mundo é uma hipérbole bastante clara; mas tenho certeza que Maze runner era um que só ia crescer na lista de comentários das pessoas, então gostei de ter lido. E gostei do livro. Uma série distópica dark, de meninos, rs... mistura O senhor das moscas com Jogos vorazes e dá seu próprio tempero. bem legal.
21. Um livro com uma ótima primeira linha. -  Acho difícil superar o "Aquele foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos; aquela foi a idade da sabedoria, foi a idade da insensatez, foi a época da crença, foi a época da descrença, foi a estação da luz, a estação das trevas, a primavera da esperança, o inverno do desespero; tínhamos tudo diante de nós, tínhamos nada diante de nós, íamos todos direto para o paraíso, íamos todos direto no sentido contrário" - Um conto de duas cidades, Charles Dickens.
22. Um livro com figuras
23. Um livro da biblioteca 
24. Um livro que você amou... leia-o novamente! - Delicacy, do David Foenkinos, já cumpre essa tarefa. Amei. E continuei amando depois de reler :)
25. Um livro que tenha mais de 10 anos -  Meu Um certo capitão Rodrigo foi publicado em 49 e o meu exemplar, do Círculo do Livro, é de 1976!
26. Um livro baseado numa história real Inverno na manhã, da Janina Bauman! Falei dele há algum tempo: é sobre uma menina contando sobre sua experiência no gueto de Varsóvia.
Book resolutions

sábado, 6 de junho de 2015

6on6 - postagem coletiva - maio

oooi! Gosto tanto dessa postagem, e odeio o fato de que começo a pensar nela no mês anterior, mas aí passa super e quando vejo estou atrasada, rs! Mas persistirei: lá vão as fotos que eu amo do mês de maio:

1. Tortilla: meus pais são espanhois, e minha mãe, muito prendada. Nem na Espanha eu comi tortilla (que é basicamente batata, ovos e cebola) tão fofinha e umida e linda como a da minha mãe. Por mim, comia todo dia.


2. A Prue completou três anos de morar em casa. Eu já contei em algum 6on6: eu era gerente de uma escola em Guarulhos, cuja sala dava pra rua. Ela passeava pela calçada, me atiçando, eu comecei a dar comida, aí ela começou a entrar na sala... antes que ela entrasse nas salas de aula de alunos, eu resolvi levá-la pra casa. Aí passando no veterinário descobri que ela ia ter vários outros gatinhos antes de ser castrada... enfim, ela veio pra casa, e é o amor da vida do D. Meiga, fecha até os olhinhos pra receber amor. Mas morre de medo de estranhos, é só ouvir a campainha e se enfia embaixo do sofá. O nome dela vem da canção dos Beatles, Dear Prudence.


3. Ganhar presente já é uma delícia; de alguém que a vida te trouxe e colocou em outro caminho então... contratei a Biscoita Carol porque ela era a mais esperta das espertas, e era tão fácil ver que seria alguém com quem daria pra contar. Só não sabia que ela viraria minha amiga e ia também morar no meu coração. Acalenta o espírito saber que é verdade que a gente acha tempo e amor pra quem a gente quer. 

 4. A primeira vez que fui a um restaurante de fondue - e praticamente saí de ambulância! Falei dele no post sobre Andanças, #comida, mas foi bem divertido.

5. Fiz a aula de automaquiagem com minha amiga!!! Foram três horas, a Marcella (Marcella Make Studio, tem uma página no facebook, vai lá espiar!) ensina a gente a usar o que temos, nem ri quando contamos o que fazemos de tonto e orienta sobre os produtos mais legais para adquirir que de fato você vai usar. Devia ter feito essa aula anos atrás! Ainda estou patinando, mas tenho treinado sempre! PS: A foto abaixo era minha primeira tentativa sozinha, tá? não a culpe pelos erros.

6. Pra matar a saudade da Itália, o mais próximo que temos conseguido é ir à Bacio di Latte tomar o espresso, que inclusive acompanha degustação do sorvete (de leite). Aiai.


Junho é um mês delícia, de friozinho e aconchego. Espero que traga muitas fotos felizes pra todos nós :) Obrigada por estar aqui! Beijo

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Andanças de maio

Esse mês foi divertido porque fiz duas coisas legais:
uma, descobri o mundo dos descontos. Percebi que tenho descontos pelo seguro de carro que uso (Porto Seguro), pelo telefone celular (Vivo), por cadastro (Restorando), pelo cartão de crédito (Visa)... ou seja, paguei meia entrada no teatro e jantei, com acompanhante, com 30% de desconto num fim de semana que de outro modo teria sido bem mais salgado.
duas, aproveitei o frio!

fui ao Hannover, um dos restaurantes da cidade especializado em fondue. É caminho do trabalho, e eu sempre namorava a ideia,  mas não tinha certeza de que meu querido ia gostar e, sendo um lugar de prato único, isso era um impeditivo, porque seria dinheiro jogado fora. Aí descobri o tal desconto e me animei numa noite de frio. Pedi a ele que escolhesse o prato, e o eleito foi o fondue de picanha maturada, que também trazia linguicinhas e algumas cebolas, cercado de 14 molhos diferentes. Acompanhamos com um Chianti e comemos muito! Para dois seres humanos normais, seria o suficiente. Para nós, ainda fomos ao fondue de chocolate belga, com as frutas, marshmallow, suspiro... e só paramos porque de verdade, mais uma garfada e passaríamos mal.
O lugar é uma fofura, bonito, agradável, quentinho. A reserva foi feita para um dos primeiros horários, e encheu muito depois. Não gostei do tal couvert artístico - o sujeito era ruim e odeio pagar por obrigação - e o garçom não era a pessoa mais atenta do mundo, mas foi uma noite deliciosamente hedonista, do jeito que a gente gosta :)
fomos ver a peça A última sessão, que havia me atraído por conta da Laura Cardoso e ótimos atores que a rodeavam. O talento reunido realmente fez diferença, assim como as surpresas contidas na peça. Recomendo especialmente para as pessoas da área de Psicologia. Está em cartaz até o fim de junho.

De resto: fomos, depois de muito ensaio (sempre que íamos ao Na Garagem, falávamos, um dia vamos nesse lugar?), ao Aguzzo, experimentar o menu executivo.  Fica numa esquina e tem uma cara bem simpática. A decoração é agradável, e os pratos muito bem executados. Comi, após um creme de abóbora muito saboroso, um ravioli de brie com shimeji perfeito seguido de uma panacotta boa. Meu amigo escolheu a salada, a bracciola com polenta autêntica e a mesma panacotta.
A questão é que a conta, com água e serviço, ficou em 70 reais para cada um, e embora os pratos fossem ótimos, toda a ideia de menu executivo é ser algo muito mais em conta para que possamos fazer disso um hábito da semana. - a propósito, no fim de semana os pratos individualmente custam em torno de 80 reais. Portanto, infelizmente não haverá uma segunda visita tão cedo. #megasenacadêvocê
Não sei se já falei do Na Garagem, então vou aproveitar o ensejo: numa ruelinha pequenina perto da Pedroso, esse lugar aposta na ideia de dois tipos de hamburguer, nada de firulas e boa comida. Vou ser bem honesta: acho a batata ótima. E só. Já comi o hamburguer meia dúzia de vezes, porque é perto daqui, inclusive o vegetariano. Acho que sai caro (35 reais algo simples, o hamburguer com as batatas e um refrigerante), o serviço é horrível (os meninos nunca sabem quem pediu o que, é demorado, não há ordem para o balcão) e não acho o sabor tão incrível assim. Acho igual a quase todos os hamburgueres da cidade. Igual ao Z-deli, igual ao Rocket's, igual à maioria.
Aí também fui comprar um presente no shopping Morumbi e fomos ao Barbacoa Grill. Escolhi o miolo de alcatra e o D. o misto Barbacoa (picanha suína, linguiça e filet mignon), cada um com 300 gramas de carne e um acompanhamento (fomos nos carboidratos clássicos, arroz e batata frita). Tinha achado caro, (63 reais o prato, e eram literalmente os itens mais em conta entre os grelhados), mas considerando que você come como se fosse a um rodízio de churrascaria, creio que para os carnívoros de coração pode valer a pena. Eu só não voltarei porque achei o serviço realmente horrível, lento, displicente - um único garçom era muito simpático, o que me fez pagar o serviço afinal, mas mesmo ele teve de ser chamado todas as vezes, incapaz de ver quando os copos ou pratos esvaziavam ou o cardápio estava fechado. Na boa, não sou da família real, mas pelos preços cobrados, espero sim mais atenção.

Juro que queríamos ter saído mais de casa, mas temos feito maratona de séries - primeiro foi The Tudors, e aí, de presente de Dia dos namorados, tive a brilhante ideia de dar uma cerveja Trappista + os blu rays de Game of thrones, as quatro primeiras temporadas. Ou seja, primeiro frio do ano = a gente trancado bem feliz comendo a cada três horas no sofá, de pipoca a bolo de caneca, e dizendo 'só mais esse episódio, hein!'. aiai.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

top 5 das segundas - séries

E aí que eu fiz um post de top 5 sobre séries, bem aqui.  Mas sou a louca das listas, afinal, e esse fim de semana comecei a assistir mais duas, então resolvi dividir a alegria aqui, que é pra isso que a gente vive, né?

1. The Tudors. Minha gente, o que é aquele rei? Muito bem construído, o personagem inseguro e ligeiramente maluco (haja vista sua reação à própria mortalidade e os surtos de ódio quando os amigos negam seus caprichos) que também é forte e começa não cruel (a coisa vai ficando pior, claro). A história se concentra nos idos de 1530 em diante, pois é focada na vida de Henry VIII, mas eu fiquei com vontade de uma série sobre a Ana Bolena, outra sobre a Elizabeth I, (pelo menos o filme eu vou rever)...
2. Orange is the New Black. Baseado numa história real, de uma americana que foi presa por tráfico de drogas, e seu tempo na prisão. Muito, muito legal.
3. Better call Saul. Pra quem amava Breaking bad, como eu, é triste ver o Saul e quão doce um dia ele foi. Mas bom assim mesmo.
4. House of cards. Dor de estômago sobre a política, mas lição sobre alianças, estratégias, a falta delas.
5. Game of thrones. Eu havia assistido a primeira temporada láaaa quando começou, e ficado devidamente confusa com a quantidade infinita de nomes, mortes, personagens, cenários, assim como apaixonada por alguns dos personagens: Daenerys, a querida Khaleesi. Tyrion, o anão mais interessante - e divertido - da história.Tyrion and Tywin Lannister história.