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quarta-feira, 29 de julho de 2015

A Letícia lê - semana 30 - desafio literário - final! e próximo desafio, claro!

Resultado do desafio literário, que prometi terminar em julho 2015:

26 livros para ler em 2015 - meta: julho 2015!
Nossa, isso aqui começou superbem, mas agora na reta final estava tão difícil! Achei que os últimos três eu não ia conseguir terminar!!! Aí me baixou a Monica Geller, do Friends, competindo comigo mesma, e tudo começou a funcionar.
1. Um livro que você tem mas ainda não leu - Extraordinário, RJ Palacio. Peguei no kindle há um tempão, e nunca tinha nem aberto. Pois li numa sentada, à noite, chorando nos momentos mais curiosos. é realmente especial, e August Pullmann um personagem que te faz amolecer por dentro. Ele é um garoto com uma anomalia facial, que vai à escola pela primeira vez no 5o. ano, e enfrenta a vida com mais maturidade que muita gente com quem eu já trabalhei, devo dizer.
2. Um livro que foi transformado em filme - a série After, da Anna Todd, foi transformada em filme. Para grande vergonha da humanidade e da literatura, não necessariamente nessa ordem. Ou não, talvez o filme consiga escolher as partes fofas.
3. Um livro que você escolheu baseado unicamente na capa -  This is the story of a Happy Marriage, da Ann Pattchett. Na verdade não foi só pela capa, pelo título também. Ou o título também é capa, rs? Enfim, eu havia lido Bel Canto, dela, há muito tempo, e gostei muito. Esse aqui, eu escolhi aleatoriamente e só descobri que era não ficção ao começar a ler a introdução - essa é a noção que eu (não) tinha do que era o livro. É uma coleção dos artigos que ela escreveu no decorrer dos anos para diversas revistas sobre uma série de tópicos, da amiga escritora que teve câncer à avó ou cadela. Histórias muito bem contadas, em sua maioria divertidas.
4. Um livro que um amigo ame - Na verdade, não é um livro que um amigo ame, é meio que um autor que muita gente que eu conheço ama. Mas eu ainda não gosto, desculpe. Foi The cement garden, do Ian McEwan. Eu quis lê-lo porque Reparação é um livro tão incrível, mas detestei O jardim de cimento em cada um de seus capítulos, com um pouco de respiro nas últimas quatro páginas, não o suficiente para mudar minha opinião.
5. Um livro publicado esse ano Wreckage, Emily Bleeker. Sobre um acidente de avião, pessoas que vão parar numa ilha e tem de sobreviver por mais de um ano, e ao voltar lidam com a mîdia e se veem mentindo muito para proteger suas famílias e a si mesmos. Peguei no Kindle first, fresquinho do forno!
6. Um livro de um autor que você nunca tenha lido:  Joshua Ferris, E nós chegamos ao fim. O autor é um ex publicitário, e a história é sobre uma agência de publicidade na qual estão havendo muitos cortes, de mais ou menos 99 até o meio de 2001. Retrata a vida num escritório (as piadas sobre o café, as maluquices de cada um, a vontade das pessoas de interagirem ou não, o respeito ou a falta dele entre os colegas de trabalho...) e a reação das pessoas à crise, à demissão, aos problemas. Houve partes muito boas, muito mesmo. E outras que se arrastaram, porque havia muitos personagens, e embora alguns fossem superinteressantes e críveis, outros eram tolos e infantis demais para merecer atenção.
7. Um livro de um autor que você ame - o do Veríssimo entra aqui, com certeza <3 - Diálogos impossíveis. Falei dele aqui.
8. Um livro que esteja no fim da sua pilha de leitura - Fim, da Fernanda Torres. Daqueles que eu não queria ler de teimosa, pq td mundo ia ler só por ser da Fernanda Torres, tava bem no fim. Não adorei. Começou de forma interessante, no meio eu já estava um pouco arrastando, querendo que acabasse logo. Nada de mais. Terminei porque não consigo largar o livro e porque era ela, honestamente.
9. Um livro com uma cor no título Gathering blue, The Giver Quartet 2, Lois Lowry. Mas é o livro mais chato do universo, o que é um anticlímax depois do primeiro, que é o Guardião das memórias, sabe? e muito legal.
10. Um livro que se passe num lugar que você sempre quis visitar  Contei o The Italians e o Confessions of a Paris girl. Já fui pra Itália e já fui pra Paris, mas eu quero visitar o resto do país e continuo querendo visitar Paris, tudo bem?
11. Um livro que você começou mas nunca terminou - Aos meus amigos, Maria Adelaide Amaral. Sempre havia outra coisa pra ler, embora ele comece num ritmo superbom. Ele me lembrou aquele filme ótimo, As invasões bárbaras, um francês no qual amigos se reencontram quando um deles está com câncer terminal. (Nesse, eles se encontram por ocasião do suicídio de um deles). É muito bem escrito, muito 'vivo', desculpe o trocadilho.
12. Um livro com um leão. Uma bruxa. Ou um guardarroupa.  eu estava muito desistindo disso, mas aí me lembrei que li dois livros da Jacquelyn Frank, chamados Rapture e Ecstasy, que imitam os do JWard e são ficção erótica paranormal (sim, eu sei como isso soa) e tem uma bruxa! pronto!
13. Um livro com uma heroína. - Eu sei que ela não é a figura mais comum de "heroína", ou talvez seja. É a protagonista do livro, e protagonista vem do grego, o primeiro ativo. Embora a personagem seja tão pouco ativa, por conta da própria história. Enfim. O conto da aia, ou da serva, ou The handmaid's tale, da Margaret Atwood. Foram feitas adaptações teatrais, cinematográficas, e é incrível que tenha sido escrito em 1985, há tanto (e tão pouco) tempo. Amei esse livro.
14. Um livro que se passe no verão.  The Color of Secrets, Lindsay Ashford. Na verdade, o livro cobre mais de 20 anos, mas começa no verão de 1943, em plena Guerra.
15. Um livro de poemas. Reli o do Walt Whitman.
16. Um livro que você descobriu por causa deste desafio.  Estava procurando um livro de poemas e achei um de contos. The love object, da Edna O'Brien. Adorei! São oito contos, não dá pra amar todos, mas gostei inclusive do fato de que ela, uma irlandesa naturalizada inglesa, se não me engano, é contemporânea da Alice Munro, que acho uma chata, e me deu esperança de que possa gostar de outras coisas dela.
17. Um livro que vá fazê-lo ficar mais inteligente.  What if, perguntas absurdas com respostas hipotéticas, do Randy alguma coisa. Gente, juro, foi minha melhor tentativa. Mas que chatice! Descobri que sou realmente meio burrinha, porque achei as perguntas chatas, que dirá as respostas científicas a elas...
18. Um livro com uma capa azul. - All the bright places, da Jennifer Niven, o livro mais triste do mundo. A capa é azul. Como o quarto do Theo. Suspiro.
19. Um livro que você deveria ter lido na escola mas não leu.  Capitães de areia, do Jorge Amado. Quer dizer, claro que ninguém me pediu para ler, eu já teria lido, mas sou resistente com livros que todo mundo leu, rs - por exemplo, li Jubiabá e Seara Vermelha, não li esse nem Tieta. Enfim, Jorge Amado era um ser excepcional.
20. Um livro que 'todo mundo' menos você já leu  Todo mundo é uma hipérbole bastante clara; mas tenho certeza que Maze runner era um que só ia crescer na lista de comentários das pessoas, então gostei de ter lido. E gostei do livro. Uma série distópica dark, de meninos, rs... mistura O senhor das moscas com Jogos vorazes e dá seu próprio tempero. bem legal.
21. Um livro com uma ótima primeira linha. -  Acho difícil superar o "Aquele foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos; aquela foi a idade da sabedoria, foi a idade da insensatez, foi a época da crença, foi a época da descrença, foi a estação da luz, a estação das trevas, a primavera da esperança, o inverno do desespero; tínhamos tudo diante de nós, tínhamos nada diante de nós, íamos todos direto para o paraíso, íamos todos direto no sentido contrário" - Um conto de duas cidades, Charles Dickens.
22. Um livro com figuras  Brian Andreas, que eu amo muito muito muito. O site é esse aqui.
23. Um livro da biblioteca  - espero que não seja cola, mas considerei um emprestado de amiga, o do Khaleid Housseini.
24. Um livro que você amou... leia-o novamente! - Delicacy, do David Foenkinos, já cumpre essa tarefa. Amei. E continuei amando depois de reler :)
25. Um livro que tenha mais de 10 anos -  Meu Um certo capitão Rodrigo foi publicado em 49 e o meu exemplar, do Círculo do Livro, é de 1976!
26. Um livro baseado numa história real Inverno na manhã, da Janina Bauman! Falei dele há algum tempo: é sobre uma menina contando sobre sua experiência no gueto de Varsóvia.

Book resolutions

segunda-feira, 27 de julho de 2015

pequena alegria - dicas de maquiagem

Oi! Durante as minhas férias, além de viajar, eu fiz um curso de automaquiagem!!! Foi muito divertido. Na verdade, eu o havia dado para uma amiga de presente de aniversário, mas ela se animou com a ideia de fazermos juntas e eu adorei também. A Marcella Make Studio (tem uma página no facebook, pra quem quiser ir brincar lá com ela J) é na zona norte de São Paulo e foram três horas de diversão. Não dá pra simplificar aqui tudo que foi dito – se desse não precisava do curso, né... mas vou resumir as dicas que eu achei muito boas e não tinha noção:





1.      Comece pelos olhos, e não pela pele. Afinal, quando (note que não estou usando SE, e sim QUANDO) eles borrarem, a sombra manchar, etc etc, é mais fácil limpar a bochecha sem fazer bobagem do que depois de passar pó, base ou afins.
2.      Use um fixador de sombra. Eu nem sabia que isso existia. É tipo um primer para os olhos, e garante que ela permaneça nas suas pálpebras até o fim do dia.
3.      Jamais combine a cor da sombra com a cor da roupa. (Essa eu sabia, mas já vi muita gente cometer o pecado). Essas cores devem ser complementares. Por exemplo, se você está usando roxo, a sombra pode ser cinza. Se está usando azul, pode ser rosa. Se está usando verde, pode ser marrom. Se quiser se manter neutra, aprenda a fazer um bom esfumado.
4.      Há milhões de jeitos de usar o delineador. Inclusive não usá-lo – eu descobri o tal pincel chanfrado em sombra preta e agora só quero isso. Descobrir o seu jeito facilita muito a sua vida.
5.      O blush deve ser depositado e espalhado. Jamais esfregado, ele deve quase não aparecer. Sim, eu era quase palhacinha.
6.      Passar o rímel em ziguezague faz com que ele seja muito mais útil e diferente.

Legal, né? Tenho me divertido muito mais com a maquiagem, e nem estou usando mais tempo do que usava antes. Afinal, é pra ser uma ajuda, e não algo que atrapalhe.


Boa semana pra você! Beijo estalado de batom!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

pequena alegria - filmes pra ver em casa

Oi! Faz um tempo que não falo de uma das coisas muito boas da vida: filmes! Nem vou nesse momento falar de estreias, embora hoje seja o dia universal da meia-entrada. Vou falar sobre os filmes que fizeram parte da minha história cinematográfica e estão na minha videoteca, e sugerir que você os busque para fazerem parte da sua J
1.      Garotas do calendário – é baseado numa história real, e um daqueles filmes que fazem seu dia ficar melhor. Um grupo de senhoras resolve levantar dinheiro para a comunidade posando eroticamente e causando um certo rebuliço. Embora tenha graça e humor, trata com seriedade e dignidade uma série de outras questões.
2.      Simplesmente amor – desafio você a manter-se alheio à esperança, amor e alegria depois de ver esse filme.
3.      Um conto chinês – eu sou parcial, porque amo o  Darín, mas esse filme tem sutileza, tem humor, tem reflexão, tem leveza. E tem o Darín.
4.      Os outros ou Cisne negro – de preferência, visto com alguém que não os assistiu. Lembra da primeira vez que você os viu, como foi deliciosamente surpreendente?
5.      Curtindo a vida adoidado – porque todo mundo precisa se lembrar como era ser adolescente nos anos 80. Mesmo que, hã hã, nem tenha sido.
Não falei de A vida secreta de Walter Mitty ou O fabuloso destino de Amelie Poulain porque esses merecem um post só pra eles, mas são meus filmes da tarde (e da noite, e da manhã) favoritos.




Termino sempre com mais amor pelo mundo depois de assisti-los (e sim, já os vi dezenas de vezes).

Pronto, vá comprar a pipoca, procure o netflix, o telecine play, a loja 2001, de dvds, a liquidação de filmes mais próxima... e divirta-se

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A Letícia lê - semana 28 - os livros fora da caixa (do Kindle Unlimited)

Olivia Joules e a imaginação hiperativa, Helen Fielding
A autora do Bridget Jones aqui faz algo que eu não sabia que ela sabia fazer: mistura cenas bem cruas e sanguinolentas com sua heroína de literatura cor de rosa. Foi interessante ler um livro 'chick lit' com essa pegada de crime e mistério. Confuso, mas interessante :P

Finding Audrey, Sophie Kinsella
Já falei o quanto eu amo essa mulher? Audrey é uma adolescente com um transtorno, que não está conseguindo olhar as pessoas nos olhos, nem sair de casa, por conta de algo que ocorreu no colégio. Ela não faz nada muito profundo, é verdade, no sentido de explorar o distúrbio - embora haja um momento muito tenso no qual Audrey para de tomar o remédio e você começa a 'falar' com ela no livro, "Não faça isso, não dá pra perceber que não vai dar certo?" - mas é leve e ao mesmo tempo muito triste. O que se chama bittersweet em inglês, a coisa agridoce mesmo. Sei que vou reler o livro, e mais uma vez tiro o chapéu pra moça que escreveu Shopaholic e agora foi pro terreno de literatura infantojuvenil sem perder o charme.


The room, Jonas Karlsson
Esse livro foi um mistério do começo ao fim. Escrito por um ator sueco, e sendo sua primeira obra, poderia ir para qualquer lado, né? Supostamente, foi escrito como uma paródia aos escritórios do mundo. The Authority, (A Autoridade), para quem Bjorn trabalha, pode ser qualquer multinacional do planeta, o escritório, qualquer escritório. Ele consegue ver uma sala, na qual se acalma, que descobre que ninguém mais pode ver. Logo, os colegas começam a se incomodar com o que parece ser a loucura dele (já que quando ele visita a ‘sala’, para os outros parece que ele está olhando para o nada). Você fica sem saber se a sala existe, se ele está provocando as pessoas com seu plano de crescer na escada corporativa, se ele realmente está perturbado... a tensão crescente é tão boa quanto a reação horrorosa das pessoas que não conseguem lidar com qualquer tipo de diversidade. Me lembrou muito o livro do Orwell, Animal farm, com as regras escritas pelos porcos sobre os animais serem iguais, mas alguns mais iguais do que os outros... de qualquer modo, achei que foi um daqueles livros que se torna mais interessante ainda depois que você o terminou, porque fica com você.

The last anniversary, Liane Moriarty
Eu estava salvando esse livro, porque era o único da Liane Moriarty que eu não tinha lido ainda. Gosto TANTO dela, já disse? Uma das minhas favoritas hoje em dia. Esse livro não é o melhor de todos, mas tem os elementos chave que são típicos dela: uma narrativa fluida, envolvente, cheia de detalhes dos personagens, que ficam ricos e interessantes e cheios de segredos, e quando você acha que descobriu tudo sobre eles, percebe que ela é boa mesmo porque ela faz algo que te diz “há, te peguei, nem era isso!”. A história? Basicamente, uma mocinha descobre que é a herdeira de uma casa numa ilha. Quem a deixou para ela foi a tia do ex namorado, que por sua vez tinha todo um segredo envolvendo um bebê encontrado e que era o cerne turístico da ilha. Maluco, né? E você não viu da missa a metade... Fora que ela é engraçada! Olha só:
“Não preste atenção nela’, diz Enigma. ‘Geralmente eu canto na minha cabeça até que ela termine de falar”.

How to build a girl, Caitlin Moran
Humorista, mas de fato, pouco humor.

O silêncio das montanhas, Khaled Hosseini
Esse me ensinou a ser, de novo, menos intolerante e crítica com os best-sellers. Pari e Abdullah são dois irmãos que são separados quando crianças, e a história conta suas vidas e de quem estava envolvido nelas até o fim. O foco narrativo me deixou bem confusa várias vezes, porque muda por capítulo e demora um pouco para se entender quem agora está falando, mas é delicado e sutil e doce.

The lost daughter, Elena Ferrante
Queria muito ter gostado desse livro, porque essa é uma autora que estava na minha lista havia meses – uma pessoa supostamente italiana, de quem ninguém sabe nada, pporque é um pseudônimo e as entrevistas, feitas por e-mail, dizem que tudo que se precisa saber sobre ela ‘é dito nos livros’. E de fato, nota-se que há um movimento de esforço de ser profundo e doído no livro. A narradora tem muitos conflitos latentes, que aparecem quando vai à praia passar uma temporada e começa a se lembrar de outro período da sua vida, quando suas filhas eram crianças e ela as abandonou por algum tempo. Mas de verdade, achei cansativo, chato, repetitivo, denso. Não só emocionalmente denso, mas literariamente cansativo, quero dizer.
 O rei negro, Mark Menozzi
Um autor italiano escreveu sobre Manatasi, um herói negro, que decide ter seu nome gravado na Roda da Fortuna e, para tal, atravessa metade do reino e passa por muitas aventuras. Literatura fantástica com poucos buracos, interessante, com personagens bem desenvolvidos. Infantojuvenil de grande potencial.
De verdade, Sandor Marai
O que dizer sobre esse livro, escrito por um húngaro no decorrer de quatro décadas (o primeiro capítulo escrito em 1941, o último em 1980)? Que coisa incrível! São monólogos, na voz de quatro pessoas: a ex mulher, o ex marido, a suposta pivô da separação e primeiro amor do ex marido e o último amante da suposta pivô da separação/primeiro amor do ex marido. Cada um traz uma série de reflexões, dores e motivações explicadas de modo tão transparente, e ao mesmo tempo tão denso... foi um livro em papel, e ficou com aproximadamente sete mil post-its entre suas páginas, pois havia tantos parágrafos que eu lia e pensava “puxa, que bem colocado! Que lindo! Que insight incrível! Que ironia bem explicada!” Não é um livro fácil de ler, para ler na praia, como muitos dos anteriores – mas vale o esforço em cada minuto.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

pequena alegria - coleções e viagens - 6 coisas que você coleciona com amor e alegria!

Oi! Vamos falar de coisa boa: lembranças de viagem. Cada um tem sua mania, mas com o tempo, fui selecionando algumas que acho que são legais e podem dar à sua casa um toque todo especial:
1.      Os famosos ímãs de geladeira – são fáceis de encontrar, baratos e há vários bem engraçadinhos. O melhor: ficam na sua cara todos os dias, te lembrando como viajar é legal.
2.      Lápis ou canetas! São úteis, ficam fofos em potinhos coloridos no escritório e, de novo, fáceis de encontrar e baratos.



3.      Caixinhas – de todos os tamanhos, materiais e cores, elas muitas vezes parecem não conter nada mais do que a alegria de um dia terem feito parte de outra paisagem – mas ficam lindas numa estante ou mesa.
4.      Tickets de museus, ônibus, shows, guias ou até cartões postais podem facilmente virar quadrinhos que você pode pendurar numa parede única – ou colar nela e ‘envernizar’ por cima. Fica lindo!
5.      Coisas típicas do lugar de modo geral – seja o lagarto multicor de Barcelona, algo que remeta a tango de Buenos Aires ou uma linda namoradeira da Bahia – também podem valer um lugar interessante na sua casa e na sua vida, quando você voltar.
6.      As coleções específicas: pinguins, bichinhos, chaveiros, pratos decorados, já vi gente trazer de um tudo e montar cantos incríveis nas suas casas pra essas coisas.
Claro que existem as coisas consumíveis – quem vai resistir a trazer um chocolate do sul brasileiro, um doce de Minas, um vinho da Itália, um alfajor argentino? Mas lembrando daquilo de a casa se tornar parte da gente, devo dizer que gosto mais da minha quando olho em volta e penso que ela tem pedacinhos de quem eu fui e onde eu passei.

Boa viagem J

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pequena alegria da semana - outros idiomas - 4 dicas pra começar a aprender um!

Oi!
Uma das coisas muito muito boas da vida é conhecer o mundo. Pra mim, isso sempre esteve ligado à idiomas. Ou seja, saber outras línguas sempre foi igual, ou pelo menos o começo, de vislumbrar a torre Eiffel, espiar o Big Ben, olhar o mediterrâneo em Barcelona.
Não, não quero dizer que falo tudo isso não, muito menos bem. Mas acho sempre curioso quando as pessoas dizem que detestam, odeiam, não tem curiosidade de aprender outros meios de se comunicar – o desespero que eu tive na China ao ver as placas de sinalização só me reforçou a ideia de que é preciso pelo menos tentar saber dez frases e entender um mapa ;)
Daí que essa semana me perguntaram quais eram as coisas que ajudavam. Não adianta falar que criança aprende mais e melhor. É verdade, mas a, isso não quer dizer que adulto não aprenda, e b, a gente tem algo que criança não tem, motivação e recursos práticos. Então, trabalhando com o que temos (mas sim, se você tem filhos, nunca é cedo demais), dicas fáceis que acho que sempre ajudam:
1.      Coloque sua página inicial no computador como algo no idioma-alvo. Por exemplo, yahoo.com (ou, se você estiver se sentindo aventureiro, bbc, cnn, nytimes...) em vez de uol ou ig ou o que quer que você esteja usando. TODO contato que você tiver com a linguagem é útil e interessante, e te ‘desperta’. No caso de notícias internacionais, muitas vezes é o mesmo que você já ouviu falar (acidentes naturais, casamentos de celebridades, morte de alguém, visita do papa...) e você pelo menos reconhece o tema. O mesmo vale para celular, gps... coloque os ajustes (settings) em inglês, espanhol ou o que você queira aprender.
2.      Ouça uma música por dia no idioma, com a letra. Pode ser no youtube, no spotify, aquele aplicativo mixradio, com um cd, no site da banda ou cantor. Nem vou dizer que você tinha de ter música o tempo todo no carro e em casa desse tipo. Vamos começar leve...
3.      Investigue métodos que caibam na sua vida. Conhece Voxy? Pra você ter uma ideia, usa sua biblioteca de músicas do itunes pra exercícios de compreensão auditiva de música. Legal, né?
4.      Sempre me perguntam: que livro você me recomenda? Não recomendo, embora ame livros. Recomendo revistas, por algumas razões: a. são artigos mais curtos, portanto sua motivação pode aumentar. b. tem figuras e fotografias que ajudam. c. especialmente para meninas, há a motivação do vocabulário específico – como fala sandália plataforma? E cinto com pedrarias? – que você só vai saber nesse tipo de material. d. os temas são atuais, a linguagem também. Você encontra revistas internacionais, além de online, em grandes livrarias e megastores.





É uma delícia falar outra língua. Seu mundo se expande, porque você pode ler mais, ouvir mais, falar com mais gente. Descobre como você aprende, o que te irrita, que métodos funcionam com você. Não desista, vá tentando um dia de cada vez. Uma das melhores coisas da vida é surpreender a si mesmo com algo tão especial quanto uma nova habilidade J

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A Letícia lê - semana 27 - Nos estandes do Kindle Unlimited

Continuo no frenesi da leitura do Kindle Unlimited. Descobri alguns títulos legais, e ainda não dominei a busca, mas aqui vão as trajetórias do mês:

Guardian, AJ Messenger - uma história bem pouco convincente, YA, sobre uma mocinha que tem ataques de pânico e se apaixona pelo Edward, ooops, pelo Alexander, no colégio. Aí descobre que ele tem uns poderes, bla bla blá, mas eles não podem ficar juntos porque ela é mortal e ele é um anjo. Era quase passável, dentro do estilo, se é que é possível, mas aí teve um final bem tonto e me revoltei.

Things we set on fire, Deborah Reed - tinha tudo para ser uma história interessante. Começa com uma mulher atirando no marido e fingindo ser um acidente de caça, e você sabe que ela não queria fazer isso, então fica super envolvida. Mas até descobrir o porquê, que foi meio mal revelado, a personagem já ficou fria e distante e mal desenvolvida, as filhas rasas e sem graça, e cenas que podiam ter sido superinteressantes, mortinhas, com o perdão do trocadilho.

Love like crazy, MEgan Squires - aqui vem a redenção: para os fãs de Eleanor e Park, da Rainbow Rowell, uma história parecida - só que com final feliz. Eppie e Lincoln são doces e fofos e sofridos na medida certa para a angústia adolescente ser bonitinha e esperançosa. Entra nos favoritos.

Yellow crocus, Laila Ibrahim - o livro segue a escrava Mattie e a menina para a qual foi ama de leite, Lisbeth, e a vida de sua família,  enquanto descreve a família de Mattie paralelamente e seu desejo de ser livre. Fofo, embora não tenha mudado minha vida.

além disso, os que eu li e não eram do Kindle Unlimited: (tenho uma esperança de fazer um post só pra eles daqui a umas semanas)

(até semana passada)
Olivia Joules e a imaginação hiperativa, Helen Fielding
Finding Audrey, Sophie Kinsella
The room, Jonas Karlsson
The last anniversary, Liane Moriarty
How to build a girl, Caitlin Moran
O silêncio das montanhas, Khaled Hosseini
The lost daughter, Elena Ferrante

 (até agora)
O rei negro, Mark Menozzi
De verdade, Sandor Marai

segunda-feira, 6 de julho de 2015

6on6 - 6 fotos no dia 6 - junho!

E já é dia 6 de novo... e já estamos em julho!
6on6 é a blogagem coletiva que veio das fofas do www.nosofah.com.br e tem suas origens lá no rotaroots. Eu adoro fotos, e adoro ver vocês por aqui comigo dia 6:

Primeira estrela da festa: a Jamie, posando junto com as astromélias. Não é um vasinho de fofura? Na verdade eu devia estar brigando, o que eu fiz, juro - depois da foto - por ela estar na mesa.

 Desculpa, sociedade. Esse clique megaartístico na verdade foi da minha irmã, em Águas da Prata, na casa dos meus pais, onde ele tinha acabado de fritar esses churros. Comer até explodir - você vê por aqui.


Esse mês teve Festa do Imigrante no Museu do Imigrante, lá no Belém! É tão legal! Muita comilança, dança típica, artesanato...



A sacada da casa de Águas da Prata é muita alegria na minha vida. Ah, a aposentadoria...


Num desses sábados, fomos ao Salve Jorge, lá no Centro de São Paulo. Essa esquina é de lá. Não tem só cinza em SP...


E fomos também ao Eataly, contei no Andanças de junho, onde tinha Correio elegante e recebi esse aí, cheio de fofura e com direito a coraçõezinhos tortinhos <3


Puxa, não acredito que já acabou! 6 fotos é muito pouco! Movimento 12on12 já!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Andanças de junho

Andei pouco esse mês!
Fomos ao Rock'n'Roll Burger, na Augusta. A decoração é megalegal, D. havia visto algo numa tv com o dono falando sobre a coisa temática (há máquinas de pinball, fotos muito legais de roqueiros na parede, de Mudhoney a Ozzy, os itens do menu se chamam Sweet dish of mine ou algo assim...) e de como eles faziam combinações mara. Boooom... a gente é chato, eu sei. Mas embora a decoração seja realmente superincrível, eu fui pra almoçar, né! Comi um item chamado Star Dust, cuja descrição tinha mix de ervas picantes que eu estou buscando até agora (só senti gosto de Cheddar McMelt). Da lista de cervejas que era bem legal, na verdade eles tinham só umas três,então tomamos Stella mesmo, e bem cara. O D. comeu o FAt Elvis, e acho que foi castigo divino ficar chamando Elvis de Fat, porque juro, eu faria aquele hamburguer em casa tranquilamente. Até o pão era bem o 'comprei no mercado, abri e coloquei a carne', sabe? nada de molhinho, nada de torrá-lo, nada de nada. (tô pensando no Meat Choppers, claro). Dei uma segunda chance e pedimos a sobremesa, o David Brownie, que verdade seja dita, era lindo. E não duro como os brownies costumam ser. Mas é isso. Bom, nada ótimo. E em São Paulo, bom é ruim, porque há muitas opções,..
Fomos à Eataly. Hesitei, porque haviam dito que as filas eram homéricas, mas já se passou mais de um mês da abertura, então passei protetor solar (vaique) e fomos. Chegamos em torno do 12:30, não havia fila alguma, e embora durante todo o tempo estivesse cheio, consequentemente com algumas pessoas sem noção parando no meio das prateleiras para mandar whatsapp ou andando com muita calma com seus carrinhos em cima dos pés alheios, nada que fosse insuportável. Paramos no estacionamento ao lado, (R$20,00, é difícil ter carro e não ter carro em SP), e esperamos uns vinte minutos para comer no La Piazza. Comi Arancini, um bolinho de risoto de calabreza e muçarela de búfala incrível (na verdade, três bolinhos bem grandões); D. comeu um prato chamado Fritto misto, com polvo, lula, camarão e dois peixes, tudo meio empanado, bem servido. Tomamos duas taças de vinho branco, um Chadornnay geladinho. Foi servido rápido e de forma atenciosa. Custou R$140,00, com serviço (mais ou menos: 34 meu prato, 42 o dele, 25 cada taça de vinho). Além do La piazza, havia o La carne, Il Pesce, etc etc. Tudo parecia bom, pra falar a verdade, e pretendemos voltar. Também havia dois restaurantes lá em cima, e muita coisa deliciosa pra comprar. Há coisas que já são vendidas em lugares do tipo Empório Santa Luzia, Saint Marché, etc. E creio que há várias que só são legais pra quem foi pra Itália, pelo significado afetivo (tipo, awwwwn, o biscotti que a gente comeu na rua na frente do mercado de Veronaaaaa), porque nem são tão incríveis. Outras são incríveis. E de qualquer modo, é o mais próximo da experiência autêntica sem ir até lá, porque há muuita coisa bem realista (o cantucci de Mandorla, aquele biscoito de amendoas que vc mergulha no vin santo, o gelato Venchi de nocciola, o cioccolato Caffarel...). Gastamos mais uns dinheiros comprando uma caixa de cápsulas de café compatível com nespresso, mas italiana, pão (absolutamente sensacional), burrata e prosciutto. E comemos muito felizes à noite.
Fui ao Madero burger, Estava curiosa, porque várias pessoas me tinham dito que era ótimo; fui com uma amiga no Eldorado na hora do almoço. Experimentei o hamburguer padrão, (Madero), que vem com salada e fritas, e ela o cheeseburguer. Não achei nada de mais, tristemente. A busca pela hamburgueria perfeita (depois do Meat choppers) continua. Nem quisemos sobremesa, em vez disso indo ao quiosque da Cheesecakeria, da qual eu já falei antes (há uma na rua Canário também).
Assistimos While we're young (Enquanto somos jovens), com Ben Stiller e Naomi Watts. (Admiro atrizes que de fato parecem ter a idade que tem). Gostei mais do que esperava. Me identifiquei - casal de 40 e poucos, com amigos tendo filhos, na fase 'não me sinto com essa idade', conhece casal mais jovem e admira/é admirado por eles, desenvolvendo uma amizade/relação com os dois. Há ideologia, romance, questionamento. Não amei o final, mas acho que a reflexão e as risadinhas valeram o começo e o meio.
E é isso, minha gente. Essas foram as novas andanças pra registro :)