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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Pequena alegria - Livros novos, dinheiro no bolso

Gente,

eu já falei do www.lelivros.com, né?
E aí hoje eu tropecei nesse link desse blog fofo aqui e achei legal compartilhar: ando numa pão durice total, testando diversos jeitos de ler muito e gastar pouco, e achei bom:

http://desejoliterario.com/2015/02/22/como-ter-livros-novos-sem-gastar-quase-nada.html

me contem depois o que funciona pra vocês :)

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Vendo









]



mentira... tô vendendo mesmo é meu Kindle HD fire, que comprei lindérrimo, capa chique, pelo site da Amazon, e aí na sequência o paperwhite foi lançado e eu descobri que gostava muito mais dele.

Quem tiver a fim, me avisa e mando fotos ou o link do olx. Acho que defini o preço em 450,00, que é o preço que você paga se for até os EUA e comprar lá, com a capa linda.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Um texto que sempre me faz chorar. Porque sempre há gente assim no mundo.

O menino e a rosa - Helen Buckley

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.
Uma manhã, a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer um desenho.
"Que bom!"- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos... Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar.

A professora então disse:
- Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.

"Que bom!". Pensou o menininho. Ele gostava de fazer flores. E começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

A professora disse:
- Esperem! Vou mostrar como fazer.
E a flor era vermelha com caule verde.
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso... Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.
Era vermelha com caule verde.

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.
"Que bom!". Pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com barro. Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.

Então, a professora disse:
- Esperem! Não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.
"Que bom!" - pensou o menininho.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.

A professora disse:
- Esperem! Vou mostrar como se faz. E ela mostrou para todos como fazer um prato fundo.
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso. E fez um prato fundo, igual ao da professora.

E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar, e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.
Então, aconteceu que o menininho teve que mudar de escola. Essa escola era ainda maior que a primeira.

No primeiro dia a professora disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho.
"Que bom!"- pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer.
Mas a professora não disse nada. Apenas andava pela sala.

Então, ela foi até o menininho e disse:
- Você não quer desenhar?
- Sim, disse o menininho, e o que é que nós vamos fazer?
- Eu não sei, até que você o faça, disse a professora.
- Como eu posso fazê-lo?
- Da maneira que você quiser.
- E de que cor?
- Qualquer cor, disse a professora.
- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar?
- Eu não sei... disse o menininho.

E então, ele começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde.

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THE LITTLE BOY
By Helen E. Buckley

Once a little boy went to school.
One morning, when the little boy had been in school a while, his teacher said:
- Today we are going to make a picture.
“Good!” thought the little boy. He liked to make pictures. He could make all kinds. Lions and tigers, Chickens and cows, trains and boats, and he took out his box of crayons and began to draw.

But the teacher said:
- Wait! It is not time to begin!
And she waited until everyone looked ready.
- Now, said the teacher, we are going to make flowers.

“Good!” thought the little boy, he liked to make flowers, and he began to make beautiful ones with his pink and orange and blue crayons.

But the teacher said:
- Wait! And I will show you how.”
And it was red with a green stem.
- There, said the teacher, now you may begin.

The little boy looked at the teacher’s. Then he looked at this own flower. He liked his flower better than the teacher’s. But he did not say this. He just turned his paper over. And made a flower like the teacher’s.
It was red with a green stem.

On another day, when the little boy had opened the door from the outside all by himself, the teacher said: “Today we are going to make something with clay.”
“Good!” thought the little boy. Snakes and snowmen, elephants and mice, cars, and trucks, and he began to pull and pinch his ball of clay.

But the teacher said:
- Wait! It is not time to begin!”
And she waited until everyone looked ready.
- Now, said the teacher, we are going to make a dish.
He liked to make dishes. And he began to make some that were all shapes and sizes.

But the teacher said:
- Wait! And I will show you how. And she showed everyone how to make a deep dish.
- There, said the teacher, now you may begin.

The little boy looked at the teacher’s dish, then he looked at his own. He liked his dish better than the teacher’s. But he did not say this. He just rolled his clay into a big ball again. And made a dish like the teacher’s. It was a deep dish.

And pretty soon the little boy learned to wait, and to watch and to make things just like the teacher. And pretty soon he didn’t make things of his own anymore.

Then it happened that the little boy and his family moved to another house, in another city, and the little boy had to go to another school.

And the very first day he was there the teacher said:
- Today we are going to make a picture.
“Good!” Thought the little boy and he waited for the teacher to tell him what to do.
But the teacher didn’t say anything. She just walked around the room.

When she came to the little boy she said:
- Don’t you want to make a picture?
- Yes, said the little boy, what are we going to make?
- I don’t know until you make it, said the teacher.
- How shall I make it? asked the little boy.
- Why, any way you like, said the teacher.
- Any color? asked the little boy.
- Any color, said the teacher.
- If everyone made the same picture, and the used the same colors, how would I know who made what?
- I don’t know, said the little boy.

And he began to make a red flower with a green stem.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

6on6 - 6 fotos no dia 6 - julho!


Eu na verdade estava tirando foto do meu cunhado, quando fui atacada pela minha Mimi! É muito amor fraternal <3





Esse é o meu 'pick me up' favorito. Café mocha menta, tall, leite desnatado - e chantilly pra compensar. Tem uma Starbucks no caminho do trabalho, então se eu estou só semiacordada, é lá que eu paro pra essa alegria matutina.

Euzinha fiz isso aqui. Gente, tem toda uma história: minha família inteira ia vir comer em casa, e eu tenho muita aflição de ser anfitriã; nunca acho que sou boa nisso. E como minha mãe vinha, queria fazer algo que ela não cozinhasse, porque claro, ela é muito melhor cozinheira que eu. Aí resolvi fazer esse spaghetti nero di seppia (a massa é tingida com tinta de lula, tem um gostinho leve de mar) e com camarões. Não tinha nenhuma ideia de se ia dar certo ou não, e testei a receita na hora. Mas parece que deu!





A gente finalmente tomou vergonha na cara e arrumou o escritório. Esses nichos aí são novos; os toy figures do D. estavam morando numa caixa com tralhas havia dois anos, no lugar onde está esse lindo arquivinho também novo. Mudamos as prateleiras de lugar, e agora cada coisa mora na sua própria casinha. E viu que há luzinhas de LED iluminando os rock stars??? Ah, dormir na organização <3




Eu sei que falei da Exposição Macanudismo no post Andanças, mas Liniers é muito amor :)



Não podia terminar julho sem falar do aniversário do meu Pepito. Dane-se o complexo de Electra. Não dá pra não ter muito amor por esse pai... é muita fofura, juro!


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

pequena alegria - lista de coisas para levar no avião!


Oi! Pode me chamar de maluca das listas, que eu só tenho orgulho. A de hoje é para sobrevivência no ar. Eu gosto de voar, não tenho medo de avião, escolho sempre janela pra poder ver quando estamos decolando e pousando e acho fascinante que consigamos cruzar o continente em horas (minha mãe levou 17 dias para vir da Espanha, de navio, nos idos de 1950.) Mas a gente sabe que avião judia da pele, com aquele ar condicionado infeliz, então é preciso hidratar, cuidar, amolecer...

Divido aqui a minha lista de essenciais para viajar de avião:

1.      Pacotinho de lenços umedecidos
2.      Escova, pasta e fio dental
3.      Pente e elástico para cabelo
4.      Protetor para os olhos e ouvidos
5.      Chiclete para decolagem e pouso
6.      Água termal
7.      Demaquilante em lenços
8.      Hidratante para o rosto e mãos
9.      Protetor labial (para durante o voo) e gloss (para quando chegar)
10.  Desodorante
11.  Óculos escuros!
12.  Revista divertida, que você possa ler e deixar para trás se quiser
13.  Álcool gel
14.  Remédio de uso contínuo
15.  Remédio para dor de cabeça e colírio


Boa viagem parte 2! (estou meio temática, eu sei, mas é por bons motivos: um, minhas próprias férias, grazie mille; dois, há vários feriados esse ano, né!)

sábado, 1 de agosto de 2015

Andanças de julho

Fomos ao Bar Brahma. Pra quem gosta de samba e agito, é o lugar. Pra quem não gosta, melhor passar reto, porque não dá pra conversar (o samba é alto e fora tem música ao vivo também) e enche, consequentemente as coisas demoram um pouco. Foi legal conhecer, não voltarei.

Fomos à Exposição Macanudismo, com o Ricardo Liniers, e como disse minha amiga, não há emoji de coração suficiente para expressar o amor por esse dia... ele é fofo demais, a exposição, que está na Central dos Correios (av São João, s/n), muito bem apresentada e organizada - a gente foi na abertura. Tinha algodão doce, tinha churros, tinha bebida, estava limpo, tinha senha para entrada, foi pontual, tinha senha para autógrafo, e minha única reclamação é que os produtos da lojinha acabaram logo e eu saí sem ímã da Henriqueta. Mas o Liniers compensou tudo desenhando em CADA coisa que autografou...
(aqui ele pintando o mural que agora faz parte da exposição)


Fui ao Almodovar com um amigo. Tenho de ser sincera e dizer que estava mais curiosa que com esperança, e assim continuei quando vi o menu porque não gostei de nenhuma das opções. Havia um peixe, um cozido e uma massa, acho (era o menu executivo), além de um arroz. Escolhi o arroz por eliminação, e adorei! gosto sutil mas bem feito de frutos do mar. A sobremesa estava inclusa, o preço foi justo e o serviço também. A conta, servida num sapato vermelho (sério), veio rápido e pretendo voltar.

Fui ao Consulado da Bahia com dois amigos. O garçom teve um momento de perdido quando pedimos um arroz de bacalhau (não temos, senhor - mas está aqui no cardápio - não, não servimos - mas está aqui escrito - ah, sim, é de peixe. OI?) e acabamos indo de baião de dois e de moqueca de camarão. Feliz, justo no preço, rápido.

Voltamos ao Meat Choppers e ao Mestiço, que serão sempre minhas primeiras escolhas na vida quando eu quiser só ser feliz e comer bem. Amo muito.

Fomos ver Risadaria, e eu estava bem receosa; achei que a coisa de "Fabio Porchat e grande elenco" parecia meio enganosa, que ia ser meia hora de espetáculo, sendo cinco minutos com ele e o resto bem sem graça, stand up de má qualidade, sabe? bem feito pra mim. Foi muuuito engraçado! eu amo o Fabio Porchat, acho que ele tem umas caras e bocas e voz e tiradas que são muito boas. Ele começou e virou mestre de cerimônias, interagindo com algumas das pessoas pra receber os outros comediantes. Houve cinco deles, e a gente gostou de todos. Alguns mais e outros menos, é claro, mas de verdade, me diverti horrores. Super recomendo.



Fomos ao Maní. A gente queria ser muito feliz no meio da semana, e ele é perto do trabalho. Aí hesitamos, porque liguei pra fazer reserva, e nem aceitava mais (aparentemente já cheio). Assim mesmo, a pessoa que atendeu recomendou que viéssemos de modo superpolido, e resolvemos arriscar, pois há várias outras opções lá perto, se não desse certo. Pois fomos em três, chegando antes das 13:00, e fomos atendidas imediatamente, com muita classe e educação, um couvert de biscoito de polvilho que parecia muito engraçado e aí se tornou viciante, e de longe a melhor moqueca de peixe que eu já comi na vida - e que tinha muitos acompanhantes acessórios, tipo quatro cumbuquinhas fofas rodeando (protegendo das amigas, acho) meu prato -  incluindo praia e Barcelona. A conta ficou alta, mas juro, nem ligo. Quero voltar amanhã. Ok, talvez não amanhã. Quando receba meu salário. Você entendeu. Vá.

Fui ao Le Jazz Brasserie duas vezes, com duas amigas. Honestamente, eu tinha ido no Shopping Iguatemi, há alguns meses, e minha opinião não mudou. Já comi o entrecôte, (o de Paris é melhor, que o Olivier me perdoe), já comi o Filet au Poivre (muito bem feito, mas acho caro pro que é), já comi o Filet a la Moutarde (idem), já comi o Farfalle au Saumon (idem). REsumindo, um bom restaurante, mas que tem preço de ótimo. Não acho ótimo. É bonitinho, e se fosse mais perto, eu iria mais vezes até; mas se eu tenho de chegar naquele quarteirão, no qual há Brado, perto do Saj, perto do Mani, perto dos Consulados, do Sí Señor... não vejo porquê voltar nele.

Fui ao Taberna 474. Aqui tenho uma reclamação pro povo do Boasdegarfo do Instagram. Eu havia visto uma foto delas linda de morrer do bolinho de chuva com doce de leite desse lugar, e ele é três quarteirões do meu trabalho, ou seja, quis ir imediatamente. Verdade seja dita, o bolinho foi incrível. Comemos e adoramos. Maaaas, pra chegar nele, comi um arroz de praia (frutos do mar) que custou 72,00 - pra ser ter comparação, eu diria que o gosto não era melhor que o do Almodovar, no qual eu paguei literalmente metade disso. Muito bom, mesmo. Mas por 72,00, eu comeria o mesmo prato na beira da praia. Vou escrever pro povo do bons de garfo e sugerir que classifiquem o tipo de restaurante. A gente já estava lá dentro, e eu adoro experimentar lugares novos. Mas não gosto de ter exatamente esse pensamento ("por esse preço eu...") porque isso sempre quer dizer que a comida não está incrível. Por exemplo, nem sei quanto custou a moqueca do Maní, E nem ligo. Quero voltar e pronto. (caberia o emoji do macaquinho cobrindo os olhso aqui rs). Entendeu?

Enfim, gente, essas foram as Andanças de julho. Mês gordinho, ocupadinho, né?