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sábado, 1 de agosto de 2015

Andanças de julho

Fomos ao Bar Brahma. Pra quem gosta de samba e agito, é o lugar. Pra quem não gosta, melhor passar reto, porque não dá pra conversar (o samba é alto e fora tem música ao vivo também) e enche, consequentemente as coisas demoram um pouco. Foi legal conhecer, não voltarei.

Fomos à Exposição Macanudismo, com o Ricardo Liniers, e como disse minha amiga, não há emoji de coração suficiente para expressar o amor por esse dia... ele é fofo demais, a exposição, que está na Central dos Correios (av São João, s/n), muito bem apresentada e organizada - a gente foi na abertura. Tinha algodão doce, tinha churros, tinha bebida, estava limpo, tinha senha para entrada, foi pontual, tinha senha para autógrafo, e minha única reclamação é que os produtos da lojinha acabaram logo e eu saí sem ímã da Henriqueta. Mas o Liniers compensou tudo desenhando em CADA coisa que autografou...
(aqui ele pintando o mural que agora faz parte da exposição)


Fui ao Almodovar com um amigo. Tenho de ser sincera e dizer que estava mais curiosa que com esperança, e assim continuei quando vi o menu porque não gostei de nenhuma das opções. Havia um peixe, um cozido e uma massa, acho (era o menu executivo), além de um arroz. Escolhi o arroz por eliminação, e adorei! gosto sutil mas bem feito de frutos do mar. A sobremesa estava inclusa, o preço foi justo e o serviço também. A conta, servida num sapato vermelho (sério), veio rápido e pretendo voltar.

Fui ao Consulado da Bahia com dois amigos. O garçom teve um momento de perdido quando pedimos um arroz de bacalhau (não temos, senhor - mas está aqui no cardápio - não, não servimos - mas está aqui escrito - ah, sim, é de peixe. OI?) e acabamos indo de baião de dois e de moqueca de camarão. Feliz, justo no preço, rápido.

Voltamos ao Meat Choppers e ao Mestiço, que serão sempre minhas primeiras escolhas na vida quando eu quiser só ser feliz e comer bem. Amo muito.

Fomos ver Risadaria, e eu estava bem receosa; achei que a coisa de "Fabio Porchat e grande elenco" parecia meio enganosa, que ia ser meia hora de espetáculo, sendo cinco minutos com ele e o resto bem sem graça, stand up de má qualidade, sabe? bem feito pra mim. Foi muuuito engraçado! eu amo o Fabio Porchat, acho que ele tem umas caras e bocas e voz e tiradas que são muito boas. Ele começou e virou mestre de cerimônias, interagindo com algumas das pessoas pra receber os outros comediantes. Houve cinco deles, e a gente gostou de todos. Alguns mais e outros menos, é claro, mas de verdade, me diverti horrores. Super recomendo.



Fomos ao Maní. A gente queria ser muito feliz no meio da semana, e ele é perto do trabalho. Aí hesitamos, porque liguei pra fazer reserva, e nem aceitava mais (aparentemente já cheio). Assim mesmo, a pessoa que atendeu recomendou que viéssemos de modo superpolido, e resolvemos arriscar, pois há várias outras opções lá perto, se não desse certo. Pois fomos em três, chegando antes das 13:00, e fomos atendidas imediatamente, com muita classe e educação, um couvert de biscoito de polvilho que parecia muito engraçado e aí se tornou viciante, e de longe a melhor moqueca de peixe que eu já comi na vida - e que tinha muitos acompanhantes acessórios, tipo quatro cumbuquinhas fofas rodeando (protegendo das amigas, acho) meu prato -  incluindo praia e Barcelona. A conta ficou alta, mas juro, nem ligo. Quero voltar amanhã. Ok, talvez não amanhã. Quando receba meu salário. Você entendeu. Vá.

Fui ao Le Jazz Brasserie duas vezes, com duas amigas. Honestamente, eu tinha ido no Shopping Iguatemi, há alguns meses, e minha opinião não mudou. Já comi o entrecôte, (o de Paris é melhor, que o Olivier me perdoe), já comi o Filet au Poivre (muito bem feito, mas acho caro pro que é), já comi o Filet a la Moutarde (idem), já comi o Farfalle au Saumon (idem). REsumindo, um bom restaurante, mas que tem preço de ótimo. Não acho ótimo. É bonitinho, e se fosse mais perto, eu iria mais vezes até; mas se eu tenho de chegar naquele quarteirão, no qual há Brado, perto do Saj, perto do Mani, perto dos Consulados, do Sí Señor... não vejo porquê voltar nele.

Fui ao Taberna 474. Aqui tenho uma reclamação pro povo do Boasdegarfo do Instagram. Eu havia visto uma foto delas linda de morrer do bolinho de chuva com doce de leite desse lugar, e ele é três quarteirões do meu trabalho, ou seja, quis ir imediatamente. Verdade seja dita, o bolinho foi incrível. Comemos e adoramos. Maaaas, pra chegar nele, comi um arroz de praia (frutos do mar) que custou 72,00 - pra ser ter comparação, eu diria que o gosto não era melhor que o do Almodovar, no qual eu paguei literalmente metade disso. Muito bom, mesmo. Mas por 72,00, eu comeria o mesmo prato na beira da praia. Vou escrever pro povo do bons de garfo e sugerir que classifiquem o tipo de restaurante. A gente já estava lá dentro, e eu adoro experimentar lugares novos. Mas não gosto de ter exatamente esse pensamento ("por esse preço eu...") porque isso sempre quer dizer que a comida não está incrível. Por exemplo, nem sei quanto custou a moqueca do Maní, E nem ligo. Quero voltar e pronto. (caberia o emoji do macaquinho cobrindo os olhso aqui rs). Entendeu?

Enfim, gente, essas foram as Andanças de julho. Mês gordinho, ocupadinho, né?

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