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The Great Gatsby
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One Hundred Years of Solitude
Lord of the Flies
Romeo and Juliet
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A Tale of Two Cities
Frankenstein
The Count of Monte Cristo
The Secret Life of Bees
The Memory Keeper's Daughter
The Joy Luck Club
The Da Vinci Code
The Kite Runner
The Shining
The Silence of the Lambs
The Bourne Identity


Leticia's favorite books »

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A Letícia lê - livros lidos nessa semana


Antes tarde do que sempre - Bernaldo Gontijo
Só Deus sabe o que esse livro estava fazendo no meu kindle. Não sei nada sobre ele ou sobre o autor, e pra não gastar meu tempo, resolvi não buscar. O livro soou por bastante tempo (as primeiras 100 páginas, acho) como literatura infantojuvenil (ruim), tanto que comecei a me lembrar desses títulos desse gênero dos quais eu gosto, para reler. Daí a parte 'adulta', de bebida, maconha e sexo começou a ficar mais e mais frequente, então deixou de fazer parte desse gênero. Mas a maturidade emocional do protagonista permaneceu nessa faixa etária, e não do jeito fofo e simpático. Tédio com um T bem grande pra vc.

Go set a watchman - Harper Lee
Puxa vida. Tanto a se dizer aqui. Eu fiquei superansiosa por esse livro, claro, porque gosto bastante do primeiro, e porque a voz da Scout era tão gostosa e agradável.
Então, por partes: as primeiras 150 paginas, mais ou menos, permanecem com reminiscências da Jean Louise, que agora vem visitar o pai, já um pouco velhinho e com artrite reumatóide, morando com a tia Alexandra. Ela tem sentimentos dicotômicos sobre Maycombe: metade de si acha que enquanto NY é livre e interessante, Maycombe é, de fato, o "mundo real". Outra metade acredita que jamais conseguiria viver ali.
Não posso falar muito sem dar spoilers sobre o que mudou na vida dela, então fico por aqui. Também nem acho que importa muito para o cerne da história.
Enfim, em algum momento, ela descobre que o pai está no Conselho da cidade, vai até lá, e ouve todo mundo falando sobre como os negros são seres inferiores; fica absolutamente enfurecida porque o pai está lá sem se revoltar, ou seja, ouvindo tudo aquilo e 'aquiescendo', e tem um ataque adolescente. Claro que a gente entende a dificuldade de ver os pais envelhecerem. Eu me identifiquei muito com essa frase: She always thought of him as hovering somewhere in his middle fifties - she could not remember him being any younger, and he seemed to grow no older. Mais ou menos: Ela sempre pensou nele como pairando em algum lugar dos cinquenta e poucos anos - ela não se lembrava dele ser mais jovem que isso, e ele não parecia envelhecer mais do que essa idade. É assim que eu penso no meu pai, e ele já tem 79. Mas eu procuro evitar fingir ter 12 anos. Tipo, sai pisando duro, faz a mala, xinga a tia. Se você não sabe que ela tem 26 anos, jura por Deus que ela tem 16. Electra, a equivalente ao complexo de Édipo, vive, né...
Não vou entrar no mérito do preconceito. É um tema sem dúvida muito complexo, e profundamente interessante, do ponto de vista histórico e humano. E, claro, tenho opiniões. Acima de tudo, tenho crenças e valores. E, como a Scout (e como Atticus), sou regida por eles.
Então, vou focar na minha opinião sobre O LIVRO: entendo perfeitamente o editor (muito esperto) que disse pra Ms. Lee tantos anos atrás: olha, legal e tal, mas acho que se você aumentar esse ângulo aqui e falar mais sobre a infância da Scout, isso aqui tem grandes chances. Esse volume, do jeito que está, tem partes legais, do tipo 'quero saber mais', e outras 'ah, eu fico desse lado'. Que tal? E entendo a Ms. Lee que foi esperta o suficiente para acatar o conselho e escrever um livro tão interessante como O sol é para todos, que afinal virou um ícone.
Porque, em termos de livro, esse é, perdoe meu francês, simplesmente mais chato que o outro. É tipo, substitua a parte nobre (igualdade e justiça sendo a razão do chilique) e o chilique da Scout é intragável. Ela, em muitos jeitos, é só bastante mimada, do jeito dela. E a gente gostava MUITO da Scout, né. Ela era a criança mais esperta, mais interessante, mais rica de emoções. Isso aqui fica decepcionante.
Você pode até dizer que afinal, essa parte nobre é o cerne da história, do livro, do sucesso. Mas aí, minha gente, se é... então foi mal trabalhado. Porque nem aparece por 150 páginas, aparece como razão do chilique, e some de novo, deixa eu contar. Sou mais fã do Uncle Jack, pra falar a verdade, mas não há um grand finale tão lindo como o episódio do livro anterior, então aí a gente fica com outro problema, né...
Enfim. No goodreads, isso aqui virou três estrelas. Duas delas foram ganhas na história da Scout achando que estava grávida aos 11 anos. Impagável. Vou dizer que valeria ler o livro só por isso. Me processe.

Atticus Finch. "You never really understand a person until you consider things from his point of view." To Kill a Mocking Bird. #MauraDawg
Você nunca entende realmente uma pessoa até que você considere as coisas sob o ponto de vista deles. (Atticus Finch, O sol é para todos)


The tennis party - Madeleine Wickham
Basicamente, o sujeito é um vendedor de investimentos, casado e com uma filha, de quem tem muito orgulho, e decide dar uma festa, em torno da quadra de tênis (festa de ricos, né, minha gente), com mais seis pessoas: um cliente viúvo e sua filha, um casal de amigos ricos para quem quer fazer uma venda e um casal de amigos pobres-acadêmicos.
A história é construída de um modo que, embora eu não saiba explicar a razão, soa como uma peça teatral. Quase consigo ver as entradas e saídas de cena. É densa, e forte, e profunda. E eu tenho de dizer que talvez, se a capa não houvesse sido feita em tons de azul e rosa bebê e com o nome da Madeleine (Sophie Kinsella), eu talvez houvesse gostado mais; expectativa é uma droga, né. Como, por causa desses fatos, eu esperava algo leve e fofinho, não gostei tanto. Como quando a gente vê a Jennifer Anniston, de Friends, fazendo um filme dramático, sabe? Até você se acostumar, perdeu metade da história.
Enfim, você, que já sabe sobre o que é a história, fique sabendo que é bem escrita, bem desenvolvida e interessante. Talvez goste mais do que eu.

The one that got away - Simon Wood
misteriozinho, acho que peguei de graça. Um serial killer que resolve ir atrás da única vítima que escapou, Zoe Sutton, e a perspectiva dela, cheia de culpa porque ela deixou a amiga para trás quando fugiu dele, mais de um ano atrás. Melhor do que a média, o que não anda querendo dizer muito.

Cadê você, Bernadette?, Where'd you go, Bernadette - Maria Semple


Que decepção! eu queria tanto ter gostado desse livro. Pra começo de conversa, é um desses que eu 'namorava' há um tempão. Depois, tem essa capa fofinha. Finalmente, é epistolar! tudo pra dar certo. #sqn. Um bando de personagens chatíssimos, sem noção, que não se conversam, (literal e figurativamente), pontos de vista se alternando entre eles sem conexão... puxa, detestei. Leia por conta e risco.

The viking, Marti Talbott - Marido está viciado em tudoviking. Séries, filmes, toy figures. ou seja, assisti à série (yummy), vi o filme A saga viking (meh), e aí fui ler esse livrinho. Só que, depois de tanta machadada e lutas por honra e terras na telinha, esse livro é um menino que sobrevive a uma invasão viking que deu errado na Escócia, e ele é tipo fofo, sabe... quase uma história de amor, o que é estranho. Bom, não estranho. Mas, em algum momento, a gente pensa, tá, por que então chamá-lo de viking? podia ser um náufrago, um órfão, um primo da pessoa... porque olha, de viking ele não tá tendo nada não, viu...

You, CAroline Kepnes - Esse livro foi eleito (por alguém, já me esqueci) o melhor suspense lançado em 2014. Fiquei curiosa, me processe. Fui ler. O moço trabalha numa livraria, flerta com a cliente, pega os dados dela no cartão de crédito, joga no google/facebook/twitter, e em dez minutos está na porta da casa dela vigiando. Arrepiou? Credo, né?
Só que é essa a extensão do livro. A gente arrepia de nojo e aversão desse tipo de atuação, e quando ele começa a soar ainda mais maluco e perseguidor e 'esbarrar' nela e vigiar as amigas e monitorar os e-mails e afins, acho que se fosse um filme e fosse bem feito, podia ser bem legal. No livro, não achei que a autora conseguiu. O sujeito é claramente um psicopata, mas ele só é assustador porque é tão 'preto e branco', sabe? ele realmente acha que a ama, e tudo que faz é pensando nisso, bem obcecado. Mas além de eu pensar, bom, vou checar minhas configurações de privacidade na mídia social e rezar pra não cruzar com gente maluca, semana que vem já esqueci do livro.

#Falsiane, Lucy Skyes - Gente, esse título é tudo, né? Pena que não foi tão bem desenvolvido assim, porque podia. A história é: editora de moda chique, linda, clássica, respeitada, tirou 6 meses de licença, pra tratar um câncer de mama. Quando volta, a ex assistente, periguete (a Falsiane), vendeu a ideia de transformar sua revista em uma publicação só digital, e está quase no seu lugar. Ótimo, né? E seria, eu acho, com uma única mudança: não deixar a Imogen (a editora) parecer uma completa imbecil, que ficou numa caverna por 25 anos, e não por 6 meses, e tem 68 anos de vida rural, não 42 urbanos - porque é assim que ela soa quando demonstra a ignorância absoluta sobre qualquer meio de social mídia, seja facebook, twitter, pinterest, ou algo que podia ser de fato mais complexo, tipo programação ou taxa de conversão de clientes. Isso me incomodou tanto que estragou o livro, que de outro modo, seria bem divertidinho.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Jane Eyre - clássico do momento - timely classic

Olha só que coisa. Mais um desses livros que provavelmente eu li em algum momento, mas tinha ZERO lembrança. E ele começa difícil, né? menina chata, dramática, muito malquista pela família, órfã, parece que você já leu a história.
E então... puxa, sabe que eu gostei?
Jane Eyre tinha sido deixada com um tio, que fez o favor de morrer e a deixou com Mrs. Reeds, a tia mais insuportável, e os primos horríveis, John e Georgiana, que se tornam delinquente/suicida e dama fútil da corte mais tarde. Em algum momento, essa tia envia Jane a uma escola longe, querendo se livrar dela de algum modo, não sem antes 'queimar o filme' da pobre loucamente.
Jane vai à escola, blá blá blá, e olha só, se dá bem, é espertinha, e decide se aventurar pelo mundo como tutora. Vai parar em uma casa chamada Thornfield, como tutora de uma menina chamada Adele.
Num dia, passeando pelo campo, quase socorre um cavaleiro, que olha só!, é Edward Rochester, o herdeiro da casa e guardião de Adele. Ele conversa com ela e a ignora, alternadamente, pergunta se ele é bonito - e ela diz que não, numa das melhores cenas do livro - 

I seriously laugh so hard at this part whether I am reading the book or watching one of the movies.:
em algum momento ele traz uns amigos pra casa, se engraça com uma moça bem mal educada chamada Blanche, finge que vai casar com ela só pra depois dizer "pegadinha do Malandro" e pedir Jane em casamento...
as empregadas da casa desconfiam loucamente da história, porque como assim Mr. Rochester vai se casar com a tutora feiosinha e sem graça e sem herança ou propriedades?. E aparentemente rogam praga, porque no dia do casamento... (Silvia, para de ler aqui e vá ler o livro, é fofo!). Vou fazer um parágrafo aleatório pra distrair aqui:

Jane é muito honesta, muito sofridinha e escrupulosa, e, algo que é bem legal: não é bonita. Muitas vezes isso é dito no livro. Muitas, judiação. Chega uma hora que você quase quer dizer, tá, já entendi, não precisa esfregar na cara da pobre.

revelação continuando: um amigo que havia aparecido na casa do Mr. Rochester anteriormente e sido 'atacado' misteriosamente revela que a 'coisa' que o atacou era, na verdade, sua irmã, que é, tchan tchan tchan tchan, esposa do Mr. Rochester! e louca de pedra (não no sentido figurado: no literal mesmo. Ataca as pessoas, precisa de uma enfermeira, etc etc). Essa pessoa, chamada Bertha, está trancada no sótão há anos, e mesmo depois de um discurso emocionado e lindo de Mr. Rochester, Jane foge, vivendo dias de quase mendicância, porque não será 'a outra'.
Passa-se quase um ano... e, bem no estilo novela do SBT, a família que acolheu Jane na verdade tem laços com sua própria família, descobre que ela ganhou uma herança e agora é rica (estou pulando uns detalhes, pra vc querer ler), e ela volta a Thornfield após escutar uma voz misteriosa uma noite a chamando. Descobre que a casa foi arruinada por um incêndio causado pela louca de pedra, no qual ela morreu, e o viúvo, Mr. Rochester, ficou cego e aleijado. 
Você acha que acabou? Não. Ela vai visitá-lo, ele, claro, ainda a ama, a pede em casamento de novo, a outra frase fofa do livro "Reader, I married him" (Leitor, eu me casei com ele) aparece, e bom,  é mais ou menos isso.






Minhas citações favoritas do livro:


I am unhappy,—very unhappy, for other things.” “What other things?  Can you tell me some of them?” How much I wished to reply fully to this question!  How difficult it was to frame any answer!  Children can feel, but they cannot analyse their feelings; and if the analysis is partially effected in thought, they know not how to express the result of the process in words.  Fearful, however, of losing this first and only opportunity of relieving my grief by imparting it, I, after a disturbed pause, contrived to frame a meagre, though, as far as it went, true response.

Missis was, she dared say, glad enough to get rid of such a tiresome, ill-conditioned child, who always looked as if she were watching everybody, and scheming plots underhand.”  Abbot, I think, gave me credit for being a sort of infantine Guy Fawkes.

Presentiments are strange things! and so are sympathies; and so are signs; and the three combined make one mystery to which humanity has not yet found the key.  I never laughed at presentiments in my life, because I have had strange ones of my own.  Sympathies, I believe, exist (for instance, between far-distant, long-absent, wholly estranged relatives asserting, notwithstanding their alienation, the unity of the source to which each traces his origin) whose workings baffle mortal comprehension.  And signs, for aught we know, may be but the sympathies of Nature with man.

is one of my faults, that though my tongue is sometimes prompt enough at an answer, there are times when it sadly fails me in framing an excuse; and always the lapse occurs at some crisis, when a facile word or plausible pretext is specially wanted to get me out of painful embarrassment. 

Are you anything akin to me, do you think, Jane?” I could risk no sort of answer by this time: my heart was still. “Because,” he said, “I sometimes have a queer feeling with regard to you—especially when you are near me, as now: it is as if I had a string somewhere under my left ribs, tightly and inextricably knotted to a similar string situated in the corresponding quarter of your little frame.  And if that boisterous Channel, and two hundred miles or so of land come broad between us, I am afraid that cord of communion will be snapt; and then I’ve a nervous notion I should take to bleeding inwardly.  As for you,—you’d forget me.” “That I never should, sir: you know—”  Impossible to proceed.” 

“Jane, be still; don’t struggle so, like a wild frantic bird that is rending its own plumage in its desperation.” “I am no bird; and no net ensnares me; I am a free human being with an independent will, which I now exert to leave you.” Another effort set me at liberty, and I stood erect before him. “And your will shall decide your destiny,” he said: “I offer you my hand, my heart, and a share of all my possessions.” “You play a farce, which I merely laugh at.”
“that will be your married look, I, as a Christian, will soon give up the notion of consorting with a mere sprite or salamander.  But what had you to ask, thing,—out with it?” “There, you are less than civil now; and I like rudeness a great deal better than flattery.  I had rather be a thing than an angel.  This is what I have to ask,—Why did you take such pains to make me believe you wished to marry Miss Ingram?” “Is that all?  Thank God it is no worse!”  And now he unknit his black brows; looked down, smiling at me, and stroked my hair, as if well pleased at seeing a danger averted.  “I think I may confess,” he continued, “even although I should make you a little indignant, Jane—and I have seen what a fire-spirit you can be when you are indignant.  You glowed in the cool moonlight last night, when you mutinied against fate, and claimed your rank as my equal.  Janet, by-the-bye, it was you who made me the offer.” 
“It can never be, sir; it does not sound likely.  Human beings never enjoy complete happiness in this world.  I was not born for a different destiny to the rest of my species: to imagine such a lot befalling me is a fairy tale—a day-dream.

“He means to marry you?” “He tells me so.” She surveyed my whole person: in her eyes I read that they had there found no charm powerful enough to solve the enigma.” 

“you were mad, do you think I should hate you?” “I do indeed, sir.” “Then you are mistaken, and you know nothing about me, and nothing about the sort of love of which I am capable.  Every atom of your flesh is as dear to me as my own: in pain and sickness it would still be dear.  Your mind is my treasure, and if it were broken, it would be my treasure still: if you raved, my arms should confine you, and not a strait waistcoat—your grasp, even in fury, would have a charm for me: if you flew at me as wildly as that woman did this morning, I should receive you in an embrace, at least as fond as it would be restrictive.  I should not shrink from you with disgust as I did from her: in your quiet moments you should have no watcher and no nurse but me; and I could hang over you with untiring tenderness, though you gave me no smile in return; and never weary of gazing into your eyes, though they had no longer a ray of recognition for” 
“You see now how the case stands—do you not?” he continued.  “After a youth and manhood passed half in unutterable misery and half in dreary solitude, I have for the first time found what I can truly love—I have found you.  You are my sympathy—my better self—my good angel.  I am bound to you with a strong attachment.  I think you good, gifted, lovely: a fervent, a solemn passion is conceived in my heart; it leans to you, draws you to my centre and spring of life, wraps my existence about you, and, kindling in pure, powerful flame, fuses you and me in one.” 

“What can you mean?  It may be of no moment to you; you have sisters and don’t care for a cousin; but I had nobody; and now three relations,—or two, if you don’t choose to be counted,—are born into my world full-grown.  I say again, I am glad!

“And where is the speaker?  Is it only a voice?  Oh!  I cannot see, but I must feel, or my heart will stop and my brain burst.  Whatever—whoever you are—be perceptible to the touch or I cannot live!” 
“My living darling!  These are certainly her limbs, and these her features; but I cannot be so blest, after all my misery.  It is a dream; such dreams as I have had at night when I have clasped her once more to my heart, as I do now; and kissed her, as thus—and felt that she loved me, and trusted that she would not leave me.”
“Oh, you are indeed there, my skylark!  Come to me.  You are not gone: not vanished?  I heard one of your kind an hour ago, singing high over the wood: but its song had no music for me, any more than the rising sun had rays.  All the melody on earth is concentrated in my Jane’s tongue to my ear (I am glad it is not naturally a silent one): all the sunshine I can feel is in her presence.” 

“recurred in this narrative, and I have done. I have now been married ten years.  I know what it is to live entirely for and with what I love best on earth.  I hold myself supremely blest—blest beyond what language can express; because I am my husband’s life as fully as he is mine. ” 

friends jane eyre gif - Google Search:

domingo, 20 de setembro de 2015

A Leticia lê - livros lidos nessa semana + timely classic - clássico do momento

Essa semana foi a do:

Queria mais é que chovesse - Pedro Mexia
crônicas sempre me atraem. Essa edição é linda, e me chamou com os olhos. Mas de verdade, foi um daqueles casos que o primeiro encontro seria o único. A conversa não se sustentou, sabe? chatice.

Brave new world - Aldous Huxley
Fiquei olhando pra estante e decidi reler livros que estavam lá e dos quais eu só lembrava vagamente; daí saíram várias escolhas dessa semana. Parabéns pra mim! Admirável mundo novo foi um deles. É um livro distópico da época na qual esse gênero era completamente desconhecido dos milhões de jovens que hoje leem Divergente, Jogos vorazes e afins. (dos jovens e de mim, no caso, que adoro, tá?)
O livro começa com a descrição de umas pessoas visitando um centro no qual um processo chamado Bokanovsky é explicado: um embrião é transformado em milhares, 'produzindo' seres humanos perfeitos de uma vez e sem a complicação de conceitos alienígenas como 'família', 'pais', 'sexo'. A ideia é que todos os seres produzidos sejam plenamente felizes, com as tarefas que recebem - afinal, as sociedades são sim divididas em castas, 'como tem de ser' - e desde cedo, frases como 'eu odiaria ser do grupo X', ou 'usar a cor Y' - que pertence ao outro grupo - são inculcadas na mente das pessoas. Sete mil repetições fazem uma verdade, algo assim. A ideia é que todo mundo viva uma vida de prazeres simples, controlados, e sejam felizes - na medida da felicidade do governo.
Existem, claro, alguns personagens que saem um pouco dessa padronização. Bem pouco. Bernard Marx é um deles. (uma ligeira sátira aqui com esse nome) Em algum momento, ele se envolve com uma outra moça, Lenina, mas rapidamente se desaponta porque ela na verdade gosta da droga (soma) que toma e que faz com que tudo fique bem e rapidamente tranquilo, e não quer sentir coisas intensamente como ele.
Eles pregam Comunidade, Identidade, Estabilidade. Logo um outro personagem, John Savage, é inserido no contexto; ele vivia numa 'reserva', quase como o que seriam nossos 'índios', e ao contrário dos outros, sofre quando perde a mãe, já conheceu dor, não entende esse universo. Ele lê Shakespeare (Marx também o havia feito, aparentemente é como as pessoas aprendem a sentir por ali...ah, literatura... ) e diz a frase mais citada do livro: But I don't want comfort. I want God. I want poetry, I want real danger, I want freedom, I want goodness. I want sin. I'm claiming the right to be unhappy. Not to mention the right to grow old and ugly and impotent; the right to have syphilis and cancer; the right to have too little to eat; the right to be lousy; the right to live in constant apprehension of what may happen tomorrow; the right to catch typhoid; the right to be tortured by unspeakable pains of every kind. I claim them all. 
Mais ou menos: Mas eu não quero conforto. Eu quero Deus. Eu quero poesia. Eu quero perigo real, quero liberdade, quero bondade. Quero pecado. Estou reinvindicando o direito de ser infeliz. Sem falar do direito de envelhecer e ficar feio e impotente; de ter sífilis e câncer; de ter pouco para ocmer; de ser incompetente; de viver em constante medo do que pode acontecer amanhã; de pegar febre tifóide; de ser torturado por dores de todos os tipos. Eu quero tudo isso.
Vou dizer duas coisas: a ideia é obviamente original (foi publicado em 1932) e assustadoramente conectada com tanta coisa que vivemos hoje. Nossa necessidade de prazeres imediatos, de drogas que nos deem alívio, de grupos que nos aceitem e façam tudo igual, usando 'as mesmas cores'. A gente acha que é menos tribal, mas não é. 
Mas acho que Mr Huxley não é o melhor contador de histórias do mundo. Sabe, houve diversos momentos nos quais eu não pude evitar pensar... tá, tá, e? - coisa que jamais acontece quando a narrativa é fluida como pode ser. Claro, isso é totalmente uma opinião individual. Mas, bom, sou eu que estou escrevendo, né? Me conta se pra vc foi diferente.
16 Witty Sherlock Comebacks to Knock Out Your Enemies:  

A cidadela - AJ Cronin 
Esse é um livro que eu li há vinte anos, e tem aquele sentimento de novela: não tem nenhuma cena politicamente incorreta - mesmo quando se descreve uma cirurgia, a linguagem é mansa, sutil, bem anos 70 - agora pensando bem, creio que isso também tem a ver com a tradução que eu tenho, que é dessa época. Mas o livro foi publicado em 1937, então de verdade, há uma certa política envolvida.
De qualquer modo, narra a vida do dr. Andrew Manson, desde o momento após sua graduação, a duras penas e só realizada com um empréstimo, seu início de carreira como médico assistente e completamente explorado e seu idealismo.
Existe um contexto histórico aí: não havia um único sistema de saúde em Wales, ou na Inglaterra (hoje existe algo chamado NHS, que mal ou bem, uniformiza os procedimentos). Dr. Manson começou trabalhando supostamente como assistente para o Dr. Page, embora esse estivesse inválido, e, talvez retratando alguma experiência do autor, que também era médico, se chocou com a prática do lucro dos profissionais, dos pacientes que só vinham atrás de atestados médicos ou de remédios, e - num diálogo que me pareceu absolutamente real - de médicos que não ouviam seus pacientes, simplesmente a primeira frase "ah, você tem fraqueza: é anemia, tome essa pílula" em vez de buscar o diagnóstico como um todo.
À medida que ele cresce profissionalmente, tem aí um lado meio Keanu Reeves naquele filme Advogado do diabo - lembra-se, o profissional idealista que é corrompido pela ambição e larga a mulher para ir atrás das luzes da cidade grande, que lhe parecem agora tão fantásticas? A relação do doutor Manson com a esposa, a Christine, que o apoiava de forma quase irritantemente incondicional, desde que ele fosse fiel a si mesmo, me lembrou muito essa.

Enfim, ele passa por várias cidades, vários momentos, relações diferentes com pacientes, com colegas de profissão e com essa esposa, que o 'truca' às vezes "esse não era aquele remédio que na verdade não faz nenhum tipo de efeito? por que você o está receitando?", irritando-o loucamente, porque,né, a verdade dói.
E aí, você quer saber se ele vira um ser humano horrível e mais um dos médicos do grupo medonho? em homenagem à Silvia, que tem ódio de spoilers, eu não vou contar. Você veja que pra mim, como sempre, tanto faz: acho que o que gosto da história é a história e a maneira como é contada.
PS: Eu li esse livro na sequência do Admirável mundo novo. Tão diferente! Li numa sentada, com deleite.
Minha edição:
A Cidadela


Jane Eyre, Charlotte Brontë: lendo. conto semana que vem.

domingo, 13 de setembro de 2015

A Letícia lê - livros lidos nessa semana

As palavras não se afogam ao atravessar o Atlântico, Carlos Vaz Marques
A posição é nós percebermos o que é que o livros nos quer dar. Eu como leitor, não quero impor-me ao livro. Não digo ao livro: olha, eu quero que me dês isto. Não. Eu tento colocar-me sempre na posição de receber aquilo que ele me quer dar. Se me colocar nessa posição, vou sempre receber coisas.

Disse Gonçalo Tavares, e eu concordo. Não sabia o que iria receber desse livro, uma compilação de entrevistas realizadas com diversos autores portugueses da atualidade - tantos que eu não conhecia, alguns que eu conhecia só o nome mas não sabia sequer que eram portugueses, outros que foram mencionados por esses... o livro me deu momentos de alegria pelas frases tão bem colocadas e uma lista enorme de novos autores para ler.
 

O homem que não conseguia parar, David Adam
interessante e revelador. Sempre me interessei por doenças mentais e suas origens tão diversas e incompreendidas, e esse retrato de TOC é uma das janelas pelas quais olhar e, no que for possível, estender a mão a si mesmo ou ao próximo, com seus pensamentos invasivos, egodistônicos ou somente incontroláveis.

The fence around the cuckoo, Ruth Park
Great voice, wonderful use of words and pungent portrait of the country wannabe writer since forever. Got this book as a gift from a friend who's been living down under for over a decade and once again marvelled at how much literature can bring you.

domingo, 6 de setembro de 2015

6on6 - 6 imagens de agosto!

Gente, vou ser OBRIGADA a começar com essa piadinha:


Mas enfim... as fofas do www.nosofah.com.br e mais gente linda que curte o projeto 6 on 6 compartilham 6 fotos que retratam, perdoem o trocadilho, o seu  mês. Vai aqui um pedacinho do meu mês de agosto:


1. Essa fofurinha é a Helena. Quer dizer, a fofurinha humana. A outra, talvez vocês já conheçam, é a Zara. A Helena é filha da minha amiga, tem 2 anos e 4 meses e gosta muito de bichinhos. (Se divertiu horrores com a Jamie,a outra felina, fazendo 'fuuu' pra ela, achando que era um oi). A Zara, a gata mais docinha e que gosta mais de gente do mundo, compartilhou direitinho os brinquedos da Helena.


2. Então, é assim: eu sou o que os marqueteiros chamam de 'early adopter', a que adora testar produtos e coisas novas. Quando saíram as lojas de cupcakes, eu experimentei todas. E detestei todas. Bolinho meio seco e farelento, queria só a cobertura. Aí fui trabalhar na Vila Olímpia, e lá perto tem o Cupcake Ito (na r. Julio Diniz, eles tem instagram e facebook), e tudo ficou tão mais bonito e feliz... os cupcakes são o que tem de ser, macios, com montes de recheio, um deleite. Tem de brigadeiro, de doce de leite, de paçoca, red velvet, e nem tô ganhando nada com esse post a não ser dividir a alegria: vai experimentar. Prometo que você não vai se desapontar. A propósito, eu não trabalho mais nesse bairro, mas nesse dia fizemos uma reunião lá e passamos pra matar as saudades. Ah, que saudades...


3. Nós havíamos visto o trailer desse filme e parecia tão legal e fofo. Mas acho que a expectativa era que fosse muito igual à Família Belier, que eu amei demais, e portanto, foi um pouco decepcionante. Assim mesmo, cinema é sempre um respiro, né?



4. Essa é quente, gente! (ou gelada). Minha amiga lançou uma versão de comida em potinhos bem incrível. Dá pra pedir coisas novas quinzenalmente, tudo pode ser congelado e todos os itens que eu experimentei (sopa indiana, de mandioquinha, verrine de red velvet, legumes assados, polenta com ragu, massa com molho funghi e com molho de limão siciliano, entre outras delícias) estavam incríveis. Enquanto eu não acabar com o estoque, vocês ainda tem chances. A página do facebook é https://www.facebook.com/LesQuitutes?fref=ts

5. Visitamos uma escola com um projeto incrível, chamada EMEF Amorim Lima; basicamente, embora seja uma escola municipal, ela atua como outras grandes escolas privadas no sentido de prover uma educação por projeto, autônoma, que estimula a liberdade, o trabalho em equipe, a responsabilidade, a negociação. A escola nos foi mostrada por dois alunos do equivalente à 7a, série, e a fala deles foi muito mais do que o que você encontra no google ou youtube sobre a diretora poderia nos convencer. Fantástico. E, claro, a foto é da biblioteca. - Que não tem alguém que tome conta o tempo todo, pois o governo não tem esse recurso, mas em vez disso, é responsabilidade de mães, que tem horários: em torno de quinze delas disponibilizaram períodos (por exemplo, eu fico todas as 2as. das 9 às 13:00) para poder deixar o lugar aberto para os alunos o tempo todo. Isso sim é atitude política que funciona, ENQUANTO cobram a resposta de cima não ficar SÓ cobrando. Lindo.

6. Minha gula não deixaria terminar sem o vício do mês... nossa... pra que Buscopan na TPM, né???








quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A Letícia lê - livros lidos em agosto. Sim, é uma nova manchete por aqui.

Livros lidos em agosto

Porque eu tenho zero vergonha na cara, e porque acho que é melhor sim tentar consertar que jogar fora, estou ignorando minhas parcas tentativas recentemente de manter esse blog tão organizado como eu prometi e em vez disso contando de modo 'enfia numa cesta' o que eu li em agosto:

Li três livros que não vale a pena mencionar: dois romances unidos, (In too deep e Too far gone, Stella Rhys), um YA (don't forget to breathe, Catharine alguma coisa, chatíssimo) e um não ficção (A killer in the family, Peter Range Ross) que só gastaram uma hora da minha vida. Esse último era pra ser mais interessante - um sujeito um dia pirou e matou a família, fugindo por vinte anos - mas minha nossa senhora, pensa numa coisa sem pé nem cabeça. Não se falou de nada no livro. Nem do crime, nem da fuga, nem da família, nem do criminoso... tipo, eu sei tanto sobre o caso agora quanto eu sabia antes de ler o livro. É pra dizer que foi mal escrito ou não?

Li Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes, do Covey: é um livro que estava na minha lista há tempos, e fazia parte do Kindle Unlimited. Me surpreendeu positivamente, na verdade. Eu esperava um livro de autoajuda ou algo muito voltado à liderança e hábitos vire sua vida do avesso.
Em vez disso, o autor faz questionamentos válidos, realistas, coloca em cheque alguns princípios importantes e de fato faz sentido. Gostei.
Li um PNR (Paranormal romance) chamado Drink of me, da Jacquelyn Frank, que era bem desenvolvido, bem escrito, com cenas quentes e divertidas. Me julgue, se quiser. Aproveita e paga essa conta minha aqui.
Li Jane and Prudence, da Barbara Pym, que embora tivesse resenhas ótimas e supostamente uma conexão (quem não?) com Austen, foi um desperdício de duas horas da minha vida nas quais eu podia: 1. ter feito bolo de chocolate. 2. ter comido bolo de chocolate 
Li War Brides, Helen Bryan. Idem, ótimas resenhas, história potencialmente interessante - me lembrou o romance que eu li mês passado sobre as pessoas na época da guerra e que era bem mais legal - mas não decolou. Pena, porque inclusive eram seis noivas diferentes, ou seja, muuuita chance e alguém ser muito fascinante, né?
Li A word child, da Iris Murdoch. Quem já viu o filme Iris? É uma coisa linda demais, com a Kate Winslet interpretando a escritora quando jovem e a Dame Judi Dench na época de sua morte. Mas não somos todos que estamos preparados para Iris Murdoch, e eu tentei Henry e Cato primeiro, e desisti. Porque estava achando chato, e claramente isso é falha minha - não estava preparada. Refiz a tentativa para A word child, a história do Hilary, um sujeito vivendo uma vida medíocre após um incidente que mudou sua vida e a vida de um companheiro na época da Universidade, anos atrás - até encontrar o tal companheiro. A história é absurda, você quer o tempo todo sacudir esse cara pelos ombros pra causar alguma reação que seja 'normal' - não que nada seja normal na vida dele, nem os amigos, nem a irmã, nem os companheiros de trabalho. Você fica imerso em toda essa loucura... muito bom, muito bem escrito, MUITO eloquente. 




A propósito: as mini reviews tb estão todas no meu goodreads, em inglês.







terça-feira, 1 de setembro de 2015

Andanças de agosto

Vamos lá:
esse mês:

eu fui várias vezes ao food park que abriu (felizmente) na esquina do trabalho, Piknik Faria Lima, e tem diversas opções bem legais. Tem um horário que lota, porque há muitos prédios comerciais à volta, mas logo dá uma esvaziada e o espaço é supergostoso. Já comi hamburguer em mais de um lugar, churros, bolo no palito (SENSACIONAL), brigadeiro, sanduíche de pernil, torta de maçã... superaprovado. Espero que não saiam de lá jamais. A única ressalva, mas é totalmente pessoal, é que nem todos os trucks aceitam o Ticket Restaurante da firrrrmaaa, o que é irritante. Mas a gula fala mais alto.

voltei a lugares que eu adoro (Cupcake Ito, Meat Choppers, Si Señor, Chianti Chocommelier, Le pain quotidien, Al Arabe)

conheci o Sujinho, na Consolação, tipo um clássico da cidade. D. absolutamente amou a tal costela bovina, que era um prato para homens das cavernas. Eu achei o meu prato (acho que era fraldinha, não me lembro, o que já é bem sintomático) beem mais ou menos. Ou seja, se voltarmos, é pela síndrome carnívora dele.

Eggs Comfort food - comi os ovos beneditinos, estavam incríveis e pra quem adora, sem dúvida são uma ótima pedida. É meio longinho, mas voltaria tranquilamente, porque valeu bem a pena.

A Torteria - que decepção. Eu achei a ideia superfofa (tortas salgadas e doces, as primeiras com saladas, ali na Fradique Coutinho) e seguia o instagram deles esperando a oportunidade de uma amiga com vontade de explorar o bairro. Surgiu, fomos... torta do dia meio borrachenta, com a beringela que parecia queimar a língua, a torta seca, a salada sendo as folhagens, e a torta que mais me havia atraído (e ficam todas descritas numa lousinha, a propósito), de caramelo, chocolate e flor de sal, não estava disponível. Comi a torta salgada e não fui atraída pelas doces que estavam lá; em vez disso, fui ao Chianti Chocommelier ser muito feliz com o chocolate com cafezinho mais perfeito do universo. Tchau, torteria.

Bonagastro - pelo contrário, uma ótima surpresa. Comi o risoto de abóboras, queijo de cabra e manjericão, honesto e muito saboroso. Lugar agradabilíssimo e serviço ótimo. Merecerá várias visitas. (Além de tudo, ao lado da Fnac!)

Sim, pra variar, só comi nessa minha vida. Eu nado, já contei? Mal, no caso; mas frequentemente:  Nesse mesmo mês de agosto, o Swarm me contou que fiz 55 minutos de natação 12 vezes. Só isso faz com que eu não aumente um número de roupas por mês (só por ano). Mas gente, comer (bem) é muito feliz, né? E eu gosto de ser feliz.

Então até as próximas andanças!