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Leticia's favorite books »

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A Letícia lê - livros lidos em agosto. Sim, é uma nova manchete por aqui.

Livros lidos em agosto

Porque eu tenho zero vergonha na cara, e porque acho que é melhor sim tentar consertar que jogar fora, estou ignorando minhas parcas tentativas recentemente de manter esse blog tão organizado como eu prometi e em vez disso contando de modo 'enfia numa cesta' o que eu li em agosto:

Li três livros que não vale a pena mencionar: dois romances unidos, (In too deep e Too far gone, Stella Rhys), um YA (don't forget to breathe, Catharine alguma coisa, chatíssimo) e um não ficção (A killer in the family, Peter Range Ross) que só gastaram uma hora da minha vida. Esse último era pra ser mais interessante - um sujeito um dia pirou e matou a família, fugindo por vinte anos - mas minha nossa senhora, pensa numa coisa sem pé nem cabeça. Não se falou de nada no livro. Nem do crime, nem da fuga, nem da família, nem do criminoso... tipo, eu sei tanto sobre o caso agora quanto eu sabia antes de ler o livro. É pra dizer que foi mal escrito ou não?

Li Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes, do Covey: é um livro que estava na minha lista há tempos, e fazia parte do Kindle Unlimited. Me surpreendeu positivamente, na verdade. Eu esperava um livro de autoajuda ou algo muito voltado à liderança e hábitos vire sua vida do avesso.
Em vez disso, o autor faz questionamentos válidos, realistas, coloca em cheque alguns princípios importantes e de fato faz sentido. Gostei.
Li um PNR (Paranormal romance) chamado Drink of me, da Jacquelyn Frank, que era bem desenvolvido, bem escrito, com cenas quentes e divertidas. Me julgue, se quiser. Aproveita e paga essa conta minha aqui.
Li Jane and Prudence, da Barbara Pym, que embora tivesse resenhas ótimas e supostamente uma conexão (quem não?) com Austen, foi um desperdício de duas horas da minha vida nas quais eu podia: 1. ter feito bolo de chocolate. 2. ter comido bolo de chocolate 
Li War Brides, Helen Bryan. Idem, ótimas resenhas, história potencialmente interessante - me lembrou o romance que eu li mês passado sobre as pessoas na época da guerra e que era bem mais legal - mas não decolou. Pena, porque inclusive eram seis noivas diferentes, ou seja, muuuita chance e alguém ser muito fascinante, né?
Li A word child, da Iris Murdoch. Quem já viu o filme Iris? É uma coisa linda demais, com a Kate Winslet interpretando a escritora quando jovem e a Dame Judi Dench na época de sua morte. Mas não somos todos que estamos preparados para Iris Murdoch, e eu tentei Henry e Cato primeiro, e desisti. Porque estava achando chato, e claramente isso é falha minha - não estava preparada. Refiz a tentativa para A word child, a história do Hilary, um sujeito vivendo uma vida medíocre após um incidente que mudou sua vida e a vida de um companheiro na época da Universidade, anos atrás - até encontrar o tal companheiro. A história é absurda, você quer o tempo todo sacudir esse cara pelos ombros pra causar alguma reação que seja 'normal' - não que nada seja normal na vida dele, nem os amigos, nem a irmã, nem os companheiros de trabalho. Você fica imerso em toda essa loucura... muito bom, muito bem escrito, MUITO eloquente. 




A propósito: as mini reviews tb estão todas no meu goodreads, em inglês.







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