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sábado, 31 de outubro de 2015

A Letícia lê - Mês temático: Semana do horror!

Roald Dahl's Collected Book of Ghost stories: nossa, tem umas pra perder o sono aqui!

Joe Hill: Twenty Century Ghosts: Expectativas são uma droga, né. A primeira vez que li esse livro, nem sabia quem era Joe Hill, e adorei. Dessa vez, sabendo perfeitamente que ele era filho do Stephen King, li e achei... meh. Afe, que exagero (no cara que é na verdade inflável). Bom, essa é boa (no menino sequestrado). Que forçada de barra (na outra). E assim foi. Saiu da lista e da estante.

Revival, do Stephen King: putz! que perda de tempo... ele já foi mais assustador :p

domingo, 18 de outubro de 2015

A Letícia lê - Mês temático: Semana da criança

The wave, a novel by Todd Strasser
Esse livro vale estar na sua lista pura e simplesmente pelo tema. É baseado num experimento real, conduzido numa escola da Califórnia em fins da década de 60. Um professor de História deu aula sobre o Nazismo, e a turma ficou abalada, mas também se perguntou porque os alemães não haviam se rebelado contra isso; afinal, Hitler não teria conseguido nada sem o apoio do seu Exército. Ou seja, como ele de fato fez com que as pessoas 'comprassem' a ideia de tamanho horror? contra seus pares? Ele decide então no dia seguinte dar uma aula diferente, e sem contar ao grupo, começa a usar os preceitos de liderança que possivelmente foram usados na época. É assustador como funciona, como o grupo muda, como os dissidentes são tratados, como o próprio professor em algum momento é retratado (meio que 'esquecendo' a origem de tudo, perdendo o controle)... o livro em si não é um primor de linguagem ou narrativa, mas essa questão é muito válida, assustadoramente real e interessante. PS: houve um filme também, alemão e igualmente assustador.



Carry on, Rainbow Rowell
Então. Primeiro, eu tinha zero ideia sobre o que era o livro, tá? Descobri que ela estava se aventurando sobre o mundo mágico ao começar a ler sobre o menino que (soa familiar) era órfão, foi enviado aos 11 anos para a escola mágica, tinha como referência o Dumbledore, quer dizer, o Mage..., e, veja bem, não era o melhor aluno, tinha uma amiga que era (Hermione/Polly) e esperavam que ele salvasse o mundo mágico! Juro, fiquei esperando que na descrição a qualquer momento aparecesse uma cicatriz na testa. Não vou dizer que não me irritou um pouquinho. Mas né, vamos dar crédito à pessoa. E veja bem, ela fez algo no livro que REALMENTE diferenciou o Simon Snow do Harry Potter, pode acreditar. MESMO.
O que de verdade me fez hesitar sobre o livro foi, bem, o livro. Várias vezes eu me vi indo checar a sinopse, o histórico, a loja do Kindle, Porque de repente algo supercomplexo era mencionado, mas como se a gente já soubesse ou fosse saber depois - o que jamais acontecia. Vou tentar dar um exemplo análogo, pra não ter spoilers. Estou aqui falando com vc sobre meu fim de semana na praia. E aí digo, foi igual ao fim de semana do ano novo, quando aquelas ondas gigantes de algas quase nos mataram, e descobrimos que tinha sido meu primo que as havia encantado, e se lembra, isso quase me matou, teve aquele breakthrough da terapia por causa disso... mas fora isso, o fim de semana foi bom.
Tipo, oi? Eu pensava, será que na verdade esse livro é uma sequência? um combinado com outro autor?? uma encomenda? socorro? e gente, vou levantar aqui meu cartaz de leitora: eu não deveria ter de me sentir assim. É como tradução mal feita! Você para de ler, sai do mundo onde estava, e fica se perguntando se VOCÊ está no lugar errado. Não não não.
Desculpa, dona Rainbow, mas não sou completamente imparcial. Não deu certo.


A herdeira, Kiera Cass
Eu li as aventuras da tal America um tempão atrás, e pra falar a verdade nem lembro de tudo. Lembro de pedaços: que havia 35 mocinhas, a la Hunger games, sqn; havia castas, e supostamente essa moça, que nem queria estar lá, deveria ter sido dispensada na primeira semana, mas o príncipe gostou dela, e enfim. Esse livro, o número 4, é sobre a filha deles, que é um cyborg de tão mimadinha e 'meu deus, eu carrego o mundo, mereço pelo menos um suco de laranja bem gelado de manhã' ou algo assim. Tá, ela melhora um pouco, mas só um pouco. - Na verdade, o livro é sobre o fato de que, embora os pais tenham tentado eliminar o sistema de castas, o país enfrenta uma rebelião, e o rei pensa que enquanto desenvolve uma estratégia, apresentar uma nova "seleção" de pretendidos para a filha pode entreter a população. Tipo, todo mundo gosta da família real, certo? E lá vem ela sambando na cara da sociedade com os seus próprios 35 escolhidos.
Melhora um pouco, mas no fim, quando vai esquentando, termina e ficamos sem saber o que de fato vai acontecer. Ou seja, ARGH.

A formatura (O teste 3), Joelle Chabornneau
Outro que começou bem e terminou "aiai porque a pessoa não desiste enquanto está ganhando?" Adorei o primeiro, achei o segundo bem marromenos e detestei esse.

Avalon High, Meg Cabot
Uma tentativa de colocar o rei Arthur no colégio tinha de ser mais elaborada, só acho. A ideia é bem simpática até. Quem não ama o rei Arthur? Embora, claro, a história a respeito seja agressiva (traição, assassinato), um pouco mais de esforço antes do clímax seria legal.

Aí li O despertar do príncipe, da Colleen Houck; não sabia o que esperar, só me lembrava dela ter sido a pessoa com quem os fãs dividiram o dia para autógrafos com a Sophie Kinsella. Escolhi o livro que achei menos conhecido, e me danei; não porque era terrível, - uma mistura de Indiana Jones com O retorno da múmia na versão romance adolescente que, olha só, não me matou de tédio, mesmo que eu tenha sérias dúvidas sobre 1, a mitologia egípcia mencionada 2, a sanidade da heroína, que parecia uma imbecil mimada que não sabia que era uma imbecil mimada, ou seja, o pior tipo; 3, o que exatamente a autora quis fazer - mas porque ao chegar ao momento climático do final, descobri que o volume 1 acabou de ser lançado...

Agora é a hora de confessar a gafe da semana: pensei, acho que tenho livros da Colleen H no kindle. Gostei desse do príncipe, vou procurar. E li três. E achei muito estranho, porque eram livros muito "Days of our lives", sabe, bem dramáticos, com tipo novelesco, do gênero 'descobri que minha irmã era minha mãe e aí caí do cavalo e fiquei em coma e quando acordei ela tinha morrido' (não, isso não aconteceu, mas juro que não seria impossível nesses livros). Li Slammed, (trocadilho com slam poetry, que é tipo poesia com rap, algo bem simpático que o personagem principal, um professor, faz), Maybe someday, cujo título se refere à canção que o herói toca para a heroína e só vou contar isso pra não estragar tudo, e Hopeless, que jesuscristinho, já falei que parece novela???
Assim mesmo, li os três, dei uma choradinha e tudo, porque embora muito absurdos, são tão viciantes quanto a mencionada novela: você quer saber afinal quem é que sabotou as rédeas do cavalo, no meu exemplo imaginário. E torce pelos personagens. Tem uma coisa meio mítica, né?
Já descobriu o problema? não era Colleen Houck, era Hoover... bem que eu achei que a pessoa tinha de ter personalidade bipolar para escrever coisas tão absolutamente diferentes...

facepalm animated GIF



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Letícia lê - livros lidos nessa semana - Mês temático: 1a. quinzena da criança!

E aí que a quinzena da criança foi muito produtiva! Ela virou quinzena do YA também, né, porque afinal, hoje em dia é quase uma coisa só... (e pra falar a verdade, muitos dessa lista já estavam na minha estante/lista de leitura).


coleção vagalume
Comecei com o Histórias da turma, Marcia Kupstas - esse livro se originou das crônicas que a autora escrevia pra Capricho, da qual eu era assinante, era 'a revista' na minha adolescência. Mas, ao contrário da primeira vez que eu li, dessa vez eu achei uma certa "forçação de barra", não me conectei com os personagens (eu sei que tenho vinte e cinco anos a mais, mas sabe aquele sentimento nostálgico que a gente tem quando sente um cheiro ou vê algo do passado? não tive. Tive um estranhamento, só.) Eu li pensando, esse seria um livro que eu compraria para uma sobrinha, para a filha de uma amiga? e concluí que não. Tchau, Histórias da turma. Foi bom enquanto durou.

Aí eu li A hora do amor, do Alvaro CArdoso. Embora tenha sido escrito na década de 60, e eu tenha lido vinte e poucos anos depois, relendo mais vinte na sequência eu ainda gosto do Beto, o personagem principal, ainda vejo a Lucia Helena, ainda entendo a frustração... esse fica na minha estante.

Ana e Pedro, Vivina de Assis Viana e Ronald Cleaver - em compensação, este livro... tanto amor! esse é composto de cartas. Ana conhece uma moça em Cabo Frio, ela fala do amigo, Pedro, que mora em BH, e eles começam a se escrever. Gente, tanta fofura! Amo.

Pausa para possivelmente o melhor desse compilado: Memoirs of an imaginary friend, Matthew Dicks -  li no Kindle, mas olha que sorte, já tem em português <3. Que livro fofo. Será que o Matthew Dicks conhece a Rainbow Rowell? Se não, deveria. Eles deveriam ser amigos, e ir ao cinema, e tomar muitas xícaras de chá de ervas com sponge cake. Mas enfim. O livro é sobre o Max. Ou talvez seja sobre o Budo. Max é possivelmente autista,
Max lives on the inside and the other kids live on the outside. That's what makes him so different. Max doesn't have an outside. Max is all inside”
Max vive no 'por dentro' e os outros garotos vivem no por fora. É isso que o torna tão diferente. Max não tem um 'por fora'. Max é todo 'por dentro'.
Agora me fala se não é a definição mais bonita que você já leu?
ele tem tem 9 anos, e tem um amigo imaginário/narrador do livro, que se chama Budo e vai te contar TUDO sobre o planeta dos amigos imaginários. Budo é a criatura que você queria ter pra si. Você vai ter vontade de ter um amigo imaginário agora mesmo, eu prometo. É engraçado (I once knew an imaginary friend named Philippe. He lasted less than a week. One day he popped into the world, looking pretty human except for his lack of ears (lots of imaginary friends lack ears).): Uma vez eu conheci um amigo imaginário chamado Philippe. Ele durou menos de uma semana. Um dia ele apareceu no mundo, parecendo bem humano exceto pela falta de orelhas (muitos amigos imaginários não tem orelhas).
É sábio: “It's strange how teachers can go off to college for all those years to learn to become teachers, but some of them never learn the easy stuff. Like making kids laugh. And making sure they know that you love them.”
É estranho como professores podem ir à Universidade todos aqueles anos para aprender a se tornar professores, mas alguns deles nunca aprendem as coisas fáceis. Como fazer as crianças rirem. E se assegurar de que elas saibam que você as ama.

Se eu não te convenci a ler esse livro até agora, não sei mais o que fazer. É lindo, e triste, e alegre, e doce, e amargo - como os livros escritos com o coração são. Fiquei muito feliz de ter começado com ele.

MEMORIAS DE UM AMIGO IMAGINARIO


Aí eu me empolguei e fui revisitar meu amigo, Roald Dahl: sou tão fã desse cara! Comecei por Charles and the Great Glass Elevator, que é uma sequência da Fábrica de chocolate. Nem é meu favorito. Ficou com três estrelas, só porque 1, ele não é condescendente com a imaginação infantil, 2, ele não tem medo de realmente se empolgar e misturar alienígenas, presidentes estúpidos (um galês escrevendo sobre isso na década de 70 era novo) e a estupidez e ignorância humanas. A mistura é bem interessante.

Aí fui ler The Witches, porque veja bem, eu colecionava bruxinhas quando adolescente, li Maleus Maleficarum, tenho uma tatuagem de triquetra, acho o poder feminino algo fascinante. Pena que essas bruxas são as de sempre, rs: seres que são malignos, identificados por características como usar sempre luvas e peruca e transformar crianças em bichos. Mas gente, a narrativa desse homem!!! Adoro.

Aí fui visitar a coleção Vagalume, e dos volumes que eu tenho (na verdade, os que eu queria ter eu nãotenho: Sozinha no mundo, A serra dos dois meninos, por exemplo). Tenho alguns, e Marcos Rey é sempre um hit. Esse livro não deve nada aos mistérios contemporâneos, e vou dizer mais: não deve muito aos mistérios clássicos também. Muito divertido. Um cadáver ouve rádio tem três adolescentes que de fato contribuem pra solucionar um crime.

Nesse ponto, resolvi ser modernosa (o que contradiz totalmente o uso desse adjetivo) e ler Thalita Rebouças. Comecei com Ele disse, ela disse. Fácil de ler, fofinho, a única coisa que realmente me incomodou era que NEM A PAU eles tem 14 anos. Conheço gente de 14 anos muito articulada e moderna e madura, muito mais do que eu era, entendo isso. Mas o uso de linguagem, o tipo de preocupação... não rola. Eu ignorei o fato por muito tempo, porque os personagens são superlegais; só que aí do nada a menção à idade reapareceu e me irritou de novo. Afe.

Comédias para ler na escola, do Veríssimo, era pra ser um hit, mas nem foi. Algumas muito legais, outras nem tanto, e nem todas que diziam "se vc começar a ler esse cara nunca mais vai querer parar", o que eu achei que era todo o objetivo...

Li Como ser popular, da Meg Cabot. Receita de bolo de cenoura, quer dizer, de filme hollywoodiano, sem tirar nem por. Fofinho, gasta duas horas da sua vida, sem grandes desafios.


Carry on, da Rainbow Rowell, vai ficar pra próxima semana. Não estou pronta pra falar desse livro.

Fui muito produtiva, fala aí! Estou finalmente mais perto de chegar na meta. Comecei inclusive a quinzena do Halloween :)


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Interrompendo a programação

Estou aprendendo a abandonar coisas, através do blog. É libertador saber que aqui não há o compromisso do horário, do tema, de alguém que está contando com isso. Não gosto, me sinto desconfortável - mas faço o exercício.
Abandonei a primeira tentativa de fazer semanas temáticas, porque elas só iam dar certo com planejamento prévio (nos estandes, clássicos, semana temática, etc); não dei sequência às pequenas alegrias, que vão e vem, embora quando eu as tenha começado, a ideia tivesse sido fazê-las semanais. queria fazer um top 5 também semanal.
(Na verdade eu queria mesmo era continuar com tudo isso - mas ter feito a porcaria do planejamento prévio.)
Aí me irrito porque a semana é uma unidade de tempo gregoriana na qual não cabe tudo que quero colocar nela. Aí me irrito de novo pensando que deveria caber, e que isso é uma desculpa, e que era só pensar em fazer o que fazia no começo: programar os posts da semana no fim de semana. E aí me irrito... você entendeu.
Queria fazer resenhas de todos os livros, não só dos que acho que não dá pra evitar. E aí também fico presa a mim mesma, porque de fato há alguns sobre os quais não vale a pena escrever, e outros que fazem a tarefa da resenha quase impossível de não acontecer: eles exigem que o mundo saiba o que achamos após a leitura.
Queria fazer as resenhas em inglês e português, porque acho que faz muito mais sentido - já que leio 80% dos livros em inglês e sei que seria legal pras pessoas que também o fazem. Mas aí acho que soa tão pedante, porque é inútil pras pessoas que não o fazem, e tem tanta gente que já o faz.
Queria fazer os links dos livros padronizados e bonitinhos, indo pra livraria Cultura ou pra Saraiva, mas me irritei com a ferramenta nova da Cultura pra conectar os links dos livros e deixei de ser parceira.
Queria que todo mundo conhecesse e usasse o Goodreads, porque é tão legal! mas conheço bem pouca gente que o faz.
Queria implementar as ideias que eu tenho semanalmente sobre novos temas, inclusive. E fazer o visual mais bonito. E fazer um instagram pro blog. E linkar o facebook dele direito, porque ele tem imagens superfofas mas que não conversam com as postagens. E...
O mais curioso é que eu realmente gosto de escrever. Gosto de vir aqui, é um prazer procurar imagens que eu acredite que sejam divertidas e interessantes. Não me leve a mal, tudo isso vem da minha personalidade ligeiramente obsessiva. Pra cada escolha que eu faço, tenho consciência dolorida de todas as outras das quais estou abrindo mão, e embora conscientemente eu entenda que não dá pra ter certeza do sucesso de nenhuma das que a gente faz, no fundo fico vislumbrando as outras e sofrendo por todas elas.
E aí o exercício que eu mencionei é esse: desapegar, entender que as escolhas não tem todo o peso que a gente dá - claro, a psicóloga em mim entende que não estou falando só do blog, relaxa.


terça-feira, 6 de outubro de 2015

6on6 - imagens de setembro!

1. Aproveitamos o fim de semana prolongado pra turistar, que eu amo. Fomos à exposição do Kandinksy, no Centro Cultural Banco do Brasil... (não estou colocando fotos dos quadros porque, a. as fotos da internet são obviamente muito melhores do que as que eu poderia tirar, né?, b. estou pegando um certo ódio de gente que só sabe ver as coisas pela câmera. Vamos aproveitar o momento, né...)





2. E comer o maior sanduíche de mortadela do mundo no Mercado Municipal. (De novo, gente, estive ocupada comendo o sanduíche, rs, mas recomendo fortemente visitar o Mercado. Além dele, há um monte de lugares fofinhos pra descobrir, frutas pra experimentar... o D. achou até hidromel! - sua nova obsessão são os vikings...)


3. Turistar em SP é uma coisa que eu adoro. Acho que a cidade é muito rica e sempre acho que conheço muito pouco dela, fico bisbilhotando coisas novas pra fazer. Numa dessas, descobri o Borboletário Águias da Serra, que, embora ainda na cidade, ficava a 1:30 de casa, e fomos passar o domingo lá. Super recomendo, especialmente pra quem tem filhos (tem fazendinha, oficina de foguete da Nasa, caiaque, pescaria esportiva, o borboletário, restaurante, em 250 mil quilômetros de área verde deliciosa e, quando visitamos, bem vazia. Eles tem monitores que são biólogos, super atenciosos, e o lugar é muito bem cuidado e limpo, embora chatinho de achar.) Tiramos algumas fotos, mas escolhi poucas, tá?
Aqui, a lagarta (que não queima, sabia? é fofinha que nem patinha de gato, cega, judiação, e superboazinha) e a borboleta da estufa, que veio pegar suco de laranja da mão do D.






4. E aqui, os ovinhos de uma das espécies. Sabia que, na cidade, de cada 100 borboletas, só 5 ovos sobrevivem? a gente devia ficar muito feliz quando vê uma! Além disso,eu tinha zero ideia de que isso era um ovinho. Conseguimos ver uma das borboletas colocando ovos numa planta, e eles parecem pó.


5. Um dos momentos mais supercalifragilisticexpialidocious (quem lembra dessa referência? Mary Poppins!), ou seja, fantásticos, do mês, foi esse: Sophie Kinsella, ou melhor, Madeleine Wickham, autografando livros na Editora Saraiva. Fofa demais, conversou um pouquinho com cada um, elogiou o meu livro mais fedido (a edição bem velha do terceiro Shopaholic, que deve ter uns 10 anos), tirou foto e abraçou todo mundo. Pude dizer a ela que amo o que ela escreve, que Procurando Audrey foi incrível e prova que ela é genial em mais de um gênero, que sou sua fã há mais de uma década, e agora tenho meu nome e o dela juntinhos numa página!!! Muito, muito amor.


6. Mais dois lápis pra minha coleção vieram da Cidade do Cabo, na África do Sul, da minha amiga Babi, fofa que o universo me deu. Olha como eles são lindos! (Ao lado, está um café, paixão que nós duas dividimos, e depois eu conto como ele é incrível).



Esse foi um mês excelente, né??? Tomara que outubro seja ainda melhor. Espero que pra todo mundo essa primavera traga só alegrias! (e menos calor, né, que peloamor!)

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A Letícia lê - livros lidos nessa semana

Rainha vermelha, Victorya Aveyard - e aí que eu finalmente me rendi e li esse livro. Engraçado que eu me lembrava de já ter tentado uma amostra em algum momento e não ter curtido, mas dessa vez foi. A Mare Barrow é uma pessoa que vive com os Vermelhos, por ter o sangue 'comum'; quando as pessoas fazem 17 anos, algumas são escolhidas para desempenhar uma tarefa na sociedade, que é governada pelos Prateados, que tem o sangue dessa cor e poderes sobrenaturais, pra combinar :P, e outras vão pro Exército. Ela quer muito escapar desse destino, mas gente, cuidado com o que se deseja... existe uma reviravolta que a coloca no meio do palácio real e exposta como, imagine só, alguém com poderes sobrenaturais - embora com sangue vermelho. E agora, José?, diria Drummond, se soubesse desse universo distópico.
Tem triângulo amoroso, tem príncipe, tem laços familiares, tem ambientes hostis... perfeito pra quem gostou de Jogos vorazes, de Divergente, dessa linha aí. Embora, claro, eu tenha cometido um erro básico: li o primeiro achando que o segundo já tinha sido publicado, e ainda não foi. Ou seja, existe sempre a possibilidade de arruinarem tudo no próximo volume. Dedos cruzados.Baixar Livro A Rainha Vermelha - A Rainha Vermelha Vol 1 - Victoria Aveyard em PDF, ePub e Mobi



The perfect comeback of Caroline Jacobs, Matthew Dicks - eu amei TANTO o livro dele sobre o sujeito fofo com TOC, Unexpectedly Milo, e o outro, Something missing! Estava quase 'guardando' esse título, que acabou de ser lançado, e portanto não tem tradução ainda. É sobre uma mãe que sempre foi tímida e meio 'bullied', (embora não reconheça o termo, já que na sua época ele não era tratado como é hoje), e aí tem um pouco um chilique numa reunião. Na sequência, sua filha adolescente é suspensa da escola, e ela decide voltar à cidade natal para confrontar a ex amiga que acha que causou muito dos seus sentimentos sobre toda essa reação. E aí, enquanto se vincula com a filha, conta sobre a infância, a irmã que morreu quando ela tinha 15 anos, a relação com a mãe e o pai... a narrativa do Matthew Dicks é uma delícia, doce mas leve.
Aliás: estou lendo o penúltimo dele, Memórias de um amigo imaginário, para a semana da criança. De morrer de fofura.

Li também meia dúzia de PNR (romances paranormais, cheios de, bom, demônios e afins. Pode julgar, eu também o faria.). Por quê? um, porque exigem zero do intelecto, dois, porque são divertidos. três, porque estou atrasada na minha própria meta com o goodreads. Ano passado, eu havia estipulado 150 livros no ano, e ultrapassei. Esse ano, determinei 250. Só que, claro, essa meta conta esse tipo de livro, cuja resenha é basicamente um 'meh' ou 'legal, herói interessante, heroína imbecil'. E li menos deles que dos outros, o que é bom pra minha vida, mas ruim pra minha alma Monica Geller, que se viu 'atrasada' e tendo lido só 153 dos 250 que me prometi. Em conta de padaria tenho de ler mais ou menos um livro por dia para chegar no  número certo, então vou incluir mais desses 'trashy novels', que não à toa tem esse apodo, hahahaha.... (a propósito: li quatro títulos da Larissa Ione, que é uma rainha nesse nicho. Tem toda uma mitologia, numa série chamada Demonica, coisa mais engraçada do mundo. Os caras mudam de cor, tem semi chifres e traumas, e ainda assim vc tem uma queda por eles. É preciso admirar, né!).

Agora, deixa eu contar: amanhã chega no meu kindle o novo da Rainbow Rowell. Assim, é possível que eu não possa nem ir trabalhar, porque cairei dura de emoção e ficarei abraçada com o livro. Não sei nem sobre o que é. Nem ligo. Ela entrou nessa categoria.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Me ajuda?

Eu sei que deveria ter me planejado melhor... mas antes tarde do que mais tarde, né? Fui até procurar ajuda no Goodreads, mas não encontrei inspiração.

Book Love ! BOOKS and LITTLE BIRD, © Kestutis Kasparavicius, Lithuania, Award-Winning Children's Book Illustrator. Art notecard $7.00. Available as paper or canvas prints.:







Pensei em fazer uma maratona temática em outubro, com:

uma semana de dia das crianças: livros para crianças de 6 a 18 anos :) Vai ter Macanudo, vai ter os livros que eu li com 12 anos, vai ter Coleção Vaga lume :)

uma semana de dia dos professores: livros com qualquer coisa relacionada à escola. Aí começa meu problema: me lembrei da Jane Eyre, que acabei de ler, porque ela vai pro colégio interno; me lembrei de Harry Potter, que merece uma maratona própria <3. Minha amiga me lembrou do livro do Kazuo Ishiguro, Never let me go, que virou filme. (esse pode entrar, acho). Queria livros com professores legais, com colégios, com gente inspiradora. Alguém tem dicas???

uma semana de Halloween: aqui, acho que vou ficar com Joe Hill (o filho de Stephen King) e Roald Dahl, que as pessoas não conhecem o tanto que eu acho que poderiam. Alguém tem dica de horror brasileiro?

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Andanças de setembro

Esse foi um mês bem interessante! Primeiro, segurem-se em suas cadeiras: não fomos só comer!!! De fato, fomos a um lugar bem interessante que merecem visitas, na cidade de São Paulo:


Borboletário Águias da Serra - gente, que lugar legal! não acredito que ninguém conhece. Recomendei pra todo mundo que tem filhos (de preferência entre 4 e 10 anos, que acho que aproveitam mais). Tem fazendinha, oficina de 'foguetes da Nasa', caiaque, pesca esportiva, 250 mil quilômetros de área verde, vazia, fresquinha por causa das árvores, uma delícia... e um borboletário! cheio de biólogos, que explicam desde o processo dos ovos que parecem pó, até a lagarta que é fofinha e cega, até o invólucro, e você vê cada um dos passos. Aí entra na estufa, e as borboletas voam loucamente à sua volta, e se você se besunta de suco, uma delas vem beber na sua mão. Uma fofura sem fim!
O restaurante tem poucas opções, mas gostosas; e tudo custa dinheiro, mas né, a vida também.

E bom, porque ninguém é de ferro, seguem os restaurantes gostosinhos também:

Bistro O chá - namorava esse Instagram há tempos! E olha só, é tão ou mais fofo que as fotos! Adorei a comida, adorei o serviço, adorei a sobremesa, adorei tudo! Só não adorei o fato de que não é aqui do meu lado, pra eu ir todo dia. Super recomendado. Olha a foto e projete para todo o espaço, porque o lugar inteiro é assim fofo (e além de tudo tem uma gata chamada Branca que é o cúmulo da coisa gostosa)


Casa Prema - Seria muito mais fácil ser vegetariana se os restaurantes oferecessem opções bonitas, saudáveis e variadas como esse lugar. Uma delícia, e olha o link pra ver que ambiente bonito.

Bles dor - fomos tomar café da manhã. Lugar bonito, focaccia ótima, o serviço não foi impecável porque estava bem cheio e esqueceram de nós lá fora. Mas achei o custo benefício bem adequado prum brunch.


Gardênia restaurante - Ambiente delicioso, comida idem, preço honesto. Gosto muito desse lugar, pra semana ou fim de semana.

Jardineira Grill - na nossa opinião, uma churrascaria que bota a Fogo de chão no chinelo.

E foi só, brasileiros e brasileiras.