Books read

Leticia's books

To Kill a Mockingbird
The Catcher in the Rye
The Great Gatsby
Of Mice and Men
Animal Farm
One Hundred Years of Solitude
Lord of the Flies
Romeo and Juliet
Little Women
A Tale of Two Cities
Frankenstein
The Count of Monte Cristo
The Secret Life of Bees
The Memory Keeper's Daughter
The Joy Luck Club
The Da Vinci Code
The Kite Runner
The Shining
The Silence of the Lambs
The Bourne Identity


Leticia's favorite books »

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A Letícia lê

Oie!

E aí na última quinzena (gosto dessa medida de tempo, que os ingleses usam com tanta naturalidade como fortnight...), eu li:

(lista do Goodreads aqui)

  • Reli o clássico Ratos e homens, do prolífico californiano John Steinbeck. Eu detesto descrição, e esse é um sujeito que faz isso muito bem. Você consegue 'ver' Lennie, e George, e Crooks, e Candy, e o cachorro, e o batom da mulher de Curley. Também não gosto dos regionalismos, mas eles fazem sentido na linguagem expressa por esses personagens. George e Lennie, que eu releio de cinco em cinco anos, sempre tem coisas pra me dizer. Nunca vou deixar de me sentir com o coração apertado pelos dois, e não só no fim, mas desde o começo. Acho esse livro realmente incrível.
dmbrdy
  • oito Harlequins que não valem muita menção;
  • Grey, da EL James, que foi uma grande decepção. Na verdade, não é que eu esperava grande coisa, mas adoro um heroi torturado, então pelo menos isso eu achava que seria uma novidade. Mas a quantidade de cenas repetitivas é ridícula, e o livro é completamente centrado no primeiro volume, o Cinquenta tons de cinza, nem entra nos outros. Ou seja, desperdício de tempo, que afinal é a única coisa importante da vida.
  • Dois chick lits bem fofinhos: Living dangerously, da Katie Fforde, e Millie's fling, da Jill Mansell. Não me lembro das traduções pro português, mas são autoras que valem pra quem busca esse gênero meio Bridget Jones, delicinha de ler com um vinho ao lado.
  • um contemporâneo chamado Difamação, da Renee Knight. Não sabia o que esperar desse livro, que é basicamente uma surpresa do começo ao fim. Dá a entender que a protagonista, Catherine, recebe um livro que conta sua própria história, que nao revelou a ninguém. Mas esse é só o começo... acho que vale a recomendação pra você descobrir por si só se vai curtir
  • Outro contemporâneo, embora de época (parece dicotômico, eu sei: mas é que foi escrito nessa década, contando sobre a guerra, e não gosto do nome romance de guerra): Uma praça em Antuérpia, de Luise Valente. Meu chefe me recomendou, e ele lê muito não ficção, então fiquei duplamente curiosa. Valeu cada minuto da história dessas gêmeas, numa trajetória linda, emocionante, cheia de reviravoltas.
  • Um YA, Para todos os garotos que já amei, da Jenny Han. Uma mistura de Dez coisas que eu odeio em você + Mulherzinhas versão oriental. Não tenho certeza de ter gostado, nem de não ter. Foi ok. 
  • A antologia de frases venenosas chamada Mau humor, do Ruy Castro. 


5 comentários:

  1. Esse Uma Praça em Antuérpia eu baixei a amostra depois de ler aqui o seu comentário outro dia. Acho que vou gostar. Li as duas primeiras páginas e já gostei da vibe. Estou num esforço para ler mais autores nacionais nesse começo de ano. Digo "esforço" porque minhas últimas tentativas de ler autores nacionais contemporâneos foram bem frustrantes. Eu juro que tento ser menos colonizada culturalmente, mas é difícil... comecei ontem o Diário da Queda do Michel Laub, depois tenho Marisa Ferrari em papel, e depois quero ler Uma Praça. Vamos ver se rola. Eu NUNCA sigo meus planos de leitura, mas vou tentar... Essa Jill Mansell parece simpática pelo perfil do goodreads... mas o que me irrita em chick lits é a previsibilidade, aquele negócio de a mocinha SEMPRE terminar com o mocinho... pô, não podiam fazer um em que o mocinho descobre que gosta de outros mocinhos, e a mocinha termina sozinha, mas feliz e curtindo a vida? Tédio...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Te entendo, rs... estou eternamente dividida entre a necessidade inerente de fazer planos e a rebeldia, também inerente, de segui-los (haja vista meu Sagarana, rs...) Mas Uma praça foi uma grata surpresa, talvez valha sua rebeldia. Quanto aos chick lits, vou dizer que há sim um ou dois que são um poooouco menos previsíveis (lembrei agora do Don't you want me?, da INdia Knight, que pelo menos tinha personagens principais mais diferentinhos, acho), mas honestly, o que eu gosto neles é exatamente saber que lá pelo capítulo 9 as coisas começam a se acertar e a gente pode suspirar feliz hahahaha... porque né, a vida NUNCA é assim. É um consolo. Quer me deixar p da vida? Esses que tem cara de chick lit (que nem Jojo Moyes e Cecilia Ahern) e na verdade são um dramalhão sem fim cheio de infelicidade. Ah, se quisesse ser triste eu veria o telejornal!

      Excluir
    2. Ai, não fala mal da Jojo Moyes, eu adoro ela. E o único livro dela com final triste (dos que eu li) é o Me Before You. Que pra mim não podia ter terminado de outro jeito, senão seria novela da Globo. Cecilia Ahern eu li um e quase vomitei de tanto açúcar. Vou guardar esse nome, India Knight, thanks. Em tempo: acabei de ler o Michel Laub e não gostei. Parece que eu tô meio sozinha lá no goodreads. Sem enredo, deprimente, repetitivo... o personagem principal é horrível. Não foi pra mim MESMO.

      Excluir
  2. meu deus como eu odiei esse To all the boys I've loved...
    achei a premissa tão legal, mas o desenrolar da história...
    boooooriiiinnnnng

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. She's not the sharpest (or most interesting) pencil in the box, mas não odiei com essa vontade. Guardo esse tipo de ódio pra outros livros, rs. Mas vc tem razão, a premissa era muito mais promising do que a execução. Triste, né rs. E teve tipo uma continuação! Fico bege com essas coisas. (Igual a um que realmente não me lembro de ter ficado com mais ódio com nenhuma outra escritora, o tal do Não se apega não, que não só teve sequência como fez sucesso! afeee)

      Excluir