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Leticia's favorite books »

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

TVLuizão

Já contei que eu sou facilmente obcecada? Não posso começar a ver novela, que quero ver todos os capítulos e choro com os personagens. Video game? nunca tinha jogado, aí comecei com Diablo e só parei quando alcancei o D., no nível 9, doze horas depois. Sabe aquela cena da Penny? Pois é.

E aí que essa introdução é pra contar sobre as séries que foram objeto da minha obsessão recentemente. :P

Contei sobre Luther, né? Pra quem gosta de livros sobre investigações criminais, a la Henning Mankell, um prato cheio. Um investigador britânico, um personagem fascinante: inteligente, que não segue as regras, (bom, é só lembrar da relação única que ele tem com a suspeita de assassinato do primeiro episódio), e que te faz torcer até o final por um 'final feliz'. Adorei.




Aí teve Suits. Só parei porque bom, Netflix ainda não carregou a 5a., mas já fui ler sobre ela (nos EUA, ela parou na metade) e estou desesperada porque lá já estreou a última parte dela semana passada. Harvey Specter é um advogado de sorriso charmoso, inteligentíssimo, com uma secretária idem chamada Donna e que trabalha numa das maiores firmas de advocacia de Nova Iorque. Aí ele, num impulso de rebeldia, contrata um sujeito que é meio Rain Man, porque decorou tudo que existe sobre leis, embora não seja formado - de fato foi expulso da universidade por prestar o exame em nome da filha do reitor - chamado Mike Ross. Existe uma coisa meio dramática que você tem vontade de discutir - tá, gente, vai fazer outra coisa, até ontem você era mensageiro, o mundo não vai acabar - mas os diálogos são geniais e embora seja uma série passada entre advogados, os personagens são gente, sabe? Você quer saber muito sobre a vida de cada um deles. (E um pouco casar com o Harvey).


E finalmente, Downton Abbey. Devo confessar que tive muitos momentos contraditórios aqui. A série começa após o naufrágio do Titanic, e gira em torno de uma casa linda (Downton Abbey), que ficou sem herdeiro (morreu no naufrágio). A coisa toda sobre a Inglaterra me é sempre muito querida - trabalhei com o idioma inglês 18 anos, visitei Londres diversas vezes, acho a diferença entre britânicos e americanos, retratada pelo casal principal, fascinante - mas houve MUITOS momentos novelescos. Mortes no alto da trama, casais que jamais conseguem ser felizes por causa de coisas mínimas, esse tipo de coisa. Mas o humor britânico (as frases da Condessa, interpretada pela MARAVILHOSA Maggie Smith, são de morrer :P, do tipo "Vamos mandar Mary para NY", "Oh não, não estamos tão desesperados assim", ou "Não seja derrotista, isso é muito classe média" e alguns dos personagens, fazem tudo valer a pena.




E é isso por enquanto. Veja, eu trabalho e tal.

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