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Leticia's favorite books »

quinta-feira, 31 de março de 2016

Andanças - março!

Andei um pouquinho esse mês!

Fomos...
ao teatro:
ver Wicked, a coisa mais sensacional do universo inteiro. Tá, é uma hipérbole. Eu não conheço todo o universo. Mas de todos os espetáculos da vida, é o meu favorito. E a versão brasileira está INCRÍVEL. É uma daquelas coisas que fica bem barata, depois que você pensa no tipo de espetáculo de qualidade que está vendo e tudo que levou a ele - ao contrário de alguns shows, filmes e peças ou refeições. Se puder, vá ver. Se não puder, recomende a todo mundo que você gosta. Espia isso...

pro sofá:




Fizemos maratona de House of cards, no fim de semana seguinte ao lançamento da 4a. temporada. Underwood continua assustadoramente real, a relação dele com Claire explode a mente, e o final... fica a dica pra assistir.

ao cinema:
ver Batman v. Superman: a origem da justiça. Sim, eu vejo (quase) todos os filmes de super heróis. Alguns eu adorei (Os vingadores e Deadpool), outros tive um sono (Thor, Lanterna verde). Mas a gente sempre acaba assistindo. Havia lido várias resenhas falando muito mal desse filme e do diretor (todo mundo tem sempre uma opinião, né... zzz) mas no final achei até razoável. Não tinha Tony Stark, então achei menos interessante, até porque o Ben Affleck segura uma onda só até certo ponto, mas se você gosta de quadrinhos, pode valer a pena.

comer:
Fomos à Dalva e Dito. Lugar lindo, atendimento impecável. Inclusive nas redes sociais (tinha querido ir ao Jiquitaia, mas não tinha indicação em lugar algum se estava aberto no feriado. Mandei inbox no facebook do Dalva e Dito e uma hora depois tinha resposta :)). Comemos: pastel de carne seca com abóbora (esplêndido, com um vinagrete muito bem feito); porco na lata (fica 48 horas na manteiga, servido com purê de mandioquinha) e pirarucu na chapa com ratatouille do sertão (achei imagens lindas, ainda bem que não paguei mico tirando fotos dos pratos). De sobremesa, espuma de manga com sorvete de coco e gengibre e torta de requeijão com jabuticaba e castanha de caju. Como você pode ver, os pratos são lindos. O pirarucu estava perfeito, suculento, o ratatouille (eu identifiquei duas abóboras, vagens e talvez chuchu) delicioso. A torta, embora um pouco sequinha, combinava muito bem com a jabuticaba e a castanha.






Ainda assim... Para um lugar que teve menção honrosa do Guia Michelin, e tem ligação com o  Alex Atala, eu esperava ouvir harpas tocando ao comer. (Até porque para pagar 350 reais no fim da refeição, ela TEM de ser muito fantástica). Eu gostei muito de tudo, de fato. Mas honestamente? Gosto igualmente do Mestiço (nada supera aquele krathong-thong como entrada, e a primeira garfada do Ásia continua me levando pro céu depois de uns dez anos comendo lá), gosto muito de tudo que já comi no MoDi (o ravióli de entrada é de comer de joelhos), e não vou nem entrar no mérito de que, por esse preço, como também no Maní, cuja moqueca me faria denunciar minha pobre mãe de algum crime que ela tivesse cometido. Ou seja, foi uma experiência interessante, mas como eu sempre digo, expectations are a bitch. Perto do que eu esperava, foi só algo que foi bom viver, mas não pretendo voltar lá.

ao Jiquitaia. Essa foi outra experiência, muito mais agradável, incrivelmente. O atendimento foi igualmente simpático e rápido, o menu delicinha (comemos nhoque de banana da terra com carne de sol, linguiça artesanal, moqueca de peixe com camarão e carne de sol, e aí bolo de coco gelado e brigadeiro com paçoca), e o preço muito mais razoável. Dá pra entender porque está na lista dos ótimos e baratos de todas as revistas. - Dessa lista, ainda prefiro o Mocotó, mas aquelas filas são desanimadoras.

Voltamos a alguns que continuam com estrelinhas: Mousse cake, no Shopping Anália Franco, e MoDi Gastronomia, (na unidade do Shopping Higienópolis dessa vez, tem outra linda na Praça Buenos Aires). Também o Eggs Comfort food, com os ovos Benedict delícia, e o brunch do hotel Renaissance, pra comer até explodir.

Em abril tenho mais planos :)



sábado, 26 de março de 2016

A Letícia lê

The word Exchange -


Comecei a ler esse livro por conta de alguma lista de distópicos recomendados. (pareceu remédio agora, né?). Mas gostei muito de quase tudo, e achei a premissa brilhante. Basicamente, a protagonista, Anana, também chamada de Alice, pelo pai, um lexicógrafo que está editando um dos últimos dicionários da língua inglesa a serem publicados, conta de sua relação (torta) com o ex namorado Max, (Hermes King) ligeiramente canalha, o amigo Bart(leby), que na verdade se chama Horace (enfim, não se apegue aos nomes nesse livro), e um vírus, chamado de 'gripe verbal', que causa afasia e outros sintomas e aparentemente começou a ser transmitido pelos 'Memes' - que são uma versão muito melhorada do nosso smartphone - mas não tão longe da realidade, o que é ligeiramente assustador.
Tá confuso porque eu provavelmente não consigo selecionar os fatos importantes dos que achei só muito interessantes, tá? prometo que é muito legal. O que acontece é que as pessoas em um dado momento começaram a mandar textos com muita frequência e ler muito pouco, muito menos em papel, o que basicamente faz com que elas não 'reconheçam' mais palavras um pouco mais complexas. Começou com palavras de fato pouco usuais, mas hoje em dia as pessoas checam até palavras como 'apodrecido', porque estão semi analfabetas. (qualquer semelhança não é mera coincidência...) e o 'Meme' dá o significado. Mas aí... o pai lexicógrafo desaparece, e ela precisa tomar a frente da história, busca-lo, descobrir as dicas que ele deixou e lidar com tudo que está acontecendo.
então, milhões de coisas se sucedem, mas acho que seria contar spoiler se eu dissesse quais são, e lembra, ao contrário de 99% dos seres humanos, eu não ligo pra eles, então pra mim eles são quase naturais :P
o que eu NÃO gostei do livro:
de fato em um certo momento eu tive dificuldade de 'ler pelo contexto'.
as notas de rodapé realmente não funcionam no kindle. Bem irritante.
Anana é bem banana, pun intended. E ligeiramente lerda, pra quem tem 27 anos.

Mas achei a ideia brilhante e essencialmente bem executada. E quando meu celular quebrou essa semana, fiz questão absoluta de deixa-lo no conserto o dia todo pra provar pra mim mesma quem manda nessa relação...

segunda-feira, 21 de março de 2016

Férias

E aí que planejar férias pra mim é o começo delas. Tem (muita) gente que estressa horrores com isso, mas eu ADORO. Não adoro muito ficar procurando hotéis, mas é  muito mais por conta da minha falta de senso de direção: sempre acho que serão longe de lugares centrais, não sei olhar mapa, acho todas as resenhas do trip advisor iguais.
Agora, AMO:
- pesquisar hábitos culturais do lugar - tem gorjeta? o que as pessoas vestem? como se diz por favor e obrigada?
- pensar na vida do dia a dia - se usa mais metrô ou ônibus? a que horas anoitece? as lojas abrem nos fins de semana? que lojas são legais?
- fazer planos de passeios, tipo viagens de um dia do lugar - por exemplo, visitar Bologna ou os lagos, na Itália, no ano passado.
- fazer mil listas do que levar de roupa, de cosméticos, de coisas pra levar na mala de mão, de livros pra ler no caminho, de lugares pra visitar em cada cidade... até chegar à lista perfeita de cada coisa. Demora, viu?
E só fico feliz com o calendário impresso, cheinho de anotações.
Cada louco com a sua mania, né? Escuto as pessoas falando 'ah, quando viajo, eu quero relaxar, não quero planos', 'ah, eu chego no lugar e aí vejo onde vou ficar', 'ah, eu mudo de acordo com o que gosto na hora', e me dá até arrepio. Só de pensar que sei exatamente onde vou estar no dia x às xx horas e ah vai ser tão diferente do que estou fazendo agora, eu já fico feliz.

Vc já tá muito curioso??

Tô pensando se revelo meu destino...

Ah, tá bom, vai. Vou fazer isso que nem strip tease, aos pouquinhos. Vamos visitar várias cidades, algumas por mais dias, outras nessas 'viagens de um dia'. A primeira parada, na qual passaremos 6 dias, é num lugar onde...
a. se fala uma língua que eu absolutamente desconheço;
b. a primavera começou ontem;
c. a moeda não é dólar, nem peso, nem libra, nem euro.
d. há pelo menos dois escritores conhecidos vindos de lá, embora já mortos há bastante tempo e com gêneros bem diferentes. Quase todo mundo conhece a obra de um deles.
e. foi notícia recentemente.

E aí, arrisca?

domingo, 20 de março de 2016

A Letícia lê - ainda beeem devagar

Eu só li dois livros inteiros nessa semana. Em minha defesa, é porque finalmente começamos a planejar as férias.
Bom, na verdade as férias acontecerão em dois meses e meio, mas quem me conhece sabe que na minha cabeça elas só tomam forma quando tá tudo num calendário, com pastinha, guias numa pilha e só a diversão de pensar em como será que fala por favor na língua x. Então, essa é a parte doce e amarga. Contarei quando estiver pronta, falta um pedaço de hospedagem que está me tirando do sério.

Enfim, voltando aos livros: li Observatório de sinais, do Dario Caldas. Ele é da consultoria homônima, e do curso idem (eles realmente gostam desse nome), e parecia tudo muito legal. Aí fui ler o livro, e pra falar a verdade gostei muito pouco. Achei meio escrito com cara de tese de mestrado no primeiro rascunho, com frases meio durinhas, sabe? (quem sou eu, que fugi do mestrado sem olhar pra trás. Mas me senti assim, me processe). E achei que se falaria de tendências de tudo, e me via toda hora lendo sobre moda. E não a parte legal de moda, de menininha, ou do Diabo veste Prada :P. Mas a histórica e chatinha. Notou que eu não amei? Foram só duas estrelinhas no goodreads, que foi pro instagram As pequenas e grandes alegrias :)





Aí fui ler A letra escarlate, do Nathaniel Hawthorne. Pensando, aí não tem erro, né? Um´clássico é um clássico. O Hawthorne achou que ia arrasar com esse aí, aliás. Gente, não deu. Achei todos os personagens caricatos, achei A Grande Revelação uma coisa de novela mexicana, óbvia e tonta, achei as coisas sem explicação, achei os sentimentos esquisitos, e se ele falasse mais uma vez que a menina fada tinha um sorriso quase demoníaco talvez eu atirasse o livro em algum lugar.

Aí voltei pro Airbnb.


terça-feira, 8 de março de 2016

A Letícia lê, preguiçosamente, e aparentemente, de mau humor.

Li quatro Harlequins essa semana e três YAs. Vou falar desses últimos:

Li Garota online, da Zoe Sugg. Ouvi falar várias vezes desse livro, e a protagonista é uma adolescente que fica com ataques de pânico após um acidente de carro e decide falar deles no seu blog. Fofo, né? Aí viaja com os pais pra Nova Iorque e conhece um sujeito muito simpático. Não posso falar mais do que isso porque vira spoiler, mas é uma mistura de diversos filmes de comédia romântica adolescente sessão da tarde que você já assistiu. Há momentos nos quais a narrativa é completamente 13 anos, mas acho que isso é um ponto para a autora, né? Não é fácil ter a voz de adolescente de verdade a não ser que você seja uma. Então, a conclusão é: se você quer ler uma mocinha simpática e ingênua (tipo, até demais) com final feliz, vai fundo: esse é o livro.

Garota Online - Livros na Amazon.com.br:



Li As confissões das irmãs Sullivan, Natalie Standiford. O centro da história é tão sem noção que já me deu um pouco de urticária - herdeiras atuais que precisam escrever 'uma carta confissão' para a avó, sob o risco de perder a herança da família, já que ela está muito desapontada com 'alguém'. O fim então, você fica até roxa de embaraço com o que foi feito dessa desculpa. Mas a primeira carta, que devia ser de fato o livro, é simpática, e se você esquecer o começo e o fim do livro e se concentrar nela, bom, aí ele pode valer a pena.

Li A espada de vidro, da Victoria Aveyard, a sequência de A rainha vermelha. Então, lembra que expectativas são uma droga? pois é. O livro tem uma prerrogativa interessante, com uma história sobre poderes, e sangue vermelho e prateado, e o fato de que a protagonista, Mareena Barrow, supostamente não deveria ter poderes com o sangue que tem. O primeiro livro terminou de modo peculiar, mas com uma virada curiosamente boa. Mas esse segundo volume cansou a beleza que eu não tenho, de verdade. Muita luta, muita gente perseguindo todo mundo. Dona Victoria, vou te contar que eu tava mesmo era querendo saber da Mare/Cal/Maven. Acho que o equilíbrio ficou um pouquinho pro lado de lá. Ou seja, a parte de ação, e o fato da Mare se tornar quase um soldado (há um momento no qual o próprio Cal menciona que ela está se tornando fria e implacável) tem toda uma explicação, mas de verdade, não deixa de ser algo que talvez precisasse ter sido suavizado, melhor desenvolvido ou simplesmente, bem, balanceado.
Leitura em Contexto: Divulgada capa A Espada de Vidro, continuação de A Rainha Vermelha- Victoria Aveyard:

Ou seja, não houve nenhum que eu tenha de fato AMADO. É engraçado que percebo como eu tenho ficado cada vez mais crítica chata  a respeito do que leio. Vejo, especialmente no instagram (sabe que agora temos um? chama As pequenas e grandes alegrias), as pessoas falando maravilhas de todos esses livros, com muitos pontos de exclamação, sabe? tipo, geeeente!!! ameeeei esse livrooo <3
e fico pensando que pode ser, claro, algo isolado, mas de modo geral, independente do gosto de cada um, há sinopses que são enganosas, personagens mal desenvolvidos, histórias que desandam... e é um desserviço pra quem faz tudo isso bem gostar 'de tudo'. prontofalei.

No goodreads, estou aqui.


domingo, 6 de março de 2016

6on6 fevereiro 2016

Bom, fevereiro é o mês do meu aniversário, e olha, ele foi animado... escolher seis fotos aqui foi punk. Vamos lá:

1. fui eu pra natação, como toda semana, (geralmente 3x), saí da piscina e me doeu um pouco a mão, mas nada de sobrenatural. Passou o dia todo. No dia seguinte estava assim e não conseguia segurar o copo - o que achei ligeiramente mais preocupante. Resumindo, fui ao ortopedista do PS à noite e ele resolveu imobilizar, achou que podia ser o escafoide, que é um osso bem desagradável aparentemente, um drama só. Por sorte, depois de 15 dias com gesso/sem gesso/com ressonância/com mau humor, descobriu-se que era algo mais simples num outro osso do polegar.


2. Lembra que meus pais fizeram 50 anos de casados? Nós os levamos ao Don Curro, um restaurante espanhol em Pinheiros que foi fundado por um ex toureiro (dá pra notar, né?). Não é que eles gostaram? Há controvérsias sobre qual sangria é melhor, da minha mãe ou de lá, mas o importante é que eles curtiram e o lugar é super lindo.


3. Depois de ter alguns vasos derrubados pela Zara, que acha que eles não tem nada que estar na mesa, eu pedi à Celi, do Atelier em flor (olha no facebook) um arranjo e um vaso que fosse à prova de gatas atrevidas. Olha que lindo!


4. Isso aqui foi sensacional. A Babi, minha amiga muito talentosa, fica de saco cheio porque eu repito "a Rita" como se ela fosse minha BFF toda segunda-feira, depois de testar as receitas dela. Pudera, até uns meses atrás eu não sabia nem o que era tomilho. E ela de fato faz tudo parecer muito fácil, é fascinante. Enfim. Babi contatou a assessoria e conseguiu esse presente de aniversário aí embaixo pra mim: não é incrível????? PS: Ela pede que as pessoas parem de pedir autógrafos do Claude Troigros, Rodrigo Hilbert, Bela Gil, Nigella Lawson e afins. Não, ela não os tem na agenda. :P


5. Eu fiz uma publicação no facebook pedindo que em vez de me dar presentes, as pessoas fizessem doações pro Adote um Gatinho, de onde peguei a Zara e que é uma instituição na qual eu confio. Foi tão fofo! Não só porque como sempre, as pessoas nos surpreendem - gente que tá a três graus de você, sabe? fazendo doações e superempolgada com o projeto - mas também porque cumpri a meta que tinha estabelecido pra mim mesma em dez dias. Nem todo mundo que eu conheço acha que tem  espaço pra um bichinho na sua casa, e que não se faz isso por si mesmo, e sim pelo bichinho. Mas se todo mundo achasse seu próprio jeito de ajudar, isso já seria tão legal, né? (tô aqui brigando com o PrntScreen da página do AUG, mas se eu não conseguir, vai o link: http://www.adoteumgatinho.com.br/



6. Bom: mesmo assim, ganhei presentes de montão no escritório. E não vou discutir com quem me dá presentes, né :P chegar em casa carregada de coisinhas é uma delícia. Metade ficou no escritório (a metade de doces, claro), mas é por isso que adoro aniversário: porque a gente recebe amor loucamente.


quarta-feira, 2 de março de 2016

Andanças

1. Abriu um restaurante novo no meio dos dois que a gente sempre ia ali perto do trabalho, os 'arrumadinhos'. Se chama Pecorino Tratoria Express. Marromenos, sabe?  Mas a gente abre os braços pra novas opções. A minha questão é que acho esses pratos médios caros. Um risoto de limão siciliano e um grelhado: 43,00. Oi?

2. Assistimos ao Regresso, e eu passei metade do filme de olhso fechados, como eu sabia que aconteceria. Aliás, chegamos meio em cima da hora e só tinha lugar na primeira fila, que vamos combinar, não devia nem ser vendida. Fiquei quase com torcicolo. Acho o Leonardo DiCaprio um ator ótimo, mas nem acho que esse era o filme da vida. Enfim.



3. Depois fomos ver Deadpool, e vou te contar que ri do começo ao fim. Eu tenho uma vibe adolescente jamais superada, aparentemente. Adorei os Vingadores (claro que o Robert Downey Jr ajudou um pouco).



4. Falei da Casa Bauducco já aqui? Num dia cinzentinho como hoje, parar lá no meio da tarde, com fominha, tomar um café e uma fatia do panetone quentinho? gente, Deus vive.



Fomos a alguns lugares novos:
5. Mousse Cake - é uma casa que é de Ribeirão Preto e abriu no Shopping Anália Franco. Gostamos de tudo! Da comida, do atendimento, do preço. Quero voltar pra comer só os doces, mas me surpreendi com a massa, que achei que não seria a especialidade deles e estava ótima, delicada e saborosa.

6. Boulangerie Patisserie Chez Mona - minha amiga descobriu esse lugar, pertinho daquela hamburgueria que eu amo, o Meat choppers, no dia do meu aniversário fomos lá e já voltamos outro dia. É absolutamente fofíssima. O serviço não é aquelas coisas, mas dane-se: o lugar é lindo e os doces uma delícia. O serviço de café da manhã durante a semana dá tranquilamente para duas pessoas (por 40 reais, vem uma cesta de pães, suco de laranja, várias manteigas e geleias e uma bebida quente) e eu não almocei nesse dia :P



7. Zucco - um desses restaurantes de shopping pra vc ter a ilusão de, embora esteja no shopping, não estar almoçando no shopping. Bom, não funcionou muito. Achamos meio caro, e o prato mais ou menos. O serviço foi ótimo, com maitre e garçom superatenciosos, então acho que a questão era expectativa mesmo.