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Leticia's favorite books »

sábado, 26 de março de 2016

A Letícia lê

The word Exchange -


Comecei a ler esse livro por conta de alguma lista de distópicos recomendados. (pareceu remédio agora, né?). Mas gostei muito de quase tudo, e achei a premissa brilhante. Basicamente, a protagonista, Anana, também chamada de Alice, pelo pai, um lexicógrafo que está editando um dos últimos dicionários da língua inglesa a serem publicados, conta de sua relação (torta) com o ex namorado Max, (Hermes King) ligeiramente canalha, o amigo Bart(leby), que na verdade se chama Horace (enfim, não se apegue aos nomes nesse livro), e um vírus, chamado de 'gripe verbal', que causa afasia e outros sintomas e aparentemente começou a ser transmitido pelos 'Memes' - que são uma versão muito melhorada do nosso smartphone - mas não tão longe da realidade, o que é ligeiramente assustador.
Tá confuso porque eu provavelmente não consigo selecionar os fatos importantes dos que achei só muito interessantes, tá? prometo que é muito legal. O que acontece é que as pessoas em um dado momento começaram a mandar textos com muita frequência e ler muito pouco, muito menos em papel, o que basicamente faz com que elas não 'reconheçam' mais palavras um pouco mais complexas. Começou com palavras de fato pouco usuais, mas hoje em dia as pessoas checam até palavras como 'apodrecido', porque estão semi analfabetas. (qualquer semelhança não é mera coincidência...) e o 'Meme' dá o significado. Mas aí... o pai lexicógrafo desaparece, e ela precisa tomar a frente da história, busca-lo, descobrir as dicas que ele deixou e lidar com tudo que está acontecendo.
então, milhões de coisas se sucedem, mas acho que seria contar spoiler se eu dissesse quais são, e lembra, ao contrário de 99% dos seres humanos, eu não ligo pra eles, então pra mim eles são quase naturais :P
o que eu NÃO gostei do livro:
de fato em um certo momento eu tive dificuldade de 'ler pelo contexto'.
as notas de rodapé realmente não funcionam no kindle. Bem irritante.
Anana é bem banana, pun intended. E ligeiramente lerda, pra quem tem 27 anos.

Mas achei a ideia brilhante e essencialmente bem executada. E quando meu celular quebrou essa semana, fiz questão absoluta de deixa-lo no conserto o dia todo pra provar pra mim mesma quem manda nessa relação...

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