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Leticia's favorite books »

domingo, 10 de abril de 2016

A Letícia lê

Ao contrário do que a Silvia e a Maria dizem, estou de fato lendo devagar: 20% da minha meta só foi alcançada, com 50 livros lidos - e já estamos em abril. Ando enjoadíssima, burlando minhas próprias regras - como tenho dificuldades imensas de largar o livro começado, dou permissão a mim mesma de fazê-lo só até os primeiros 10% dele, e larguei vários assim. Só que aí, né Brasil, nada vai pra frente. Essa semana diz a lenda que ganho tempo livre (conto depois), quem sabe aí deslancha.

As cerejas, Lygia Fagundes Telles - na verdade, o primeiro conto dela e os três próximos com releituras. Gostei de um deles, do Duílio Leite, mas não gostei dos outros. Claro, é bem árduo competir com um conto da Lygia, mas bem, era a proposta e foi aceita, nénão? #fiquecomaLygia.

Heart Collector, Jacques Vandroux - sobre um serial killer que, adivinha, rouba corações e os come, tentando afastar o espírito da mulher que matou há anos. Essa, por sua vez, 'avisa' um moço aleatório - que acaba não sendo tão aleatório assim - sobre os crimes, de forma paranormal, e ele tenta ajudar a encontrar o assassino. A ideia não era horrível, mas houve uns momentos MUITO forçados. E aliás, se você é um espírito, e consegue me contar seu nome e sua relação comigo, por favor, dê um passo a mais e me conte o endereço de onde está o assassino.

Hannah e suas filhas, Marianne Frederiksson - gosto de histórias familiares, mas a cronologia disso aqui me incomodou. Havia Anna, Hanna, Johanna. Mas claro, na história de uma, outra aparecia. Havia dois Rickard. Havia dois John. Tava faltando nome no dominó dos personagens, minha gente???

O demônio do meio dia, Andrew Solomon - um não ficção sobre depressão. Infelizmente, muita gente que eu conheço sofre, sofreu, tem sofrido de doenças mentais de algum tipo, e esse título sempre cruzava meu caminho. Gostei muito de algumas colocações do autor - meu goodreads tá lotado de citações e trechos do livro - mas outras partes me entediaram, por serem muito particulares, muito específicas ou muito locais: história de alguém, falar sobre os hospitais psiquiátricos da região na qual ele entrevistou pessoas, etc. Ainda assim, por ser um retrato semijornalístico e autobiográfico, vale a leitura.

Tá rolando é nada nem de rain, nem de tea. Só desejando por aqui.


4 comentários:

  1. Será que você não está numa pequena ressaca literária? Bom, também me aventurei a ler Lygia, As meninas. Sinceramente, não sei se você já leu, mas as partes narradas por Ana Clara são difíceis de tolerar. E aqui na minha cidade só calor forte, nada de chuva, o que dificulta a vida de leitores, dá um desespero! ;)

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    1. Oi!!! Eu li tudo da Lygia, e acho várias coisas difíceis de engolir, porque são bem cruas... mesmo assim, ou talvez por isso, acho incrível o modo como ela as coloca. Sobre o calor: eu detesto, mas acho mais impossível ainda como as pessoas podem ser monotemáticas: por exemplo, agora aparentemente se esqueceu tudo sobre a crise hídrica, a chuva, a água. Não se fala nada disso. Vejo só o assunto político impeachment e um sub assunto de doença (dividido entre H1N1 e zika/dengue). Mas não consigo evitar de pensar que com 30 graus diários no outono, não é possível que seja sustentável não se falar de economizar água, com ou sem presidente, com ou sem mosquito...

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  2. 1)Então, mas o que você leu até agora é a minha meta pro ano todo, percebe?
    2)Esse Heart Collector parecer ser horrível.
    3)Leticia, pare com essa coisa de não largar livros começados. Você não deve nada pra ninguém. Agora repita essa frase na frente do espelho até assimilar.
    4)Fui na biblioteca do parque Villa-Lobos, você viu minha foto? Linda, linda. Só peguei livros pro Leo, mas da próxima vez vou pegar pra mim também. Esses dias ando com vontade de ler livros de papel.

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    1. hahahaha, gosto quando vc fica assertiva (o que é um eufemismo,vc sabe :P) Eu sei que não devia ser assim, mas são anos de terapia rs... vou me esforçar mais.
      Outro parque tem biblioteca, é o da Aclimação ou da Água branca? não conheço nenhum deles, vou amanhã num dos dois. A questão dos livros de papel é realmente guardar, me sinto mais culpada com eles. Mas são tão gostosos de pegar... embora esteja ficando acostumada a ler antes de dormir, e com o kindle é muito mais fácil.

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