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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Andanças junho - Budapeste, Viena, Praga

E aí que, completando a narrativa das férias, vou contar os pontos altos dessas cidades:

1. o Trdelnik, um doce feito com massa assada em carvão e recheado com creme, ou sorvete, ou Nutella, ou gordices mil, e que vou me lembrar por anos - não estou mentindo. Por exemplo, viajaria amanhã para Milão de novo para comer o panzerotti do Luini. Por sorte, o Trdlnik foi fácil de achar na cidade inteira de Praga. Ontem coincidentemente apareceu um post na minha timeline com foto dele, falando do doce, e publiquei no facebook do blog. Espia lá, porque tem foto de pertinho do cone. Essas eu tirei do nosso quiosque favorito:




2. Uma das vistas mais lindas que eu já tive tomando o café da manhã foi em Budapeste. Nos arrependemos de ter passado muito pouco tempo lá, porque acho que valia mais dias, mas foi bem apaixonante. Olha isso:




3. O quadro do Klimt, O beijo, foi uma das obras que me causaram mais emoção na vida. Não me considero uma pessoa muito artística; não sei diferenciar movimentos ou fases muito além dos quadros mais conhecidos ou da fase azul do Picasso. Mas existem coisas que realmente 'falam' com a gente, né? O Davi, do Michelangelo, foi uma. Esse quadro foi outra. Está no Belvedere, em Viena, é enorme, e esplendorosamente lindo. Gastei meia hora só olhando e me sentindo grata.

4. A cerveja tcheca foi uma agradável surpresa pra mim, que não gosto de cerveja. Se chamava Pilsner Urquell, era ridiculamente barata e servida em todo lugar. Tomei todos os dias - porque aliás era mais barata que água.

5. O relógio astronômico de Praga é tão lindo quando eu achei que seria. Nosso apartamento ficava a vinte passos dele, e sorri todas as vezes que passamos na frente. Que obra linda! Ouvimos as histórias - a morte do relojoeiro, os símbolos à volta dele (representando a Morte ou a Ganância e o Tempo, por exemplo, pra dar a mensagem de que se você não viver intensamente a vida não vale nada) e foi incrível.


6. O restaurante Salm Braun, ao lado do Belvedere, nos tinha sido recomendado pela dona do apartamento que alugamos, e era meio quilômetro de distância. Pena que só fomos lá na véspera de ir embora, porque é bonito, simpático e super gostoso, além de, ao contrário do que daria pra imaginar - por estar ao lado dos jardins mais famosos e turísticos - estar cheio de nativos.

7. Fomos ver Macbeth na Opera de Viena, onde dizem haver uma das melhores acústicas do mundo. Foi realmente incrível e recomendo fortemente que todo mundo inclua um programa desse tipo (teatro, espetáculo de dança, etc) quando for viajar. Amei ter ido.

Acho que essas são as coisas que mais gostei dessa segunda parte da viagem :) E como aparentemente a gente esquece como dá dor nas costas viajar de sardinha por 16 horas, já estou planejando a próxima.



domingo, 26 de junho de 2016

Sim, a Letícia (ainda) lê!

Eu sei que ando sumida. E esse não será um desses blogs que ficam abandonados. É só que mudei de computador, e não sou tão habilidosa com ele como achava que seria; mudei de emprego, e minha curva de aprendizagem tá puxada, com muitas coisas novas que ocupam toda minha mente; e bom, Game of thrones acaba hoje né gente hahaha...

Mas, só pra contar, também não tenho lido nada tão sensacional que valesse a pena parar tudo e vir aqui compartilhar; aguardando ansiosamente o novo da Lianne Moriarty (Silvia, tá por aí?), e lendo só antes de dormir... essa tem sido a lista:

de maio e junho
O novo da Marian Keyes, que eu amo sempre. É de fato um livro de 'memórias', com crônicas dela escritas para jornais e revistas ou inéditos mas escritos há algum tempo. Gosto desses livros que parece que tem a autora fazendo um skype com a gente, e gosto muito dela.
The bat (o morcego), do Jo Nesbo. Foi com ele que comecei leitura de crimes nórdicos, com o inspetor Harry Hole, e agora foi mais interessante porque de fato sei onde estão as cidades rs... mas o final acabou comigo.
16 livros da Cynthia Sax, o que parece muito, mas 12 eram 'novellas', mais curtos, e 3 parte de uma trilogia igualmente assim. Eu reclamaria que é um absurdo dividi-los assim, pq é obviamente para cobrar mais dinheiro dos tontos que nem eu que embora saibam do final, querem lê-lo, mas de fato gosto dela. É meio um tipo 'erotica with love', pornô romântico rs.
meia dúzia de romances Mills and Boon, ou Avon, ou Harlequin, nem sei. Uns melhor escritos que outros, uns com uma história tão absurda que teria vergonha de contar, que dirá oferecer a uma editora, uns fofinhos. Seguem um certo padrão, né: histórias de amor bem óbvias com fim sempre feliz :P
a continuação de um YA que tinham me dito que era incrível, The Rose and the Dagger (The Wrath and the Dawn, #2); achei médio, gostei mais do primeiro, embora a história (que começou baseada na Sheherazade) seja interessante.
Desonra, do JM Coetzee, que embora muito bem construído (e talvez por isso mesmo), me deixou com uma sensação ruim de aridez e solidão.
The xenophobe's guide to the English, e Mother tongue, do Bill Gryson, dois livros sobre a cultura britânica, sobre o idioma e suas idiossincrasias (adoro, tenho pelo menos uma dezena de livros desse gênero).

The Sin Eater's Daughter (The Sin Eater’s Daughter #1), outro YA que quase gostei mais do que o The rose and the dagger.


Acho que foi isso. Estou muito atrasada na minha meta de leitura desse ano (livro 86), mas ainda não desisti! E vocês, o que tem lido de bom?

segunda-feira, 6 de junho de 2016

6on6 maio 2016

Vai ser fácil de novo porque foi um mês maravilhoso, cheio de coisas novas, lindas e felizes. Vi uma amiga em cada país, fui lembrada de quão abençoada sou por ter gente linda na minha vida, poder conhecer um pouco do mundo, ter saúde, trabalhar, viver num país que não teve guerra.



Começando com comida, que parece ser um tema recorrente por aqui: migas, feita com batata, comida espanhola preparada pelo meu pai e que é bem incrível, pro dia das mães.

Fiz risoto de funghi porcini e de queijo com damasco pra visita do meu amigo querido de Seattle e da minha amiga amada dali de BH/Pinheiros <3



O brinde no trabalho pro aniversário da minha prima/amiga/colega de trabalho



Gente, sejogar Praga no google, virão mil fotos, e são lindas e merecidas: a cidade é linda, de pedra, simpática e do jeito que vc vir. Mas vc não vai digitar isso aqui e estará perdendo uma razão ótima pra vir pra cá junyo com as outras... É uma massa feita no carvão e ao sair assada quentinha, pode ser recheada com chantilly, sorvete, nutella... Comemos uns 32.


Esse é um detalhe do palácio em Dresden, cidade alemã que foi bombardeada em fevereiro de 45, três meses antes do fim da guerra, matando 50 mil pessoas e destruindo 90% da estrutura original. Alguns lugares foram reconstrídos usando-se pedras originais. Mas o que me chamou a atenção foi como essas estátuas parecem vivas e conversando...


Escolhi, de todas as fotos deslumbrantes, a do Castelo de Kronborg, conhecido como castelo de Hamlet porque Shakespeare o ambientou lá mesmo não tendo ido pra Elsinore. É um castelo de verdade, no topo de uma montanhinha, à beira do mar, com ponte suspensa... Bem lindo. E o mar... Poderia ter dezesseis fotos só dele aqui