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Leticia's books

To Kill a Mockingbird
The Catcher in the Rye
The Great Gatsby
Of Mice and Men
Animal Farm
One Hundred Years of Solitude
Lord of the Flies
Romeo and Juliet
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A Tale of Two Cities
Frankenstein
The Count of Monte Cristo
The Secret Life of Bees
The Memory Keeper's Daughter
The Joy Luck Club
The Da Vinci Code
The Kite Runner
The Shining
The Silence of the Lambs
The Bourne Identity


Leticia's favorite books »

domingo, 31 de julho de 2016

Andanças julho

Nino cucina
Um italiano bem bonitinho no Itaim. Adorei a atmosfera. Não gostei do carbonara, com o bacon torrado, e qeu supostamente é especialidade da casa. #fail.



Julieta, do Almodovar
É... interessante. Não é intenso como A pele que habito, por exemplo. Mas representa maturidade, ciclo de vida, o que vai e vem.

Encontrando Dory
Quis ver desde a estreia; gostei, mas não achei espetacular como Nemo...o que valeu foi o curta da Pixar antes do filme, chamado Pioer, a coisa mais fofa do universo.

Parque do Povo
É despretensioso, razoavelmente grande, tem uma minibiblioteca pública estilo pegue qualquer livro e deixe qualquer livro (eu peguei um Moacir Sciliar) e pertinho. Gostei.

Picasso
Fomos ver a exposição do Picasso no Instituto Tomie Ohtake. Honestamente, eu esperava mais. Por um lado, gostei muito das esculturas, que eu nem tinha muita noçao que ele fazia tão bem. Por outro, esperava um número maior de pinturas.)



sábado, 16 de julho de 2016

A Letícia lê

O que li nessa última quinzena:

Três romancezinhos, dois dos quais bem fofos (Broken heart syndrome, com uma pegada Grey's Anatomy e This is love); e um desses College romances, como diria meu pai "ni que si ni que no". Ou seja, médio.

The wife's tale, da Lori Lansens: eu AMEI a primeira parte. Sabe aqueles livros que te agarram e não te soltam? Sempre me fascina o fato de que não importa a sinopse (mulher obesa mórbida abandonada pelo marido na véspera do aniversário de 25 anos), a contaçao de histórias é que faz toda a diferença. Contudo, achei que lá pelo meio deu uma arrefecida, e não fui louca pelo final. Não odiei, mas acho que alguém que escreveu aquele começo podia ter feito melhor. Vale a dica, contudo: vou ler mais coisas dela.

O que é que ele tem, da Olivia Byington. Eu tinha visto esse livro em alguma rede social, quando a autora (que aliás é mãe do Gregorio Duvivier, do Porta dos Fundos, e ex mulher do Edgar Duvivier, escultor da estátua da Clarice Lispector no Rio) fez uma noite de autógrafos com o João, o filho do título. E aí fui 'a Livraria Cultura antes de ir ao cinema ver Almodovar, e embora houvesse prometido não levar nada, achei a história tão peculiar... o João, primeiro filho da Olivia, tem uma síndrome quase desconhecida, e ela conta um pouco da experiência que foi criá-lo. Não só por ser alguém com necessidades especiais, mas eu não consegui evitar de ficar surpresa com a "sorte" que temos hoje em dia, rodeados por informações,em contraste com a década de 80.


E é isso. Ando bem lenta, porque tenho trabalhado MUITO, e chego bem cansada. Mas tudo muda esse mês: voltei pra natação, o que traz nova energia, né? e estou lendo um livro que parece muito legal, chamado A elegância do ouriço. Alguém já leu?

quarta-feira, 6 de julho de 2016

6on6 - junho!

Vamos lá: já que eu só tiro férias de vez em quando, vou precisar dar uma esticada ainda usando alguma dessas fotos lindas. A primeira, portanto, será:

Essas esculturas estão em Viena, na Austria, no Belvedere (onde mora O beijo, do Klimt). Sao de um cara chamado Franz Xaver Messerschmidt, que morreu em 1783, e diz a lenda que começou as esculturas de rostos baseando-se nele mesmo e nas caras que fazia quando tinha de aplicar um remédio em si mesmo por um mal que sofria. Aos poucos, se empolgou e esculpiu em argila algumas dezenas delas. Não são incríveis?



não há nenhuma condição de explicar a suntuosidade de um lugar como a Opera de Viena, mas acho que esse tipo de detalhe ajuda a imaginação, né? 


Esse é um passarinho húngaro bem atrevido que veio almoçar conosco em Budapeste. Morri de amor.


Eu estou levando o conceito de favorito pra onde eu quero. Já tenho uma ponte favorita, em Verona, uma cidade favorita, uma praia, uma árvore... essa é minha estátua favorita, que mora em Praga. Não é sensacional?


Pois é: quando meu Pepito se inspira, faz churros. E não vou ser capaz de explicar, mas usa a furadeira na cozinha. E aí sai isso aí. Portanto, não adianta me convidar pra comer churros em nenhum outro planeta. Se não são do meu Pepito, não quero.


Não é que estou perseguindo a moça, (só porque tenho emprego e conta pra pagar, senão não sei viu), mas ela fica aparecendo na minha vida <3 Indiquei uma amiga pra fazer parte de algo do Panelinha, e eis que... mais um pra minha coleção...

Sim, já foram seis. É que gosto muito desse post mensal :P Então vou fingir que não vi pra acrescentar a clássica aparição da gata mais linda, fofa, inteligente e charmosa que eu ja vi, a Zara:


Em tempo: eu que montei esse arranjinho. De longe nem tá medonho, né? são gérberas brancas, mosquitinho e galhos, tudo Pão de açúcar, com o vaso e as pedrinhas que a amiga do ATelier em flor me ensinou a usar.

Até a próxima gente :)