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Leticia's favorite books »

sábado, 31 de dezembro de 2016

A Letícia lê - como terminou 2016!

E aí que terminei a meta tão esperada de 2016 até com antecedência. Decidi que pra não enlouquecer esse ano (e ler menos porcaria), vou diminuí-la bastante, mas isso é assunto pra outro post.
Esses são os últimos livros que li em 2016:

Luckiest girl alive, Jessica Knoll - comecei a ler esse livro, que foi publicado aqui como Uma garota de muita sorte, - e adaptado ao cinema pela Reese Whiterspoon como a Ani FaNelli, a personagem principal - por acaso, tendo me chamado a atenção numa pilha na Saraiva. Lá pelo meio, quando já estava viciante, fui colocar no goodreads e achei resenhas falando mal, dizendo que a comparação com A garota do trem e Garota exemplar era injusta porque era muito pior. Ignorei e continuei lendo, e continuei com a mesma conclusão: se vc amou Garota exemplar, talvez concorde. Eu não amei - gostei muito mais do filme do que do livro, e isso é raríssimo - e talvez por isso tenha achado que a garota de muita sorte foi bem construída, o suspense interessante, o fim ótimo. Veja bem, não mudou minha vida, mas é um três estrelas sólido e uma ótima leitura de voo/praia/férias.

Caviar é uma ova, Gregorio Duvivier - eu adoro todo mundo do Porta dos fundos, #prontofalei. Isso dito, essas são as crônicas publicadas por ele no jornal - mesmo que vc nao as tenha lido, talvez conheça a famigerada última, que fala do término do relacionamento com a Clarice Falcão e causou um rebuliço nas redes sociais - metade amando porque é lírica e fofa, outra metade acusando de ser marketing porque foi na época do lançamento do filme que os dois fizeram por último. Enfim, tanto faz: as outras crônicas são tão ou mais bem escritas quanto essa, do tipo que vc ri, sorri, concorda, reflete, ou seja, do jeito que crônicas, com seu toque de dia a dia, devem ser. Amei.

Love may fail, Matthew Quick - ele é o autor do livro que originou o filme O lado bom da vida, com a Jennifer Lawrence (de Jogos vorazes) e o loiro bonitão cujo nome me esqueço. Está sendo traduzido pro português ainda, e eu comprei basicamente porque achei que a sinopse tinha uma chance boa, porque detestei os dois últimos que li dele. E aí veja como é preciso ter esperança: gostei bem! tem drama, tem o "real", sabe, de vc entender que várias pessoas são imperfeitas, medíocres, só buscando a felicidade, como todo mundo que pega o metrô com vc e a pessoa que te olha no espelho diariamente? achei bem fofo terminar o ano com esse livro, enquanto olhava prum dos lagos do Ibirapuera, num dia lindo de férias. Olha só:


A mágica arte da arrumação, Marie Kondo - fiquei só aflita. Essa história de Isso me faz feliz? (pergunta que vc tem de fazer, seguida de algumas outras, com TUDO que você possui) é boa e interessante, mas a zona de guerra que vc tem que transformar sua casa para fazer isso acontecer me incomoda e não vi efeito.

e uma série de dezena de livros trashy pra terminar.

Foi isso meu fim de 2016. ebaaaa!!! 261 livros lidos, envolvendo clássicos, literatura de vários países, muuuuuito Harlequin e Avon, não ficção, literatura contemporânea... li pouca poesia e li muito em inglês, e vou tentar mudar esses dois ângulos pra 2017. Espero que o fim de ano de todo mundo tenha sido incrível e que estejamos juntos por bastante tempo!!

2 comentários:

  1. Bradley Cooper.

    Boa decisão a da meta! A minha é infinitamente menor que a sua, e não pretendo mudá-la nunca. Porque senão acho que a gente acaba trocando qualidade por quantidade. Uma das minhas metas para esse ano é não fugir de livros mais longos. Antigamente eu via um tijolão de 900 páginas e já gostava, hoje em dia me dá uma preguiça...

    Feliz ano novo!

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    Respostas
    1. Feliz ano novo, Silvia! precisamos nos ver pra devolução dos livros e eu te emprestar alguns desses que foram divertidos, rs! e vc tem razão, foi isso mesmo: acabei lendo muita porcaria. E quero ler clássicos felizes esse ano!

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