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Leticia's favorite books »

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

2a. quinzena de janeiro - aleticiale2017

Cordilheira - Daniel Galera
Esse é um livro que foi escrito com uma premissa deliciosa: aparentemente deram uma grana para uns autores para escrever in loco em alguns lugares, e disseram pra esse sujeito ir escrever em Buenos Aires. Então a ambientação é ótima, e pra quem já foi, super se sente em casa. Mas detestei a história, coisa chata! uma mistura de complexo de Electra com metanarrativa que não tem fim. Tinham me falado super bem do cara, e foi meio decepcionante. Talvez não seja meu tipo de livro.

A dor - Marguerite Duras
Árido e difícil como todo livro escrito sobre essa época, narra algumas histórias, e com o holofote em uma, sobre uma pessoa que aguarda a volta do amante de um campo de concentração nazista, e é membro do partido de resistência, e tem detalhes autobiográficos, e é mascarado como "diários perdidos", e tem exatamente esse tom de dor tão em "stacatto" que você só sente o latejar. Quando você achar que está tendo um dia ruim...

Rita Lee, uma autobiografia
Dá pra resumir bem com o que ela diz que gostaria que fosse o epitáfio dela, algo como "Não era um bom exemplo a ser seguido, mas era gente boa".

Senilidade, Italo Svevo
Gosto da narrativa dele, mas achei esse livro em particular meio repleto de clichês, o sujeito mais velho apaixonado pela jovem muito trambiqueira e que tem a irmã virgem e feia como contraponto vivendo com ele. Existem equilíbrios, como a vizinha ou o amigo, mas acho que o autor tinha mais talento que isso. Claro, é necessário lembrar que foi escrito no começo do século (1920 e pouco) e só foi bem sucedido porque era amigo de alguém (Camus, talvez?)

Uma coisa de nada, Mark Haddon
Esse é o cara que ficou famoso pelo outro livro, e eu esbarrei nesse título no sebo. E aí fui lendo, e achando aflitivo o senhor que estava claramente à beira de um colapso, pai da moça que estava claramente necessitando terapia, marido da senhora que estava urgentemente precisando de um grupo de apoio... ele segue uma certa linha, né rs... enfim, fora o fim que foi muito hollywoodiano pra mim, achei bom e envolvente.

Wild, Pacific Crest Trail, Cheryl Strayed
It took me a while to get to this book simply because I had assumed it would be boring and I wouldn't be able to relate at all to the story, being the last person on Earth who would go on such an adventure. But soon I figured out that the author was not so different from me, and the book focused on being human much more than on being an athlete. And then I really enjoyed it.

Os viúvos, Mario Prata
Bom e velho policial, leve, interessante, divertido. Vou procurar mais coisas dele.

Conte sua história de São Paulo, Milton Jung
achei que fosse gostar tão mais do que gostei! São 110 histórias de ouvintes sobre a cidade, e houve uma tentativa de separá-las em blocos temáticos, mas pra mim ficaram sem pé nem cabeça. Muitas são só pedaços de nada, outras vão indo e vindo e não sei pra onde...

Terra descansada, Jhumpa Lahiri
Li O xará dela anos atrás, e me apaixonei loucamente. Esse livro teve críticas no goodreads sobre "mais do mesmo",com  o que eu discordo muito, simplesmente porque entendo que ela é muito boa sim em escrever sobre os aspectos culturais, mas além disso, ela é muito boa em escrever sobre gente. Sobre aquelas pequenas coisas que nos fazem mesquinhos e difíceis e sofridos e tornam as relações tão complexas e cheias de nós. Claro, o Terra descansada tem contos (acho que oito) e todos trazem famílias de origem indiana. Mas acho que é porque ela sabe disso, né. Tanto faz. Enfim. Me lembrei como gosto dela.

Doei uma pilha de livros pra Biblioteca (Viriato Correa, na Vila Mariana), e li quase que exclusivamente livros físicos esse mês. Estou curtindo "eliminar" livros da estante, seja por doar, emprestar, trocar no sebo, redescobrir... não curto o fato de que "compartilhar" trechos no Kindle, que é algo com o que eu tinha me acostumado e gosto muito (tenho cadernos de citações desde adolescente), dá muito mais trabalho. Mas acho que vou  manter isso por mais algum tempo, e continuar a "faxina" na estante. Estou vendo progresso!! Foram 26 livros esse mês, só literatura brasileira e internacional de fato.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

andanças - 1a. quinzena de janeiro 2017

Fomos ver La la land e Moana, com expectativas super diferentes: no primeiro, eu nem sabia que era um musical, porque só tinha ouvido falar que haviam ganhado tudo quanto tinha sido Globo de ouro e gosto dos atores principais. No segundo, só que era um filme da Pixar que tinha a ver com lendas neozelandesas.

Quis sair do cinema nos primeiros dez minutos, nos quais todo mundo começa a cantar e dançar numa ponte, a la Grease - nos tempos da brilhantina. De-tes-to musicais. ODIEI Mamma mia!. Me prometi que se não melhorasse na próxima meia hora ia embora. Mas aí melhorou. Gostei dos diálogos, adorei a trilha sonora, e realmente gosto bastante dos atores - me surpreendem positivamente sempre. É um daqueles filmes à moda antiga, nos quais a fotografia, a atuação e a contação de histórias valem mais que metralhadoras ou cenários estapafúrdias, e acalenta o coração. O fim foi pungente e valeu o filme. Ah, e a música... presta atenção nisso aqui:





Moana, em compensação, é beeeem comprido prumfilme infantil, viu? Fofo e tal, empoderamento feminino considerado, mas nem é tão fascinante. O que valeu mesmo foi o curta do começo, o Paul. Sensacional. Quase tão bom quanto o Piper, o curta anterior ao último infantil que eu vi no cinema.


Dali fomos ao Jamile, o tal restaurante do Henrique Fogaça, no Bexiga. Pensando que o sujeito vive de criticar os outros, resolvi que ia escolher o prato mais fácil de criticar do cardápio, o que pra mim significava algo que eu jamais pediria em outro lugar ou comumente: um magret de pato - só comi pato uma vez e odiei - com risoto de tangerina e rúcula. Era quase aposta contra, né? Pois caí do cavalo. Além do atendimento super gentil e ágil, o prato foi um dos melhores que eu comi na vida. Ponto perfeito, gosto incrível, surpreendente, interessante... realmente bom. Parabéns, gente toda que fez isso acontecer. (a foto não é minha, eu estava meio ocupada comendo). A moqueca do D. também estava incrível, diz ele.

                                                     

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

primeira quinzena de janeiro - aleticiale2017

The perfect girl, Gilly Macmillan, estreou meu ano. Parece não ter ainda tradução em português, e foi ótimo.
It was gripping from beginning to end; even when you want to slap Zoe silly (or, actually, slap her mom, or her uncle, or punch Chris, or ... there's some bottled up anger sipping from the characters' passiveness, attitude or lack thereof.), you want to know what happens a bit more, so you go on. The ending might be a bit predictable, everything considered (I'm really bad at predicting the butler's crime and I had guessed it a whole chapter in advance), but as usual, I think the journey is what truly matters.

A resistência, Julian Fuks - O livro, em tom autobiográfico, é narrado pelo irmão mais novo Sebastián, e começa falando que quer falar sobre seu irmão adotado. Filho de psicanalistas argentinos que buscaram exílio na década de 70 no Brasil, logo ele está falando dos vazios e dos ecos que isso quer dizer, num vai e vem constante. É um livro que não sei se gostei, pra ser bem honesta. Ás vezes sim - me lembrava minha amiga argentina falando, o tom é bem genuíno, me pareceu que até os tempos verbais o eram - e às vezes eu só me cansava.

As fêmeas, Marcelo Rubens Paiva - É uma coleção das crônicas que ele escreveu para o jornal, que eu não leio. Em sua maioria, não gostei. Achei escatológico, ou cru, ou agressivo, e nao estou dizendo que não devia ser - simplesmente não é meu estilo ou não era minha expectativa ao ler.

Olhai os lírios do campo, Erico Veríssimo - Havia lido esse livro quando adolescente, e chorado por Olivia, e odiado Eunice. É interessante reler agora. Novelesco, claro, moralista, sem dúvida, mas tem um toque romântico e sociopolítico (mesmo que isso não seja a ênfase total) que é cativante. Me lembrou muito A cidadela, do Cronin. A questão do médico que se tornou médico para ser respeitado e valorizado pela sociedade, enriquecer, ignorando o proposito da profissão e as pessoas que amava no caminho... enfim.

Senhora, José Olímpio - Falando em novela... Várias reviradas de olhos ao ler a descrição da Aurelia, que basicamente era "espertinha, considerando que era uma moça". É preciso lembrar que foi escrito em 18... , e na verdade era até inovador, já que ela se recusava a depender do tutor e foi, até o fim, senhora de seu próprio destino.

O livro das perguntas, Pablo Neruda - Um livrinho leve de poesia que você quase quer ler para crianças, perguntando por que o sol é amarelo e por que o outono gasta tantas folhas em suas dívidas.

Travesuras de la niña mala, Travessuras de uma menina má, Mario Vargas Llosa - Sensacional. Sabe aquela frase que acho que é do Italo Calvino, de "um clássico é o livro que nunca termina o que tem para dizer"? foi isso que pensei, porque adorei a narrativa, e dias depois de terminar ainda coisas ecoavam em mim. Sensação deliciosa! Pensa que o mote da história é entre o Ricardo e a "menina má"; ela sequer tem um nome próprio real no decorrer todo do livro... e isso não importa, é parte da mitologia. Muito incrível.

Selma e Sinatra, Martha Medeiros - a fase de Martha Medeiros continua forte. Esse é um dos dois romances que ela escreveu, e eu achava que ia ser pior que as crônicas, mas gostei muito. É basicamente a entrevista de uma cantora aos 70 e poucos anos, cuja vida perfeita intriga e incomoda a entrevistadora. O drama de ser gente vem à tona várias vezes, e é gostoso de ler.

O túnel, Ernesto Sabato - um argentino que é muito bom contador de histórias, com um romance que começa falando que ele matou uma pessoa. Bom de ler, né? mesmo o personagem sendo ligeiramente maluco, passional e ciumento (bom, faz sentido). Um daqueles romances nos quais a narrativa se sobrepuja em muito ao cerne da história.

Contos fantásticos no labirinto de Borges, organizado por Braulio Tavares - são contos escolhidos pensando-se no argentino Jorge Luis Borges, e há alguns que ficam em pé realmente sozinhos - adorei A livraria, do Nelson Bond, e tive pesadelos com A terceira expedição, do Ray Bradbury.

A dama das camélias, Alexandre Dumas filho - a história de uma meretriz, Marguerite Gautier,  que se apaixona e é correspondida por Armand Duval. Serei honesta: eu esperava mais. Queria saber da história da mme. Gautier, queria entender a razão das camélias, e embora entenda a delicadeza com que a história foi tratada - a cortesã do século XIX renunciando a seu amor em nome da dignidade do amado (pedido do pai de Duval), o arrependimento de Duval por tê-la tratado vingativa e cruelmente como resposta, a doença que a consome, a falta de perspectiva, enfim - não me convenceu como uma das personagens mais conhecidas da literatura. Também li em algum lugar que a história era verdadeira, mas não encontrei fatos que comprovassem essa hipótese.

O sol se põe em São Paulo, Bernardo Carvalho - livro emprestado, de um autor sobre quem eu não conhecia nada e nem sabia que existia. Veio bem recomendado, e aí as primeiras vinte páginas foram de doer. Difíceis pra mim, lentas, aquele tipo de narrativa do senhor dos anéis, de descrever cada coisa e não ir pra lugar algum... quando eu estava quase desistindo, a coisa engrenou e aí se tornou bem fácil. É uma metahistória da metahistória, vários personagens dentro deles mesmos, reviravoltas e surpresas sobre o que de fato aconteceu com os envolvidos - e onde, e quando. Tive de ler o fim duas vezes e meia, porque houve algumas revelações de coisas que eu não tinha prestado muita atenção, mas valeu assim mesmo.

Como falar com um viúvo, Jonathan Tropper - achei esse livro no sebo perto de casa, tinha uma cara simpática e me lembrou outro Jonathan, o Coe, que eu adoro. A sinopse é como o título, mórbida - o sujeito de 29 anos que perdeu a mulher de 40 num acidente de avião e está deprimido e sem saber como lidar com o enteado adolescente e com a vida de modo geral. Ele nem é interessante, se você pensar muito bem. Mas ele começa a escrever uma coluna com o nome do livro, faz um sucesso danado, ele luta contra a depressão - na verdade, mentira, luta bem pouco; ele passa por aquele período que só quem perdeu alguém sabe, que é não querer lutar contra a depressão porque ela significa superar a pessoa perdida - e a história surpreendentemente fica em pé, tem insights até divertidos. Zero expectativa virou vai pra estante.

Grande irmão, Lionel Shrivner - quem já esteve por aqui sabe que eu amo essa mulher. Li duas coisas sensacionais dela, Precisamos falar sobre Kevin e So much for that, e ignoro um pouco as críticas negativas sobre o fato de que ela é ligeiramente pedante em seu uso de polissílabos para descrever qualquer coisa. Mas esse livro não foi um ganhador. Começou bem: Pandora é casada com Fletcher, e eles tem aquela pequena mesquinhez que você identifica nos outros e te faz sentir humano, é dona de um negócio bem sucedido mas não se conecta de verdade com nada, aparentemente. Aí surge o irmão, o único membro da família que ela gosta de fato, e ela quer hospedá-lo. Ao encontrá-lo no aeroporto, descobre que ele está pesando 175 kg, e todo o drama se segue daí. Ignorar o fato? Ajudá-lo? Entender o preconceito que está à volta dos obesos? Lidar com a fome que não é fome? Com a própria autoimagem? Com as questões de saúde que ele enfrenta? Com a mobília que ele quebra? Com o fato de ser a irmã caçula exercendo o papel de irmã mais velha? ou...
é como assistir um reality show, quase, só que muito melhor escrito, e você segue os capítulos. Me incomodei com a decisão tomada quando ele tinha de ir embora, e achei o fim muito clichê para o que eu conheço e admiro da Lionel Shrivner. Sei lá. Ainda é um livro ruim muito melhor que outros livros médios.


 

sábado, 7 de janeiro de 2017

aleticiale2017 - metas do ano

Pois é...


  • o blog tem um instagram pra registrar em tempo real quando termino os livros: se chama aspequenasegrandesalegrias . Tem pouca coisa além dos livros, frases, minhas gatas e comida, porque bem, é exatamente essa a intenção :P
  • para 2017, em vez dos 250 e 260 livros de meta de goodreads de 2015 e 2016, estabeleci 150. No instagram, eles terão a hashtag #aleticiale2017 e em alguns casos, as indicações do que são (clássicos, contemporâneos, poesia, etc)
  • decidi tentar ler menos livros em inglês/espanhol, e quando o fizer, fazer os comentários também na mesma língua. Uma amiga que mora nos EUA falou sobre isso e como queria compartilhar às vezes as dicas de leitura e achei que fazia sentido. A verdade é que o Kindle tem muitas promoções de livros gratuitos em inglês, e muitas vezes eles saem mais barato e mais rápido, por isso acabo usando esse atalho.
  • quero ler mais poesia, mais literatura brasileira, mais clássicos, mais coisas que estão na minha estante esperando... E variar mais. Aceito sugestões!

                                         

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

6on6 dezembro 2016!

Pois é... não querendo ser a louca dos gatos, mas já sendo, esse bichotinho foi encontrado por uma amiga preso na roda de um carro. Ela me perguntou se eu conhecia alguém que o queria, e tentamos com outra amiga, mas não deu certo. Aí ele voltou pra casa, e com esses olhos, já estávamos apaixonados... ia se chamar muitas coisas, mas acabou em Panzerotti. (É um lanchinho italiano de queijo e tomate que comemos em Milão, gostoso e feliz, e Pan combinava com ele <3)

Quem te conhece, sabe o que te dar, né? meu amigo nos deu dois cheesecakes de Natal (o da frente é doce de leite com amêndoas e o de trás, frutas vermelhas). 


E falando em Natal... essas são migas, um prato espanhol que como desde criança (meus pais vieram pra cá aos 18 anos da Espanha) e acho sempre difícil de explicar. Dá pra fazer com pão, mas as da minha mãe são de batata, e fica com essa carinha de farofa, mas é muito mais macia e úmida que farofa. E tem de ter todos esses acompanhamentos (montes de pimentão frito, alho, tomates, linguiças...)


Fomos ver a ópera Fosca, no TEatro Municipal de São Paulo. Esse lugar é lindo, e a ópera foi incrível. Eram poucas apresentações, e a história era sobre a personagem título, a irmã de um pirata completamente apaixonada por um prisioneiro e que faz loucuras por ele. O autor, Carlos Gomes, era um brasileiro (nascido em Campinas, SP) e a estreia foi no Scala de Milão em 1873. Experiência importante de viver!



Não dava pra não falar da viagem de fim de ano, que foi pro Paraná (Curitiba, Antonina/Morretes, Ilha do Mel). Esse lugar é o Bosque do Alemão, e é de desmaiar de fofura: tem uma trilha com a história do Joao e Maria, que termina NA CASA DA BRUXA! e tem mais: a casa da bruxa É UMA BIBLIOTECA! na qual há bruxinhas boazinhas que contam histórias, ajudam as mães a convencerem as crianças a largarem mamadeira e chupeta, e sobretudo, estimulam a leitura. Era fim de ano e nem tudo estava aberto, mas estava cheio de crianças LENDO. Amei <3


Pra terminar (já que houve um post só sobre Paraná), essa visão de Piratas do Caribe: na frente do restaurante na ilha do mel, beeem longe da praia, esse tronco de árvore cheio de formações de conchas. A natureza é mágica, né não?

Feliz ano novo!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Paraná - resenha de andanças!

Um simples 6on6 não vai conter minha vontade de dividir algumas informações por aqui... então vou ser bem resumidinha, tá?

Coisas sobre o Paraná:

1. Amei os quero-queros (bom, e os mergulhões, saracuras, rolinhas, canários da terra, o fato de que há viveiros de pássaro em todo lugar, enfim. Mas os quero-queros além de tudo tem esse nome, difícil não amar). Olha esse fazendo pose na minha foto aí! perninha comprida <3


2. O Jardim botânico... É lindo, não só a estufa, como o entorno, no qual aliás dá pra fazer um lanchinho, tirar fotos, sentar na grama, tirar fotos lindas... 



3. Vou falar disso no 6on6, mas o Bosque do Alemão, que tem a trilha do João e Maria, foi meu parque favorito. E olha que tem parque em Curitiba! Fomos a vários, asism como  à Universidade Livre do Meio Ambiente, proposta linda e com uma pedreira incrível. Lindos, limpíssimos, estacionamento sempre gratuito e fácil, infraestrutura... invejei.


4. O museu Oscar Niemeyer é incrível. Mas não é só porque é dele, e tem essa cara linda, não. As exposições são inovadoras, interativas, super interessantes, e trazem não só a vida do Niemeyer como alguns outros artistas contemporâneos brasileiros. Fiquei apaixonada.




5. O passeio para Antonina/Morretes foi importante. Teve o trem, que é idílico e passa pela maior reserva de Mata Atlântica do país - essa é a base do passeio. Teve essa vista, portanto. Ao chegar, teve aquela vista que parece cartão postal do mirante de Antonina, e Morretes me lembrou Embu ou Guararema, aquelas cidades de paralelepípedo, praça com artesanato e rio sabe? Só teve um probleminha, estava perto de 40 graus de calor e ficando insuportável andar pra qualquer lugar, a busca por qualquer brisa virando sobrevivência.





6. Fomos à Ilha do Mel, focando na Praia das conchas e Farol. Estava um dia muito gostoso, e tem pouca coisa mais linda que o mar, né? Também reparei que o público é mais natureza, sabe? pouca gente sarada ou fazendo exercício ou tirando onda, era mais o povo "tô nem aí, quero ser feliz", que é de longe meu favorito; ou seja, brincando na água, cheio de roupas pra subir ao FArol, compartilhando a farofada. Devo dizer que eu não sou louca por praia, sou branca azulada e o sol nao me tem muito apreço; mas adoro um passeio de barco e amo sentar pra ver o mar. (um mar sem cheiro, que parecia um espelho de tão calminho).



7. Nao tirei foto, mas acho que não ia traduzir o que senti ao comer a POLENTA em Curitiba. Finalmente entendi o que as pessoas dizem quando falam que gostam de polenta. Tinha com queijo, com funghi, Alfredo, pura, mas era sempre molinha, feliz, cremosa, com muito gosto. Gente, poderia estar comendo aquilo até agora. Mesmo. SENSACIONAL. Em tempo: a melhor que eu comi foi no Batel Grill, que aparentemente é super turístico - (ficamos no Ibis Batel, barato e com a melhor localização do mundo pra ficar em Curitiba) - o serviço era impecável, o preço razoável e já falei da polenta?