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Leticia's favorite books »

sexta-feira, 31 de março de 2017

2a. quinzena de março - aleticiale2017 + andanças, que a vida não tá fácil

Li:

Enclausurado, Ian McEwan - ganhei esse livro de aniversário de alguém muito querido, caso contrário não o teria lido, porque aparentemente meu espírito não se comunica com o de McEwan. Isso continua sendo verdade, infelizmente. A premissa é incrível - um bebê ainda não nascido, no ventre da mãe, narrando a intenção dela e do amante, seu tio, de matarem o pai e ficarem com a casa e herança. Mas me incomodaram as pequenas coisas - em algum momento a voz desse narrador passa a "esquecer" que não conseguiria descrever em detalhes algumas coisas, e se alterna nas descrições super detalhadas que teria "ouvido" e outras que não. Me irritou a ponto de querer entender como foi feita essa edição, porque deve ter sido uma escolha... enfim, houve dois momentos que em termos de narrativa foram incríveis, e acho que é por isso, mais a premissa, que as pessoas costumam gostar tanto.

Heart of a dog, Mikhail Bulghakov - he was born in Kiev, and the book is supposed to be a satire related to the Russian revolution. Of course, portraying a Professor who states he is against the Proletariat, is the only one living in seven rooms - and being protected to do so - and playing with rejuvenation, we are off to a good start. We add to that the fact that a dog is a great narrator - I actually liked him a lot up to the point when he turned almost human - seems familiar?
the Professor tries a transplant and ends up turning the old mutt Sharik into a new member of - what? human race? his family? his quarters? - and that's only one of the problems.
INteresting, fun in that not obvious way, creative and obviously, revealing as to how sad we are as people...

Fomos:

ver Logan - eu sei que estou soando garota enxaqueca, e que quem gosta das HQs deve ter amado, mas detestei ver o decrépito que antes era Wolverine.
ao Modi Gastronomia - AMO esse lugar. Gosto do custo benefício, gosto dos pratos, gosto do ambiente, AMO o ravioli de gema da entrada. O novo, do shopping Morumbi, ainda parece estar acertando o ponto - a lula veio semi grelhada, o ravioli de gema tinha um pedacinho de casca de ovo, o ravioli de abóbora estava sem sal. Mas tenho fé que é questão de tempo. Não é fácil ser brilhante nesse cardápio simples e gostoso que eles tem. E sempre temos as unidades de Higienópolis.
ao Attimo, no Restaurant week. Para um restaurante com uma estrela Michelin, achamos beeeeem mais ou menos. Claro, vc pode dizer que é por conta do menu Restaurant week, mas eu tenho aqui pra mim que o chef é o mesmo, os ingredientes, conceito, tudo igual. Já houve diversos restaurantes que entraram na nossa lista de favoritos na vida por conta dessa semana, que afinal tem essa intenção, né? de expandir a base de clientes? então ou os caras desprezaram essa ideia, e nesse caso o meu eu corporativo acha isso bem pobre de espírito, porque era muito melhor não participar, ou simplesmente são ruins, ou no desenho do conceito ou na execução. Que fique claro: nada estava horrível. o cardápio que eu escolhi (há duas opções para cada prato) era um carpaccio, bonzinho e fresco, uma polenta com ragu de linguiça (a polenta estava com o gosto do pó, nada de cremosa e feliz; a linguiça bem apimentada) e um mousse de chocolate razoável. Não valia o preço e muito menos atendia a expectativa de um restaurante incrível, no máximo um executivo razoável. Da carta de vinhos, metade não estava disponível, e claro, pagamos 16 reais por uma Stella Artois pequena.  Pode ser que esse não seja o padrão deles, mas não me deu vontade de voltar.

quarta-feira, 15 de março de 2017

aleticiale2017 - 1a. quinzena de março

What makes Sammy run?, Budd Schulberg - this had been on my shelves forever. At some point I had read a great review on this book and bought it second hand, but never got to read it. Then, on my quest for cleaning shelves and reading everything I hadn't, this went to the pile (well, it is not a pile: it is a very organized basket that now comprises titles which wouldn't meet in any cocktail party, I guess). It had a wonderful beginning, narrating the always on the run (no pun intended) Sammy Glick the copy boy soon to be discovered as a sleazy bastard by his boss, Al Maheim, the narrator. The narrator is also the person who asks the question - what makes Sammy run? - even though I think it is pretty obvious. These guys work in the late 30s, early 40s Hollywood, in the world of screenplay writing, and Sammy basically wants out of his old life - his Jewish family, including his old name, his  parents, and most of all, his being nobody. He does everything he can to be mentioned by name, and well, he soon is.
I didn't like the ending, which I thought was abrupt and a bit silly.

The great Gatsby, F. Scott Fitzgerald - oh well, I must admit I like a lot of it: the vulnerability, the shallowness, the sadness. But I wanted to kick Daisy's butt so hard, and I hated the ending, and I don't get it why it is considered such a magic book. Sue me.

The catcher in the rye, JD Salinger
Holden Caufield: a lost boy. I guess that sums it up perfectly. He is right when he identifies the assholes, however.


She: A chave para o entendimento da psicologia feminina, Robert Johnson
Um desses livros fininhos, que vc pega inadvertidamente e senta e... puxa! com o mito de ERos e Psiquê por trás, Robert Johnson usa a simbologia toda para falar do feminino. Dos lutos pelos quais Psiquê tem de passar, da simbologia que Afrodite, a mãe de Eros, representa, de como ela supera - ou não - obstáculos. Já dei a uma amiga e espero que ilumine a vida de várias outras mulheres.


Holding up the universe, Jennifer Niven - #wearealllibbystrout - no, we are really not. I wish we were, though, because she is such a force of nature... something to be reckoned. A girl who had to be removed of her house with a crane, because she was morbidly obese - mostly due to suffering so much from grief. Then, she is homeschooled, and then one day she thinks, what the hell, I should join the school again. She is still very heavy, and will go through what still makes me boil with shame and embarrassment. And she does all that wearing purple bikinis. Ah, did I mention it's also a love story? There's this guy who comes across her way, and well, he should. In any case, it's a YA, and unlike so many others, it actually can teach the girl readers some of what it souls should be made of. I'd be proud of Libby, had I met her.


Pequenas grandes mentiras, Liane Moriarty - Reli porque comecei a assistir a série da HBO e fiquei intrigada - lembrava da Maddie morena, de um filho do meio, de coisas que não apareceram. E gente, como ela é fantástica. O livro teve a mesma maravilhosidade da segunda vez que da primeira, ou até mais, porque não havia a ansiedade da primeira vez. Os personagens são bem construídos, a narrativa é envolvente, é divertido, é profundo... que autora sensacional.

segunda-feira, 6 de março de 2017

6on6 - fevereiro 2017



#andanças. Fomos ver God, com o Miguel Falabella, comemorando a meia entrada do D.


Fomos também jantar na Mimi, pra estrear a mesa de jantar nova dela.



Prue é a prova que foto tem de ser no ângulo certo. Nem parece que ela é obesa.

Fomos também ver Histeria, montada num encontro com Dali, Freud e a filha de uma paciente de um caso, num roteiro muito bem produzido - presente de aniversário do escritório. Muito interessante :)

Pra não perder o hábito, arranjo do Atelier em flor pra comemorar meu aniversário.

Parece a Zara e o Panzerotti, mas é uma gatinha que encontrei no estacionamento da natação - aparentemente, havia sido abandonada pela família de um senhor que morreu, quando fecharam a casa, e estava vagando ali há uma semana, super dócil, veio quando chamei imediatamente. Trouxe pra casa, dei comida e colo e foi um final feliz bem rápido: achei um dono muito fofo e amoroso que já está tomando conta dela e prometeu nunca mais deixá-la pra trás. ufa!


Tudo isso aí na feira foi 5 reais Delícia, né?