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Leticia's books

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Leticia's favorite books »

sexta-feira, 30 de junho de 2017

2a. quinzena de junho - aleticiale2017

Li/I've read...

A teia de luz e A teia de trevas, Marion Zimmer Bradley - Pra vc ter ideia do quanto gostei desse livro a primeira vez que li, em 90, nossas cadelinhas se chamavam Deoris e Domaris. Dessa vez, descobri que nem gostava delas, rs. A Deoris era uma bicha teimosa e que só depois de sofrer muito amadureceu. Domaris era plácida demais pro meu gosto. A tal queda de Atlântida foi silenciosa e eu estou acostumada com Game of Thrones. Micon, eu imaginava como uma mistura de Gollum e alguém com Parkinson, Deus me perdoe. Em resumo, não foi uma experiência boa. Talvez um livro que eu não devesse ter relido, afinal.

A bela e a fera, Clarice Lispector - Oito contos, uma leitura pra se fazer em duas horas. Dois deles eu achei absolutamente sensacionais, um que começava com um telefonema de engano para Margarida Jardim das Flores - sim, assim florido e doce, engraçadinho, e ... termina chocante e triste. E outro contando a quase fuga de uma mulher que havia sido casada e estava ensaiando esse momento, até sua volta para casa. Gosto desse inesperado, dessa reviravolta que leva você junto.

A via crucis do corpo, Clarice Lispector - Publicado em 74, sob encomenda, e jamais revisado pós publicação. Contos versando sobre o corpo, suas necessidades, suas tristezas, seu envelhecimento - meu conto favorito é o "Mas vai chover", sobre uma senhora que se apaixona por um jovem, embora seja desapontada depois.
Há um conto sobre uma senhora que ainda "busca prazer", um sobre um triângulo amoroso que termina em assassinato confesso, outro sobre Maria das Dores, que, virgem, tem um filho-quase-Jesus, alguns sobre a descoberta da sexualidade (Miss Algrave)... é realmente temático e interessante de se analisar. Não um favorito, mas vale a leitura.

Onde estivestes de noite, Clarice Lispector - São dezessete contos, mas na verdade mantive na estante por conta dos dois primeiros: o segundo, A partida do trem, li três vezes seguidas, descobrindo novas coisas a cada vez. Talento incrível.

Bernard Cornwell! As Crônicas de Artur - Li a trilogia depois de ser muito recomendada, e realmente a narrativa é ótima: cheia de ação, com personagens muito vivos, humor excelente e boa concatenação. Claro que derruba muitas crenças...
O rei do inverno - Essa trilogia começa com Uther e seu desejo de ter um filho dentro do casamento real com NOrwenna, (já que já tinha um filho bastardo e que era conhecido como um excelente soldado, adivinha... sim, Artur). Seu desejo é realizado no meio de uma mistura de fé, porque Norwenna é cristã, mas a sabedoria druida e mágica ainda é presente e o parto tem todas as influências possíveis, inclusive as de Morgana, meia irmã de Artur, tentando salvar a criança. O bebê se chama Mordred, e já vou dar spoiler: não é bem uma criatura doce que você gostaria que reinasse seu país... O fim do livro traz Gundleus, que supostamente, após a morte de Uther, viria casar-se com Norwenna e assumir o reino, protegendo Mordred. Mas né? Nada é o que parece...
Inimigo de Deus - muita guerra e muita batalha nesse volume. Quem narra os três livros é Derfel, que acompanha Artur desde sempre a partir de quando pôde. Artur foi boa gente até fugir do casamento prometido com Ceinwyn (por quem Derfel era apaixonado) pra casar com Guinevere, que também não é o que parece e vai dar muito trabalho. Lancelot também aparece nesse livro, e desaponta os leitores que esperavam um cavaleiro gente boa; o irmão, Galahad, vc quer por perto. lancelot, vc quer que seja atingido com um espelho.
Excalibur - Cenas de batalha excelentes e dignas de Game of thrones, dramas românticos entre Artur e quem esteja perto dele, revelação novelesca sobre o pai de Derfel, reviravolta sobre a magia de Merlin agora conduzida por sua seguidora Nimue e religião dicotômica bem representada pela união de Morgana e Samsum, enquanto os tesouros da Britania são procurados, encontrados, unidos...
Li a trilogia toda em uma semana, porque é difícil "sair" da cena depois de começar. Bem feito!

Lucy Sullivan is getting married, Marian Keyes - Jeez, wasn't chick lit supposed to be light and fun? This Lucy gal has a sad life: in complete denial about everything, from her job to her friends, going through her family and her own life. Even if it depicts what is probably real life, I felt I was a bit led on, you know? I mean, it has a purple cover, it is fiction, isn't it to be read with a nice cup of tea and a laugh? because if it's about depression and alcoholism, ok, but it should be on another shelf and another mood. She is a great writer, because I kept with her for all the SEVEN HUNDRED AND FORTY PAGES of that awful life, including the about seven when she's almost happy for six seconds - and don't smirk at me, the average human being is happier than six seconds everyday, come on. But it went straight to the pile of "handle with care and at your own risk".

50 ways to find a lover, Lucy Ann Holmes - now, this was proper chick lit. Was it amazingly light and fun? no. She had to go through lots of horrible dates, humiliation and sadness. But the cover matched the content, and sometimes, that's all you ask.




quinta-feira, 15 de junho de 2017

1a. quinzena de junho - aleticiale2017

Li/I've read...

How to be good, Nick Hornby - This British guy who became famous for High fidelity is a wonderful writer. That sort of "guy next door"writing that you can't help but liking, I've always thought. As many of the other books in my journey this year, I remembered very little about this title, and traipsed around these pages like a drunkard. The characters are horrific, imho. The main character is a doctor, and the number of times she mentions that alone is a reason for you to hate all GPs in the world and think they are as self-absorbed as she is. She thinks of divorcing her husband, another self-absorbed brat, and then something happens, and he decides to be a self-righteous brat instead. Everybody is equally horrible, I think. Even the kids don't add to anything good. They go from "we hate each other" to "we may be hateful", he decides he will adopt a weirdo and "be good" and all hell breaks loose. Now, the million dollar question would be, is it worth reading? Surprisingly, it sort of is. Hornby writes very well, and despite the depressing tone of life he conveys in this story, that is fine literature.


A caverna, José Saramago - Que livro sensacional. Não sei nem como começar a falar dele sem usar adjetivos, o que diria Stephen King que está errado. Dane-se Stephen King. É incrível, é lindo, é poético. O protagonista, sua honestidade crua, sua filha, o genro, o cão Achado. Até chegar à caverna, muito se percorre, e nenhum passo é em falso, posso assegurar. O mais lindo é que se está falando simplesmente da vida, da vida de oleiro, da vida que precisa ser vivida, nada mais. E de algum modo a gente se envolve, se aproxima, e no fim, quer ir com eles. Pra onde eles forem. Ah, Saramago, você foi embora cedo demais.

The house of sleep, Jonathan Coe - So far, I didn't know why I once thought this guy was so wonderful. After this book, I finally had an inkling. It is superbly well written and well thought of, in terms of structure - like the stages of sleep - and characters. Still, for me, not something I want to re read when I get old.

Tinto de verano, Elvira Lindo - Um livro de crônicas em espanhol que me soou muitíssimo como Martha Medeiros.

A promising man, Elizabeth Young - Chick lit that is honest and reasonably fun, but a bit on the serious side - there were some things I thought were a bit far fetched, like how involved the hero was with helping the young girl who was nothing to him at all - and despite the fact I respect how not of a wimp the heroine was, for a change, it got a bit tiresome to read so much about nothing.

The guy next door, Meg Cabot - The book was all written in e-mail format, which is amusing in 2017, because it feels so odd. (it was published in 2002, you all old souls). First, because it is not natural anymore, and second, because the author is actually able to give voices that sound authentic to most of the characters. The romance is cute and old fashioned - as a 2002 book with a pink cover was expected to be - and in general, it was a great afternoon with a cup of tea. But it hasn't changed my life, nor it will change yours, unless you have a fetish with e-mail, it is your first chick lit or you are in love with Meg Cabot.

terça-feira, 6 de junho de 2017

6on6 maio!


Fiz com as minhas próprias mãos!!! E a ajuda da Lara, da @coisinhas e tal e cia!

Almoço delícia de ravióli de búfala com pesto de manjericão, linguiça calabresa e um vinho de Puglia incrível!
Paolo Nutini incrível! É um escocês com voz delícia que vale a pena ouvir.

Essa é a história da nossa vida, agora duplicada... Zara bebendo água como se a Cantareira fosse zero problema e ensinando ao Panzerotti...


Buttina, em Pinheiros, onde comi um spaghettini de cacau com mascarpone bem sensacional num dia de chuva pós reunião com cliente.

O presente da Babi mais amado. O palito de dente foi piadinha interna, mas a capa de celular reflete um amor que a gente compartilha 💜

Algumas das fotos já estavam no instagram (aspequenasegrandesalegrias), se vc tem, aparece lá!

beijo <3