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terça-feira, 3 de junho de 2014

teaser Tuesdays - temperinho da terça, A vida do livreiro AJ Fikry, Gabrielle Zevin

Na verdade, eu terminei esse livro, mas como ele é uma das melhores coisas que eu li esse ano, e um daqueles que eu fiquei com vontade de comprar pra todo mundo que ama ler/livros/livrarias, achei que valia a pena dividir:
(se você não entender alguma parte, por favor me diga e eu tento fazer uma versão. Ou, se eu tiver comprado a versão em papel e português, o que pretendo, coloco a tradução original abaixo :))



“Still, Amelia had not allowed herself to be certain until dessert, when she’d asked him about the book that had had the greatest influence on his life, and he’d replied Principles of Accounting, Part II."

(Amelia é a representante de uma editora, a Knightley Press, que vai visitar a Island Books, a livraria do AJ Fikry, duas vezes por ano para vender seus livros). Essa é ela falando sobre um encontro que teve com um sujeito e como ela chegou a conclusão de que talvez ele não fosse seu homem ideal :)


In Amelia’s experience, most people’s problems would be solved if they would only give more things a chance.


...please. I do not like genre mash-ups à la the literary detective novel or the literary fantasy. Literary should be literary, and genre should be genre, and crossbreeding rarely results in anything satisfying. I do not like children’s books, especially ones with orphans, and I prefer not to clutter my shelves with young adult. I do not like anything over four hundred pages or under one hundred fifty pages. I am repulsed by ghostwritten novels by reality television stars, celebrity picture books, sports memoirs, movie tie-in editions, novelty items, and—I imagine this goes without saying—vampires. I rarely stock debuts, chick lit, poetry, or translations. I would prefer not to stock series, but the demands of my pocketbook require me to. For your part, you needn’t tell me about the ‘next big series’ until it is ensconced on the New York Times Best Sellers list. Above all, Ms. Loman, I find slim literary memoirs about little old men whose little old wives have died from cancer to be absolutely intolerable. No matter how well written the sales rep claims they are. No matter how many copies you promise I’ll sell on Mother’s Day.

(Esse é o AJ falando sobre livros que ele não gosta. Sim, ele é no mínimo difícil, mas eu juro, você se apaixona antes do que pensa).

E. A. Poe defines a short story as readable in a single sitting. I imagine a “single sitting” was longer back in his day. But I digress again.

Ele tem uma relação específica com um livro do Poe chamado Tamerlane, e uma relação de amor com contos.

the more I believe that this is what the point of it all is. To connect, my dear little nerd. Only connect.

Eu já tinha derramado algumas lágrimas nessa parte. Sorrateiras, do jeito que eu gosto. Odeio soluçar no meio do livro.

They had only ever discussed books but what, in this life, is more personal than books? 

E com essa frase, meus senhores, se eu não tivesse me apaixonado pelo livro, seria aqui que me renderia.

Honestamente, há diversas citações que eu escolhi nesse livro, e assim como Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres em 1996, eu tinha vontade de copiar parágrafos inteiros, fazer com que o livro começasse a ser parte de mim. Isso acontece com pouca frequência. Alguns livros me impressionam muito bem (sempre Roald Dahl, por exemplo), alguns me fazem querer ser amiga do autor, alguns são uma arte em si. Mas livros que fazem com que você queira que sejam parte do seu sangue, de tão lindos, líricos, reais, esses são bem poucos. Esse foi um. Vá comprá-lo. Se não gostar, nem me conte. Eu vou te julgar, com certeza, me perdoe por isso.