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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

www Wednesdays, O que estou lendo, qqq Quartas

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Li Nothing left to lose, da Kristin Moselly, um freebie que estava quase esquecido no meu kindle. Super boa surpresa, embora a história tenha sido uma bagunça (crime, suspense, o chamado College romance, etc), a história do guardacostas treinado pela SWAT que se apaixona pela universitária que deve proteger do criminoso que a manteve sequestrada por um ano e matou seu namorado aos 16 anos foi fofa e bem escrita.
Li O Pesadelo, do Lars Kepler, (o cara do Hipnotista), e posso falar? já estou esquecendo da história. Em termos de crime nórdico, até agora nada superou Hanning Menkell e Stieg Larsson. E Camilla Lackberg. E em crime de modo geral, Karin Slaughter e Jo Nesbo. Ou seja, se você leu O hipnotista, não precisa da minha opinião, já deve tê-la. Se não leu, te recomendo esses outros.
Li Persuaded, da Pulsipher, que ganhei em troca de resenha, e supostamente era uma releitura do Persuasão, da Jane Austen. Foi ok. Nada que valesse muito a pena.
Li After, da Anna Todd, os dois primeiros. Acho que vou ter de fazer uma resenha especial sobre essa série, porque sinto que ela será grande aqui. Depois de amanhã chega o terceiro no meu kindle, e semana que vem falo dos três, pode ser? Mas vou te falar pra segurar a onda um pouquinho.
Agora sim: li Americanah, da Adichie. Sensacional. Bem escrito, interessante, relevante, sem ser chato. Fala de racismo, de mulheres, de família, de trabalho, de cultura, de América, de Nigéria, de relacionamento, de amor. Livro tão ótimo pra terminar o ano.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

QQQ Quartas, O que estou lendo?

Should be Reading (fonte)

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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Li dois livros nessa última semana; foi semana de fim de ano, com festa da empresa, amigo oculto, último dia da natação, do Pilates, de fazer compra pré viagem, parece que o mundo entra em suspenso até dia 5. (Não pra mim, que trabalho três dias semana que vem, mas enfim). Foram livros legais, mas tive de abandonar a Marian Keyes, que não coube nesses dias. (literalmente falando: livro muito gordo pra se carregar pra lá e pra cá).
Nihonjin, do Oscar Nakasato, foi ganhador de Melhor Raomance do Jabuti 2012. Esbarrei nele quase sem querer, mas a história me pareceu interessante porque ao folheá-la, vi as palavras Shindo Renmei (o grupo que o Fernando Morais menciona no Corações sujos e que acreditava que o imperador, sendo filho divino, não podia perder a guerra e era impenetrável, e as pessoas que estavam dizendo que o Japão perdera a guerra não tinham honra e deviam ser mortos). A história, sobre uma família de imigrantes japoneses, é boa e bem contada, em sua maior parte. 
Li também o Let it snow, que tem três histórias passadas na época de Natal, uma contada pelo John Green, (mais ou menos), uma pela Maureen Johnson (ótima) e uma pela Lauren Myracle (bem boa também).
Essa semana, acho que voltarei a ler a Marian Keyes... e estou pensando no que farei e como o farei ano que vem. Me ocorreu fazer uma lista de livros a serem relidos, talvez especificar quais e quando... vou tentar pensar nisso nesse fim de semana, junto com as ideias que me foram dadas :)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas, O que estou lendo

Should be Reading (fonte)

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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Li Funny girl, do Nick Hornby. Na verdade, havia comprado pra dar de presente, mas comi bola. A pessoa se antecipou e comprou também. Aí eu li, rs. Bem escrito, como quase tudo que ele faz. E como ele coloca algumas fotos de época e afins, no final eu fui checar online se era uma história verídica ou não. (Uma moça que desiste de ser Miss Blackpool e vai pra Londres ser comediante, alcançando relativo sucesso; a narrativa da sua vida e das pessoas à sua volta). Não mudou minha vida, não virou um favorito absoluto - pra quem estiver mantendo controle, o Alta fidelidade, sem dúvida, seguido do How to be good e Juliet, naked.
Foi só o que eu li essa semana, desculpa. O fim de semana foi tomado por socialização - fomos levar um alemão pra passear, no domingo encontrei a Tati Feltrin e o Hermínio na livraria, pra gente se despedir dela pré Rio, e aí o fim de semana tinha acabado!!!
Estou lendo... ainda não comecei, mas pretendo fazê-lo hoje: The woman who stole my life, o novo da Marian Keyes! E obviamente não sei oq ue lerei em seguida, apesar da Tati ter dito que eu deveria reler Os miseráveis.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O que você anda lendo?

Should be Reading (fonte)

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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Terminei Pretty little liars, Maldosas em português, que aparentemente virou uma série de tv em algum momento e é sobre adolescentes em um grupo que reúne todo tipo de maldade. Até agora, está legal. Só desanimei ao descobrir que existem tipo 15 volumes. Ou seja, já sei que não só não vou descobrir o que realmente acontece nesse primeiro livro como ou a história se repete ad infinitum ou é enrolada até dizer chega por vários outros.
Terminei Three wishes, da australiana Lianne Moriarty, e não é que ela me pegou de novo! uma ou outra página mais desnecessária (e vou dizer, me perguntei se os editores não podiam ter feito um cortezinho e pronto), mas a voz dela é legal, a narrativa boa, os personagens interessantes... nunca acho que o livro mudou minha vida, mas é sempre bem bom, e já é o terceiro ou quarto que leio dela. É sobre três irmãs gêmeas, baseado num aniversário e partindo daquele evento, narrando o antes e o depois. Elas são muito diferentes (Lyn, Gemma e Cat) mas ligadas pelos sentimentos malucos que acho que só irmãs entendem. De qualquer modo, Lianne Moriarty continua na minha lista, como livro bem seguro - não um que você vai largar. Acho que isso a faz uma vencedora, né rs...
Li O livro de Julieta, da Cristina Sanchez-Andrade. Que livro doce, e acho que tanta gente devia lê-lo... eu trabalhei com portadores de deficiência mental muitos anos atrás, por uns dois ou três anos, entre colégio e faculdade. O livro conta a história da autora, cuja terceira filha, que nasce quando ela tem 34 anos, tem síndrome de Down, e suas surpresas, aprendizados, frustrações e rotina com ela, a família, os irmãos. É especialmente interessante porque não tem a intenção de catequizar ninguém; ela fala de como às vezes se sentiu culpada porque quis sacudir Julieta, que tira a roupa ao entrar em casa e só quer vestir luvas, mas faz disso só mais um capítulo, contando em outro como foi interessante vê-la se comunicar ou como ela se incomoda com os estereótipos "eles são anjinhos", "eles" de modo geral. Fiquei na verdade triste em saber que pouca gente lerá esse livro, muito menos sem 'precisar'. Se as pessoas tivessem mais informação sobre as diferenças, a vida seria mais fácil.

Estou lendo... nada ainda, acabei de terminar O livro de Julieta :) Mas acho que vou ler umas porcariazinhas, antes de começar o novo da Marian Keyes que eu compreeeeei porque não resisti a esperar o kindle!!!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Leituras da semana, www Wednesdays, Q Quartas

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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Terminei: Dom Casmurro, cuja opinião darei dia 20, no Clássicos do momento, devidamente elaborada.
Terminei Mr. Peanut, do Adam Ross. Passei o dia no Salomão Zoppi fazendo exames, e fiz um planejamento de que livro levar; aí peguei esse na mão e comecei, pensando, "Se eu ler as primeiras 100 páginas, vou querer ler o resto". E não é que deu certo! Um desses livros que te faz querer voltar pra ele quando te interrompem. Horrível, escuro, cheio de sentimentos confusos e ruins. David ama a esposa, e odeia a esposa, e a deseja, e a quer morta, e precisa dela, e não consegue ficar sem ela, e fantasia seu assassinato. Tudo isso ao mesmo tempo, enquanto ela se transforma em alguém depressivo, obesa mórbida, que o detesta, que não o entende, tudo isso junto. No meio o autor joga um detetive que é baseado num personagem verídico (que inspirou o filme e a série O fugitivo) e uma série de metáforas. O título já é uma viagem: envolve os bebês de Alice, sua alergia, sua morte, sua vida. Nossa. Muito sentimento junto. O fim não é legal, e tem umas 100 páginas sobrando. Mas vale a leitura assim mesmo. Forte, interessante.
Li numa sentada só The end of your life Book Club, do Will Schwaube. Achei tão fofis que comprei de presente a versão em português pruma amiga (li no Kindle), que está disponível na livraria com o nome O clube do livro do fim da vida. É baseado numa história verídica de um filho que começa um clube do livro informal ao conversar com a mãe, que descobre ter câncer pancreático em estágio IV, sobre livros. Ela é uma personagem incrível, dessas pessoas que fazem e acontecem e fazem você pensar que faz bem pouco com sua própria vida. E enquanto ele vai contando tudo que está acontecendo, vai falando de diversos livros, muitos com aquela pegada multicultural que eu adoro (inclusive menciona Jumpha Lahiri em algum momento, como não podia deixar de ser), então achei bem legal. Não é um livro delicioso, original, nada desses adjetivos suprassumo. Mas é interessante e tem perspectivas novas sobre temas antigos, como literatura deve ser, não?

Estou terminando Pretty little liars, Maldosas em português, que aparentemente virou uma série de tv em algum momento e é sobre adolescentes em um grupo que reúne todo tipo de maldade. Até agora, está legal. Só desanimei ao descobrir que existem tipo 15 volumes. Ou seja, já sei que não só não vou descobrir o que realmente acontece nesse primeiro livro como ou a história se repete ad infinitum ou é enrolada até dizer chega por vários outros.

Lerei em seguida... estou com Lianne Moriarty na fila de novo, e comprei mais uma ou outra coisa, puramente porque sabe, teve Black Friday e havia alguns descontos e... bom...

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas, Leituras da semana :)

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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Aeee... na meta "Goodreads Reading Challenge" (tem coisas que me deixam muito competitiva, rs, principalmente as que são comigo mesma... - pena que não funciona para dieta ou corrida de rua :P), eu li meia dúzia de livros fáceis de ler:
The truth about Alice, Jennifer Mathieu, é uma fofurice que estava na lista dos melhores do Goodreads e me convenceu. Eu gosto muito de livros narrados e/ou com personagens adolescentes, porque acho que geralmente a adolescência tem muito a nos dizer - quando estamos fora dela, rs. Esse livro é interessante nesse ângulo. Alice é taxada por ter supostamente dormido com dois caras numa festa, especialmente depois que um deles morre num acidente umas semanas depois. O livro é narrado por vários colegas de escola dela. Qualquer outra coisa que eu diga pode ter spoilers, o que eu não ligo mas sei que muita gente odeia, então paro por aqui e digo que foi bom. Não fantástico, mas bem escrito.

Li Separation e Degradation, da The Kane trilogy, dois dos tais romances eróticos que acabam virando histórias de amor. Tive sentimentos conflitantes. A moça, Tatum O'Shea, dorme com o namorado da irmã aos 18 anos, e é flagrada, expulsa de casa e etc. A partir daí, com laços cortados com a família, vive uma vida dessas meio malucas, cheias de drogas, sexo e liberdade ligeiramente degradante. Reencontra o namorado (Jameson Kane), que, claro, é lindo, rico e interessante, e acha todas as loucuras dela extremamente fascinantes. Eles se batem, se maltratam, eu tenho um problema com esse tipo de erotismo. Mesmo assim li o segundo volume, a curiosidade me venceu. 
Li o quarto volume da Sylvia Day, Captivated by you, com o Gideon Cross (que na minha opinião é muito, muito mais fofo que o Christian Gray dos 50 tons de cinza). Ele continua perturbado e ligeiramente maluco, mas doido pela Eva, e mesmo que não seja literatura (ei, lembra da zona livre de julgamento) clássica, adoro ler livros narrados com o tal ponto de vista masculino (embora, verdade seja dita, sejam geralmente escritos por mulheres, ou seja, dizem o que gostaríamos que eles estivessem pensando).

Bom, estou lendo Dom Casmurro, que será o clássico de dezembro. Quando eu era adolescente, não gostava de Machado de Assis. Claro, sutileza estava muito acima da minha experiência de vida limitada... acho que ele tem momentos geniais, hoje, exatamente nos mesmos pontos que antes achava crípticos ao extremo. 

Lerei em seguida... estou com Lianne Moriarty na fila de novo, e preciso recomeçar o Mr. Peanut.

Nascida para ler, forçada a trabalhar.
História da minha vida.




quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Leituras da semana :)

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O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Terminei vários livrinhos, porque estive bem ocupada durante a semana, e quero terminar minha Reading Challenge do Goodreads (prometi ler 200 livros nesse ano, com algum comentário/resenha/registro; faltam agora 8). Li Blurring the lines, da Mia Josephs, um livro que ganhei em troca de uma resenha honesta (que emoção dizer isso), e que adorei, super romance fofo. Li The Kissing Coach, vergonhoso para todos os coaches do universo, e um pouco um desperdício de tempo. Li Reinventing Mona, um livro que alguém nas resenhas do Goodreads tinha comparado com Sophie Kinsella, Deus a perdoe, e é um dos livros mais chatos que eu já terminei. Li os dois livros da trilogia nova da Jodi Ellen Malpas, a do This man trilogy, que se chamam One night: Promised e One night: Denied - eu amei, mas tenho consciência de que só amei porque amei a trilogia anterior; é a mesmíssima fórmula, heroína simplória, que não entende porque é adorada pelo herói; química irresistível e imediata; segredo profundo que pode destruir a relação e a segurança de um ou dos dois; herói completamente perturbado, beirando a insanidade, mas que você perdoa porque ele não maltrata ninguém, ou seja, é uma insanidade socialmente aceitável, e adora o chão que a heroína pisa. Eu sei, não me julgue. Ou julgue, eu nem ligo. Já pré encomendei o último volume, e pretendo ler tudo que ela escreve.
Estou lendo The truth about Alice, o mesmo da semana passada, que eu tinha abandonado.
Lerei em seguida... estou pensando em Dom Casmurro, inspirada pela Maria do Bombuteco que o leu recentemente :)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

www Wednesdays, Q Quartas, O que estou lendo?

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O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Terminei O morro dos ventos uivantes, e vou te contar, foi interessante. Publicarei minha opinião dia 20, porque sou uma criatura disciplinada e isso faz parte do Clássico do mês. 
Li Elizabeth is missing, da Emma Healey, porque fazia parte dos nomeados do Goodreads aos melhores de 2014 em alguma categoria e me chamou atenção. Baixei a amostra, como me lembrou a querida da Silvia U. que eu podia fazer e eu sempre me esqueço, e gostei dos dois primeiros capítulos (problema é que às vezes sinto que as amostras são que nem trailer de filme, fico querendo tudo!). De cara eu me apaixonei pela personagem, uma senhora sofrendo de demência que comprava sem parar latas de pêssego em calda, e mantinha notas pela casa para lembrá-la das coisas. A frase que postei ontem já me partiu o coração no primeiro capítulo, e me rendi a partir daí.
Mas o livro foi muito mais fofo que isso. Eu ri com ela não reconhecendo a neta e falando para a filha que devia mandar a 'nova cuidadora' embora porque ela era bagunceira e deixava as roupas no chão, eu ri com ela indo colocar um anúncio para encontrar Elizabeth no jornal, eu fiquei com lágrimas nos olhos com ela dizendo que sabia que não estavam comemorando o aniversário da morte do marido porque não havia flores nas árvores - o único sinal de tempo que lhe era reconhecível - ou quando as pessoas a tratavam como maluca e ela tinha suficiente discernimento para percebê-lo... tem buracos, sem dúvida. Mas a história que eu achei que era previsível e eu ia gostar só pela voz da narrativa me surpreendeu positivamente. Amei muito.
Estou lendo The truth about Alice, Jennifer Mathieu, pela mesma razão acima. Eu devia ser um estudo de caso de Marketing de sites literários, sério. O 'recomendados para você' da Amazon, da Cultura, do Goodreads, comigo works like a charm. Espero que tenha a mesma experiência do livro de cima. E, como me empolguei, fui olhar também os escolhidos pelos editores da Amazon, então ficarei mais pobre esse mês - de dinheiro, claro.

               Francine van Hove

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas, O que estou lendo?

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O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
O que você está lendo?

Terminei The Countess, da Rebecca Johns. Um livro que havia sido comprado há muito tempo, porque a prerrogativa parecia interessante - algo que misturava realidade e ficção, sobre um membro da nobreza húngara, Elizabeth Bathory, que viveu entre 1550 e 1650, e é conhecida na história como a primeira assassina em série do sexo feminino.
Acontece que o livro é contado através de cartas que ela escreve da torre da prisão para o filho mais novo, Pál, já viúva, quando foi acusada, e conta desde sua infância até aquele momento - e ela parece um ser humano muito razoável por 95% do livro. Há um episódio que soa como um momento absolutamente de loucura, no minuto antes da prisão, mas até lá, eu tive de reler a sinopse duas vezes, pensando, Sei lá, comprei faz tempo, vai que entendi errado... Ela é absolutamente preto e branco, com um senso de 'justiça' que pune os culpados das maneiras mais cruéis, - por exemplo, a costureira acusada de roubar uma saia é colocada, nua, para trabalhar no jardim, coberta de mel, atraindo insetos a tarde toda sob o sol. E percebe-se que não há nenhum sentimento dela envolvido nisso, o que é um indício psicopata. Mas eu achava que o livro seria outro.
Enfim, expectativas à parte, a narrativa é interessante, e sob a perspectiva de ficção histórica, um livro bem escrito.

Terminei Mambo in Chinatown, da Jean Kwok. Eu me apaixonei por ela com Girl in translation, porque adoro livros que narram a vida sob a ótica de imigrantes, principalmente narrados pelos filhos deles (Freud nem precisa explicar, né? sendo eu filha de imigrantes espanhois que vieram pro Brasil aos 18 anos). Esse livro tem um pouco menos disso. Há um tema central bem importante e peculiar, sobre medicina ocidental, a relação do patriarca com seu irmão mais velho e com as mulheres, enfim, mas é algo menor que no livro anterior. E claro, é um pouco Dirty Dancing (Eu esperava um pouco "Baby doesn't stay in a corner" no penúltimo capítulo), com um pouco de conto de fadas demais, mas a Charlie merecia. Sabe aquela personagem que não é bonita, não é inteligente, não é articulada, não tem sorte, nem dinheiro, e ainda assim você gosta? É preciso ser boa contadora de histórias pra fazer isso, e a Jean Kwok é.



Li também cinco outros livros que eram meio chick lit (estou na pegada "terminar meu desafio de leitura do Goodreads, então quis livros que eu pudesse terminar em uma hora + me livrar das prateleiras de Freebies, os gratuitos que eu baixo e acabo deixando pra depois). Eles eram Confessions of a chocaholic, The last single girl, Champagne and lemon drops, Zoe and the tormented tycoon e His secretary: Undone. As reviews estão no goodreads, aqui

Estou lendo O morro dos ventos uivantes, o clássico do mês de novembro :)

Já viu que eu prometo ler uma coisa e vou pra qualquer outro lado, né? Nem sei porque me dou ao trabalho... 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

www Wednesdays, QQQ Quartas, o que estou lendo

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O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
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Terminei de ler The Young Elites, da Marie Lu. Detesto me decepcionar com livros. Eu gostei tanto da trilogia anterior (Legend, Prodigy and Champion). Esse livro, em compensação... deixa eu pensar como resumir: ele tem a heroína incompreendida, infeliz, que merece amor mas causa infelicidade, como a minha querida Juliet (de Shatter me, da Tahereh Mafi). Mas honestamente, eu não consegui gostar dela. Nem do Enzo, nem mesmo do Rafaelle (o herói e o 'amigo lindo', respectivamente). Eu não me lembro de todos os detalhes do X-man, mas me pareceu muito similar: jovens que passaram por uma febre estranha e acabaram com deformidades físicas de algum tipo (ela perdeu um olho e seu cabelo agora é prateado), além de um poder específico sobre os outros que pode ser mortal.
Além de tudo, tem um fim triste e horrível. Desculpe, mas não deu. Talvez tudo seja 'consertado' no decorrer da série (entendi que é uma série), mas eu não precisei de nenhum convencimento para me apaixonar pela June e pelo Day, e nem pela Juliette e seus dramas, e a vida é muito curta pra insistir em livros que acho que podem ou não ser legais.
Aí li Reconstruindo Amelia, da Kimberly McCreight, em uma sentada. (A manicure era especialmente lenta, mas ainda assim). Que surpresa boa. No começo eu achei que uma coisa tinha acontecido com a Amelia e era outra, (a sinopse não declara), e quase larguei o livro, porque era muito infeliz. Realmente é muito triste, mas muito bem feito, e mesmo com a questão novelesca de como tudo é revelado, a menina e a mãe são fáceis de provocar empatia. Levanta questões interessantes sobre a loucura sempre presente das pessoas, o mundo absurdo dos colégios e dos adolescentes - o bullying, as tribos, os dramas, - e o amor familiar verdadeiro. Bem legal.
Li Shopaholic to the stars, da Sophie Kinsella. Eu AMO Sophie Kinsella. Esse livro estava 'pre-ordered' há meses, e foi entregue no Kindle terça e eu estava 'guardando' pra hoje. Vamos lá:
parte boa: Becky Bloom (Brandon) é sempre Becky Bloom. Vergonha alheia total com as histórias dela, que ainda soam similares (ri alto com o hamster e com ela comparando Elinor com Darth Vader), e é sempre divertido. Parte ruim: termina num nada, num momento no qual estão todos indo fazer uma coisa importante - ou seja, no meio de algo, o chamado cliffhanger. E eu não sei quando sai o próximo livro, então achei isso bem imperdoável e desnecessário.
Isso dito, sem dúvida encomendarei o próximo, e apesar de ter lido no Kindle, esse é um livro que eu compro, porque precisa fazer companhia pros outros na estante. #soumalucaedaí

Estou lendo Mambo in Chinatown, o da Jean Kwok :), e Emoções reveladas, do Paul Eakman, o que inspirou a série Lie to me (na qual eu viciei nas férias). O problema desse é que eu comprei no kindle e, por causa das microexpressões, o bom é ler no ipad e não no kindle, então fica mais restrito porque só leio em casa e não com sono :P


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays, o que estou lendo

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O que terminou de ler?
O que lerá em seguida?
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Lá vamos nós:

Eu estive assistindo uma série (Lie to me, não acredito que foi cancelada no meio da 3a. temporada por baixos índices de audiência!!!) e aproveitando minhas miniférias, fazendo um pouco de nada e vendo muita gente que não consigo ver no meu horário normal. Ou seja, não consegui progredir muito. Li dois livros somente:
My sister's grave, Robert Dugoni, foi adquirido no Kindle First. Tenho usado o Kindle first quase todo mês, e vou falar, encontrei pérolas lá. Esse foi outra grata surpresa. Um mistério muito bem escrito. A protagonista, Tracy, tem a vida virada do avesso com a perda da irmã, Sarah, que desaparece uma noite voltando pra casa de um campeonato de tiro ao alvo do qual as duas participaram. Ela passa muitos anos tentando entender o que aconteceu, embora um suposto culpado tenha sido encontrado e condenado, até que o corpo finalmente aparece. A essas alturas, ela é investigadora, e resolve ir ao fundo da questão e descobrir o que aconteceu. Até o final eu realmente não sabia o que tinha acontecido, e achei que foi tudo muito bem amarrado. Super recomendado.
O outro livro que eu li foi um deleite: As cem melhores crônicas brasileiras, uma coletânea com seleção do Joaquim Ferreira dos Santos da Editora Objetiva. Várias que eu conhecia quase de cor, como a da Aula de inglês, do Rubem Braga, absolutamente impagável, ou o Grande Edgar, do Luis Fernando Veríssimo, ou Medo da eternidade, da Clarice. Algumas que eu não só não conhecia como não tinha ideia de quem era o autor, vergonhosamente, como o João do Rio, com a ótima Um mendigo original. Paulo Mendes Campos foi uma deliciosa surpresa, com duas crônicas que eu adorei (Salvo pelo Flamengo e Coisas abomináveis) e Millôr Fernandes, com  Notas de um ignorante, assim como A noite que os hotéis estavam cheios, do Moacyr Scliar, foram dois ótimos tapas com luvas de pelica.
Dá pra perceber que esse é definitivamente uma recomendação várias estrelas, né? Pra ter em casa, pra recomendar, pra dar de presente, pra conhecer. Há uma ou outra que não muda sua vida, (afinal são cem, estatisticamente isso era de se esperar), mas crônica é um gênero literário muito gostoso e fácil de ter empatia.

Estou lendo/lerei em seguida: Bom, eu ia dizer que ia voltar pro Mr. Peanut, mas pra falar a verdade, muito provavelmente nessa semana lerei o livro da Marie Lu, o tal Young Elites (eu adorei a série anterior dela, então altas expectativas, estou 'guardando' esse livro)  e o da Sophie Kinsella (sim sim sim saiu onteeeeem). Estou valsando entre títulos. Descobri que uma autora de quem gostei muito do primeiro título, a Jean Kwok, lançou um segundo livro do qual eu não tinha conhecimento, e baixei em três minutos, então ele é um forte candidato também...


Ex Libris - Curious Cat Bookplate


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

QQQ Quartas, O que estou lendo?, www Wednesdays

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O que eu terminei de ler?
Terminei A bibliotecária de Auschwitz, de Antonio G. Iturbe. Baseado na história real de Dita Dorachova, uma adolescente que ajudou a manter secretamente oito livros circulando num pavilhão que foi montado para 'manter as aparências' para a Cruz Vermelha. Ela é corajosa, determinada, articulada, e uma sobrevivente ímpar.
Isso dito, eu me conectei mais com Alfie Summerfield, do Fique onde está e então corra, do que com ela. Não sei dizer porquê. Honestamente, ela tem toda a lista de atributos de uma personagem adorável, não só pelo dado de realidade, que a faz tão mais fascinante e admirável (ela ainda está viva), mas por seu amor aos livros (escolhi uma citação desse livro pra amanhã). Mas talvez o autor tenha escolhido essa capa de heroína pra retratá-la, e talvez seja simplesmente porque ele achou que esse era o modo mais interessante, e você vê muito claramente que ela sempre foi a forte da história toda, e de alguma maneira ela simplesmente não precisa de você. (Sim, tenho noção de que estou soando maluca, mas o modo como o autor decide traduzir os personagens sempre faz diferença na nossa empatia com eles, você sabe disso, né?)
Terminei Uma constelação de fenômenos vitais, de Anthony Marra. Se fosse qualquer outra semana, eu ia achar que era mau humor, mas estou de folga, não de TPM, longe do trânsito... não existe razão que não seja o normal pra dizer que achei só bom. É um livro interessante, sobre uma guerra sobre a qual temos poucas informações e de um país muito distante de nós, e o autor conseguiu ligar as histórias bem o suficiente para amarrar as devidas pontas. Mas me irritei com a narrativa vai e vem (de 94 a 2004), com trechos que achei dispensáveis e outras informações que senti falta, e, de novo, não me tocou.

Estou lendo Mr. Peanut, do Adam Ross. Grandes esperanças depositadas nessa história.

Acho que em seguida lerei O pesadelo, do Lars Kepler, ou o da Marie Lu, Young Elites, esse no Kindle.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays: O que estou lendo?

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basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:

(já sei que o dia está errado, mas essa semana foi muito maluca, minha gente!)

O que eu terminei de ler?

Li alguns freebies: Driven to date, Shopping for a billionaire, White lies: eram pra ser chick lit, literatura de meninas bem engraçadinha, fofa e cor de rosa, mas foram todos meio decepcionantes (o link vai pra resenha do goodreads, que foi bem marromeno. Li um romance/erotica que é par do Real, o Remy, superfofo no esquema herói bem maluco (literalmente bipolar) e completamente apaixonado pela heroína sem noção. Aí eu li um que achei que ia me tirar dessa vida de não pensar enquanto se lê, o Philomena (foi baseado no filme, e eu quis muito ver o filme; acabamos perdendo e comprei o livro.)
SPOILER ADIANTE, TÁ??? SE NÃO QUER SABER, MELHOR PULAR ESSES PARÁGRAFOS
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A coisa com Philomena é a seguinte: eu li cheia de hipóteses formadas. A edição que eu tenho é exatamente essa do link, e se você vir a capa, (e não viu o filme, só leu o subtítulo), fica com a impressão de que a Philomena Lee está ali falando com o filho. Só que ela jamais o encontrou! Ele a procurou, ela o procurou, ele morreu infeliz e frustrado com a sensação de não saber quem era e ela, infeliz e frustrada porque jamais quis abdicar dele e só confessou sua existência à família cinquenta anos depois. Eu fiquei até o fim do livro esperando que eles tivessem pelo menos se visto. Que triste, que ... frustrante! até porque hoje a gente vive num mundo de internet, de investigadores, de coisas acessíveis, e eu fiquei me perguntando como ele não tentou antes, que droga que ninguém teve recursos suficientes para poder se achar.
A isso se junta o fato de que o livro não é impecavelmente bem escrito, e eu li algumas críticas que alegavam que os diálogos foram completamente fabricados, ou seja, virou ficção absoluta. Então, nem por literatura ficou grande coisa. O que realmente fez valer a pena ler o livro foi simplesmente parar pra pensar nas pobres mães que tiveram de abrir mão de seus filhos, nas adoções, nos casais que queriam filhos, na análise psicológica que alguém fez dos órfãos no livro (eternamente querendo aceitação e eternamente esperando rejeição), em quão mimados hoje somos em termos de medicina, tecnologia e vida (era o começo da AIDS que levou tanta gente)...
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Finalmente, eu li o livro da María Dueñas, A melhor história está por vir. Eu havia ouvido falar bem dela e desse livro.
Agora estou pensando que devo estar numa semana de mau humor, porque sou bastante generosa na distribuição de estrelas e não adorei nada nessa leva.
Nesse livro, a questão foi a seguinte: um, não 'conectei' com nenhum personagem. Nem a Blanca Perea, a professora universitária que, abandonada pelo marido num caso clássico de 'por mulher mais nova, mais loira e esperando outro filho', decide aceitar um emprego temporário em outro país, nem o diretor do departamento, o Luis, nem o Daniel Carter, que se descobre depois ser o real chefe dela, nem o Andres Fontana, cujos documentos ela está investigando... ninguém me pareceu legal, interessante, real, divertido, dolorido, legal o suficiente. Nem as dores óbvias e latentes aparecem, aquelas sobre as quais o leitor (ou a leitora, ou eu) queria saber mais, como as do Daniel, as da própria Blanca, as de Andrés... Nem as alegrias profundas. Fica tudo supostamente implícito, e sutil - mas não achei isso bem feito o suficiente. 
Gostei do último capítulo, basicamente porque achei fofo. E adorei a citação que publiquei no tempero da terça, achei muito profunda e linda. (aqui). Mas é isso.

O que estou lendo?
Comecei A bibliotecária de Auschwitz.

O que lerei em seguida?
Uma das razões pelas quais atrasei essa publicação é que entrei em miniférias (só até a próxima semana), e fiquei tão confusa com a liberdade que não consegui dar conta de tudo que eu quis fazer rs! Mas uma das primeiras coisas que eu fiz, oh que surpresa, foi comprar cinco livros novos, um no kindle (The young elites, Marie Lu) e outros quatro físicos - além da bibliotecária de Auschwitz, comprei esse aqui, por exemplo. Provavelmente serão os próximos.



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

QQQ Quartas, O que estou lendo

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?


basicamente, Q Quartas, três perguntas com Q:


Que você está lendo?
Pra dizer a verdade, estou lendo dois livros: O morro dos ventos uivantes (Wuthering heights), da Charlotte Bronté, e acabei de começar Minha luta, do Karl Ove Knausgaard. Vamos ver...
 ,
Que terminou de ler?
Li dois freebies, um categoria esquecível (You smiled) e um fofo (Jane Austen girl, Timbell Creek romance). Esse último é capcioso: a única conexão com Jane Austen é o nome da empresa da protagonista, que o escolheu porque acha que Jane "era corajosa e à frente de seu tempo". Mas a história é bonitinha, com vários personagens ligeiramente interessantes, o que como eu já disse anteriormente, é uma vantagem com livros gratuitos.
Li Orgulho e preconceito, da Jane Austen (falei de livros gratuitos ontem; esses clássicos são sempre encontrados gratuitamente, por exemplo aqui) Vou escrever uma resenha no Timely classics, mas enquanto isso, pra quem não leu, informação da Infopedia:
Publicado pela primeira vez em 1813, Orgulho e Preconceito é a obra de estreia da escritora inglesa Jane Austen que, partir de 1796, começou a trabalhar na sua versão original, First Impressions, que seria elaborada para publicação entre 1810 e 1812.
Não fugindo ao carácter de todos os romances posteriores da autora, Orgulho e Preconceito trata  de enlevos amorosos,sendo por vezes considerada como uma sátira de costumes, sobretudo pela  relativa implausibilidade das personagens.A obra descreve os atritos entre Elisabeth Bennett, uma jovem inteligente, filha de um aristocrata rural, e FitzwilliamDarcy, um abastado proprietário  agrícola, também ele pertencente à aristocracia inglesa.
A ação decorre principalmente na pequena cidade de Hertfordshire, e inicia-se com uma conversa mantida emLongbourn, a propriedade da família Bennett, acerca da chegada de Mr. Bingley, tido como candidato adequado desposar uma das cinco filhas solteiras da família
O relacionamento entre Elizabeth e Mr. Darcy começa a partir do desagrado mútuo, mas este  acaba por se deixar intrigar pela sua mente e pelo seu espírito, acabando ambos por se enamorar e tornar unidos em felicidade.
Irônica, a linguagem utilizada em Orgulho e Preconceito é tida pelos especialistas como elegante imaculada. Jane Austen foi criticada pelos seus contemporâneos como sendo uma escritora impassível, mas teria sido precisamente esta falta de paixão explícita que a autora terá sido capaz de fornecer uma descrição tão irônica dos costumes e da moral da sociedade do século XIX. Utilizando um narrador impessoal, Jane Austen consegue fazer com que as personagens não sejam o centro da mesma, mas apenas uma parte.
Em Orgulho e Preconceito, Jane Austen não critica a situação feminina na sociedade vitoriana, apenas comportamento, quando se revela sendo pouco inteligente e irracional. Como em todos os romances da autora, o bom comportamento acaba sempre, mesmo após atribuladas peripécias, por gerar boa fortuna.


Que lerá em seguida?
Ando seguindo meu humor. E as circunstâncias (se estou com livros, com o kindle, com o ipad). E pronto. Quem manda aqui sou eu.