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sábado, 2 de janeiro de 2016

A Letícia lê: na última/primeira semana do ano...

Eu li, aproveitando a folga das festas:

Cinco volumes da coleção Guardians, da Lola St Vil. Na verdade, me foi recomendado por algum site como algo YA interessante, e teve seus momentos. Mas começou a entrar em looping (heroína tonta brigando o tempo todo com herói anjo porque ele quer protege-la - embora ela não faça nada a respeito, tal como aprender alguma porcaria de técnica de autodefesa, hello!; ex namorada do herói aparentemente eterna sedutora - todo mundo que não se apaixonou pela heroína se apaixonou por ela; o herói mencionado anteriormente o tempo todo sendo 'o único que pode salvar o mundo, se matando/matando alguém importante/assassinando o melhor amigo/ e assim vai.), e eu finalmente desisti de completar a coleção. AFe.
Percatempos, do Duvivier - é mais um livrinho de ilustrações com piadinhas, e megafofo. Ri alto com algumas das coisas, como o mapa do Brasil dividido por como as pessoas falam certas coisas - mexerica ou nossa!, por exemplo.
Li três outros romances não muito dignos de nota, estão no meu goodreads.

Esse ano, já li:
Escuridão total sem estrelas, do Stephen King. Quatro histórias; a primeira, razoável. A segunda, muito boa. A terceira e a quarta, dignas dele no seu melhor.
Amor ao pé da letra, Melissa  Pimentel.  Superfofinho, me fez rir várias vezes, como um bom chick lit deve fazer.
Nora Webster, Colm Toibin. Aparentemente está fazendo sucesso, e nunca havia lido nada dele. Retrata a Irlanda de modo bem interessante, e essa viúva ainda mais: passei metade do livro tentando decifrá-la - é uma mera observadora, anestesiada pela dor da perda? é aproveitadora e manipuladora de quem está ao seu redor? é perigosa? não sei nem se é boa mãe até agora. Ou seja, a narrativa foi intensa e peculiar.

Estou no meio de Sagarana e Dupla falta, dois livros bem diferentes. Vamos ver o que eles me reservam.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A Letícia lê - e aí é quase Natal :)

Bom: na última semana eu li:

Fallen, da Lauren Kate. Estava naquele site que empresta livros, e faz um tempão que eu cruzo com ele.
Mas não... tem anjo caído, e reencarnação, e uma menina com algum poder que a gente não sabe qual é mas não parece muito coisa boa não. zzzz...

Li também Toda luz que não podemos ver, do Anthony Doer, e era outro que eu não morria de vontade, mas ficava toda hora cruzando meu caminho e ouvi tanta gente falando...
Claro, é simpático. Não dá pra não ser, porque mexe com empatia humana, falando de uma menina cega e seu pai super devotado, de um soldado que queria de verdade ser cientista, da época horrível da nossa história que é o nazismo na Europa. Mas a leitura em si, a narrativa, os personagens, não me cativaram. Achei ok, e só.

E li A garota no trem, que acabei de ver que ganhou na sua categoria no Goodreads. Pra falar bem a verdade, eu não achei ruim, até porque não desconfiei do desfecho até o último capítulo. Mas houve duas coisas irritantes: 1, me lembrou MUITO Gone girl. 2. de novo, os personagens não eram fascinantes, sabe? no sentido de você achá-los super reais, e querer saber o que acontece na vida deles.

Estou lendo agora Sobre a escrita; um livro de memórias, do Stephen King, e acho que termino essa noite, é super fininho e está uma delícia. Esse é um cara que tem talento de contador de histórias...

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Desafio dos livros - dia 3 - um livro que te surpreendeu (positiva ou negativamente)

Day 03-A Book that completely surprised you (bad/good)

Pra seguir na linha do "primeira coisa que te vier na cabeça" e não enlouquecer (é só postar e meia hora depois começam a brotar outras ideias de coisas que queria ter escrito, bem como a vida...), me lembrei do Me before you, (Como eu era antes de você) da JoJo Moyes. Honestamente, sou muito viciada em Goodreads, e segui as resenhas e indicações, e não quero estragar a vida de quem for ler, mas eu claramente não sabia o que me esperava. A história é triste, e eu odeio ler histórias tristes sem saber antes. Sim, estou me enganando. Mas é um pet peeve meu, dá licença? Sei que ao começar a ler Romeu e Julieta, não vou terminar sorrindo e suspirando. Mas se eu começar a ler um livro com coraçõezinhos na capa e classificado como Chick lit, sim, espero que seja vagamente esperançoso. Me processe.



pra não parecer uma criatura amarga e só postar a parte ruim, alguns livros já me surpreenderam positivamente e acabaram se tornando meus favoritos; aqueles sobre os quais eu não tinha muita expectativa, como o Delicacy, do David Foenkinos, ou os do Roald Dahl (que eu já mencionei algumas vezes) e me tornaram fã eterna. Mas me lembrei agora de um livro cuja história não me atrairia normalmente e acabei gostando muito:

Stephen King, 22.11.63 (sinopse em português aqui): não adoro Stephen King. Há livros dele que acho sensacionais, e outros que não consigo encarar porque me parecem uma certa forçação de barra, até mesmo se considerarmos o gênero. E esse livro é basicamente sobre um viajante do tempo que supostamente tenta impedir o assassinato do Kennedy entrando por um portal numa despensa de um bar. Sim, você leu certo. (olhos girando e fazendo pouco). Só que aí entra a genialidade de gente como esse cara, que tem talento (se não me engano esse livro foi um dos primeiros que ele escreveu, antes de ficar famoso) e persistência e faz com que você se envolva com o Jake Epping. Não é porque ele é um viajante do tempo romântico como o da Audrey Niffeneger, autora do A mulher do viajante do tempo (aliás uma dessas coisas lindas e belas), mas tem romance, tem mistério, tem suspense, tem morte, - é Stephen King. No mínimo, você termina respeitando o sujeito. Não é pra todo mundo escrever um livro desse.

Outro nessa linha foi o The road, do Cormac McCarthy, (A estrada) uma ficção pós apocalíptica bem árdua e que me prendeu até o fim.

N.E.: Eu tenho colocado links do Goodreads porque acho que são sensacionais, pela variedade e extensão. Mas a maioria é em inglês, e muitos desses livros eu li em inglês, porque comprei no kindle, porque saiu primeiro, porque sim. Quando encontrei, coloquei a sinopse/link em português ao lado, geralmente da Livraria Cultura, que acho bem confiável, mas não garanto a tradução ou edição se for muito discrepante. Se alguém tiver dúvidas existenciais sobre algum título é só me perguntar.


Trilha sonora do dia: Lynyrd Skynird, Simple man, uma das bandas cuja discografia eu queria ter inteira. Outra cena de filme (aliás o filme todo é delicioso) eternizada com a ajuda deles é essa aqui, no Elizabethtown.