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segunda-feira, 6 de março de 2017

6on6 - fevereiro 2017



#andanças. Fomos ver God, com o Miguel Falabella, comemorando a meia entrada do D.


Fomos também jantar na Mimi, pra estrear a mesa de jantar nova dela.



Prue é a prova que foto tem de ser no ângulo certo. Nem parece que ela é obesa.

Fomos também ver Histeria, montada num encontro com Dali, Freud e a filha de uma paciente de um caso, num roteiro muito bem produzido - presente de aniversário do escritório. Muito interessante :)

Pra não perder o hábito, arranjo do Atelier em flor pra comemorar meu aniversário.

Parece a Zara e o Panzerotti, mas é uma gatinha que encontrei no estacionamento da natação - aparentemente, havia sido abandonada pela família de um senhor que morreu, quando fecharam a casa, e estava vagando ali há uma semana, super dócil, veio quando chamei imediatamente. Trouxe pra casa, dei comida e colo e foi um final feliz bem rápido: achei um dono muito fofo e amoroso que já está tomando conta dela e prometeu nunca mais deixá-la pra trás. ufa!


Tudo isso aí na feira foi 5 reais Delícia, né?



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

6on6 - janeiro 2017

Nossos 11 anos juntos foram comemorados... casando. De novo. Porque tudo que é bom deve ser repetido, né?

Panzerotti aprovou meus sapatos.

E a gente aprovou, sempre, o Jardim Botânico, alternativa maravilhosa para alguns parques que ficam lotadíssimos no fim de semana. Eita lugar lindo.

Resolvi fazer um risoto atrevido e não é que ficou lindo e bom? 


Perdemos a Luna, a cadelinha dos meus pais, esse mês. Fala se ela não era linda e boazinha?

Zara e Pan sendo lindos.





terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Paraná - resenha de andanças!

Um simples 6on6 não vai conter minha vontade de dividir algumas informações por aqui... então vou ser bem resumidinha, tá?

Coisas sobre o Paraná:

1. Amei os quero-queros (bom, e os mergulhões, saracuras, rolinhas, canários da terra, o fato de que há viveiros de pássaro em todo lugar, enfim. Mas os quero-queros além de tudo tem esse nome, difícil não amar). Olha esse fazendo pose na minha foto aí! perninha comprida <3


2. O Jardim botânico... É lindo, não só a estufa, como o entorno, no qual aliás dá pra fazer um lanchinho, tirar fotos, sentar na grama, tirar fotos lindas... 



3. Vou falar disso no 6on6, mas o Bosque do Alemão, que tem a trilha do João e Maria, foi meu parque favorito. E olha que tem parque em Curitiba! Fomos a vários, asism como  à Universidade Livre do Meio Ambiente, proposta linda e com uma pedreira incrível. Lindos, limpíssimos, estacionamento sempre gratuito e fácil, infraestrutura... invejei.


4. O museu Oscar Niemeyer é incrível. Mas não é só porque é dele, e tem essa cara linda, não. As exposições são inovadoras, interativas, super interessantes, e trazem não só a vida do Niemeyer como alguns outros artistas contemporâneos brasileiros. Fiquei apaixonada.




5. O passeio para Antonina/Morretes foi importante. Teve o trem, que é idílico e passa pela maior reserva de Mata Atlântica do país - essa é a base do passeio. Teve essa vista, portanto. Ao chegar, teve aquela vista que parece cartão postal do mirante de Antonina, e Morretes me lembrou Embu ou Guararema, aquelas cidades de paralelepípedo, praça com artesanato e rio sabe? Só teve um probleminha, estava perto de 40 graus de calor e ficando insuportável andar pra qualquer lugar, a busca por qualquer brisa virando sobrevivência.





6. Fomos à Ilha do Mel, focando na Praia das conchas e Farol. Estava um dia muito gostoso, e tem pouca coisa mais linda que o mar, né? Também reparei que o público é mais natureza, sabe? pouca gente sarada ou fazendo exercício ou tirando onda, era mais o povo "tô nem aí, quero ser feliz", que é de longe meu favorito; ou seja, brincando na água, cheio de roupas pra subir ao FArol, compartilhando a farofada. Devo dizer que eu não sou louca por praia, sou branca azulada e o sol nao me tem muito apreço; mas adoro um passeio de barco e amo sentar pra ver o mar. (um mar sem cheiro, que parecia um espelho de tão calminho).



7. Nao tirei foto, mas acho que não ia traduzir o que senti ao comer a POLENTA em Curitiba. Finalmente entendi o que as pessoas dizem quando falam que gostam de polenta. Tinha com queijo, com funghi, Alfredo, pura, mas era sempre molinha, feliz, cremosa, com muito gosto. Gente, poderia estar comendo aquilo até agora. Mesmo. SENSACIONAL. Em tempo: a melhor que eu comi foi no Batel Grill, que aparentemente é super turístico - (ficamos no Ibis Batel, barato e com a melhor localização do mundo pra ficar em Curitiba) - o serviço era impecável, o preço razoável e já falei da polenta?

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Andanças junho - Budapeste, Viena, Praga

E aí que, completando a narrativa das férias, vou contar os pontos altos dessas cidades:

1. o Trdelnik, um doce feito com massa assada em carvão e recheado com creme, ou sorvete, ou Nutella, ou gordices mil, e que vou me lembrar por anos - não estou mentindo. Por exemplo, viajaria amanhã para Milão de novo para comer o panzerotti do Luini. Por sorte, o Trdlnik foi fácil de achar na cidade inteira de Praga. Ontem coincidentemente apareceu um post na minha timeline com foto dele, falando do doce, e publiquei no facebook do blog. Espia lá, porque tem foto de pertinho do cone. Essas eu tirei do nosso quiosque favorito:




2. Uma das vistas mais lindas que eu já tive tomando o café da manhã foi em Budapeste. Nos arrependemos de ter passado muito pouco tempo lá, porque acho que valia mais dias, mas foi bem apaixonante. Olha isso:




3. O quadro do Klimt, O beijo, foi uma das obras que me causaram mais emoção na vida. Não me considero uma pessoa muito artística; não sei diferenciar movimentos ou fases muito além dos quadros mais conhecidos ou da fase azul do Picasso. Mas existem coisas que realmente 'falam' com a gente, né? O Davi, do Michelangelo, foi uma. Esse quadro foi outra. Está no Belvedere, em Viena, é enorme, e esplendorosamente lindo. Gastei meia hora só olhando e me sentindo grata.

4. A cerveja tcheca foi uma agradável surpresa pra mim, que não gosto de cerveja. Se chamava Pilsner Urquell, era ridiculamente barata e servida em todo lugar. Tomei todos os dias - porque aliás era mais barata que água.

5. O relógio astronômico de Praga é tão lindo quando eu achei que seria. Nosso apartamento ficava a vinte passos dele, e sorri todas as vezes que passamos na frente. Que obra linda! Ouvimos as histórias - a morte do relojoeiro, os símbolos à volta dele (representando a Morte ou a Ganância e o Tempo, por exemplo, pra dar a mensagem de que se você não viver intensamente a vida não vale nada) e foi incrível.


6. O restaurante Salm Braun, ao lado do Belvedere, nos tinha sido recomendado pela dona do apartamento que alugamos, e era meio quilômetro de distância. Pena que só fomos lá na véspera de ir embora, porque é bonito, simpático e super gostoso, além de, ao contrário do que daria pra imaginar - por estar ao lado dos jardins mais famosos e turísticos - estar cheio de nativos.

7. Fomos ver Macbeth na Opera de Viena, onde dizem haver uma das melhores acústicas do mundo. Foi realmente incrível e recomendo fortemente que todo mundo inclua um programa desse tipo (teatro, espetáculo de dança, etc) quando for viajar. Amei ter ido.

Acho que essas são as coisas que mais gostei dessa segunda parte da viagem :) E como aparentemente a gente esquece como dá dor nas costas viajar de sardinha por 16 horas, já estou planejando a próxima.



terça-feira, 31 de maio de 2016

Andanças maio: Dinamarca

Quisera eu estar aqui há um mês; fizemos coisas em SP, incluindo os filmes todos de herois (X men, Guerra civil), mas estou em clima de férias e vou me ater ao local. Deve haver coisas óbvias para alguns de vcs, mas pra mim foram mais surpreendentes. Também poderia falar dos lugares onde fui, de Nyvahn, o porto, aos cafés dos museus, mas só se alguém se manifestar querendo esses detalhes.

Coisas que aprendi na Dinamarca

1. Todo mundo fala inglês mesmo. E muito bem. Em todos os lugares. Ainda bem, porque mesmo deduzindo umas palavras e tendo aprendido a fslar oi e obrigada, a pronúncia difere muito da grafia.
2. A moeda, coroa, é muito difícil de achar em casas de câmbio brasileiras, e ao chegar aqui notei que ela é confusa pra mim. Não só pela conversão (mais ou menos 0,65 de real), mas pelos preços: água, 15 coroas; cartão de transporte do dfia, 80 coroas; qq refeição média (hambúrguer e cerveja), 190 coroas.
3. Todos são deuses nórdicos : as mulheres altas, loiras e de olhos azuis e os homens meio vikings meio Bradley Cooper. Eu achava que isso era generalização, mas estou em busca de um bebê feio ou moreno há uma semana e nada. Crianças de cinco anos, contudo, morenas (continuam lindas, obviamente). Deduzi que o cabelo escurece, mas é bem maluco ver os carrinhos de bebê com a "produção " toda idêntica...
4. Um pouco pelo transporte caro e um pouco pela busca de saúde, as bicicletas são realmente o meio mais usado de transporte. Vc vê velhinha, crianças, casais, supergrávidas, gente indo trabalhar, todos com cestinhas na bicicleta e voando pelas ruas; há regras e multas para os ciclistas.
5. Não se atravessa a rua enquanto não aparece o hominho verde dando permissão. Mesmo sem ninguém e nenhum carro. É curioso.
6. O design é lindo demais: madeira com pele e metal em todas as casas, janelas com parapeito enfeitado q vc ve de longe, clean e sofisticado. Apaixonei.
7. O castelo de Kronborg é lindo demais. É onde se passa Hamlet, embora Shakespeare nunca tenha vindo pra cá...
8. Os pássaros são amigáveis e lindos, diversos e barulhentos. Patos, gaivotas, andorinhas, falcões: vi de tudo.
9. O mar é de um azul tão escuro e bonito que não me canso de olhar.
10. O rei Christian IV foi tipo o Maluf: em toda a cidade se vê construções dele. É uma das lendas locais (outras: o herói Holger Danske, o casamento perfeito de Sophie e Frederick...) .
11. As pessoas que trabalham em escritórios começam às 8, tem meia hora de almoço e saem às 16: 16:01 há um mar de ciclistas prontos pra curtir o verão. Às sextas, saem às 13.
12. Na coroação de um dos reis, a fonte da cidade foi enchida de vinho. Eles sabem festejar.
13. Comida árabe e mexicana vimos em todo lugar.
14. Street food parece novidade ainda: há um lugar bem famoso, point mesmo, com vários tipos de comida, mas é o único na cidade.
15. As meninas e as mulheres usam tênis e sapatos masculinos com vestidos: vi pouquíssimas sapatilhas. Muitas sandálias de dedo. (Que eu achei feinhas).


Foi uma agradável surpresa a beleza delicada desse país: fomos a cinco cidadezinhas (Roskilde, onde há um museu viking num lugar muito bem estruturado, Odessa, conhecida como o berço do HAns Christian Andersen e com sua casa e um museu, Kiertenminde, no litoral, Helsingor, onde há o castelo Kronborg, eHillerod, com o castelo Fredericksborg e umas ruas de interior do sul do Brasil.) e gostei de todas. Amanhã vamos visitar uns outros cantos de Copenhagen, e tenho certeza de que a impressão permanecerá.

Beijos sabor o morango dinamarquês que é de uma maciez e doçura únicos!

O mar azul em torno do castelo Kronborg; lá no fundo vc vê a Suecia 😊

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Andanças de setembro

Esse foi um mês bem interessante! Primeiro, segurem-se em suas cadeiras: não fomos só comer!!! De fato, fomos a um lugar bem interessante que merecem visitas, na cidade de São Paulo:


Borboletário Águias da Serra - gente, que lugar legal! não acredito que ninguém conhece. Recomendei pra todo mundo que tem filhos (de preferência entre 4 e 10 anos, que acho que aproveitam mais). Tem fazendinha, oficina de 'foguetes da Nasa', caiaque, pesca esportiva, 250 mil quilômetros de área verde, vazia, fresquinha por causa das árvores, uma delícia... e um borboletário! cheio de biólogos, que explicam desde o processo dos ovos que parecem pó, até a lagarta que é fofinha e cega, até o invólucro, e você vê cada um dos passos. Aí entra na estufa, e as borboletas voam loucamente à sua volta, e se você se besunta de suco, uma delas vem beber na sua mão. Uma fofura sem fim!
O restaurante tem poucas opções, mas gostosas; e tudo custa dinheiro, mas né, a vida também.

E bom, porque ninguém é de ferro, seguem os restaurantes gostosinhos também:

Bistro O chá - namorava esse Instagram há tempos! E olha só, é tão ou mais fofo que as fotos! Adorei a comida, adorei o serviço, adorei a sobremesa, adorei tudo! Só não adorei o fato de que não é aqui do meu lado, pra eu ir todo dia. Super recomendado. Olha a foto e projete para todo o espaço, porque o lugar inteiro é assim fofo (e além de tudo tem uma gata chamada Branca que é o cúmulo da coisa gostosa)


Casa Prema - Seria muito mais fácil ser vegetariana se os restaurantes oferecessem opções bonitas, saudáveis e variadas como esse lugar. Uma delícia, e olha o link pra ver que ambiente bonito.

Bles dor - fomos tomar café da manhã. Lugar bonito, focaccia ótima, o serviço não foi impecável porque estava bem cheio e esqueceram de nós lá fora. Mas achei o custo benefício bem adequado prum brunch.


Gardênia restaurante - Ambiente delicioso, comida idem, preço honesto. Gosto muito desse lugar, pra semana ou fim de semana.

Jardineira Grill - na nossa opinião, uma churrascaria que bota a Fogo de chão no chinelo.

E foi só, brasileiros e brasileiras.




segunda-feira, 6 de outubro de 2014

6 on 6: outubro 2014 Coisas boas da vida!

O projeto 6 on 6, coisa mais fofa do mundo, pede pra publicarmos 6 fotos dia 6 sobre um tema x. Neste mês, o tema será coisas boas da vida. Tentei não repetir as coisas dos ingredientes que me compõem, que fiz na blogagem coletiva essa semana do Rotaroots, (trapaceei só um pouquinho com os livros, mas é perdoável, vai!), e ficou difícil. Não que seja difícil falar das coisas boas da vida, elas são muitas, ainda bem... Sugerido por moi <3

1. Coisa boa da vida número 1:

livros - ah, nem tinha como nesse fórum aqui eu não começar falando de livros, né? Comprados, emprestados, dados, escritos, lidos, relidos.


2. Coisa boa da vida número 2:

viajar - não só porque existem lugares tão lindos no mundo (abaixo, Liverpool, Inglaterra, a vista do nosso hotel, no meio do inverno, só amor), mas porque nos lembra que existe muito mais do que nosso umbigo à nossa volta. Não precisa ser pra longe, não. Às vezes é até bom que seja pertinho, porque é mais um tapa na cara de saber que a uma hora de casa, as pessoas tem outro ritmo, que as vidas são diferentes mesmo no vizinho.

3. Coisa boa da vida número 3:

bichotinhos - não querem muito da vida, tem olhar doce e inteligente e são tão fáceis de amar... sejam gatos, cachorros, passarinhos ou joaninhas, acho que se a gente tiver como meta ajudar um bicho por dia, nosso karma já agradece. E nos divertimos tão mais :) Abaixo, a Prue, que foi a última aquisição da casa, há dois anos e meio, com os filhotes (que foram doados quando desmamados e lindos e estão bem, obrigada - uma delas, a Biju, é igualzinha à mãe).



4. Coisa boa da vida número 4:

chocolate. No meu caso, chocolate com amendoim. Sim, sei que é pobre. Alguém com mais classe diria chocolate com pistache, ou amêndoas. Mas eu gosto mesmo de amendoim, seja o bom e velho Shot, Kit Kat de Peanut Butter, Reese's Peanut butter ou MMs de Peanut Butter. Essas foram minhas compras essa semana.

5. Coisa boa da vida número 5:

ver o mar. De vez em quando preciso ir lá ver se está tudo bem com ele. Veja bem, aprendi a nadar adulta, não sei mergulhar nem sou fã de esportes radicais, então minha questão é puramente emocional. É ouvir o barulhinho, é ver o vento interagindo com a água, é olhar o por do sol e o recuar da água na areia. Amo muito.


6. Coisa boa da vida número 6:

descobrir que chegando no número 6, uma lista de outras 6 coisas me ocorrem: (a saber, barulho de chuva pra dormir ou acordar no fim de semana, bolo de maçã com canela, cheiro de grama, risada de criança, as pessoas que você ama, fazer listas :))