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quinta-feira, 6 de abril de 2017

6on6 - março 2017


Meu pai fez churros para o escritório todo, juntando 20 pessoas num domingo friozinho. Muito amor <3


Prue é tímida, mas tão fotogênica, né?



Minha poltrona de leitura foi destruída pelo demoniozinho, quer dizer, gatinho novo. E aí quando fomos comprar outra decidimos trocar tudo no escritório, que nunca foi mesmo usado como escritório. D. fez um desenho em escala 1:15, desculpa sociedade, para podermos planejar a compra de móveis. Achei tão talentoso...

Essa foi a mesa que escolhemos para a cozinha depois que a nossa desabou rs. É da Oppa Design, um site que amei muito.

Esse é o ravioli de gema com manteiga trufada, a entrada mais delícia do Modi Gastronomia, lembra dele? sensacional.


Fomos ao Rio para visitar uma cliente e na volta nosso consultor querido nos levou a essa livraria, na galeria da Av Rio Branco, a Livraria Leonardo da Vinci. Sensacional <3 e olha que ideia legal - eu conhecia a ideia dos Books without covers, mas não tinha visto em prática no Brasil. Vc basicamente embrulha livros com um parágrafo sobre eles e a pessoa compra sem saber o nome, o autor ou o tipo. Legal, né?


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

andanças - 1a. quinzena de janeiro 2017

Fomos ver La la land e Moana, com expectativas super diferentes: no primeiro, eu nem sabia que era um musical, porque só tinha ouvido falar que haviam ganhado tudo quanto tinha sido Globo de ouro e gosto dos atores principais. No segundo, só que era um filme da Pixar que tinha a ver com lendas neozelandesas.

Quis sair do cinema nos primeiros dez minutos, nos quais todo mundo começa a cantar e dançar numa ponte, a la Grease - nos tempos da brilhantina. De-tes-to musicais. ODIEI Mamma mia!. Me prometi que se não melhorasse na próxima meia hora ia embora. Mas aí melhorou. Gostei dos diálogos, adorei a trilha sonora, e realmente gosto bastante dos atores - me surpreendem positivamente sempre. É um daqueles filmes à moda antiga, nos quais a fotografia, a atuação e a contação de histórias valem mais que metralhadoras ou cenários estapafúrdias, e acalenta o coração. O fim foi pungente e valeu o filme. Ah, e a música... presta atenção nisso aqui:





Moana, em compensação, é beeeem comprido prumfilme infantil, viu? Fofo e tal, empoderamento feminino considerado, mas nem é tão fascinante. O que valeu mesmo foi o curta do começo, o Paul. Sensacional. Quase tão bom quanto o Piper, o curta anterior ao último infantil que eu vi no cinema.


Dali fomos ao Jamile, o tal restaurante do Henrique Fogaça, no Bexiga. Pensando que o sujeito vive de criticar os outros, resolvi que ia escolher o prato mais fácil de criticar do cardápio, o que pra mim significava algo que eu jamais pediria em outro lugar ou comumente: um magret de pato - só comi pato uma vez e odiei - com risoto de tangerina e rúcula. Era quase aposta contra, né? Pois caí do cavalo. Além do atendimento super gentil e ágil, o prato foi um dos melhores que eu comi na vida. Ponto perfeito, gosto incrível, surpreendente, interessante... realmente bom. Parabéns, gente toda que fez isso acontecer. (a foto não é minha, eu estava meio ocupada comendo). A moqueca do D. também estava incrível, diz ele.

                                                     

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Paraná - resenha de andanças!

Um simples 6on6 não vai conter minha vontade de dividir algumas informações por aqui... então vou ser bem resumidinha, tá?

Coisas sobre o Paraná:

1. Amei os quero-queros (bom, e os mergulhões, saracuras, rolinhas, canários da terra, o fato de que há viveiros de pássaro em todo lugar, enfim. Mas os quero-queros além de tudo tem esse nome, difícil não amar). Olha esse fazendo pose na minha foto aí! perninha comprida <3


2. O Jardim botânico... É lindo, não só a estufa, como o entorno, no qual aliás dá pra fazer um lanchinho, tirar fotos, sentar na grama, tirar fotos lindas... 



3. Vou falar disso no 6on6, mas o Bosque do Alemão, que tem a trilha do João e Maria, foi meu parque favorito. E olha que tem parque em Curitiba! Fomos a vários, asism como  à Universidade Livre do Meio Ambiente, proposta linda e com uma pedreira incrível. Lindos, limpíssimos, estacionamento sempre gratuito e fácil, infraestrutura... invejei.


4. O museu Oscar Niemeyer é incrível. Mas não é só porque é dele, e tem essa cara linda, não. As exposições são inovadoras, interativas, super interessantes, e trazem não só a vida do Niemeyer como alguns outros artistas contemporâneos brasileiros. Fiquei apaixonada.




5. O passeio para Antonina/Morretes foi importante. Teve o trem, que é idílico e passa pela maior reserva de Mata Atlântica do país - essa é a base do passeio. Teve essa vista, portanto. Ao chegar, teve aquela vista que parece cartão postal do mirante de Antonina, e Morretes me lembrou Embu ou Guararema, aquelas cidades de paralelepípedo, praça com artesanato e rio sabe? Só teve um probleminha, estava perto de 40 graus de calor e ficando insuportável andar pra qualquer lugar, a busca por qualquer brisa virando sobrevivência.





6. Fomos à Ilha do Mel, focando na Praia das conchas e Farol. Estava um dia muito gostoso, e tem pouca coisa mais linda que o mar, né? Também reparei que o público é mais natureza, sabe? pouca gente sarada ou fazendo exercício ou tirando onda, era mais o povo "tô nem aí, quero ser feliz", que é de longe meu favorito; ou seja, brincando na água, cheio de roupas pra subir ao FArol, compartilhando a farofada. Devo dizer que eu não sou louca por praia, sou branca azulada e o sol nao me tem muito apreço; mas adoro um passeio de barco e amo sentar pra ver o mar. (um mar sem cheiro, que parecia um espelho de tão calminho).



7. Nao tirei foto, mas acho que não ia traduzir o que senti ao comer a POLENTA em Curitiba. Finalmente entendi o que as pessoas dizem quando falam que gostam de polenta. Tinha com queijo, com funghi, Alfredo, pura, mas era sempre molinha, feliz, cremosa, com muito gosto. Gente, poderia estar comendo aquilo até agora. Mesmo. SENSACIONAL. Em tempo: a melhor que eu comi foi no Batel Grill, que aparentemente é super turístico - (ficamos no Ibis Batel, barato e com a melhor localização do mundo pra ficar em Curitiba) - o serviço era impecável, o preço razoável e já falei da polenta?

domingo, 31 de julho de 2016

Andanças julho

Nino cucina
Um italiano bem bonitinho no Itaim. Adorei a atmosfera. Não gostei do carbonara, com o bacon torrado, e qeu supostamente é especialidade da casa. #fail.



Julieta, do Almodovar
É... interessante. Não é intenso como A pele que habito, por exemplo. Mas representa maturidade, ciclo de vida, o que vai e vem.

Encontrando Dory
Quis ver desde a estreia; gostei, mas não achei espetacular como Nemo...o que valeu foi o curta da Pixar antes do filme, chamado Pioer, a coisa mais fofa do universo.

Parque do Povo
É despretensioso, razoavelmente grande, tem uma minibiblioteca pública estilo pegue qualquer livro e deixe qualquer livro (eu peguei um Moacir Sciliar) e pertinho. Gostei.

Picasso
Fomos ver a exposição do Picasso no Instituto Tomie Ohtake. Honestamente, eu esperava mais. Por um lado, gostei muito das esculturas, que eu nem tinha muita noçao que ele fazia tão bem. Por outro, esperava um número maior de pinturas.)



quarta-feira, 6 de julho de 2016

6on6 - junho!

Vamos lá: já que eu só tiro férias de vez em quando, vou precisar dar uma esticada ainda usando alguma dessas fotos lindas. A primeira, portanto, será:

Essas esculturas estão em Viena, na Austria, no Belvedere (onde mora O beijo, do Klimt). Sao de um cara chamado Franz Xaver Messerschmidt, que morreu em 1783, e diz a lenda que começou as esculturas de rostos baseando-se nele mesmo e nas caras que fazia quando tinha de aplicar um remédio em si mesmo por um mal que sofria. Aos poucos, se empolgou e esculpiu em argila algumas dezenas delas. Não são incríveis?



não há nenhuma condição de explicar a suntuosidade de um lugar como a Opera de Viena, mas acho que esse tipo de detalhe ajuda a imaginação, né? 


Esse é um passarinho húngaro bem atrevido que veio almoçar conosco em Budapeste. Morri de amor.


Eu estou levando o conceito de favorito pra onde eu quero. Já tenho uma ponte favorita, em Verona, uma cidade favorita, uma praia, uma árvore... essa é minha estátua favorita, que mora em Praga. Não é sensacional?


Pois é: quando meu Pepito se inspira, faz churros. E não vou ser capaz de explicar, mas usa a furadeira na cozinha. E aí sai isso aí. Portanto, não adianta me convidar pra comer churros em nenhum outro planeta. Se não são do meu Pepito, não quero.


Não é que estou perseguindo a moça, (só porque tenho emprego e conta pra pagar, senão não sei viu), mas ela fica aparecendo na minha vida <3 Indiquei uma amiga pra fazer parte de algo do Panelinha, e eis que... mais um pra minha coleção...

Sim, já foram seis. É que gosto muito desse post mensal :P Então vou fingir que não vi pra acrescentar a clássica aparição da gata mais linda, fofa, inteligente e charmosa que eu ja vi, a Zara:


Em tempo: eu que montei esse arranjinho. De longe nem tá medonho, né? são gérberas brancas, mosquitinho e galhos, tudo Pão de açúcar, com o vaso e as pedrinhas que a amiga do ATelier em flor me ensinou a usar.

Até a próxima gente :)



sexta-feira, 29 de abril de 2016

Andanças - abril

Resolvi postar hoje, porque é sexta-feira, foi um mês infinito de grande, fizemos um monte de coisas e porque sim.

Fomos...

ao teatro:

ver A tragédia latino-americana e a comédia latino americana, do Felipe Hirsch. O elenco era ótimo, com nomes como Julia Lemmertz e o Guilherme Weber, claro, além da excelente epígrafe...; a cenografia dele é sempre brilhante (dessa vez havia blocos de isopor que davam espaço à mil metáforas boiando na sua cabeça); e eu sigo esse sujeito há mais de uma década.
Mas as quase quatro horas de peça não me ajudaram muito. Não achei um fio condutor, não sei se entendi as metáforas, não vi sentido nas conexões, havia partes muito densas, outras francamente achei chatas... comparando às duas últimas coisas que vi dele, incluindo Puzzle (d), não me tocou.

ver Portátil, com a turma do Porta dos fundos. Adoro esses caras! essa peça era baseada na história de alguém da plateia (sempre tem alguém, que jamais serei eu, se Allah quiser), construída na hora, e demonstra a habilidade deles. Morremos de rir.

ao Jardim Botânico, no Rio de Janeiro:
(note o passarinho em cima de uma das cabeças <3)


à Casa das Rosas, em São Paulo:
fiquei tristemente decepcionada com a falta de informação turística lá dentro. Não sei até agora porque se chama Casa das Rosas, (óbvio, tem o jardim, mas quem deu esse nome? foi dado pela Secretaria de Turismo? era da dona? tinha mais rosas?), só descobri de quem era a casa juntando informações de um dos quadros com acesso à internet, lá de dentro, vi que tem só um cafezinho tímido lá dentro, havia salas completamente vazias, ninguém monitorando (só lá embaixo)... acho mesmo que podia ser melhor aproveitado, até porque nas redes sociais parece muito mais atrativo e a programação é legal. Ou seja, você precisa acessar o facebook e instagram enquanto estiver lá dentro para amar devidamente o lugar...
(a foto foi tirada da varanda)


ao cinema:
ver Desajustados, um filme dinamarquês, pra entrar na onda, né? :) e aí li umas críticas falando que o Fusi, o personagem principal, era 'o que todo mundo devia ser', blá blá blá, mas serião? o sujeito não é geek, nem introvertido, nem tímido. Ele é TONTO. Me irritou loucamente. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Afe.

ver 10, Cloverfield Lane. Eu nem sabia da história; quisemos ir ao cinema de sopetão, era isso que estava passando, pronto. levei vários sustos. A mocinha termina com o namorado, sai dirigindo, sofre um acidente, acorda num bunker com um sujeito que diz que houve um ataque, possivelmente nuclear, ao planeta e eles vão ter de ficar lá por um ano no mínimo, e todos na superfície estão mortos. Pois é, fiz essa cara que você deve estar fazendo. Mas é parte da graça do filme, que você vai sendo levado (é verdade? não é? é maluco? não é?) de acordo com o que vai acontecendo. Depois soube que o título tem até uma dica, mas honestamente? à parte do final um pouco forçado demais (tipo Lara Croft na Guerra dos Mundos), achei bem bonzinho.

ver Truman. Tudo ´no que o Darín estiver, eu vou assistir. Esse é um filme espanhol com uma história muito triste - o protagonista tem um câncer terminal e o filme é sobre a visita de um amigo a ele, por quatro dias. Mas a sinopse já diz que são quatro dias normais, nos quais ele não fica chorando no hospital. Embora haja momentos horrivelmente tristes - ele buscando adotante para o Truman, o cão, ou escolhendo lápides - é também belo, do jeito que só a tristeza pode ser.

ver A senhora da van, com a Maggie Smith. Eu gosto muito do Alan Bennet, um dramaturgo inglês que escreveu um livro uns anos atrás incrível chamado The uncommon reader - algo como a leitora incomum, não sei como foi traduzido - sobre a rainha como cliente da biblioteca local <3 e era ótimo. Ele fala muito dele mesmo, da vida, da mãe, da vizinhança. Esse livro é sobre uma senhora que vivia numa van e acabou morando nela na entrada de garagem dele... por 15 anos. Te lembra facilmente que todo mundo com quem você esbarra tem uma história...

comer, claro:
ao Tordesilhas:
levei D. ao Maní comer a moqueca de lagostim que está na minha lista de pratos para comer antes de morrer, e olha só, ele não gostou. Aí começou uma certa busca pela moqueca mais divina do mundo, e um amigo recomendou o Tordesilhas, cuja chef, a Mara Salles, faz comida brasileira. Bom, não passou no crivo. Achamos a farofa meio sequinha, o peixe razoável mas nada de incrível, o de sempre. Sim, somos chatos.
ao Ritz, no Shopping Iguatemi:
ainda adoro aqueles bolinhos de arroz. E eles são consistentes ao que comi dois anos atrás, admiro isso...
ao Dalmo Bárbaro, no Guarujá:
dita moqueca havia sido previamente aprovada nesse lugar, e além de tudo ele combinava com o meu desejo de ver o mar, que eu estava bem com saudade. Sou branquela, detesto areia grudando, não entro no mar porque não nado, um show de horror. Mesmo assim, quer me deixar feliz é ir passear e ver uma aguinha, aquele barulho delicioso de onda, o som dos ambulantes, a cara das criancinhas na beira da praia como se fossem ser engolidas pelas marolinhas.  Adoro. Enfim, ele se acabou na moqueca e ficou bem feliz.
P.S.: eu ainda fico com a do Maní.
Também voltei: à Ale Tedesco, em Moema, comer o maior bolo REd Velvet do mundo, que é uma delícia; ao Mestiço, meu restaurante favorito de todos os tempos, comer o Asia; ao Meat Choppers, minha hamburgueria favorita de todos os tempos. Mas acho que já falei de todos eles aqui, né?

quinta-feira, 31 de março de 2016

Andanças - março!

Andei um pouquinho esse mês!

Fomos...
ao teatro:
ver Wicked, a coisa mais sensacional do universo inteiro. Tá, é uma hipérbole. Eu não conheço todo o universo. Mas de todos os espetáculos da vida, é o meu favorito. E a versão brasileira está INCRÍVEL. É uma daquelas coisas que fica bem barata, depois que você pensa no tipo de espetáculo de qualidade que está vendo e tudo que levou a ele - ao contrário de alguns shows, filmes e peças ou refeições. Se puder, vá ver. Se não puder, recomende a todo mundo que você gosta. Espia isso...

pro sofá:




Fizemos maratona de House of cards, no fim de semana seguinte ao lançamento da 4a. temporada. Underwood continua assustadoramente real, a relação dele com Claire explode a mente, e o final... fica a dica pra assistir.

ao cinema:
ver Batman v. Superman: a origem da justiça. Sim, eu vejo (quase) todos os filmes de super heróis. Alguns eu adorei (Os vingadores e Deadpool), outros tive um sono (Thor, Lanterna verde). Mas a gente sempre acaba assistindo. Havia lido várias resenhas falando muito mal desse filme e do diretor (todo mundo tem sempre uma opinião, né... zzz) mas no final achei até razoável. Não tinha Tony Stark, então achei menos interessante, até porque o Ben Affleck segura uma onda só até certo ponto, mas se você gosta de quadrinhos, pode valer a pena.

comer:
Fomos à Dalva e Dito. Lugar lindo, atendimento impecável. Inclusive nas redes sociais (tinha querido ir ao Jiquitaia, mas não tinha indicação em lugar algum se estava aberto no feriado. Mandei inbox no facebook do Dalva e Dito e uma hora depois tinha resposta :)). Comemos: pastel de carne seca com abóbora (esplêndido, com um vinagrete muito bem feito); porco na lata (fica 48 horas na manteiga, servido com purê de mandioquinha) e pirarucu na chapa com ratatouille do sertão (achei imagens lindas, ainda bem que não paguei mico tirando fotos dos pratos). De sobremesa, espuma de manga com sorvete de coco e gengibre e torta de requeijão com jabuticaba e castanha de caju. Como você pode ver, os pratos são lindos. O pirarucu estava perfeito, suculento, o ratatouille (eu identifiquei duas abóboras, vagens e talvez chuchu) delicioso. A torta, embora um pouco sequinha, combinava muito bem com a jabuticaba e a castanha.






Ainda assim... Para um lugar que teve menção honrosa do Guia Michelin, e tem ligação com o  Alex Atala, eu esperava ouvir harpas tocando ao comer. (Até porque para pagar 350 reais no fim da refeição, ela TEM de ser muito fantástica). Eu gostei muito de tudo, de fato. Mas honestamente? Gosto igualmente do Mestiço (nada supera aquele krathong-thong como entrada, e a primeira garfada do Ásia continua me levando pro céu depois de uns dez anos comendo lá), gosto muito de tudo que já comi no MoDi (o ravióli de entrada é de comer de joelhos), e não vou nem entrar no mérito de que, por esse preço, como também no Maní, cuja moqueca me faria denunciar minha pobre mãe de algum crime que ela tivesse cometido. Ou seja, foi uma experiência interessante, mas como eu sempre digo, expectations are a bitch. Perto do que eu esperava, foi só algo que foi bom viver, mas não pretendo voltar lá.

ao Jiquitaia. Essa foi outra experiência, muito mais agradável, incrivelmente. O atendimento foi igualmente simpático e rápido, o menu delicinha (comemos nhoque de banana da terra com carne de sol, linguiça artesanal, moqueca de peixe com camarão e carne de sol, e aí bolo de coco gelado e brigadeiro com paçoca), e o preço muito mais razoável. Dá pra entender porque está na lista dos ótimos e baratos de todas as revistas. - Dessa lista, ainda prefiro o Mocotó, mas aquelas filas são desanimadoras.

Voltamos a alguns que continuam com estrelinhas: Mousse cake, no Shopping Anália Franco, e MoDi Gastronomia, (na unidade do Shopping Higienópolis dessa vez, tem outra linda na Praça Buenos Aires). Também o Eggs Comfort food, com os ovos Benedict delícia, e o brunch do hotel Renaissance, pra comer até explodir.

Em abril tenho mais planos :)



quarta-feira, 2 de março de 2016

Andanças

1. Abriu um restaurante novo no meio dos dois que a gente sempre ia ali perto do trabalho, os 'arrumadinhos'. Se chama Pecorino Tratoria Express. Marromenos, sabe?  Mas a gente abre os braços pra novas opções. A minha questão é que acho esses pratos médios caros. Um risoto de limão siciliano e um grelhado: 43,00. Oi?

2. Assistimos ao Regresso, e eu passei metade do filme de olhso fechados, como eu sabia que aconteceria. Aliás, chegamos meio em cima da hora e só tinha lugar na primeira fila, que vamos combinar, não devia nem ser vendida. Fiquei quase com torcicolo. Acho o Leonardo DiCaprio um ator ótimo, mas nem acho que esse era o filme da vida. Enfim.



3. Depois fomos ver Deadpool, e vou te contar que ri do começo ao fim. Eu tenho uma vibe adolescente jamais superada, aparentemente. Adorei os Vingadores (claro que o Robert Downey Jr ajudou um pouco).



4. Falei da Casa Bauducco já aqui? Num dia cinzentinho como hoje, parar lá no meio da tarde, com fominha, tomar um café e uma fatia do panetone quentinho? gente, Deus vive.



Fomos a alguns lugares novos:
5. Mousse Cake - é uma casa que é de Ribeirão Preto e abriu no Shopping Anália Franco. Gostamos de tudo! Da comida, do atendimento, do preço. Quero voltar pra comer só os doces, mas me surpreendi com a massa, que achei que não seria a especialidade deles e estava ótima, delicada e saborosa.

6. Boulangerie Patisserie Chez Mona - minha amiga descobriu esse lugar, pertinho daquela hamburgueria que eu amo, o Meat choppers, no dia do meu aniversário fomos lá e já voltamos outro dia. É absolutamente fofíssima. O serviço não é aquelas coisas, mas dane-se: o lugar é lindo e os doces uma delícia. O serviço de café da manhã durante a semana dá tranquilamente para duas pessoas (por 40 reais, vem uma cesta de pães, suco de laranja, várias manteigas e geleias e uma bebida quente) e eu não almocei nesse dia :P



7. Zucco - um desses restaurantes de shopping pra vc ter a ilusão de, embora esteja no shopping, não estar almoçando no shopping. Bom, não funcionou muito. Achamos meio caro, e o prato mais ou menos. O serviço foi ótimo, com maitre e garçom superatenciosos, então acho que a questão era expectativa mesmo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Andanças de novembro

Um tanto triste, mas andei muito pouquinho nesses meses: trabalhei bastante, inclusive longe, fomos passar uns fins de semana no interior, cozinhei muito, testando as receitas da linda da Rita Lobo... então acabamos passeando pouco. Os dois lugares novos que visitamos:

Manioca - já falei do Maní, e o Manioca é primo. Fica dentro da Livraria Cultura do shopping Iguatemi, tem um lado lindo e comida bem feliz. Comi um arroz de açafrão com polvo ótimo.

Adega Santiago - um mediterrâneo por aqui, no qual comemos deliciosos bacalhaus e tinha uma cara bem gostosa. Gostamos bastante.

domingo, 1 de novembro de 2015

Andanças de outubro!

Arturito - então, esse vale algo estendido; pelo espírito Masterchef e porque foi o único lugar realmente novo que eu visitei:

entrada: fomos de belisquetes (uma sessão da carta de cocktails) e fui de choripán, que tem linguiça artesanal e me traz lembranças de Argentina que achei que seriam bem cuidadas, já que a Paola é de lá. Pois a primeira tristeza veio com o sanduíche: embora num pão meio de brioche, gostoso, vou arriscar dizer que o que havia nele era mostarda dijon, que eu abomino. A linguiça era honesta, mas só. Ou seja, nem pensar valeu os 28 reais.
bebemos: uma cerveja chamada Domina (ele), super aprovada, e uma bebida sem álcool chamada Cordial de gengibre ou algo assim, com laranja, limão, água com gás e gengibre, bem gostosa e refrescante.
escolhemos um prato que acreditamos representar a culinária da casa, o Ojo de bife brangus. Ponto superpositivo: o molho estava incrível - tinha algo no tempero que fez toda a diferença; o ponto da carne, impecável; macia e saborosa. A batata Robuchon (descobri depois que é em homenagem a um chef Michelin cinco estrelas com esse nome, que tem um purê de batata Ratte com queijo incrível) estava perfeita, uma trouxinha fofa com textura de suflê quase.
Agora, seguinte: tudo isso estava extremamente bem executado, mas não mudou minha vida. Eu meio que esperava que tivesse mudado; por ser um restaurante de uma chef muito relevante, por ser algo do escopo de expertise dela, e bom, por ser 72 reais um prato. Consigo pensar em dois restaurantes nos quais gastei essa grana no prato e de fato foram refeições memoráveis - e sei que isso vem da opinião pessoal, mas né...
Fomos então pra sobremesa. Escolhemos tiramisu mangiare e Pot de crème de intenso chocolate amargo e iogurte caseiro, combinando dividir as duas. Ou seja, tenho aqui duas opiniões também, assim como no ojo de bife.
o tiramisu estava superafogado no café, e eu juro por tudo que não parecia de um restaurante legal, tirando o que até aqui havia sido pelo menos uma constante, a execução perfeita; - talvez só por com certeza ser mascarpone e não, sei lá, cream cheese. Mas vamos lá, eu já fiz tiramisu em casa, e usei mascarpone. E também não estava incrível, né. Mas eu não trabalho no restaurante da linda da Paola Carosella. (acho que ela é linda, chique, esperta e elegante). E o creme de chocolate... afe. O iogurte era uma colher em cima do ramequim, nem aparecia. a textura inicial era de creme brulee, mas embaixo, estava salgado! e com temperatura ambiente, e sem graça. o que o salvou: era acompanhado de dois cookies, que esses sim, como diria o jurado do outro programa de culinária, 'eu comeria em quantidades absurdas'. Por esses, eu pagaria os 20 reais da sobremesa. Nem pedimos café, porque como de hábito, o espresso é de ouro e custava 6,20. Temos uma Nespresso em casa e já acho pesado pagar 1,80 por café na minha própria cozinha... :P
Resultado: foram 311 reais de conta para duas pessoas, vontade satisfeita de conhecer 'o restaurante da Paola', mas SE eu voltar, vai ser só porque é conveniente/fui convencida/temos uma paixão por essa moça.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Andanças de setembro

Esse foi um mês bem interessante! Primeiro, segurem-se em suas cadeiras: não fomos só comer!!! De fato, fomos a um lugar bem interessante que merecem visitas, na cidade de São Paulo:


Borboletário Águias da Serra - gente, que lugar legal! não acredito que ninguém conhece. Recomendei pra todo mundo que tem filhos (de preferência entre 4 e 10 anos, que acho que aproveitam mais). Tem fazendinha, oficina de 'foguetes da Nasa', caiaque, pesca esportiva, 250 mil quilômetros de área verde, vazia, fresquinha por causa das árvores, uma delícia... e um borboletário! cheio de biólogos, que explicam desde o processo dos ovos que parecem pó, até a lagarta que é fofinha e cega, até o invólucro, e você vê cada um dos passos. Aí entra na estufa, e as borboletas voam loucamente à sua volta, e se você se besunta de suco, uma delas vem beber na sua mão. Uma fofura sem fim!
O restaurante tem poucas opções, mas gostosas; e tudo custa dinheiro, mas né, a vida também.

E bom, porque ninguém é de ferro, seguem os restaurantes gostosinhos também:

Bistro O chá - namorava esse Instagram há tempos! E olha só, é tão ou mais fofo que as fotos! Adorei a comida, adorei o serviço, adorei a sobremesa, adorei tudo! Só não adorei o fato de que não é aqui do meu lado, pra eu ir todo dia. Super recomendado. Olha a foto e projete para todo o espaço, porque o lugar inteiro é assim fofo (e além de tudo tem uma gata chamada Branca que é o cúmulo da coisa gostosa)


Casa Prema - Seria muito mais fácil ser vegetariana se os restaurantes oferecessem opções bonitas, saudáveis e variadas como esse lugar. Uma delícia, e olha o link pra ver que ambiente bonito.

Bles dor - fomos tomar café da manhã. Lugar bonito, focaccia ótima, o serviço não foi impecável porque estava bem cheio e esqueceram de nós lá fora. Mas achei o custo benefício bem adequado prum brunch.


Gardênia restaurante - Ambiente delicioso, comida idem, preço honesto. Gosto muito desse lugar, pra semana ou fim de semana.

Jardineira Grill - na nossa opinião, uma churrascaria que bota a Fogo de chão no chinelo.

E foi só, brasileiros e brasileiras.




terça-feira, 1 de setembro de 2015

Andanças de agosto

Vamos lá:
esse mês:

eu fui várias vezes ao food park que abriu (felizmente) na esquina do trabalho, Piknik Faria Lima, e tem diversas opções bem legais. Tem um horário que lota, porque há muitos prédios comerciais à volta, mas logo dá uma esvaziada e o espaço é supergostoso. Já comi hamburguer em mais de um lugar, churros, bolo no palito (SENSACIONAL), brigadeiro, sanduíche de pernil, torta de maçã... superaprovado. Espero que não saiam de lá jamais. A única ressalva, mas é totalmente pessoal, é que nem todos os trucks aceitam o Ticket Restaurante da firrrrmaaa, o que é irritante. Mas a gula fala mais alto.

voltei a lugares que eu adoro (Cupcake Ito, Meat Choppers, Si Señor, Chianti Chocommelier, Le pain quotidien, Al Arabe)

conheci o Sujinho, na Consolação, tipo um clássico da cidade. D. absolutamente amou a tal costela bovina, que era um prato para homens das cavernas. Eu achei o meu prato (acho que era fraldinha, não me lembro, o que já é bem sintomático) beem mais ou menos. Ou seja, se voltarmos, é pela síndrome carnívora dele.

Eggs Comfort food - comi os ovos beneditinos, estavam incríveis e pra quem adora, sem dúvida são uma ótima pedida. É meio longinho, mas voltaria tranquilamente, porque valeu bem a pena.

A Torteria - que decepção. Eu achei a ideia superfofa (tortas salgadas e doces, as primeiras com saladas, ali na Fradique Coutinho) e seguia o instagram deles esperando a oportunidade de uma amiga com vontade de explorar o bairro. Surgiu, fomos... torta do dia meio borrachenta, com a beringela que parecia queimar a língua, a torta seca, a salada sendo as folhagens, e a torta que mais me havia atraído (e ficam todas descritas numa lousinha, a propósito), de caramelo, chocolate e flor de sal, não estava disponível. Comi a torta salgada e não fui atraída pelas doces que estavam lá; em vez disso, fui ao Chianti Chocommelier ser muito feliz com o chocolate com cafezinho mais perfeito do universo. Tchau, torteria.

Bonagastro - pelo contrário, uma ótima surpresa. Comi o risoto de abóboras, queijo de cabra e manjericão, honesto e muito saboroso. Lugar agradabilíssimo e serviço ótimo. Merecerá várias visitas. (Além de tudo, ao lado da Fnac!)

Sim, pra variar, só comi nessa minha vida. Eu nado, já contei? Mal, no caso; mas frequentemente:  Nesse mesmo mês de agosto, o Swarm me contou que fiz 55 minutos de natação 12 vezes. Só isso faz com que eu não aumente um número de roupas por mês (só por ano). Mas gente, comer (bem) é muito feliz, né? E eu gosto de ser feliz.

Então até as próximas andanças!


sábado, 1 de agosto de 2015

Andanças de julho

Fomos ao Bar Brahma. Pra quem gosta de samba e agito, é o lugar. Pra quem não gosta, melhor passar reto, porque não dá pra conversar (o samba é alto e fora tem música ao vivo também) e enche, consequentemente as coisas demoram um pouco. Foi legal conhecer, não voltarei.

Fomos à Exposição Macanudismo, com o Ricardo Liniers, e como disse minha amiga, não há emoji de coração suficiente para expressar o amor por esse dia... ele é fofo demais, a exposição, que está na Central dos Correios (av São João, s/n), muito bem apresentada e organizada - a gente foi na abertura. Tinha algodão doce, tinha churros, tinha bebida, estava limpo, tinha senha para entrada, foi pontual, tinha senha para autógrafo, e minha única reclamação é que os produtos da lojinha acabaram logo e eu saí sem ímã da Henriqueta. Mas o Liniers compensou tudo desenhando em CADA coisa que autografou...
(aqui ele pintando o mural que agora faz parte da exposição)


Fui ao Almodovar com um amigo. Tenho de ser sincera e dizer que estava mais curiosa que com esperança, e assim continuei quando vi o menu porque não gostei de nenhuma das opções. Havia um peixe, um cozido e uma massa, acho (era o menu executivo), além de um arroz. Escolhi o arroz por eliminação, e adorei! gosto sutil mas bem feito de frutos do mar. A sobremesa estava inclusa, o preço foi justo e o serviço também. A conta, servida num sapato vermelho (sério), veio rápido e pretendo voltar.

Fui ao Consulado da Bahia com dois amigos. O garçom teve um momento de perdido quando pedimos um arroz de bacalhau (não temos, senhor - mas está aqui no cardápio - não, não servimos - mas está aqui escrito - ah, sim, é de peixe. OI?) e acabamos indo de baião de dois e de moqueca de camarão. Feliz, justo no preço, rápido.

Voltamos ao Meat Choppers e ao Mestiço, que serão sempre minhas primeiras escolhas na vida quando eu quiser só ser feliz e comer bem. Amo muito.

Fomos ver Risadaria, e eu estava bem receosa; achei que a coisa de "Fabio Porchat e grande elenco" parecia meio enganosa, que ia ser meia hora de espetáculo, sendo cinco minutos com ele e o resto bem sem graça, stand up de má qualidade, sabe? bem feito pra mim. Foi muuuito engraçado! eu amo o Fabio Porchat, acho que ele tem umas caras e bocas e voz e tiradas que são muito boas. Ele começou e virou mestre de cerimônias, interagindo com algumas das pessoas pra receber os outros comediantes. Houve cinco deles, e a gente gostou de todos. Alguns mais e outros menos, é claro, mas de verdade, me diverti horrores. Super recomendo.



Fomos ao Maní. A gente queria ser muito feliz no meio da semana, e ele é perto do trabalho. Aí hesitamos, porque liguei pra fazer reserva, e nem aceitava mais (aparentemente já cheio). Assim mesmo, a pessoa que atendeu recomendou que viéssemos de modo superpolido, e resolvemos arriscar, pois há várias outras opções lá perto, se não desse certo. Pois fomos em três, chegando antes das 13:00, e fomos atendidas imediatamente, com muita classe e educação, um couvert de biscoito de polvilho que parecia muito engraçado e aí se tornou viciante, e de longe a melhor moqueca de peixe que eu já comi na vida - e que tinha muitos acompanhantes acessórios, tipo quatro cumbuquinhas fofas rodeando (protegendo das amigas, acho) meu prato -  incluindo praia e Barcelona. A conta ficou alta, mas juro, nem ligo. Quero voltar amanhã. Ok, talvez não amanhã. Quando receba meu salário. Você entendeu. Vá.

Fui ao Le Jazz Brasserie duas vezes, com duas amigas. Honestamente, eu tinha ido no Shopping Iguatemi, há alguns meses, e minha opinião não mudou. Já comi o entrecôte, (o de Paris é melhor, que o Olivier me perdoe), já comi o Filet au Poivre (muito bem feito, mas acho caro pro que é), já comi o Filet a la Moutarde (idem), já comi o Farfalle au Saumon (idem). REsumindo, um bom restaurante, mas que tem preço de ótimo. Não acho ótimo. É bonitinho, e se fosse mais perto, eu iria mais vezes até; mas se eu tenho de chegar naquele quarteirão, no qual há Brado, perto do Saj, perto do Mani, perto dos Consulados, do Sí Señor... não vejo porquê voltar nele.

Fui ao Taberna 474. Aqui tenho uma reclamação pro povo do Boasdegarfo do Instagram. Eu havia visto uma foto delas linda de morrer do bolinho de chuva com doce de leite desse lugar, e ele é três quarteirões do meu trabalho, ou seja, quis ir imediatamente. Verdade seja dita, o bolinho foi incrível. Comemos e adoramos. Maaaas, pra chegar nele, comi um arroz de praia (frutos do mar) que custou 72,00 - pra ser ter comparação, eu diria que o gosto não era melhor que o do Almodovar, no qual eu paguei literalmente metade disso. Muito bom, mesmo. Mas por 72,00, eu comeria o mesmo prato na beira da praia. Vou escrever pro povo do bons de garfo e sugerir que classifiquem o tipo de restaurante. A gente já estava lá dentro, e eu adoro experimentar lugares novos. Mas não gosto de ter exatamente esse pensamento ("por esse preço eu...") porque isso sempre quer dizer que a comida não está incrível. Por exemplo, nem sei quanto custou a moqueca do Maní, E nem ligo. Quero voltar e pronto. (caberia o emoji do macaquinho cobrindo os olhso aqui rs). Entendeu?

Enfim, gente, essas foram as Andanças de julho. Mês gordinho, ocupadinho, né?

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Andanças de junho

Andei pouco esse mês!
Fomos ao Rock'n'Roll Burger, na Augusta. A decoração é megalegal, D. havia visto algo numa tv com o dono falando sobre a coisa temática (há máquinas de pinball, fotos muito legais de roqueiros na parede, de Mudhoney a Ozzy, os itens do menu se chamam Sweet dish of mine ou algo assim...) e de como eles faziam combinações mara. Boooom... a gente é chato, eu sei. Mas embora a decoração seja realmente superincrível, eu fui pra almoçar, né! Comi um item chamado Star Dust, cuja descrição tinha mix de ervas picantes que eu estou buscando até agora (só senti gosto de Cheddar McMelt). Da lista de cervejas que era bem legal, na verdade eles tinham só umas três,então tomamos Stella mesmo, e bem cara. O D. comeu o FAt Elvis, e acho que foi castigo divino ficar chamando Elvis de Fat, porque juro, eu faria aquele hamburguer em casa tranquilamente. Até o pão era bem o 'comprei no mercado, abri e coloquei a carne', sabe? nada de molhinho, nada de torrá-lo, nada de nada. (tô pensando no Meat Choppers, claro). Dei uma segunda chance e pedimos a sobremesa, o David Brownie, que verdade seja dita, era lindo. E não duro como os brownies costumam ser. Mas é isso. Bom, nada ótimo. E em São Paulo, bom é ruim, porque há muitas opções,..
Fomos à Eataly. Hesitei, porque haviam dito que as filas eram homéricas, mas já se passou mais de um mês da abertura, então passei protetor solar (vaique) e fomos. Chegamos em torno do 12:30, não havia fila alguma, e embora durante todo o tempo estivesse cheio, consequentemente com algumas pessoas sem noção parando no meio das prateleiras para mandar whatsapp ou andando com muita calma com seus carrinhos em cima dos pés alheios, nada que fosse insuportável. Paramos no estacionamento ao lado, (R$20,00, é difícil ter carro e não ter carro em SP), e esperamos uns vinte minutos para comer no La Piazza. Comi Arancini, um bolinho de risoto de calabreza e muçarela de búfala incrível (na verdade, três bolinhos bem grandões); D. comeu um prato chamado Fritto misto, com polvo, lula, camarão e dois peixes, tudo meio empanado, bem servido. Tomamos duas taças de vinho branco, um Chadornnay geladinho. Foi servido rápido e de forma atenciosa. Custou R$140,00, com serviço (mais ou menos: 34 meu prato, 42 o dele, 25 cada taça de vinho). Além do La piazza, havia o La carne, Il Pesce, etc etc. Tudo parecia bom, pra falar a verdade, e pretendemos voltar. Também havia dois restaurantes lá em cima, e muita coisa deliciosa pra comprar. Há coisas que já são vendidas em lugares do tipo Empório Santa Luzia, Saint Marché, etc. E creio que há várias que só são legais pra quem foi pra Itália, pelo significado afetivo (tipo, awwwwn, o biscotti que a gente comeu na rua na frente do mercado de Veronaaaaa), porque nem são tão incríveis. Outras são incríveis. E de qualquer modo, é o mais próximo da experiência autêntica sem ir até lá, porque há muuita coisa bem realista (o cantucci de Mandorla, aquele biscoito de amendoas que vc mergulha no vin santo, o gelato Venchi de nocciola, o cioccolato Caffarel...). Gastamos mais uns dinheiros comprando uma caixa de cápsulas de café compatível com nespresso, mas italiana, pão (absolutamente sensacional), burrata e prosciutto. E comemos muito felizes à noite.
Fui ao Madero burger, Estava curiosa, porque várias pessoas me tinham dito que era ótimo; fui com uma amiga no Eldorado na hora do almoço. Experimentei o hamburguer padrão, (Madero), que vem com salada e fritas, e ela o cheeseburguer. Não achei nada de mais, tristemente. A busca pela hamburgueria perfeita (depois do Meat choppers) continua. Nem quisemos sobremesa, em vez disso indo ao quiosque da Cheesecakeria, da qual eu já falei antes (há uma na rua Canário também).
Assistimos While we're young (Enquanto somos jovens), com Ben Stiller e Naomi Watts. (Admiro atrizes que de fato parecem ter a idade que tem). Gostei mais do que esperava. Me identifiquei - casal de 40 e poucos, com amigos tendo filhos, na fase 'não me sinto com essa idade', conhece casal mais jovem e admira/é admirado por eles, desenvolvendo uma amizade/relação com os dois. Há ideologia, romance, questionamento. Não amei o final, mas acho que a reflexão e as risadinhas valeram o começo e o meio.
E é isso, minha gente. Essas foram as novas andanças pra registro :)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Andanças de maio

Esse mês foi divertido porque fiz duas coisas legais:
uma, descobri o mundo dos descontos. Percebi que tenho descontos pelo seguro de carro que uso (Porto Seguro), pelo telefone celular (Vivo), por cadastro (Restorando), pelo cartão de crédito (Visa)... ou seja, paguei meia entrada no teatro e jantei, com acompanhante, com 30% de desconto num fim de semana que de outro modo teria sido bem mais salgado.
duas, aproveitei o frio!

fui ao Hannover, um dos restaurantes da cidade especializado em fondue. É caminho do trabalho, e eu sempre namorava a ideia,  mas não tinha certeza de que meu querido ia gostar e, sendo um lugar de prato único, isso era um impeditivo, porque seria dinheiro jogado fora. Aí descobri o tal desconto e me animei numa noite de frio. Pedi a ele que escolhesse o prato, e o eleito foi o fondue de picanha maturada, que também trazia linguicinhas e algumas cebolas, cercado de 14 molhos diferentes. Acompanhamos com um Chianti e comemos muito! Para dois seres humanos normais, seria o suficiente. Para nós, ainda fomos ao fondue de chocolate belga, com as frutas, marshmallow, suspiro... e só paramos porque de verdade, mais uma garfada e passaríamos mal.
O lugar é uma fofura, bonito, agradável, quentinho. A reserva foi feita para um dos primeiros horários, e encheu muito depois. Não gostei do tal couvert artístico - o sujeito era ruim e odeio pagar por obrigação - e o garçom não era a pessoa mais atenta do mundo, mas foi uma noite deliciosamente hedonista, do jeito que a gente gosta :)
fomos ver a peça A última sessão, que havia me atraído por conta da Laura Cardoso e ótimos atores que a rodeavam. O talento reunido realmente fez diferença, assim como as surpresas contidas na peça. Recomendo especialmente para as pessoas da área de Psicologia. Está em cartaz até o fim de junho.

De resto: fomos, depois de muito ensaio (sempre que íamos ao Na Garagem, falávamos, um dia vamos nesse lugar?), ao Aguzzo, experimentar o menu executivo.  Fica numa esquina e tem uma cara bem simpática. A decoração é agradável, e os pratos muito bem executados. Comi, após um creme de abóbora muito saboroso, um ravioli de brie com shimeji perfeito seguido de uma panacotta boa. Meu amigo escolheu a salada, a bracciola com polenta autêntica e a mesma panacotta.
A questão é que a conta, com água e serviço, ficou em 70 reais para cada um, e embora os pratos fossem ótimos, toda a ideia de menu executivo é ser algo muito mais em conta para que possamos fazer disso um hábito da semana. - a propósito, no fim de semana os pratos individualmente custam em torno de 80 reais. Portanto, infelizmente não haverá uma segunda visita tão cedo. #megasenacadêvocê
Não sei se já falei do Na Garagem, então vou aproveitar o ensejo: numa ruelinha pequenina perto da Pedroso, esse lugar aposta na ideia de dois tipos de hamburguer, nada de firulas e boa comida. Vou ser bem honesta: acho a batata ótima. E só. Já comi o hamburguer meia dúzia de vezes, porque é perto daqui, inclusive o vegetariano. Acho que sai caro (35 reais algo simples, o hamburguer com as batatas e um refrigerante), o serviço é horrível (os meninos nunca sabem quem pediu o que, é demorado, não há ordem para o balcão) e não acho o sabor tão incrível assim. Acho igual a quase todos os hamburgueres da cidade. Igual ao Z-deli, igual ao Rocket's, igual à maioria.
Aí também fui comprar um presente no shopping Morumbi e fomos ao Barbacoa Grill. Escolhi o miolo de alcatra e o D. o misto Barbacoa (picanha suína, linguiça e filet mignon), cada um com 300 gramas de carne e um acompanhamento (fomos nos carboidratos clássicos, arroz e batata frita). Tinha achado caro, (63 reais o prato, e eram literalmente os itens mais em conta entre os grelhados), mas considerando que você come como se fosse a um rodízio de churrascaria, creio que para os carnívoros de coração pode valer a pena. Eu só não voltarei porque achei o serviço realmente horrível, lento, displicente - um único garçom era muito simpático, o que me fez pagar o serviço afinal, mas mesmo ele teve de ser chamado todas as vezes, incapaz de ver quando os copos ou pratos esvaziavam ou o cardápio estava fechado. Na boa, não sou da família real, mas pelos preços cobrados, espero sim mais atenção.

Juro que queríamos ter saído mais de casa, mas temos feito maratona de séries - primeiro foi The Tudors, e aí, de presente de Dia dos namorados, tive a brilhante ideia de dar uma cerveja Trappista + os blu rays de Game of thrones, as quatro primeiras temporadas. Ou seja, primeiro frio do ano = a gente trancado bem feliz comendo a cada três horas no sofá, de pipoca a bolo de caneca, e dizendo 'só mais esse episódio, hein!'. aiai.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Andanças de março e abril

Sim, eu sei que esse post está 45 dias atrasado. Mas antes tarde do que mais tarde, especialmente pra falar de comida, cinema, da vida. Em algum momento, vou fazer um post só sobre Itália, no caso de alguém querer ir turistar (o que eu recomendo fortemente), então vou me ater ao que eu fiz por aqui antes das férias e depois que voltei:

Cantina do marinheiro - E aí que me deu vontade de comer peixe. Na verdade, a vontade era comê-lo lá na beira do mar, mas a gente estava na semana da negação, na volta de férias, e esbarramos nesse lugar, que dizia ter x anos servindo peixes e frutos do mar e tinha esse nome auspicioso.
#sqn. Pratos caros, ambiente feiosinho, no máaaximo pra ir na hora do almoço no meio do dia de trabalho, nós dividimos um peixe - truta - e foi tão sem graça que tenho até dó de comentar. Do tipo, ainda bem que não escolhemos o item mais caro do cardápio pois teríamos que pedir o dinheiro de volta.

Rufino's - como a vontade de peixe continuou, e haviam me recomendado o Rufino's, visitamos a unidade do Shopping Morumbi. Vou resumir: uma Cantina do Marinheiro com mais classe. Garçons uniformizados, melhores bebidas, ambiente mais bonito. O peixe continuou sem gosto - pedimos um peixe que era para 2, o único do cardápio - e nem quisemos testar a sobremesa. Parece que comer frutos do mar fica mesmo pra beira do mar. ô sacrifício.

Comedoria Gonzales - lá no Mercado Municipal de Pinheiros, num cantinho, bem tímida, serve um cebiche ótimo, com várias versões, e um tres leches delicioso. Tudo em cumbucas de papelão e garfos de plástico, mas é bom o suficiente pra que a gente não se importe. Viu, quase matei minha vontade de comer peixe.

Itiriki - fiz um dia de menina com minha amiga e fomos fazer aula de maquiagem - conto num outro post. aí, claro, saímos com lição de casa de compras, que fomos resolver na Liberdade, num lugar chamado Audrey - a quantidade de pincéis que existe, minha gente! - e no Ikesaki. (A minha gata Zara já quebrou várias das minhas sombras, mas valeu a intenção).

O Itiriki é um pouco de tudo: padaria, doceria, quilo, a la carte... e o balcão de comida provavelmente não é muito purista. Há sushi ao lado de frango com laranja e tofu e yakimeshi levemente adaptado. Mas eu sempre gostei, e nunca fui fã de comida japonesa (do tipo, só como se for a celebração de aniversário de alguém, caso contrário jamais vou).

Tostex  - eu tinha a maior curiosidade de experimentar isso aqui. Parecia simples e apetitoso. Achei um pouco caro pro que é e meio sem gracinha. Minha amiga pediu outro (eu pedi o Smurfs, um com cogumelos, porque não tinha mais a minha primeira opção) que era meio Caprese e estava bem lindo. Contudo, não sei se o suficiente para que eu tentasse novamente. Em tempo: foi no Shopping Patio Paulista.
 

Calçadão urbanoide – há alguns meses, eu fui a um lugar de food trucks, se não me engano o Jardim das Perdizes, e amei. Estou usando como parâmetro aquele. Claro que nesse aqui, que é na Frei Caneca, eu fui no meio da semana, hora de almoço, e havia muita coisa fechada – o que aliás não tinha me ficado claro nos sites que eu consultei antes. Alguns faltava gás, outros gente, outros algum ingrediente... ficamos um pouco desapontadas. Comemos um hambúrguer no 162 e minha amiga comeu tapioca de nutella depois. Achei o preço okay, mas se eu for recomendar um food truck, já sabe.

Fomos também ao cinema. Devo confessar que sim, fomos assistir aos Vingadores: A era de Ultron. Não sou fã de HQ nem de superheróis, mas sou bem fã do Robert Downey Jr., desde Iron Man, (evitando babar aqui)
And definitely some Robert Downey Jr. | Can You Make It Through This Post Without Your Ovaries Exploding?

 
e dos vingadores, são muito engraçados! adorei, como sempre. E foi legal ir ver em 3D, filme hollywoodiano é pra isso mesmo. Prometo ver um filme com mais substância da próxima - na verdade, quero muito ver Cake e Não olhe pra trás, mas esse fim de semana já comprei entradas pro teatro. Vamos ver A última sessão. 

Até as próximas andanças :)