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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A Letícia lê - e aí é quase Natal :)

Bom: na última semana eu li:

Fallen, da Lauren Kate. Estava naquele site que empresta livros, e faz um tempão que eu cruzo com ele.
Mas não... tem anjo caído, e reencarnação, e uma menina com algum poder que a gente não sabe qual é mas não parece muito coisa boa não. zzzz...

Li também Toda luz que não podemos ver, do Anthony Doer, e era outro que eu não morria de vontade, mas ficava toda hora cruzando meu caminho e ouvi tanta gente falando...
Claro, é simpático. Não dá pra não ser, porque mexe com empatia humana, falando de uma menina cega e seu pai super devotado, de um soldado que queria de verdade ser cientista, da época horrível da nossa história que é o nazismo na Europa. Mas a leitura em si, a narrativa, os personagens, não me cativaram. Achei ok, e só.

E li A garota no trem, que acabei de ver que ganhou na sua categoria no Goodreads. Pra falar bem a verdade, eu não achei ruim, até porque não desconfiei do desfecho até o último capítulo. Mas houve duas coisas irritantes: 1, me lembrou MUITO Gone girl. 2. de novo, os personagens não eram fascinantes, sabe? no sentido de você achá-los super reais, e querer saber o que acontece na vida deles.

Estou lendo agora Sobre a escrita; um livro de memórias, do Stephen King, e acho que termino essa noite, é super fininho e está uma delícia. Esse é um cara que tem talento de contador de histórias...

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A Letícia lê - semana 27 - Nos estandes do Kindle Unlimited

Continuo no frenesi da leitura do Kindle Unlimited. Descobri alguns títulos legais, e ainda não dominei a busca, mas aqui vão as trajetórias do mês:

Guardian, AJ Messenger - uma história bem pouco convincente, YA, sobre uma mocinha que tem ataques de pânico e se apaixona pelo Edward, ooops, pelo Alexander, no colégio. Aí descobre que ele tem uns poderes, bla bla blá, mas eles não podem ficar juntos porque ela é mortal e ele é um anjo. Era quase passável, dentro do estilo, se é que é possível, mas aí teve um final bem tonto e me revoltei.

Things we set on fire, Deborah Reed - tinha tudo para ser uma história interessante. Começa com uma mulher atirando no marido e fingindo ser um acidente de caça, e você sabe que ela não queria fazer isso, então fica super envolvida. Mas até descobrir o porquê, que foi meio mal revelado, a personagem já ficou fria e distante e mal desenvolvida, as filhas rasas e sem graça, e cenas que podiam ter sido superinteressantes, mortinhas, com o perdão do trocadilho.

Love like crazy, MEgan Squires - aqui vem a redenção: para os fãs de Eleanor e Park, da Rainbow Rowell, uma história parecida - só que com final feliz. Eppie e Lincoln são doces e fofos e sofridos na medida certa para a angústia adolescente ser bonitinha e esperançosa. Entra nos favoritos.

Yellow crocus, Laila Ibrahim - o livro segue a escrava Mattie e a menina para a qual foi ama de leite, Lisbeth, e a vida de sua família,  enquanto descreve a família de Mattie paralelamente e seu desejo de ser livre. Fofo, embora não tenha mudado minha vida.

além disso, os que eu li e não eram do Kindle Unlimited: (tenho uma esperança de fazer um post só pra eles daqui a umas semanas)

(até semana passada)
Olivia Joules e a imaginação hiperativa, Helen Fielding
Finding Audrey, Sophie Kinsella
The room, Jonas Karlsson
The last anniversary, Liane Moriarty
How to build a girl, Caitlin Moran
O silêncio das montanhas, Khaled Hosseini
The lost daughter, Elena Ferrante

 (até agora)
O rei negro, Mark Menozzi
De verdade, Sandor Marai

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A Letícia lê - semana 14 - Nos estandes - O segredo do meu marido, Lianne Moriarty

E aí que eu me rendo. Essa australiana é f...
Esse livro, a Tati (Feltrin) me recomendou há meses, talvez quase um ano, e eu não li. Em vez disso, eu li vários outros dela, menos famosos, e do mesmo jeito: começando devagar, quase sem querer gostar, sabe? mas sendo pelo jeito dela contar histórias, pelas personagens, pelas reviravoltas quase incríveis, mas apenas críveis o suficiente para te fazerem continuar presa, eu terminava muito bem impressionada. Ela contou segredos, dividiu ironias, e eu lá, de backseat driver. (o típico "observa e dá palpite").
E aí cheguei no Segredo do meu marido, o primeiro traduzido pro português, o que eu acho que ficou mais famoso dela.
Gente, aos 44% do kindle é que se revela o segredo. E você cai pra trás! Ela é boa, muito boa.

(gif) well done, well done.


As famílias retratadas se envolvem, cada uma com um tipo de conflito e 'segredo'. Há tipos diferentes de segredos e conflitos, e de algum modo, você os vê como algo completamente capaz de ocorrer - mesmo que na verdade não sejam tanto assim.
O que quer que ela publique, estarei na fila com meu dinheiro na mão.




quarta-feira, 4 de março de 2015

A Letícia lê - semana 9 - Nos estandes - As pequenas grandes mentiras, Lianne Moriarty

Aí li As pequenas grandes mentiras; esse livro será lançado pela Intrinseca esse ano. Eu já falei da Liane Moriarty antes aqui, aqui e aqui, porque de algum modo, eu nem quero gostar muito dela, mas gosto. Já li The hipnotist's love story, Three wishes e já li What Alice forgot (não li O segredo do meu marido porque é o mais famoso e sou a mais teimosa, mas já já me rendo).
Adorei esse! Acho que foi meu favorito até agora. As personagens são tão interessantes quanto as que ela costuma construir (acho que isso é minha coisa favorita sobre essa autora); são reais, tem falhas, vida, nem sempre são o que parecem. Gosto muito.
Big Little Lies by Liane Moriarty
Dizem que é bom se livrar de seus rancores, mas não sei, eu gosto muito do meu rancor. Cuido dele como se fosse um animalzinho de estimação. (Madeline, em As pequenas grandes mentiras)

No começo me irritou um pouco ela usar o tipo de construção (voltando para 'depoimentos' de pessoas ao redor do evento) que ela já tinha usado em Three wishes, com as irmãs, mas como não foi usado em exagero, me acostumei. E você logo no começo descobre que houve um assassinato, mas só sabe de quem nos 80% do kindle, o que é desesperador - e, ainda assim, foi tão bem escrito e evoluído que você diz, tá, entendi, tudo bem, eu consigo me concentrar porque sei que você não está só 'enrolando' (tipo os roteiristas de Lost :P).
Além de tudo isso, há o fato de que o tema central é relevante, e faz você realmente refletir e se sentir mais consciente sobre o tema - violência doméstica, relações abusivas - do que achava antes.
Superrecomendado, portanto :)

BIG LITTLE LIES

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A Letícia lê - semana 5 - Nos estandes - Por lugares incríveis, Jennifer Niven

A culpa foi toda minha. Eu assumo. Essa patetice de escolher livros que estão nos estandes, e de gostar de capas, e de YA. Fui levada a um canto. A sinopse do livro não mente pra você. O primeiro capítulo também não. São dois adolescentes que se conhecem numa torre, pensando em pular. Violet perdeu a irmã num acidente de carro no qual ela também estava, e Theodore é conhecido como Freak na escola (Esquisito) e tem pensamentos suicidas diariamente. O livro que os une de cara é da Virginia Woolf, As ondas.
Viu como a culpa foi minha? O livro All the bright places, ou Por lugares incríveis, já te avisa que você vai chorar copiosamente em algum momento, a não ser que a autora tenha sido muito incompetente. E ela não foi.

Bookiemoji reviews #AlltheBrightPlaces. "Every once in a while I come across a book that completely steals my heart and touches the very depths of my soul. ALL THE BRIGHT PLACES was one of those books for me."
(Você é todas as cores em uma, brilhando intensamente - para Violet, que ele chama de Ultravioleta)

Eu não sei o que dizer sobre esse livro que não seja um spoiler. Eu fiz o que eu costumo fazer - li o final depois de ler o primeiro capítulo. Ainda assim, nada havia me preparado, porque a jornada foi agridoce. Eu também me apaixonei pelo Finch e também acho que a Violet é Ultraviolet Remarkey-able (eu li no kindle em inglês, e agora fiquei muito curiosa para saber como fizeram essa tradução. O nome dela é Violet Markey, e ele fez uma gracinha com o nome (ultravioleta, porque ela continha todas as cores) e remarkable, um adjetivo que quer dizer muito especial). Ele é assim fofo. Mas eu tive de ler outro livro em seguida, e procurar algo bem fútil na sequência, para me distrair da tristeza infinita que senti enquanto lia.
Se você quiser saber mais, me avisa e te mando um e-mail. Ou um abraço. Ou os dois.

POR LUGARES INCRIVEIS

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A Letícia lê - semana 1 - Nos estandes - After, Anna Todd

O que eu li essa semana, começando com Nos estandes - uma semana por mês eu falarei de algum livro que me chamou a atenção por estar em exposição nas livrarias e eu li:

Nos estandes:
fui atraída pelo After, da Anna Todd. Um YA, parecia simpático, (gosto das palavras YA, romance, fanfiction) e resolvi procurá-lo no kindle em vez de comprar na livraria. Aí descobri que ele tinha toda uma história: havia sido publicado gratuitamente no watpadd, por uma universitária, baseada nos sujeitos do One direction. A tristeza começou aí. (um pouco por vergonha alheia, na verdade). Enfim, resumindo, são quatro livros, três dá pra achar entre kindle e watpadd e o último ainda será lançado. Eles cobrem dois universitários, o Hardin (que originalmente era Harry, da banda) e a Tess. Tinha partes se referindo ao Morro dos ventos uivantes (claro, tantos romances estão usando isso agora loucamente), e é meio sexy demais pra um YA, além do fato de esse menino ser muuuito Garoto Enxaqueca pro meu gosto. (referência aqui, pra quem não sabe do que eu estou falando.) Mesmo se fosse só Heathcliff, vocês sabem qual minha opinião sobre o drama excessivo, abuso exacerbado e falta de educação generalizada entre o casal, né? Mas não é.
Enfim, a Tess é meio puritana, e claro, se apaixona pelo Hardin, o bad boy da história. Até aí, mais ou menos sete milhões de livros foram escritos sobre isso. Só que rola uma coisa meio doentia e mal educada, e o primeiro livro termina de modo definitivamente vergonha alheia. Para ambos. Para ela, porque ela já disse tantas vezes "eu não falo mais com você, você quer me arruinar, não posso viver com você nem sem você, te odeio", etc, que quando ela realmente quer dizer isso, ninguém tá nem aí. E para ele, porque realmente, realmente ele passou todos os limites da falta de noção.

Aí começa o segundo livro. Mais do mesmo, com o adicional das pessoas à volta dos dois. Ou seja, não contente com transmitir a loucura psicótica adolescente do casal, a autora decidiu que todo mundo havia contribuído para que isso acontecesse. De um certo modo, é justo. Porque a família dele não é normal, embora finja. A dela, Jesus. (e piora no terceiro livro). Os amigos fazem com que o nosso jardim de infância pareça um grupo de mestrado. De verdade, chega a ser engraçado. SQN.
Como uma resenhista do Goodreads bem colocou:

description


E finalmente chegamos ao terceiro livro. Por que ele é ruim? porque tudo que aconteceu nos dois primeiros só é elevado à terceira potência. Eles são mais disfuncionais, os términos de relacionamento acontecem com mais frequência ainda (e são ainda menos críveis conforme o tempo passa), acrescenta-se mais tragédia (porque claro, ela vai ficando mais mexicana), mas ela não faz nada pela história. E aí, no fim, chega um momento daqueles doces, que faz o leitor se lembrar do porquê tanta gente continuou lendo (o maluco psicótico adolescente sabe ser bem fofo, quando não está se jogando no chão gritando)...
SPOILER. ALERTA VERMELHO. SE VOCÊ VAI LER E NÃO QUER SABER O FIM, PARE AQUI.

ESTOU AVISANDO.

... e não, eles ainda não ficam juntos nesse momento. Literalmente, a página termina com ela indo correr em direção a ele, toda derretida com o que havia começado por ser algo terrível que ele tinha feito (estou tentando manter os spoilers no mínimo aqui) e terminou sendo fofo. E aí, na página seguinte, você lê e descobre que eles ficaram separados anos...
e piora! Durante esses anos, subitamente os dois se tornaram pessoas maduras, normais, deixaram de gritar, beber, se drogar, chorar a cada cinco minutos, qualquer comportamento destrutivo. Tipo,

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Pois é. Eu sou bem fã de YA, mas me recuso a reconhecer essa série como tal. Era tipo erotica para universitários. E deprimidos. Ou maníacos. Enfim, gente que busca automedicação. Há realmente momentos fofos, reconheço. Sou a primeira a dizer que amo heróis meio malucos. Mas tudo tem limite.