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quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Letícia lê - semana 25 - semana temática - Kindle Unlimited

Meu goodreads de repente tem melhores pensamentos sobre os livros, mas vamos lá, resumo resumido:

Maze runner, James Dashner - a ideia é bem incrível e quase sempre muito bem executada.
The love object: stories, Edna O'Brien - contos, instáveis, eu achei.Vários muito legais, outros nem tanto. Mas gostei muito de conhecer a autora.
The color of secrets, Lindsay Ashford - muito bem escrito, narrativa que percorre 20 anos de dor e preconceito, família e desengano.
Sugar, Deirdre Riordan Hall - bonito e comovente, a história de uma adolescente abusada pela mãe, verbalmente.
Coming clean, Kimberly Rae Miller - a história da autora e seu problema com o pai, que era um acumulador.
Perfect timing, Jill Mansell - Chick lit bem esquecível... ou seja, eu já esqueci.
If on a winter's night a traveler, Italo Calvino - O começo é TÃO legal. E é isso.
When I found you, Catherine Hyde Ryan - Gostei muito mais do que eu achava que gostaria! Um bebê é abandonado na floresta e encontrado por um sujeito de meia idade que tem uma esposa mal humorada. O livro alterna narrativas da vida dele e do menino.
What if, hypothetical answers for absurd questions, Randall Munroe - perguntas chatas e respostas mais ainda. O mais legal são os desenhinhos do autor.
Confessions of a Paris party girl, Vicki Lesage - uma moça que larga tudo e vai morar em Paris. Embora tenha título de chick lit, é muito mais legal e 'diário de viagem' que o abaixo.
A Zany slice of Italy, Ivanka di Felice - Eu adoro diários de viagem, e esse foi ligeiramente melhor que aquele outro The Italians. Ainda não é o que eu queria. Um casal vai morar na Itália e conta o que viveu. Houve uma ou outra coisa legal, mas eu queria muito mais momentos 'nossa, é isso mesmo'.
Three Daughters, Consuelo Baahr - muito fofo e bem escrito. Três gerações diferentes de uma família, embora cada uma tenha uma história muito distinta e eu não possa dizer mais sem dar spoiler. Vale a leitura.
Pines, Blake Crouch - um mistério bem misterioso, sobre um cara que vai investigar o sumiço do amigo e descobre que lá nessa cidade é 'impossível sair'. Tipo Hotel California, sabe a música? You can check in, but you can never leave? A coisa vai ficando cada vez mais tensa e esquisita.
10 minute declutter: Stress-free habits for simplifying your home, JS Scott - livro sobre isso mesmo: listas do que fazer em 10 minutos por cômodo e por dia para simplificar sua vida e sua casa. Gostei, mas se torna repetitivo em algum momento. Tem links legais, para pinterest e outros sites.

Books


Esses são os que eu li e não eram do Kindle Unlimited:

Olivia Joules e a imaginação hiperativa, Helen Fielding
Finding Audrey, Sophie Kinsella
The room, Jonas Karlsson
The last anniversary, Liane Moriarty
How to build a girl, Caitlin Moran
O silêncio das montanhas, Khaled Hosseini
The lost daughter, Elena Ferrante

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A Letícia lê - semana temática - semana 20 - distopia

O CONTO DA AIA

E aí eu li O conto da serva/O conto da aia, de MargaretAtwood (The Handmaid’s tale). Por alguma razão, eu achava que ela era algo como a Alice Munro, de quem eu tenho certa birra, então ‘apagava’ da mente quando falavam dela. Mas esse livro foi ressurgindo nas conversas, e acredito em sincronicidade... finalmente, apareceu no Kindle unlimited, e me rendi.
Obrigada, universo. Foi escrito em 1985, e é assustador como é atual, e marcante. Li com abandono, sem saber nada sobre o livro de antemão, e acho que isso só me ajudou. Fui ficando mais e mais envolvida, mais e mais bem impressionada, e as (poucas) partes mais lentas ou chatas eram ignoradas em prol do que eu queria saber: o que aconteceria com Offred?
Vou resumir, embora seja pouco do meu feitio: a história é narrada por uma handmaid, ou serva, numa sociedade distópica e teocrática americana, que agora se chama Gilead, e na qual não existe muito do que hoje nós conhecemos: advogados, livros, perfumes, liberdade...

"Foi depois da catástrofe, quando mataram a tiros o presidente e metralharam o Congresso, e o Exército declarou estado de emergência. Na época, atribuíram a culpa aos fanáticos islâmicos. Mantenham a calma, diziam na televisão. Tudo está sob controle. (...) Foi então que suspenderam a Constituição. Disseram que seria temporário. Não houve sequer um tumulto nas ruas. As pessoas ficavam em casa à noite, assistindo à televisão, em busca de alguma direção. Não havia mais um inimigo que se pudesse identificar."

Você descobre que a Serva de 33 anos que narra a história é chamada de Offred (De Fred, o Comandante), e as Servas tem uma função: procriar com os Comandantes aos quais pertencem, supervisionadas por outras mulheres, numa cerimônia. Offred teve seu casamento anulado, pois era um segundo casamento, e segundo as novas leis, isso não é aceitável. Assim, ganhou a função de Aia, e pertenceu a dois comandantes; agora ela pertence a Fred.
Cada mulher tem uma função: existem as Handmaids, ou Servas, com a função de procriação, existem as Marthas, com funções domésticas e as Aunts, ou Tias, que treinam e monitoram as Servas, por exemplo. Essa divisão começou de um dia para o outro, após o golpe quando os controles bancários foram unificados e as mulheres ficaram sem acesso a eles; ou seja, Offred (está implícito que se chamava June) um dia saiu de casa, deixando a filha pequena na creche e despedindo-se do marido Luke e foi trabalhar como bibliotecária. No meio do dia, foi fazer uma compra e sua conta não tinha dinheiro algum. No fim do dia, ‘soldados’ acompanharam seu chefe na demissão de todas as mulheres do estabelecimento. Mais algum tempo, e ela tentou fugir com a família para o Canadá, mas foram pegos, separados e ela foi submetida à vida que tem agora. – Tudo isso você vai descobrindo no decorrer do livro, com os flashbacks da narradora, em pedacinhos.
Como sempre, eu detesto escrever sinopses: sinto que estou esquecendo uma série de detalhes, muitas vezes importantes, e não estou transmitindo o importante, porque esse é o talento da escritora: o sentimento. Você fica tensa com a subserviência das mulheres, que estão despidas de toda liberdade, seja de pensamento ou ação. Você fica angustiada com a perda de Offred, sem saber o que ocorreu com sua família. Você fica infeliz com as personagens que demonstram sua alienação e sua aceitação de todo esse processo. Você fica curiosa para saber o destino das outras Servas. Você fica em luto pelas Servas que tiveram destinos cruéis.  Você fica ansiosa para saber sobre as relações que estão se estabelecendo e quão reais elas são.
Se eu fosse capaz de escrever sobre isso, eu SERIA a Margaret Atwood, e não escreveria sobre ela :P Mas, sendo eu somente uma leitora, só posso dizer, acredite em mim. Vale pela originalidade – dentre os romances distópicos achei esse o mais fora da caixa. Aliás, a Margaret Atwood diz que ele é ficção especulativa, e não científica ou distópica. A personagem é bem escrita e bem desenvolvida, e embora os temas sejam muito sérios e tristes, não é escrito de modo dramático ou meloso.
Olha só: Meu nome não é Offred, eu tenho outro nome, que ninguém mais usa porque é proibido. Eu digo a mim mesma que não importa, que seu nome é como seu número de telefone – útil somente para os outros; mas o que eu digo a mim mesma é errado. Importa.
E isso aqui: "A sanidade é um bem valioso: eu a amealho e guardo escondida, como as pessoas antigamente amealhavam e escondiam dinheiro. Economizo sanidade, de maneira a vir a ter o suficiente quando chegar a hora."


Não é arrepiante?

quarta-feira, 11 de março de 2015

A Letícia lê - semana 10 - semana temática - literatura brasileira

Literatura brasileira, porque eu prometi a mim mesma!

Fim, da Fernanda Torres - só terminei porque era ela. A história versa sobre a morte de vários amigos, a maioria idosos, e narra as circunstâncias nas quais morreram e algumas das ocasiões nas quais todos se encontraram e pontos focais em comum, sob ângulos pessoais. É bem escrito, na verdade. Mas achei que perdeu um pouco o ritmo no caminho, e não é muito meu tipo de livro. Além disso, de verdade, a maioria dos personagens era muito detestável.

Aos meus amigos, Maria Adelaide Amaral - Curiosamente, há ângulos muito parecidos com a história anterior. O livro parte de um amigo que se suicidou (Leo) e das pessoas que se reúnem no seu velório, na sua cremação e depois, em seu apartamento, enquanto a ex dele faz algumas coisas. Novamente, há a visão de alguns deles, e discussões, opiniões, sensações, sentimentos, pensamentos, divididos à exaustão. Creio que a maior diferença é que esses personagens me pareceram muito mais complexos, profundos, tridimensionais. O ritmo narrativo também foi sempre bom. É um livro cansativo, por conta do tema principalmente, denso emocionalmente - afinal, a maioria dos personagens tem muitas histórias e dramas para contar - mas gostei assim mesmo. Me lembrou um filme francês que vi há alguns anos, chamado As invasões bárbaras, e que aliás recomendo.

As verdades que ela não diz, Marcelo Rubens Paiva - Só li Feliz ano velho, imagino que como todo mundo da minha geração, (junto com Christiane F.), e não tinha a menor ideia sobre as habilidades como escritor do Marcelo Rubens Paiva; sequer me lembrava dele como jornalista/colunista. E gostei. Não amei, mas gostei. Houve uma ou duas histórias que me lembraram muito Veríssimo, poucas que eu achei muito sem graça, e nenhuma que me tenha feito fazer caretas de vergonha alheia pelas pessoas que querem fazer literatura contemporânea e forçam a barra. Colei no goodreads algumas das que gostei mais :)

Diálogos impossíveis, Luiz Fernando Veríssimo -  Imaginei que esse seria um respiro agradável e uma brisa benvinda nessa pilha, o que quer que ocorresse com os outros. E estava certa. Acho difícil algo sair do caminho feliz com Veríssimo. Ele tem um olhar novo, divertido, irônico sem ser agressivo, que me encanta. As pessoas falavam nas resenhas de alguns dos contos que  não foram os que eu mais gostei - gosto dele 'roots', naqueles que ele coloca duas pessoas no elevador, duas pessoas no bar, duas pessoas que se esbarram e começam a conversar e dali sai qualquer coisa.

Os cem melhores contos brasileiros do século, Italo Moriconi - Vale a leitura, porque há nele contos que o leitor regular provavelmente não leria normalmente, seja porque seus autores sejam mais desconhecidos, seja porque os contos são mais obscuros. Nem todos são incríveis, afinal são cem. Mas há alguns que valem por dois de bons, então acho que a conta fecha, rs... Há pérolas como A caolha, que eu já havia lido muitos anos atrás, há preciosidades como Pílades e Orestes - ah, Machado! - há Fernando Sabino e Clarice Lispector e Rubem Braga e Veríssimo. Há O arquivo, do Victor Giudice, há autores como Osman Lins e há Lima Barreto. Mesmo que seja para discordar da seleção, como eu provavelmente o faria, recomendo ler.
Meus favoritos: O peru de Natal, do Mario de Andrade, O homem nu e a Mulher do vizinho, do Fernando Sabino, Uma galinha e, claro, Felicidade clandestina, da Clarice, Menina e Bar, do Ivan Angelo, (que deliciosa surpresa!), A caçada, da Lygia Fagundes Telles (tão ela!), Passeio noturno, do Rubem Fonseca (jisuis!), O elo partido, do Otto Lara Resende.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A Letícia lê - semana 6 - semana temática - chick lit

Bom, eu resolvi desenterrar alguns chick lits para essa semana temática. Foi uma viagem no tempo, porque de verdade, lembrava de poucas coisas das histórias (lembra da minha memória ridícula?), mas me lembrava da cinestesia envolvida: onde comprei o livro - em um dos casos, encontrei a nota fiscal dentro: Saraiva do Shopping Anália Franco, em abril de 2002, e ele custou 42 reais! não é à toa que hoje em dia tenho preferido o kindle, e pago no máximo 8 dólares por livro. Em outros, em Londres, na Waterstone's, a qual tem uma promoção linda chamada 3 por 2, com vários títulos. Todas as vezes que passei por uma fui obrigada, portanto, a comprar tipo 12, rs, todas as vezes que via esse selinho lindo. Deu mais saudade do clima da viagem do que, em alguns casos, do livro. Sei lá se eu estava mal humorada, você vai ver que a semana foi de crítica, rs:

Enfim, vamos ao que interessa: alguns desses livros vão para a pilha de doação/venda, porque descobri que eles não precisam morar comigo - espaço é dinheiro, né.
Li: (e as reviews do Goodreads, com links de outras pessoas, estão aqui)
Don't you want me?, da India Knight.
Stella foi casada com Rupert, na faculdade, depois morou com Dominic, com quem teve Honey, se separou e agora vive na casa que ficou com ela com um amigo, Frank, tentando entender como funciona a vida de uma mãe solteira que quer sair com pessoas novamente. Bem escrito, em termos de construção linguística. Mas ela é muito cheia de julgamento para alguém que no fim das contas, vive de pensão e só entende o que realmente sente nas últimas dez páginas...
Bet me, Jennifer Crusie.
O tema central é bem clichê: a personagem principal, ligeiramente acima do peso, escuta o ex namorado fazer uma aposta com um bonitão sobre dormir com ela. O bonitão é, claro, muito mais fofo do que parece, e a relação deles evolui de um modo bem simpático. A cena dela na casa dos pais dele é impagável, e os amigos de modo geral são interessantes.
Bad Boy, Olivia Goldsmith
Autora do Clube das mulheres divorciadas (que virou filme com a Diane Keaton), mas foi o que mais me irritou desse pacote. O tema central é outro bem comum (amiga que tenta ajudar o amigo nerd a ser atraente para as mulheres, um 'bad boy', e as coisas saem um pouco do controle), mas achei menos interessante e longo demais.
Perfect Strangers, Robyn Sisman
Fofo, gostei desse: embora seja chick lit, foi bem desenvolvido como história, ou seja, o romance ficou sujeito à segundo plano (na verdade acho que teria sido interessante tê-lo melhor desenvolvido, especialmente no final) e a história chama a atenção. Lloyd e Suze trocam de casa e país dentro da empresa onde trabalham. Suze, inglesa que está na casa dele e da namorada em NY, começa a achá-lo simpático e tenta ajudá-lo quando ele é demitido por espionagem industrial e diz que é inocente. O melhor de todos os que eu li nesse pacotão.
My single friend, Jane Costello
A Jane Costello é famosa nesse meio, e o livro é ok. Adivinha, outro projeto makeover. Você tem um amigo nerd? Certeza que ele é o Clark Kent (ah vá, todo mundo sabe que é só tirar os óculos dele pra perceber que ele era o Superhomem! aliás a Rainbow Rowell linda discutiu isso através da Beth e Jennifer no Anexos) disfarçado, lindo, sarado, além de, como você já sabia, inteligente e doce e bem humorado. E, claro, depois de ficar com várias mulheres no decorrer da história, meio que pra provar que ele é desejado e causar um drama de ciúmes, no fim ele confessa à heroína que sempre gostou dela (essa parte na verdade foi fofa). Bonitinho, mas só se você está numa vibe romântica, de praia e alegria.
Where have all the boys gone?, Jenny Colgan (esse não achei, mas há vários dela)
Katie trabalha em Relações Públicas, e acaba no meio da Escócia para ajudar um moço meio Grinch, Harry Barr, a salvar uma floresta que está correndo perigo de virar um campo de golfe e isentá-lo das acusações de estar matando as árvores que lhe estão sendo feitas. Enquanto isso, a amiga que foi a tiracolo ninguém sabe muito bem como nem porquê se aventura com o resto da cidade (é Fairlish, uma cidade na qual existem 16 homens para cada mulher), e ela mete os pés pelas mãos várias vezes. Meh.
Azur like it, Wendy Holden.
Quase não terminei esse. Katie é jornalista de uma cidade superpequena e o filho do dono vem assumir o jornal; ela vai pra Cannes cobrir o festival de cinema, que já era um sonho dela, toda iludida que ele está apaixonado por ela, quando na verdade ele é um sem caráter. Etc, etc.
BFD

Conclusões: antigamente, eu gostava de todos os chick lits, que eram engraçados, leves, interessantes e românticos. Agora, quero que eles sejam tudo isso, tenham todos os aspectos da história envolventes e não me façam ficar com vergonha de estar lendo o título em questão. Parece que isso é mais difícil que há quinze anos quando eu comecei a lê-los. Por outro lado, devo dizer que as histórias eram mais bem desenvolvidas que eu achava que seriam, muito mais do que hoje se acham nos estandes os romances que são SÓ isso. Quase sempre existe uma tentativa real de ter um pano de fundo, amigos, trabalho, personalidade, e não só o herói e a heroína. Hurray. Acho digno...
"Book Covers Are Judging Me" by Tara Sparling. Hilarious.

A propósito: troco qualquer livro desses (acho que só não o da Robyn, me apeguei um pouco), se alguém quiser e ler em inglês ;)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A Letícia lê - semana 2 - semana temática

 A semana temática foi escolhida, por unanimidade de votos (sendo eu 100% do eleitorado), com o gênero crime/suspense/mistério/thriller, pois estive de folga e achei que seria mais fácil prestar atenção no enredo :P

Assim, o que passou pelas minhas mãos, com sangue ou não:





super sem sangue, um livro que eu peguei gratuito na Amazon e está grátis na Livraria Cultura também: 3 am, do Nick Pirog:
está funcionando como uma provocação para que as pessoas se interessem pelo próximo título, certamente - e talvez funcione com alguém. Não necessariamente comigo. Eu gostei muuuito da história, da sinopse, mesmo que um pouco surreal. Porém acho que ela não foi muito bem desenvolvida, e os buracos são frustrantes. O sujeito, que fica acordado por uma hora somente por dia (das 3 às 4 da manhã), devido a uma síndrome que foi batizada com seu nome, acaba presenciando um assassinato e se envolve na descoberta do assassino. - Que, nesse momento, é o presidente dos EUA. Sim.

O outro foi também sem sangue, embora houvesse implicação de mortes e uma, triste e um pouco inesperada: The end of secrets, Ryan Quinn. Outra premissa muito interessante que não acho que foi bem desenvolvida até seu final, está cercada na história de uma agente que se envolve em ciberterrorismo, tentando desvendar um mistério sobre gente que desapareceu do nada enquanto há uma empresa que supostamente está coletando tantos dados sobre as pessoas que conseguiria inclusive prever o que determinado sujeito estará fazendo três anos depois da faculdade, quanto estará ganhando, onde estará vivendo e o que estará comprando. Qual é a conexão entre esses fatos? Quem é o culpado? Você fica super envolvido, e fazendo conjecturas, e aí... o final é meio corrido e  não amarra as coisas como deveria, eu achei.