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segunda-feira, 6 de março de 2017

6on6 - fevereiro 2017



#andanças. Fomos ver God, com o Miguel Falabella, comemorando a meia entrada do D.


Fomos também jantar na Mimi, pra estrear a mesa de jantar nova dela.



Prue é a prova que foto tem de ser no ângulo certo. Nem parece que ela é obesa.

Fomos também ver Histeria, montada num encontro com Dali, Freud e a filha de uma paciente de um caso, num roteiro muito bem produzido - presente de aniversário do escritório. Muito interessante :)

Pra não perder o hábito, arranjo do Atelier em flor pra comemorar meu aniversário.

Parece a Zara e o Panzerotti, mas é uma gatinha que encontrei no estacionamento da natação - aparentemente, havia sido abandonada pela família de um senhor que morreu, quando fecharam a casa, e estava vagando ali há uma semana, super dócil, veio quando chamei imediatamente. Trouxe pra casa, dei comida e colo e foi um final feliz bem rápido: achei um dono muito fofo e amoroso que já está tomando conta dela e prometeu nunca mais deixá-la pra trás. ufa!


Tudo isso aí na feira foi 5 reais Delícia, né?



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

#2016bestnine



Essas foram as fotos mais curtidas no instagram do blog. Tem #andanças, tem #catsofinstagram, #zara e #prue, tem #truestory. Legal, né? curti.
E até já já em 2017!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Andanças - março!

Andei um pouquinho esse mês!

Fomos...
ao teatro:
ver Wicked, a coisa mais sensacional do universo inteiro. Tá, é uma hipérbole. Eu não conheço todo o universo. Mas de todos os espetáculos da vida, é o meu favorito. E a versão brasileira está INCRÍVEL. É uma daquelas coisas que fica bem barata, depois que você pensa no tipo de espetáculo de qualidade que está vendo e tudo que levou a ele - ao contrário de alguns shows, filmes e peças ou refeições. Se puder, vá ver. Se não puder, recomende a todo mundo que você gosta. Espia isso...

pro sofá:




Fizemos maratona de House of cards, no fim de semana seguinte ao lançamento da 4a. temporada. Underwood continua assustadoramente real, a relação dele com Claire explode a mente, e o final... fica a dica pra assistir.

ao cinema:
ver Batman v. Superman: a origem da justiça. Sim, eu vejo (quase) todos os filmes de super heróis. Alguns eu adorei (Os vingadores e Deadpool), outros tive um sono (Thor, Lanterna verde). Mas a gente sempre acaba assistindo. Havia lido várias resenhas falando muito mal desse filme e do diretor (todo mundo tem sempre uma opinião, né... zzz) mas no final achei até razoável. Não tinha Tony Stark, então achei menos interessante, até porque o Ben Affleck segura uma onda só até certo ponto, mas se você gosta de quadrinhos, pode valer a pena.

comer:
Fomos à Dalva e Dito. Lugar lindo, atendimento impecável. Inclusive nas redes sociais (tinha querido ir ao Jiquitaia, mas não tinha indicação em lugar algum se estava aberto no feriado. Mandei inbox no facebook do Dalva e Dito e uma hora depois tinha resposta :)). Comemos: pastel de carne seca com abóbora (esplêndido, com um vinagrete muito bem feito); porco na lata (fica 48 horas na manteiga, servido com purê de mandioquinha) e pirarucu na chapa com ratatouille do sertão (achei imagens lindas, ainda bem que não paguei mico tirando fotos dos pratos). De sobremesa, espuma de manga com sorvete de coco e gengibre e torta de requeijão com jabuticaba e castanha de caju. Como você pode ver, os pratos são lindos. O pirarucu estava perfeito, suculento, o ratatouille (eu identifiquei duas abóboras, vagens e talvez chuchu) delicioso. A torta, embora um pouco sequinha, combinava muito bem com a jabuticaba e a castanha.






Ainda assim... Para um lugar que teve menção honrosa do Guia Michelin, e tem ligação com o  Alex Atala, eu esperava ouvir harpas tocando ao comer. (Até porque para pagar 350 reais no fim da refeição, ela TEM de ser muito fantástica). Eu gostei muito de tudo, de fato. Mas honestamente? Gosto igualmente do Mestiço (nada supera aquele krathong-thong como entrada, e a primeira garfada do Ásia continua me levando pro céu depois de uns dez anos comendo lá), gosto muito de tudo que já comi no MoDi (o ravióli de entrada é de comer de joelhos), e não vou nem entrar no mérito de que, por esse preço, como também no Maní, cuja moqueca me faria denunciar minha pobre mãe de algum crime que ela tivesse cometido. Ou seja, foi uma experiência interessante, mas como eu sempre digo, expectations are a bitch. Perto do que eu esperava, foi só algo que foi bom viver, mas não pretendo voltar lá.

ao Jiquitaia. Essa foi outra experiência, muito mais agradável, incrivelmente. O atendimento foi igualmente simpático e rápido, o menu delicinha (comemos nhoque de banana da terra com carne de sol, linguiça artesanal, moqueca de peixe com camarão e carne de sol, e aí bolo de coco gelado e brigadeiro com paçoca), e o preço muito mais razoável. Dá pra entender porque está na lista dos ótimos e baratos de todas as revistas. - Dessa lista, ainda prefiro o Mocotó, mas aquelas filas são desanimadoras.

Voltamos a alguns que continuam com estrelinhas: Mousse cake, no Shopping Anália Franco, e MoDi Gastronomia, (na unidade do Shopping Higienópolis dessa vez, tem outra linda na Praça Buenos Aires). Também o Eggs Comfort food, com os ovos Benedict delícia, e o brunch do hotel Renaissance, pra comer até explodir.

Em abril tenho mais planos :)



segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Andanças

Achei melhor entrar com o Andanças agora, porque a peça por exemplo está na última semana...

fomos ao teatro ver Medida por medida, no SESC Vila Mariana. Há alguns atores mais conhecidos, como Thiago Lacerda, Giulia Gam, mas vou ser honesta e dizer que há outros desconhecidos que roubam a cena completamente. É uma comédia ótima, e boa pra sacudir a gente da coisa hollywoodiana de explodir carros e o cenário ser mais relevante do que o cara no canto do palco. Em cartaz até 31/01.



Fomos também ver o filme O novíssimo testamento, que acabou de estrear. Embora o trailer tenha sido mais engraçado que o filme em si, que acaba sendo mais reflexivo e mórbido, valeu ter ido - e valeu a pergunta: O que você faria diferente se soubesse EXATAMENTE quanto tempo de vida te resta? E afinal, quem pode te dar essa certeza?


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Andanças de maio

Esse mês foi divertido porque fiz duas coisas legais:
uma, descobri o mundo dos descontos. Percebi que tenho descontos pelo seguro de carro que uso (Porto Seguro), pelo telefone celular (Vivo), por cadastro (Restorando), pelo cartão de crédito (Visa)... ou seja, paguei meia entrada no teatro e jantei, com acompanhante, com 30% de desconto num fim de semana que de outro modo teria sido bem mais salgado.
duas, aproveitei o frio!

fui ao Hannover, um dos restaurantes da cidade especializado em fondue. É caminho do trabalho, e eu sempre namorava a ideia,  mas não tinha certeza de que meu querido ia gostar e, sendo um lugar de prato único, isso era um impeditivo, porque seria dinheiro jogado fora. Aí descobri o tal desconto e me animei numa noite de frio. Pedi a ele que escolhesse o prato, e o eleito foi o fondue de picanha maturada, que também trazia linguicinhas e algumas cebolas, cercado de 14 molhos diferentes. Acompanhamos com um Chianti e comemos muito! Para dois seres humanos normais, seria o suficiente. Para nós, ainda fomos ao fondue de chocolate belga, com as frutas, marshmallow, suspiro... e só paramos porque de verdade, mais uma garfada e passaríamos mal.
O lugar é uma fofura, bonito, agradável, quentinho. A reserva foi feita para um dos primeiros horários, e encheu muito depois. Não gostei do tal couvert artístico - o sujeito era ruim e odeio pagar por obrigação - e o garçom não era a pessoa mais atenta do mundo, mas foi uma noite deliciosamente hedonista, do jeito que a gente gosta :)
fomos ver a peça A última sessão, que havia me atraído por conta da Laura Cardoso e ótimos atores que a rodeavam. O talento reunido realmente fez diferença, assim como as surpresas contidas na peça. Recomendo especialmente para as pessoas da área de Psicologia. Está em cartaz até o fim de junho.

De resto: fomos, depois de muito ensaio (sempre que íamos ao Na Garagem, falávamos, um dia vamos nesse lugar?), ao Aguzzo, experimentar o menu executivo.  Fica numa esquina e tem uma cara bem simpática. A decoração é agradável, e os pratos muito bem executados. Comi, após um creme de abóbora muito saboroso, um ravioli de brie com shimeji perfeito seguido de uma panacotta boa. Meu amigo escolheu a salada, a bracciola com polenta autêntica e a mesma panacotta.
A questão é que a conta, com água e serviço, ficou em 70 reais para cada um, e embora os pratos fossem ótimos, toda a ideia de menu executivo é ser algo muito mais em conta para que possamos fazer disso um hábito da semana. - a propósito, no fim de semana os pratos individualmente custam em torno de 80 reais. Portanto, infelizmente não haverá uma segunda visita tão cedo. #megasenacadêvocê
Não sei se já falei do Na Garagem, então vou aproveitar o ensejo: numa ruelinha pequenina perto da Pedroso, esse lugar aposta na ideia de dois tipos de hamburguer, nada de firulas e boa comida. Vou ser bem honesta: acho a batata ótima. E só. Já comi o hamburguer meia dúzia de vezes, porque é perto daqui, inclusive o vegetariano. Acho que sai caro (35 reais algo simples, o hamburguer com as batatas e um refrigerante), o serviço é horrível (os meninos nunca sabem quem pediu o que, é demorado, não há ordem para o balcão) e não acho o sabor tão incrível assim. Acho igual a quase todos os hamburgueres da cidade. Igual ao Z-deli, igual ao Rocket's, igual à maioria.
Aí também fui comprar um presente no shopping Morumbi e fomos ao Barbacoa Grill. Escolhi o miolo de alcatra e o D. o misto Barbacoa (picanha suína, linguiça e filet mignon), cada um com 300 gramas de carne e um acompanhamento (fomos nos carboidratos clássicos, arroz e batata frita). Tinha achado caro, (63 reais o prato, e eram literalmente os itens mais em conta entre os grelhados), mas considerando que você come como se fosse a um rodízio de churrascaria, creio que para os carnívoros de coração pode valer a pena. Eu só não voltarei porque achei o serviço realmente horrível, lento, displicente - um único garçom era muito simpático, o que me fez pagar o serviço afinal, mas mesmo ele teve de ser chamado todas as vezes, incapaz de ver quando os copos ou pratos esvaziavam ou o cardápio estava fechado. Na boa, não sou da família real, mas pelos preços cobrados, espero sim mais atenção.

Juro que queríamos ter saído mais de casa, mas temos feito maratona de séries - primeiro foi The Tudors, e aí, de presente de Dia dos namorados, tive a brilhante ideia de dar uma cerveja Trappista + os blu rays de Game of thrones, as quatro primeiras temporadas. Ou seja, primeiro frio do ano = a gente trancado bem feliz comendo a cada três horas no sofá, de pipoca a bolo de caneca, e dizendo 'só mais esse episódio, hein!'. aiai.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Andanças de fevereiro

Cumprindo a promessa (pelo menos a que fiz a mim mesma, fiquei um pooouco envergonhada mês passado), embora tenha como sempre comido bastante, rs, consigo pelo menos recomendar um ou outro programa:

Fomos ver Meu Deus! - só está em cartaz até fim de março! - no teatro TUCA, em Perdizes. Eu só havia lido a sinopse brevemente, foi o casal de amigos que nos convidou que escolheu a peça. O que eu sabia: comédia, na qual Ana, psicóloga interpretada pela Irene Ravache, recebe no consultório Deus, intepretado por Dan Stulbach, deprimido há dois mil anos e pensando em suicídio.



O que eu vi: Irene Ravache, linda, jovem, dando um show como atriz e como mulher. Gostei muito. Dan Stulbach, que gentleman!, tinha vontade de levá-lo para jantar porque imagino o deleite que deve ser ficar ouvindo esse sujeito. Agora, a peça: não achei muito se encaixando no gênero de comédia não. Houve cenas engraçadas, claro (Deus relembrando a euforia de inventar 170 tons de verde para as árvores ou o canguru, por exemplo), mas eu havia me preparado para rir e não foi muito o caso.
Há muitas referências religiosas que podem se perder: ou seja, eu sou uma católica com algum conhecimento, gostava de ler fábulas, fui coordenadora de crisma, conheço um pouco das histórias bíblicas; meu companheiro é quase ateu - e em alguns casos, eu enxergava muito mais ironia ou interesse em falas do que ele, por exemplo quando Ana e Deus começam a falar sobre Esaú e Jacó, Caim e Abel, Raquel, Jó - Jó é importante para a história. Outra coisa é que, embora no começo haja uma referência a outras religiões, mencionando sinagogas, mesquitas, templos budistas, etc, os diálogos são todos focados no Novo e Velho testamento.
Claro, tudo é uma visão e religião é algo tão aberto - e talvez tenha sido exatamente essa a intenção, nos fazer discutir algo sobre tudo que isso representa - mas acho que poderia ter sido mais interessante, do ponto de vista do entretenimento, ou mais abrangente, do ponto de vista de parâmetro base para discussão. De qualquer maneira, os atores ótimos valem a visita, e teatro é sempre tão legal!

Puzzle (d)


Eu já amava Felipe Hirsch e Guilherme Weber desde a Sutil Companhia de teatro, que era de Curitiba e foi até 2012. Assisti quase todas as peças deles mais de uma vez (A vida é cheia de som e fúria creio que vi cinco vezes), acho o visual das peças sensacional, as mídias envolvidas incríveis... Aí o Hirsch vem e diz que está com o projeto do Ultralíricos baseado em literatura. É de morrer de amor! A peça está no SESC Vila Mariana, mas eu se fosse você correria agora (agora, larga esse computador e vai!) ver se existe algum ingresso sobrando porque por enquanto as sessões estão limitadas. É, como todas as peças deles, um visual interessante, um ângulo novo sobre coisas de sempre - nesse caso, o Brasil, São Paulo, ufanismos, patriotismo, nacionalismos de modo geral, hábitos. Morremos de rir, saímos pensando... e vamos voltar.

Em relação a restaurantes, fui num que vale a pena comentar - e vale por 10, aliás. Se chama Osteria del Pettirosso, fica na Alameda Lorena, e foi fácil fácil uma das top 5 refeições da minha vida. A gente experimentou o menu degustação com primi e secondi (uma massa e uma carne, à la italiana). Tem de ser o mesmo prato para os dois, e escolhemos penne alla vodka com burrata e fileto a Bismarck, estavam absolutamente perfeitos. A sobremesa pôde ser escolhida individualmente, ele escolheu a crema pasticcera e eu escolhi tiramisu, o mais fofinho que eu já experimentei na vida. Tomamos mais meia garrafa de um vinho italiano delicioso, um merlot da Umbria, e saímos desejando ser ricos e/ou morar na Itália, o que acontecer primeiro.

Fui também à Via Emília piadineria, que está com sanduweek (o Restaurant week dos sanduíches, com duas versões em cada restaurante participante - a Via Emília tem um a 15 e um a 30 reais). Experimentei o de 15 reais, uma piadina de pernil muito divina. Comi sobremesa, um bolo mousse de chocolate com calda de gengibre e manjericão que estava perfeito. E o café, servido na cafeteira italiana, era um charme só igualável às lambretinhas que estavam em cada mesa ou à decoração absolutamente fofa. Muito recomendado, e ótimo custo benefício.