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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

6on6 dezembro 2016!

Pois é... não querendo ser a louca dos gatos, mas já sendo, esse bichotinho foi encontrado por uma amiga preso na roda de um carro. Ela me perguntou se eu conhecia alguém que o queria, e tentamos com outra amiga, mas não deu certo. Aí ele voltou pra casa, e com esses olhos, já estávamos apaixonados... ia se chamar muitas coisas, mas acabou em Panzerotti. (É um lanchinho italiano de queijo e tomate que comemos em Milão, gostoso e feliz, e Pan combinava com ele <3)

Quem te conhece, sabe o que te dar, né? meu amigo nos deu dois cheesecakes de Natal (o da frente é doce de leite com amêndoas e o de trás, frutas vermelhas). 


E falando em Natal... essas são migas, um prato espanhol que como desde criança (meus pais vieram pra cá aos 18 anos da Espanha) e acho sempre difícil de explicar. Dá pra fazer com pão, mas as da minha mãe são de batata, e fica com essa carinha de farofa, mas é muito mais macia e úmida que farofa. E tem de ter todos esses acompanhamentos (montes de pimentão frito, alho, tomates, linguiças...)


Fomos ver a ópera Fosca, no TEatro Municipal de São Paulo. Esse lugar é lindo, e a ópera foi incrível. Eram poucas apresentações, e a história era sobre a personagem título, a irmã de um pirata completamente apaixonada por um prisioneiro e que faz loucuras por ele. O autor, Carlos Gomes, era um brasileiro (nascido em Campinas, SP) e a estreia foi no Scala de Milão em 1873. Experiência importante de viver!



Não dava pra não falar da viagem de fim de ano, que foi pro Paraná (Curitiba, Antonina/Morretes, Ilha do Mel). Esse lugar é o Bosque do Alemão, e é de desmaiar de fofura: tem uma trilha com a história do Joao e Maria, que termina NA CASA DA BRUXA! e tem mais: a casa da bruxa É UMA BIBLIOTECA! na qual há bruxinhas boazinhas que contam histórias, ajudam as mães a convencerem as crianças a largarem mamadeira e chupeta, e sobretudo, estimulam a leitura. Era fim de ano e nem tudo estava aberto, mas estava cheio de crianças LENDO. Amei <3


Pra terminar (já que houve um post só sobre Paraná), essa visão de Piratas do Caribe: na frente do restaurante na ilha do mel, beeem longe da praia, esse tronco de árvore cheio de formações de conchas. A natureza é mágica, né não?

Feliz ano novo!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Paraná - resenha de andanças!

Um simples 6on6 não vai conter minha vontade de dividir algumas informações por aqui... então vou ser bem resumidinha, tá?

Coisas sobre o Paraná:

1. Amei os quero-queros (bom, e os mergulhões, saracuras, rolinhas, canários da terra, o fato de que há viveiros de pássaro em todo lugar, enfim. Mas os quero-queros além de tudo tem esse nome, difícil não amar). Olha esse fazendo pose na minha foto aí! perninha comprida <3


2. O Jardim botânico... É lindo, não só a estufa, como o entorno, no qual aliás dá pra fazer um lanchinho, tirar fotos, sentar na grama, tirar fotos lindas... 



3. Vou falar disso no 6on6, mas o Bosque do Alemão, que tem a trilha do João e Maria, foi meu parque favorito. E olha que tem parque em Curitiba! Fomos a vários, asism como  à Universidade Livre do Meio Ambiente, proposta linda e com uma pedreira incrível. Lindos, limpíssimos, estacionamento sempre gratuito e fácil, infraestrutura... invejei.


4. O museu Oscar Niemeyer é incrível. Mas não é só porque é dele, e tem essa cara linda, não. As exposições são inovadoras, interativas, super interessantes, e trazem não só a vida do Niemeyer como alguns outros artistas contemporâneos brasileiros. Fiquei apaixonada.




5. O passeio para Antonina/Morretes foi importante. Teve o trem, que é idílico e passa pela maior reserva de Mata Atlântica do país - essa é a base do passeio. Teve essa vista, portanto. Ao chegar, teve aquela vista que parece cartão postal do mirante de Antonina, e Morretes me lembrou Embu ou Guararema, aquelas cidades de paralelepípedo, praça com artesanato e rio sabe? Só teve um probleminha, estava perto de 40 graus de calor e ficando insuportável andar pra qualquer lugar, a busca por qualquer brisa virando sobrevivência.





6. Fomos à Ilha do Mel, focando na Praia das conchas e Farol. Estava um dia muito gostoso, e tem pouca coisa mais linda que o mar, né? Também reparei que o público é mais natureza, sabe? pouca gente sarada ou fazendo exercício ou tirando onda, era mais o povo "tô nem aí, quero ser feliz", que é de longe meu favorito; ou seja, brincando na água, cheio de roupas pra subir ao FArol, compartilhando a farofada. Devo dizer que eu não sou louca por praia, sou branca azulada e o sol nao me tem muito apreço; mas adoro um passeio de barco e amo sentar pra ver o mar. (um mar sem cheiro, que parecia um espelho de tão calminho).



7. Nao tirei foto, mas acho que não ia traduzir o que senti ao comer a POLENTA em Curitiba. Finalmente entendi o que as pessoas dizem quando falam que gostam de polenta. Tinha com queijo, com funghi, Alfredo, pura, mas era sempre molinha, feliz, cremosa, com muito gosto. Gente, poderia estar comendo aquilo até agora. Mesmo. SENSACIONAL. Em tempo: a melhor que eu comi foi no Batel Grill, que aparentemente é super turístico - (ficamos no Ibis Batel, barato e com a melhor localização do mundo pra ficar em Curitiba) - o serviço era impecável, o preço razoável e já falei da polenta?

quarta-feira, 6 de julho de 2016

6on6 - junho!

Vamos lá: já que eu só tiro férias de vez em quando, vou precisar dar uma esticada ainda usando alguma dessas fotos lindas. A primeira, portanto, será:

Essas esculturas estão em Viena, na Austria, no Belvedere (onde mora O beijo, do Klimt). Sao de um cara chamado Franz Xaver Messerschmidt, que morreu em 1783, e diz a lenda que começou as esculturas de rostos baseando-se nele mesmo e nas caras que fazia quando tinha de aplicar um remédio em si mesmo por um mal que sofria. Aos poucos, se empolgou e esculpiu em argila algumas dezenas delas. Não são incríveis?



não há nenhuma condição de explicar a suntuosidade de um lugar como a Opera de Viena, mas acho que esse tipo de detalhe ajuda a imaginação, né? 


Esse é um passarinho húngaro bem atrevido que veio almoçar conosco em Budapeste. Morri de amor.


Eu estou levando o conceito de favorito pra onde eu quero. Já tenho uma ponte favorita, em Verona, uma cidade favorita, uma praia, uma árvore... essa é minha estátua favorita, que mora em Praga. Não é sensacional?


Pois é: quando meu Pepito se inspira, faz churros. E não vou ser capaz de explicar, mas usa a furadeira na cozinha. E aí sai isso aí. Portanto, não adianta me convidar pra comer churros em nenhum outro planeta. Se não são do meu Pepito, não quero.


Não é que estou perseguindo a moça, (só porque tenho emprego e conta pra pagar, senão não sei viu), mas ela fica aparecendo na minha vida <3 Indiquei uma amiga pra fazer parte de algo do Panelinha, e eis que... mais um pra minha coleção...

Sim, já foram seis. É que gosto muito desse post mensal :P Então vou fingir que não vi pra acrescentar a clássica aparição da gata mais linda, fofa, inteligente e charmosa que eu ja vi, a Zara:


Em tempo: eu que montei esse arranjinho. De longe nem tá medonho, né? são gérberas brancas, mosquitinho e galhos, tudo Pão de açúcar, com o vaso e as pedrinhas que a amiga do ATelier em flor me ensinou a usar.

Até a próxima gente :)



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Andanças junho - Budapeste, Viena, Praga

E aí que, completando a narrativa das férias, vou contar os pontos altos dessas cidades:

1. o Trdelnik, um doce feito com massa assada em carvão e recheado com creme, ou sorvete, ou Nutella, ou gordices mil, e que vou me lembrar por anos - não estou mentindo. Por exemplo, viajaria amanhã para Milão de novo para comer o panzerotti do Luini. Por sorte, o Trdlnik foi fácil de achar na cidade inteira de Praga. Ontem coincidentemente apareceu um post na minha timeline com foto dele, falando do doce, e publiquei no facebook do blog. Espia lá, porque tem foto de pertinho do cone. Essas eu tirei do nosso quiosque favorito:




2. Uma das vistas mais lindas que eu já tive tomando o café da manhã foi em Budapeste. Nos arrependemos de ter passado muito pouco tempo lá, porque acho que valia mais dias, mas foi bem apaixonante. Olha isso:




3. O quadro do Klimt, O beijo, foi uma das obras que me causaram mais emoção na vida. Não me considero uma pessoa muito artística; não sei diferenciar movimentos ou fases muito além dos quadros mais conhecidos ou da fase azul do Picasso. Mas existem coisas que realmente 'falam' com a gente, né? O Davi, do Michelangelo, foi uma. Esse quadro foi outra. Está no Belvedere, em Viena, é enorme, e esplendorosamente lindo. Gastei meia hora só olhando e me sentindo grata.

4. A cerveja tcheca foi uma agradável surpresa pra mim, que não gosto de cerveja. Se chamava Pilsner Urquell, era ridiculamente barata e servida em todo lugar. Tomei todos os dias - porque aliás era mais barata que água.

5. O relógio astronômico de Praga é tão lindo quando eu achei que seria. Nosso apartamento ficava a vinte passos dele, e sorri todas as vezes que passamos na frente. Que obra linda! Ouvimos as histórias - a morte do relojoeiro, os símbolos à volta dele (representando a Morte ou a Ganância e o Tempo, por exemplo, pra dar a mensagem de que se você não viver intensamente a vida não vale nada) e foi incrível.


6. O restaurante Salm Braun, ao lado do Belvedere, nos tinha sido recomendado pela dona do apartamento que alugamos, e era meio quilômetro de distância. Pena que só fomos lá na véspera de ir embora, porque é bonito, simpático e super gostoso, além de, ao contrário do que daria pra imaginar - por estar ao lado dos jardins mais famosos e turísticos - estar cheio de nativos.

7. Fomos ver Macbeth na Opera de Viena, onde dizem haver uma das melhores acústicas do mundo. Foi realmente incrível e recomendo fortemente que todo mundo inclua um programa desse tipo (teatro, espetáculo de dança, etc) quando for viajar. Amei ter ido.

Acho que essas são as coisas que mais gostei dessa segunda parte da viagem :) E como aparentemente a gente esquece como dá dor nas costas viajar de sardinha por 16 horas, já estou planejando a próxima.



segunda-feira, 6 de junho de 2016

6on6 maio 2016

Vai ser fácil de novo porque foi um mês maravilhoso, cheio de coisas novas, lindas e felizes. Vi uma amiga em cada país, fui lembrada de quão abençoada sou por ter gente linda na minha vida, poder conhecer um pouco do mundo, ter saúde, trabalhar, viver num país que não teve guerra.



Começando com comida, que parece ser um tema recorrente por aqui: migas, feita com batata, comida espanhola preparada pelo meu pai e que é bem incrível, pro dia das mães.

Fiz risoto de funghi porcini e de queijo com damasco pra visita do meu amigo querido de Seattle e da minha amiga amada dali de BH/Pinheiros <3



O brinde no trabalho pro aniversário da minha prima/amiga/colega de trabalho



Gente, sejogar Praga no google, virão mil fotos, e são lindas e merecidas: a cidade é linda, de pedra, simpática e do jeito que vc vir. Mas vc não vai digitar isso aqui e estará perdendo uma razão ótima pra vir pra cá junyo com as outras... É uma massa feita no carvão e ao sair assada quentinha, pode ser recheada com chantilly, sorvete, nutella... Comemos uns 32.


Esse é um detalhe do palácio em Dresden, cidade alemã que foi bombardeada em fevereiro de 45, três meses antes do fim da guerra, matando 50 mil pessoas e destruindo 90% da estrutura original. Alguns lugares foram reconstrídos usando-se pedras originais. Mas o que me chamou a atenção foi como essas estátuas parecem vivas e conversando...


Escolhi, de todas as fotos deslumbrantes, a do Castelo de Kronborg, conhecido como castelo de Hamlet porque Shakespeare o ambientou lá mesmo não tendo ido pra Elsinore. É um castelo de verdade, no topo de uma montanhinha, à beira do mar, com ponte suspensa... Bem lindo. E o mar... Poderia ter dezesseis fotos só dele aqui


terça-feira, 31 de maio de 2016

Andanças maio: Dinamarca

Quisera eu estar aqui há um mês; fizemos coisas em SP, incluindo os filmes todos de herois (X men, Guerra civil), mas estou em clima de férias e vou me ater ao local. Deve haver coisas óbvias para alguns de vcs, mas pra mim foram mais surpreendentes. Também poderia falar dos lugares onde fui, de Nyvahn, o porto, aos cafés dos museus, mas só se alguém se manifestar querendo esses detalhes.

Coisas que aprendi na Dinamarca

1. Todo mundo fala inglês mesmo. E muito bem. Em todos os lugares. Ainda bem, porque mesmo deduzindo umas palavras e tendo aprendido a fslar oi e obrigada, a pronúncia difere muito da grafia.
2. A moeda, coroa, é muito difícil de achar em casas de câmbio brasileiras, e ao chegar aqui notei que ela é confusa pra mim. Não só pela conversão (mais ou menos 0,65 de real), mas pelos preços: água, 15 coroas; cartão de transporte do dfia, 80 coroas; qq refeição média (hambúrguer e cerveja), 190 coroas.
3. Todos são deuses nórdicos : as mulheres altas, loiras e de olhos azuis e os homens meio vikings meio Bradley Cooper. Eu achava que isso era generalização, mas estou em busca de um bebê feio ou moreno há uma semana e nada. Crianças de cinco anos, contudo, morenas (continuam lindas, obviamente). Deduzi que o cabelo escurece, mas é bem maluco ver os carrinhos de bebê com a "produção " toda idêntica...
4. Um pouco pelo transporte caro e um pouco pela busca de saúde, as bicicletas são realmente o meio mais usado de transporte. Vc vê velhinha, crianças, casais, supergrávidas, gente indo trabalhar, todos com cestinhas na bicicleta e voando pelas ruas; há regras e multas para os ciclistas.
5. Não se atravessa a rua enquanto não aparece o hominho verde dando permissão. Mesmo sem ninguém e nenhum carro. É curioso.
6. O design é lindo demais: madeira com pele e metal em todas as casas, janelas com parapeito enfeitado q vc ve de longe, clean e sofisticado. Apaixonei.
7. O castelo de Kronborg é lindo demais. É onde se passa Hamlet, embora Shakespeare nunca tenha vindo pra cá...
8. Os pássaros são amigáveis e lindos, diversos e barulhentos. Patos, gaivotas, andorinhas, falcões: vi de tudo.
9. O mar é de um azul tão escuro e bonito que não me canso de olhar.
10. O rei Christian IV foi tipo o Maluf: em toda a cidade se vê construções dele. É uma das lendas locais (outras: o herói Holger Danske, o casamento perfeito de Sophie e Frederick...) .
11. As pessoas que trabalham em escritórios começam às 8, tem meia hora de almoço e saem às 16: 16:01 há um mar de ciclistas prontos pra curtir o verão. Às sextas, saem às 13.
12. Na coroação de um dos reis, a fonte da cidade foi enchida de vinho. Eles sabem festejar.
13. Comida árabe e mexicana vimos em todo lugar.
14. Street food parece novidade ainda: há um lugar bem famoso, point mesmo, com vários tipos de comida, mas é o único na cidade.
15. As meninas e as mulheres usam tênis e sapatos masculinos com vestidos: vi pouquíssimas sapatilhas. Muitas sandálias de dedo. (Que eu achei feinhas).


Foi uma agradável surpresa a beleza delicada desse país: fomos a cinco cidadezinhas (Roskilde, onde há um museu viking num lugar muito bem estruturado, Odessa, conhecida como o berço do HAns Christian Andersen e com sua casa e um museu, Kiertenminde, no litoral, Helsingor, onde há o castelo Kronborg, eHillerod, com o castelo Fredericksborg e umas ruas de interior do sul do Brasil.) e gostei de todas. Amanhã vamos visitar uns outros cantos de Copenhagen, e tenho certeza de que a impressão permanecerá.

Beijos sabor o morango dinamarquês que é de uma maciez e doçura únicos!

O mar azul em torno do castelo Kronborg; lá no fundo vc vê a Suecia 😊

segunda-feira, 21 de março de 2016

Férias

E aí que planejar férias pra mim é o começo delas. Tem (muita) gente que estressa horrores com isso, mas eu ADORO. Não adoro muito ficar procurando hotéis, mas é  muito mais por conta da minha falta de senso de direção: sempre acho que serão longe de lugares centrais, não sei olhar mapa, acho todas as resenhas do trip advisor iguais.
Agora, AMO:
- pesquisar hábitos culturais do lugar - tem gorjeta? o que as pessoas vestem? como se diz por favor e obrigada?
- pensar na vida do dia a dia - se usa mais metrô ou ônibus? a que horas anoitece? as lojas abrem nos fins de semana? que lojas são legais?
- fazer planos de passeios, tipo viagens de um dia do lugar - por exemplo, visitar Bologna ou os lagos, na Itália, no ano passado.
- fazer mil listas do que levar de roupa, de cosméticos, de coisas pra levar na mala de mão, de livros pra ler no caminho, de lugares pra visitar em cada cidade... até chegar à lista perfeita de cada coisa. Demora, viu?
E só fico feliz com o calendário impresso, cheinho de anotações.
Cada louco com a sua mania, né? Escuto as pessoas falando 'ah, quando viajo, eu quero relaxar, não quero planos', 'ah, eu chego no lugar e aí vejo onde vou ficar', 'ah, eu mudo de acordo com o que gosto na hora', e me dá até arrepio. Só de pensar que sei exatamente onde vou estar no dia x às xx horas e ah vai ser tão diferente do que estou fazendo agora, eu já fico feliz.

Vc já tá muito curioso??

Tô pensando se revelo meu destino...

Ah, tá bom, vai. Vou fazer isso que nem strip tease, aos pouquinhos. Vamos visitar várias cidades, algumas por mais dias, outras nessas 'viagens de um dia'. A primeira parada, na qual passaremos 6 dias, é num lugar onde...
a. se fala uma língua que eu absolutamente desconheço;
b. a primavera começou ontem;
c. a moeda não é dólar, nem peso, nem libra, nem euro.
d. há pelo menos dois escritores conhecidos vindos de lá, embora já mortos há bastante tempo e com gêneros bem diferentes. Quase todo mundo conhece a obra de um deles.
e. foi notícia recentemente.

E aí, arrisca?

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

pequena alegria - lista de coisas para levar no avião!


Oi! Pode me chamar de maluca das listas, que eu só tenho orgulho. A de hoje é para sobrevivência no ar. Eu gosto de voar, não tenho medo de avião, escolho sempre janela pra poder ver quando estamos decolando e pousando e acho fascinante que consigamos cruzar o continente em horas (minha mãe levou 17 dias para vir da Espanha, de navio, nos idos de 1950.) Mas a gente sabe que avião judia da pele, com aquele ar condicionado infeliz, então é preciso hidratar, cuidar, amolecer...

Divido aqui a minha lista de essenciais para viajar de avião:

1.      Pacotinho de lenços umedecidos
2.      Escova, pasta e fio dental
3.      Pente e elástico para cabelo
4.      Protetor para os olhos e ouvidos
5.      Chiclete para decolagem e pouso
6.      Água termal
7.      Demaquilante em lenços
8.      Hidratante para o rosto e mãos
9.      Protetor labial (para durante o voo) e gloss (para quando chegar)
10.  Desodorante
11.  Óculos escuros!
12.  Revista divertida, que você possa ler e deixar para trás se quiser
13.  Álcool gel
14.  Remédio de uso contínuo
15.  Remédio para dor de cabeça e colírio


Boa viagem parte 2! (estou meio temática, eu sei, mas é por bons motivos: um, minhas próprias férias, grazie mille; dois, há vários feriados esse ano, né!)

segunda-feira, 13 de julho de 2015

pequena alegria - coleções e viagens - 6 coisas que você coleciona com amor e alegria!

Oi! Vamos falar de coisa boa: lembranças de viagem. Cada um tem sua mania, mas com o tempo, fui selecionando algumas que acho que são legais e podem dar à sua casa um toque todo especial:
1.      Os famosos ímãs de geladeira – são fáceis de encontrar, baratos e há vários bem engraçadinhos. O melhor: ficam na sua cara todos os dias, te lembrando como viajar é legal.
2.      Lápis ou canetas! São úteis, ficam fofos em potinhos coloridos no escritório e, de novo, fáceis de encontrar e baratos.



3.      Caixinhas – de todos os tamanhos, materiais e cores, elas muitas vezes parecem não conter nada mais do que a alegria de um dia terem feito parte de outra paisagem – mas ficam lindas numa estante ou mesa.
4.      Tickets de museus, ônibus, shows, guias ou até cartões postais podem facilmente virar quadrinhos que você pode pendurar numa parede única – ou colar nela e ‘envernizar’ por cima. Fica lindo!
5.      Coisas típicas do lugar de modo geral – seja o lagarto multicor de Barcelona, algo que remeta a tango de Buenos Aires ou uma linda namoradeira da Bahia – também podem valer um lugar interessante na sua casa e na sua vida, quando você voltar.
6.      As coleções específicas: pinguins, bichinhos, chaveiros, pratos decorados, já vi gente trazer de um tudo e montar cantos incríveis nas suas casas pra essas coisas.
Claro que existem as coisas consumíveis – quem vai resistir a trazer um chocolate do sul brasileiro, um doce de Minas, um vinho da Itália, um alfajor argentino? Mas lembrando daquilo de a casa se tornar parte da gente, devo dizer que gosto mais da minha quando olho em volta e penso que ela tem pedacinhos de quem eu fui e onde eu passei.

Boa viagem J

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Pequena alegria da semana - viagem

Minha pequena alegria da semana na verdade é gigante!!! Agora é oficial: em dois meses estaremos embarcando para a Itália. Férias muito esperadas que serão traduzidas, esperamos, como disse o marido de uma amiga, em comida muito boa, fotos muito lindas, tempo muito fantástico. Iu huuu!!!