Books read

Leticia's books

To Kill a Mockingbird
The Catcher in the Rye
The Great Gatsby
Of Mice and Men
Animal Farm
One Hundred Years of Solitude
Lord of the Flies
Romeo and Juliet
Little Women
A Tale of Two Cities
Frankenstein
The Count of Monte Cristo
The Secret Life of Bees
The Memory Keeper's Daughter
The Joy Luck Club
The Da Vinci Code
The Kite Runner
The Shining
The Silence of the Lambs
The Bourne Identity


Leticia's favorite books »

sexta-feira, 30 de maio de 2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

tag literária - Moda e literatura

Adorei muito essa tag! Encontrei aqui! Aliás esse blog tem um visual lindo, morri! (note a quantidade de pontos de exclamação seguidos para expressar essa opinião).

1) Um “livro pretinho básico” 

ex: um livro que em qualquer época, todo mundo leu/ tem e se não leu tem que ler.
A coleção Para gostar de ler e/ou a coleção Vagalume. , sem dúvida!!! e nem digo que na adolescência, a qualquer época.

2) Um “livro alta-costura” 

ex: um livro pelo qual vale pagar caro; pela qualidade literário e/ou editorial.
Não encontrei o link, mas existe uma coleção da Wordsworth cujas capas são de tecido e são absoluto amor. Quase comprei todos os livros de novo. Tenho a coleção de Shakespeare (pretendo ler antes dos 80 anos).

3) Um “livro Fast-fashion” 

ex: leu quando estava todo mundo lendo e gostou; mas hoje já não leria. 
Hm... acho que a coleção da princesa da Meg Cabot. Adoro a Meg Cabot, mas foi muito mais por peer pressure (quando existe pressão do grupo/tribo) do que por vontade.

4) Um “livro calça jeans”

ex: um livro descontraído que agrada todos os estilos de leitores.
Todos os estilos de leitores? opa! que difícil! Acho que um livro recente que quase alcançou esse status no meu círculo de amizades foi o Nu, de botas, do Antônio Prata, embora eu não o recomendasse cegamente. Se fosse recomendar um, por exemplo, dar um livro a alguém, acho que daria um do Luís Fernando Veríssimo, um dos títulos das Comedias da Vida Privada, que acho sensacionais e agradariam quase todo mundo. A moça do blog de quem vi essa tag havia sugerido Marley e eu (e aí me lembrei do equivalente felino, aquele que tem um gatinho amarelo na capa), mas para falar a verdade eu mesma não sou fã desses, então não conseguiria recomendar.

5) Um “livro Scarpin bico fino”

ex: Um livro muito bom mas que foi difícil de ler. Pode ter te causado desconforto pela forma de escrita/narrativa ou por algum detalhe da historia. Mesmo assim, você leria outras vezes!
Sem dúvida, os dois da Lionel Shriver, So much for that (Tempo é dinheiro) e Precisamos falar sobre Kevin. Tem temática bem difícil (câncer e um assassino adolescente) e de verdade, doem de ler. Mas são tão densos, bem escritos, reais, que valem o desconforto. Claro, estou pensando em literatura contemporânea, em temática. Outros títulos podem surgir se pensar em formato de escrita, em uso de linguagem, etc. Por exemplo, o do Julio Cortázar, o Jogo da Amarelinha, que vai te levando pra capítulos diferentes de acordo com o que você decide que vai acontecer. Eu tenho um pouco de TOC, fico nervosa, rs... mas é fascinante.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:

Li um título da Jodi Picoult chamado Where there's smoke..., que na verdade era quase um conto, tinha umas 50 páginas. Era sobre uma pessoa que 'via' coisas e um momento da vida dela. Se fosse desenvolvido, acho que poderia ser interessante. Gostei do pedacinho, mas era isso, um pedacinho.
Li um título chamado O encontro infeliz, de um francês chamado Philippe Grimbert (depois descobri que ele é o autor de Um segredo em família, o filme com a Julia Roberts). Comprei pela capa e sinopse, num impulso, na livraria (olha a edição bonitinha). Sobre dois amigos, Mando e Loup, crescendo juntos, e sobre como um deles acaba se revelando como alguém com problemas psíquicos. Vou ser honesta: achei bem paradinho, faltando substância, inclusive sobre o Loup, que parecia alguém em 2D.
Li Os limites da lei, do Scott Turow (romance de mistério/suspense, autor do Acima de qualquer suspeita). A história é interessante, sobre um desembargador que tem uma decisão difícil na corte em mãos (sobre um estupro e sua possível prescrição da lei) e na vida (um dilema moral pessoal, o câncer da esposa). Mas depois de ler algumas outras pessoas nesse gênero de mistério e suspense, (estou pensando na Karin Slaughter, pra citar uma americana e não ser parcial), achei só razoável. Terminei de ler e não pensei mais nele, ao contrário de quando estou lendo alguns dos outros autores do gênero de quem gosto e me vejo 'voltando' pro livro.
Li Eu, Anna, da Elsa Lewin (deu origem a um filme, também, que eu não vi). Uma mulher que acabou de se divorciar após um casamento de quase 30 anos começa a sair para 'festas de solteiros', conhece um cara, e surta. A tensão cresce devagar e aí você fica sem saber se entendeu quase, sabe? bastante bom. Gostei.
Li Let's pretend it never happened (o link está para o livro em português, Vamos fingir que isso nunca aconteceu), da Jenny Lawson. Algumas partes foram muito engraçadas, outras bem bobinhas, como é de se esperar num livro autobiográfico que tenta ser engraçado.
Li As poesias de Alvaro de Campos. Algumas muito lisboetas, muitas lindas e cheias de doçura. Fernando Pessoa é alguém que eu gostaria de estudar mais.
Li também Da próxima vez, do Marc Levy. A história é simpática, sobre um expert em um pintor que se apaixona (e é claro que tanto a noiva quanto o objeto de sua paixão tem relações de outras vidas com o pintor) e tudo que enfrenta ao descobrir as obras perdidas dele. Mas a primeira coisa que li dele era tão mais fofa e tinha a vantagem da surpresa, ao contrário desse.

O que eu estou lendo: finalmente, passei da metade do Police, do Jo Nesbo, estava com saudades do inspetor Harry Hole :) Falando sério, esse cara vale muito a pena. Acho que já contei em algum momento que o descobri por acaso, em livraria de aeroporto, acho que em Londres, mas já li muitos livros dele desde então e nunca me desapontaram.

O que vou ler em seguida: acho que vou passar pelo livro da Mimi Alford sobre o caso com o JFK e... Não sei, acho sempre difícil escolher.

terça-feira, 27 de maio de 2014

teaser Tuesdays - temperinho da terça, Vamos fazer de conta que isso nunca aconteceu, Jenny Lawson

Resolvi renomear o Teaser Tuesdays, numa tradução assim mais que livre, mais que alforriada, como tempero da terça. Caso você não se lembre, ele é um post que veio do Should be reading e tem a intenção de trazer uns parágrafos do livro que você estiver lendo pras pessoas terem um gostinho dele, então achei condizente :)

Esse é do Let's pretend it never happened, da Jenny Lawson (comprei no Kindle, mas a versão em português é essa aqui, Vamos fazer de conta que isso nunca aconteceu). É uma autobiografia cheia de graça. Essas partes me fizeram rir alto.

This theory worked well for my sister, who has never been sick a day in her life, and is one of those Amazonian women who could squat in a field to have a baby and then pick the baby up and keep on hoeing, except also the field would be on fire, and she’d be all, “Fuck you, fire!” and walk through it like that scary robot in The Terminator.

Hey, Grandlibby?” I asked. “What’s a ‘turn-on’?” She paled visibly, looking mildly ill. “Well,” she said…struggling for words, “it’s…um…the things that make you happy, I suppose?” I turned to my cousin. “My turn-ons are Rainbow Brite and unicorns.” Michelle smiled back, her two front teeth missing. “My turn-ons are Monchhichis. And Tubble Gum.

Victor kind of rolled his eyes when his mom went on about all the debutante balls Victor had gone to with these girls, and I nodded, trying to look politely interested. Then she asked me when I came out and I said, “Oh, I’m not gay. I’m dating your son,” which I thought was pretty clear to begin with. Then Victor started coughing loudly and Bonnie looked confused, but then she got distracted, because Victor sounded like he’d swallowed his own tongue, and then right after that Victor said that we should probably leave.

And don’t bother to deny it, because you just read it, so you have to be thinking about it. This is the way books work. Also? Velociraptors. Ha! I just made you think about velociraptors. Awesome. This is probably why Stephen King writes so many books. I am totally controlling your mind right now.

domingo, 25 de maio de 2014

Musing Mondays, (In) sensatas Segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Insensatez do dia: não é preocupante que eu tenha (pelo menos) 52 insensatez(es) pra confessar? E, sem nem usar meu curso de graduação, como eu decido usar o prefixo (in) sem nem pensar que podia fingir uma certa lucidez e utilizar Sensatas Segundas?

Enfim, como diria o Chandler Bing, do Friends, don't open that door! (não comece a pensar nisso!)



Enfim. Uma das coisas que eu mais adoro são romances epistolares. Tudo começou com Cartas a Nelson Algren, da Simone de Beauvoir. Ela escreveu mais de quinze anos pro Nelson, em inglês porque ele não falava francês, (você achou que ela só tinha amado o garoto enxaqueca do Sartre? sabe de nada, inocente!), e são cartas lindas, de mulher que pensa e ama e sonha. Não, mentira! eu adoraria que tivesse começado aqui, mas foi antes: eu me lembro de ter começado com Ana e Pedro, da Vivina de Assis Viana, um romance de adolescentes fofo demais, mas é possível que tenha sido até antes. Tem o Cartas perto do coração, do Fernando Sabino e da Clarice Lispector, tem, claro, o Correspondências, da Clarice, com mais de 100 cartas dela e pra ela, e esses são só os que me lembro assim sem ir fuçar na estante. Adoro os que são por e-mail também, e só de chick lit devem haver vários títulos assim. É uma delícia, amo! Acho que é uma coisa meio voyeurista, mas acho muito muito legal. Se alguém lembrar de alguma sugestão de livros desse gênero, aceito :)

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Chovia.

Já havíamos almoçado, e o ingresso pro cinema (Do que os homens falam, incrível!) já estava comprado. A livraria era bem na frente. Vamos só dar uma olhadinha?

e aí tinha uma seção de títulos com descontos.


sem mais.
p,s.: em minha defesa, quatro deles foram comprados pra presente.

Os hábitos dos leitores britânicos

Pra falar a verdade, o lugar no qual eu sempre vi mais gente lendo foi a Argentina. Em todo lugar, é lindo de ver. Mas olha que interessante:



como será que seria o do Brasil?

quinta-feira, 22 de maio de 2014

tag literária - O sacrifício dos livros

The book sacrifice tag

Achei essa tag num blog chamado Seguindo o Coelho Branco, achei bonitinha. Consiste em 'sacrificar' alguns livros, em situações de extrema necessidade.

Estamos vivendo um apocalipse zumbi e a cura são os livros superestimados. Que livro você sacrificaria para matar um zumbi?
Livros superestimados... acho que escolheria um dos best-sellers atuais. Como há alguns que eu não li (nem quero, mas vamos ser justos), pensaria num dos títulos de romance/erotica, que às vezes são beeem superestimados.

Você saiu do salão com o cabelo perfeito, e está chovendo. Que sequência de série usará para se proteger da chuva, sacrificando um título?
Me dói um pouco, mas acho que um dos do Lemony Snickett. A série é bem fofa, mas são váaarios volumes, então chega uma hora que são um pouco repetitivos.

Você está numa palestra sobre literatura clássica. Que livro sacrificará, atirando-o na cabeça do palestrante, para traduzir sua opinião sobre um título que não merece sua fama?
Que difícil... acho que a maioria dos clássicos tem no mínimo meu respeito por muitas vezes trazer conceitos que na época eram originais. Neste momento, me lembro do Estranho caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, porque foi o mais recente que li e não adorei. Mas sacrificaria com alguma dor.

Numa noite muito fria, você terá que sacrificar um título para se aquecer. Qual é o escolhido?
Adivinha! O senhor dos aneis, do Tolkien. Gordinho, e eu não ia sentir falta :P

quarta-feira, 21 de maio de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:

Terminei o The Stand e o Timebound, His wicked games, Life after life, In search of a love story, The Big, Not so small... dating agency, Chasing the sun. (reviews aqui no Goodreads).
Vamos lá: The Stand, Stephen King: 1100 páginas, que não mudaram minha vida. Ele é um excelente contador de histórias, e eu realmente não sabia como ia terminar. E haviam me dito que tinha um tema religioso do qual eu estava com certo medo, e deu pra concentrar nos personagens sem me ater à isso. Claro, é o inexplicável, do começo ao fim, mas até aí, se você está procurando outra coisa, não devia mesmo buscar no Stephen King. Então,a propósito: o que eu perdi? muitas das edições tem um pássaro na capa, e não me lembro de uma possível razão...
Timebound, the Chronos files, Rysa Walker: peguei emprestado pelo Kindle. Achei bem fofo, bem construído, interessante (considerando que a personagem principal é adolescente, tive algumas dúvidas sobre como isso poderia acontecer no começo).
His wicked games, Ember Casey: um freebie meio Sabrina, mas até gostei! a moçoila vai tentar convencer um suposto milionário a continuar a doação que o pai dele havia prometido ao Centro que seu pai mantém, e a nevasca os isola na casa dele (aham, senta lá Claudia).
Life after life, Kate Atkinson: a decepção foi bem pior porque esse era um livro no qual eu vivia esbarrando, sabe? até que um dia me rendi, e ainda esperei mais um pouco 'guardando' a vez. Ursula é um personagem que morre e renasce várias vezes, no decorrer da história, que começa em 1910 e tem seu ápice em torno da guerra, a fim de realizar um certo feito (que em algum momento ela consegue). Só que... ela é CHATA!!! sem graça, mesmo... então em algum ponto você pensa, meu, talvez outra pessoa???  sabe, a cena do Ferris Bueller's Day off (Curtindo a vida adoidado)? essa aqui? então...


The big, not so small, curvy, etc dating agency, Ava Catori: chick lit tem de ser, por definição, divertido, leve, com heroínas fofas e engraçadas. Não é literatura clássica, não vai te dar lições sobre entrelinhas e maneiras de colocar pensamentos sutis, mas deve, no mínimo, te entreter. Não é pedir muito, é? Pois é. Aparentemente era.
In search of a love story, Rachel Schurig: é de graça. Só que nosso tempo não é... então, pode passar batido. Podia copiar e colar o comentário acima.
Chasing the sun, Natalia Sylvester: peguei no Kindle First. É uma história sobre sequestro. Marabela, a esposa de Andres, um empresário médio peruano, mãe de dois filhos, não volta pra casa uma tarde. Ele a princípio acha que ela o deixou (já que ela o havia feito uma vez alguns meses antes). Logo descobre que na verdade ela havia sido sequestrada, prática relativamente comum no Peru dos anos 90. A partir daí, ele tem de lidar não somente com a questão financeira, que vai deixá-lo literalmente à beira da falência, mas com as questões que ele esperava que fossem ignoradas, as do relacionamento do casal. Muito bem escrito, me surpreendeu positivamente.

O que eu estou lendo:
na verdade, terminei o Chasing the sun ontem à noite, então ainda não comecei nada... vou resolver isso aí já já :)



terça-feira, 20 de maio de 2014

teaser Tuesdays - Chasing the Sun, Natalia Sylvester

pedacinhos para você ficar com vontade de ler a estreia da Natalia Sylvester:

"Now he is truly worried. Ever since Marabela left, he has been careful not to ask anything of her. Not for a section of the paper in teh morning. Not for a kiss good night in the evening. He has not even asked her for a quick glance to check if he's shaved his sideburns evenly. If she's left him again, he'll have no one to blame but himself. He should have stuck to what was working for them - ask nothing and expect no problems in return."

"Marabela always says that things are funniest when they have hints of truty to them. Perhaps, he thinks, they're also saddest when that truth has faded."

“Lost time is gone forever. Nobody ever catches up.” 

“All they could tell him was that they needed to wait. Esperar. Andres doesn’t understand how one word ever gave birth to the other. There is no hope left in waiting.” 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Musing Mondays, (In) Sensatas Segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Insensatez do dia: fiquei cinco minutos pensando se era insensatez mesmo, ou se sou bem normal.
Vamos lá:
acho que é perfeitamente normal ter livros pra cada 'coisa'. Tipo, essa semana viajei (ah, férias...), e escolhi com muuito cuidado os livros: tinha livro pro avião (não pode de jeito nenhum ser chato, porque não dá pra fugir; também não pode ser comprido, porque é horrível ter de parar no meio; não pode ser de chorar, nem ser muito complicado e cheio de personagens, porque há muita gente em volta e possibilidade literal de turbulência). Tinha livro pra ler na sacada, fim de tarde: bucólico, rural, estilo Jane Austen. Tinha livro pra ler na beira do lago (sim, eu planejo cada minuto também nas férias, sim, eu sou doente).
Juro que toda vez que tô terminando a insensatez da segunda penso que devia voltar pra terapia.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

BYOB

Gracinha com o "Bring your own bottle", hábito americano de levar sua própria bebida a eventos - traga sua própria garrafa.
Traga seu próprio livro ficou tão bonitinho :)

quinta-feira, 15 de maio de 2014

tag literária - Jantar literário

Jantar literário, encontrei aqui

Lista de convidados:

1 - Um personagem que possa ou goste de cozinhar.
Ah, tia Nastácia, do Reinações de Narizinho! Eu quase sentia o cheiro dos quitutes, quando era criança e lia os livros. E ia ser comfort food, sabe, cozinha aconchegante, com pratos que todo mundo gosta? Bolinhos de chuva, escondidinho, pudim de leite, o que quer que te lembre infância ou sua casa. Aliás achei um pedaço aqui olha que fofura: http://catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2010/08/reinacoesdenarizinho.pdf

 2 - Um personagem com dinheiro para bancar a festa.
Tony Stark conta? ele vem de um gibi, então não deixa de ser literário, certo? fora que eu o imagino como Robert Downey Jr., o que ajuda a embelezar esse cenário... e ele está na lista de personagens fictícios mais ricos da Forbes!!! Não acredita? olha só aqui

3 - Um personagem que pode causar uma cena.
Sabe quem me veio à cabeça (e que eu acho que devia ter um livro próprio?)? a Moaning Myrtle, ou Murta que Geme (fala sério, como dá pra ler em português???), da coleção do Harry Potter. É a fantasma de uma ex aluna que morreu e se esconde nos banheiros femininos fazendo drama (e depois tem um papel fundamental na trama). Adoro a Myrtle!
4 - Um personagem que é super popular.
Jay Gatsby, do Grande Gatsby, do Fitzgerald.  

5 - Um personagem que é engraçado/divertido.
Becky Bloom, da Sophie Kinsella, a shopaholic mais fofa do mundo. Ela é muito 'girl next door', o tipo de pessoa que você imagina conversando horas, gosto como se fosse minha amiga.
6 - Um vilão/vilã.
Mrs. Coulter, da trilogia do Philip Pullman. Mas eu demorei a me lembrar dela, fui até fazer pesquisa e achei esse link muito legal aqui
7 - Um casal - não precisa ser romântico.
Markus e Nathalie, do Delicacy (David Foenkinos). Muito amor. E, mais recentemente, Justin e Mae, do Gameboard of Gods, da Richelle Mead. E, claro, sempre, sempre, Warner e Juliette, da Tahereh Mafi <3

8 - Um herói/heroína.
Lisbeth Salander, do Stieg Larsson, a heroína moderna mais kick ass! 
9 - Um personagem subestimado.
Shep Knacker do So much for that. Maxwell Sim, do Jonathan Coe. 
10 -Um personagem de sua própria escolha.
O Rob, do High fidelity, pra ficar fazendo top 5s a noite toda. 

Agora me fala se esse não ia ser o jantar mais maluco do mundo????

quarta-feira, 14 de maio de 2014

QQQ Quartas, www Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:

Terminei Vampire Academy. Não, não amei. Gostei muito mais do tal Tabuleiro dos deuses, acho que a história era mais interessante, mais ágil, os personagens mais bem construídos, não sei. Não estou a fim de continuar lendo a série. Ainda bem, não é como se eu tivesse pouca coisa estimulante pra ler... a Tati Feltrin me indicou um post de um vlog outro dia que em cinco minutos me deixou pesquisando literatura canadense, Margaret Atwood e mais umas quatro referências. aijesuis.
Tô lendo... Gente, ainda tô lendo The Stand, o negócio tem 1100 páginas né! 
Mas como tô de férias (nesse exato momento, alegremente passeando pelo sul brasileiro), estou também lendo outras coisas, que o Stephen King tava meio dark demais pra minha alegria.Comecei o Life after life, da Kate Atkinson, e tô com vergonha de dizer, porque não sei se vou terminar (muitas distrações e visitas às vinícolas), o Police, do Jo Nesbo, lembra?
Vou ler o da Isabel Allende, aquele que tô economizando, na sequência.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Adorei! Self esteem = autoestima Shelf = estante


Musing Mondays - (In) sensatas segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Hm... Eu ia falar de títulos de livros, e de como escolho muitos livros pelos títulos e pela capa. Aí pensei em falar dos últimos com os quais isso aconteceu: (títulos)

1. He's Gone, da Deb Caletti
2. Mrs Kimble, Jennifer Haigh
3. The Department of Lost and Found, Allison Winn Scotch
4. Meeting the English, Kate Clancy
5. Everything is Illuminated, Jonathan Safran Foer

Gosto desses que não te dizem muito, parece que o livro pode ser sobre qualquer coisa. Você tem de pegar o título nas mãos para descobrir... (vai ver esse é o propósito do autor... hm...). Confesso, contudo, que desses títulos aí de cima, não houve nenhum que mudou minha vida. Haverá uma lista de defensores do livro do Safran Foer, que é realmente fofo, mas ainda assim, foi okay. Ou seja, não foi muito reforço positivo para esse critério de escolha - mas continuo usando o mesmo.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

tag literária - Palavras cruzadas

Essa tag eu encontrei aqui, mas veio da musa das tags Captain oh my Captain, Tati Feltrin, do Tiny Little Things, amor eterno :)

1. Vox Populi (um livro que recomendaria para todo mundo).
Ah vá! Pra todo mundo??? Eu diria que a família Veríssimo acata qualquer gosto. Ou Erico, com Um certo capitão Rodrigo ou Olhai os lírios do Campo ou Ana Terra - ou Luis Fernando, com as Comédias da Vida Privada. É difícil que alguém não se 'ache' num desses, não? 


2. Maldito plágio (um livro que gostaria de ter escrito).
Ahhh... eu gostaria de ter escrito tanta coisa... na literatura contemporânea, é difícil não lembrar da JK Rowling, não só por trazer tantos leitores novos pro mundo, mas pelo universo inteiro que criou. No Brasil, que honra seria ser Lygia Fagundes Telles, que viveu tanta coisa e escreveu tanto. Antes de tudo isso, uma das irmãs Bronte, Jane Austen, Katherine Mansfield? note que nem estou pensando num único livro, mas nessa vida linda dedicada à literatura.

3. Não vale a pena derrubar árvores por causa disto.
Ah... e agora? ler é sempre ler. Eu detesto alguns autores, e respeito pouco outros, mas daí até dizer que ninguém devia lê-los, é meio fascista, né? então, qualquer livro que estimule esse tipo de coisa. Malleus Maleficarum, o manual da inquisição, por exemplo. Livros que na verdade tragam à tona o mal, a maldade humana, o preconceito, a ignorância, em vez de tudo que o livro devia representar.

4. Não é você, sou eu (um livro bom lido na hora errada).
Li O velho e o mar, do Hemingway, e Dom Casmurro, do Machado de Assis, quando bem nova, e tinha detestado. Li de novo anos depois, e fiquei absolutamente encantada. As sutilezas tinham me passado completamente desapercebidas, claro, da primeira vez.


5. Eu tentei... (um livro que tentou ler mas não conseguiu).
Sempre falo do Tolkien e do Senhor dos aneis. Outro foi Parrot and Olivier in America, do Peter Carey. Ou os da Anne Rice. Mas esses ainda vou tentar de novo.

6. Hã? (um livro que leu e não entendeu nada OU um livro que teve um final surpreendente).
Eu quis MORRER com o final the Me before you, da JoJo Moyes. Sim, odeio finais tristes dos quais eu não sabia, que acho que tinham que ter sido diferentes. (não todos, obviamente. Amei os livros da Lionel Shriver, que não são exatamente sobre buquês de flores e parques no outono). Se eu soubesse sobre o da Moyes não tinha lido. E achei o fim de He's Gone, da Deb Caletti, bem sem gracinha. Finais bons... os do Roald Dahl são sempre ótimos, os do Stephen King também. Ah, e claro, odiei o final da série Divergente.

7. É tão bom, não foi? (um livro que devorou).
Devo confessar que devoro com muita facilidade coleções YA (Young Adult). Os da Tahereh Mafi, por exemplo, pisquei e tinha acabado (o que foi triste, acabaram muito cedo).

8. Entre livros e tachos (uma personagem que gostaria que cozinhasse para você).
Várias! a tia Nastácia, do Monteiro Lobato, se eu tiver de escolher uma. (Até porque a palavra 'tacho' me levou imediatamente a ela).

9. Fast Forward (um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada).
Tô pensando. Acho que The Pixar touch repete um pouco umas tecnicalidades. E eu pulo umas páginas do Stephen King toda vez, mas acho que é ansiedade.

10. Às cegas (um livro que escolheria só por causa do título).
Escolho muitos livros pelo título. O último foi Life after life, da Kate Atkinson.

11. O que conta é o interior (um livro bom com uma capa feia).
Acho a capa do Revolução dos bichos sempre horrorosa, e é um livro fantástico.

12. Rir é o melhor remédio (um livro que tenha feito você rir).
Eu rio ALTO com a Sophie Kinsella, na trilogia da Shopaholic e em alguns outros volumes, inclusive nas releituras. 

13. Tragam-me os Kleenex, por favor (um livro que nos tenha feito chorar).
Chorei cântaros no Catadores de conchas, da Rosamunde Pilcher. Chorei no Conde de Montecristo, do Dumas, chorei várias vezes na trilogia do Pullman. (Ei, os daemons não deviam ficar longe!)

14. Este livro tem um V de Volta (um livro que não emprestaria a ninguém).
Os autografados, do Veríssimo, Rosa Montero, Lygia Fagundes Telles. Todos os outros, se eu empresto e amo muito, já faço um plano agenda B de comprar outro se não voltar.

15. Espera aí que eu já te atendo (um livro ou autor que está constantemente a adiar).
Ler tudo do Charles Dickens. Quero muito, e sei que vai demorar algum tempo e são muitos títulos e complexos de ler.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

qqq Quartas, www Wednesdays

Should be Reading (fonte)

To play along, just answer the following three (3) questions…
• What are you currently reading?
• What did you recently finish reading?
• What do you think you’ll read next?

basicamente, seria um Q Quartas, três perguntas com Q:
o Que você acabou de terminar de ler?
o Que você está lendo atualmente?
o Que você acha que lerá em seguida?

e minhas respostas são:


Conforme meu Goodreads, Acabei de ler Gameboard of Gods (li em inglês no kindle, mas esse é o link pra edição em português, que já foi lançada -  (Tabuleiro dos deuses) )da Richelle Mead -
gostei bastante, desde a ideia tão genial de chamar o tal celular/aparelho de mão de ego até as histórias de fundo, da caracterização dos personagens principais, o Justin March e a Mae Koskinen, até a mitologia inventada. Claro, se ela fosse a JK Rowling com sua capacidade descritiva, o negócio ia decolar, mas me surpreendeu muito positivamente. Já encomendei o próximo. 
As namoradas do meu pai Silvana Tavano - beeem mais ou menos. O fim quase, quase a exume da história bobinha da menina de 13 anos cheia de conflitos, mas também, o que eu estou fazendo lendo um livro com uma narradora de 13 anos? eu que estou errada, claramente. Em minha defesa, o livro veio de graça, e eu não vi a sinopse antes de começar a ler.
Getting the girl (the Underdogs), Markus Zusak - comprei faz um tempão, e estava no kindle (li em inglês, mas o link é em português, pro livro que foi publicado aqui como A garota que eu quero), eu já havia começado e parado umas três vezes. Quase fiz de novo. Teimei dessa vez, e embora tenha partes beeem bonitinhas, como essa aqui
"She broke into me. It was that simple. Her wounds reached into me, grabbed my spirit by the heart, abd reefed it from my body. It was the words and the vouce. And my spirit, on the silent, shadow stricken street. I could only watch her as slowly she collected my hand and placed it gently in hers. I took all of her in."
acho que o Cameron é muito herói triste silencioso solitário mimimi pra mim. Tipo, em vários momentos ele beira o comportamento de alguém com algum tipo de síndrome, e aí em outros ele é simplesmente muito doce e você perdoa a falta de habilidade social, e no momento seguinte você pensa, ewww, não ia dar... não sei. Vai ver eu estava num dia de particular mau humor. Mas embora ele tenha sido meigo, e eu reconheça algumas qualidades de caráter e ternura que sejam realmente relevantes, não acho que isso justifique a estranheza da narrativa do personagem.

Estou terminando Vampire academy, da Richelle Mead, porque me empolguei com o Tabuleiro dos deuses e quero ver o que mais ela sabe fazer. E, paralelamente, estou lendo The Stand, do Stephen King. Nossa. Esse cara é absurdo, né? De verdade, como narrador, tem partes que eu pulo, acho chatas. Mas a 'pegada' de surpresa é sempre tão fenomenal... me vi prendendo a respiração no metrô no capítulo 2, e ele já tinha matado uns três personagens! Você pensa, Gente, o que ele vai fazer??? e não consegue parar de ler. Talento nato...

Vou ler El juego de Ripper, da Isabel Allende, estou planejando há semanas!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Boa noite


teaser Tuesdays - the Stand, Stephen King

O certo mesmo era postar uma citação do livro que eu estou lendo. Mas em vez disso vou falar sobre ele:

estou lendo The Stand, do Stephen King. Lembra da minha capacidade de abstração que às vezes me sabota? eu mal me lembro da história, só dos sentimentos envolvidos. E esse livro é a versão completa (diz a lenda que em algum momento ele foi cortado em mais de 400 páginas, a versão completa tem 1100), então tem muito pano pra manga.
Mas é assim ó: basicamente, há um vazamento e um moço foge em vez de ser trancado e conter o problema e inadvertidamente começa a espalhar uma praga (depois chamada de Blue), que começa com um resfriado comum, se espalha tão facilmente quanto e é fatal.
E aí você começa a ler a descrição de como as pessoas vão infectando umas às outras (Fulano espirrou e pensou, puxa, estou com alergia, e no caminho para o carro infectou o valet, o dono do posto de gasolina, um viajante que estava tirando férias com a família e indo para a Disney) e é DESESPERADOR. E há um momento no qual você está lendo a descrição de um personagem, e pensando 'ai meu Deus, ele também vai morrer?', 'se a descrição está longa é sinal de que será um sobrevivente?'
Eu nem sei se vou adorar tudo, porque diz a lenda que depois de algum momento os sobreviventes se dividem, vira uma coisa meio religiosa, enfim. Mas que contação de história!!
E isso tudo é onde estou, no capítulo 25, em torno de 15% do livro, minha gente. Hail Stephen King.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Musing Mondays ou (In) sensatas segundas

Musing Mondays asks you to muse about one of the following each week… • Describe one of your reading habits. • Tell us what book(s) you recently bought for yourself or someone else, and why you chose that/those book(s). • Tell us what you’re reading right now — what you think of it, so far; why you chose it; what you are (or, aren’t) enjoying it. • Do you have a bookish rant? Something about books or reading (or the industry) that gets your ire up? Share it with us! • Instead of the above questions, maybe you just want to ramble on about something else pertaining to books — let’s hear it, then! (do blog Should be Reading, lá da minha lista de blogs)

 Resolvi rebatizar o Musing Mondays pela aliteração Sensatas Segundas. Aí, ponderei, vocês vão concordar que com razão, que baseada nas últimas segundas, não dava pra garantir muita sensatez, e acrescentei o prefixo para garantir a credibilidade...

Aí, vamos lá: (In) sensatas segundas, o que eu acho da vida, em relação a livros:
Gente que escreve em livros: nunca vou conseguir entender. Acho que, no caso de didáticos, livros para pesquisa, etc, post-its e afins são aceitáveis, mas escrever no livro é praticamente pecado capital. Literatura então, pena de morte. Tanto bloquinho de anotação fazendo a alegria das pessoas, (eu AMO uma papelaria e bloquinhos, sou até suspeita, mas tá, usa um post it) precisa escrever na página linda, diagramada, que foi programada com aquela tipografia e aquela margem para viver daquele jeito (sem sua letrinha tonta atrapalhando?)? acho que não.



sábado, 3 de maio de 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

tag literária

Em que livro gostaria de morar?
Tenho de ser absolutamente honesta e dizer que o mundo do Harry Potter foi um dos primeiros que me veio à cabeça. Achei Hogwarts um dos universos mais bem construídos que eu já tive o prazer de ler.
Que personagem gostaria de ser?
Lyra Belacqua, do Phillip Pullman.


                                                        crédito desse desenho aqui

Que livro você mudaria o final?
As últimas páginas do Harry Potter, adulto, eu finjo que não existem. Me dão a mesma sensação que o fim do filme A vida é bela, uma coisa hollywoodiana desnecessária e incongruente com o resto.

Que livro gostaria de ter escrito?
O conde de MonteCristo, porque Edmond Dantes é um herói que ainda sobrevive, e o livro passa por todos os gêneros sem ficar datado, porque seus conceitos (honra, amizade, caráter, justiça, amor) vão muito além do fato de ter sido escrito em 1844.

Que título de livro considera o mais fantástico?
Eu gosto muito de Um certo capitão Rodrigo, do Erico Veríssimo. Acho simples, intrigante, aquele tipo de livro que podia ser sobre qualquer coisa e faz você querer ler. Gosto também, pela mesma razão, de Precisamos falar sobre o Kevin, da Lionel Shriver. Mas tenho de dizer que vivo comprando livros pelo título. O último que me interessou foi The interestings, da Meg alguma coisa.